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Hospital da Mulher Mariska Ribeiro recebe 46 novos equipamentos

 

Hospital da Mulher Mariska Ribeiro recebe 46 novos equipamentos

Unidade de referência em Bangu faz cerca de 5 mil partos por ano.

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, entregou, nesta quinta-feira (30/07), 46 novos equipamentos para o Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu. Foram seis monitores multiparâmetros, 15 bombas de seringa, 21 monitores neonatal, um ecocardiógrafo, um ultrassom portátil e dois desfibriladores.

— Esse hospital tem oito anos e, pela primeira vez, está recebendo essa quantidade de equipamentos. São bombas difusoras, respiradores, monitores, itens importantíssimos, sobretudo para aquelas grávidas que têm comorbidades, diabetes, pressão alta. Elas precisam de um cuidado todo especial, e o Mariska, com esses equipamentos, está pronto para atendê-las — destacou Crivella.

Os equipamentos adquiridos na China são fruto de um investimento de mais de R$ 370 milhões da atual gestão para estruturar e modernizar as unidades municipais de saúde. No Mariska Ribeiro, a renovação na infraestrutura será fundamental para reforçar o atendimento de qualidade prestado pela unidade às mulheres da Zona Oeste.

— Essa unidade tão importante, que faz de 340 a 400 partos ao mês, além de quase 2 mil atendimentos mensais, foi responsável pela nossa retaguarda de atendimento ao covid-19, tanto de mulheres, quanto de bebês — apontou a secretária municipal de Saúde, Beatriz Busch.

São 2,6 mil atendimentos por mês

Por mês, pelo menos 2.600 mulheres (1.800 na emergência e 800 no ambulatório) buscam assistência no hospital, que oferece ainda serviço ambulatorial de obstetrícia (com acompanhamento pré-natal de alto risco), clínica médica, endocrinologia, mastologia, psicologia, nutrição e serviço social.

— Só esse trabalho intenso, dedicado, competente, vai trazer o diferencial para o atendimento em Bangu, para os cariocas que nascem aqui, nossas grávidas e pacientes de ginecologia — acrescentou a diretora-geral da unidade, Laura Osthoff.

Além do Mariska Ribeiro, já receberam os equipamentos comprados recentemente os hospitais Ronaldo Gazolla, de campanha, Barata Ribeiro, Miguel Couto, Salgado Filho, Rocha Faria, Pedro II, Lourenço Jorge, Rocha Maia, Jesus, Francisco da Silva Telles, Albert Schweitzer, Souza Aguiar, Nossa Senhora do Loreto, Piedade, Evandro Freire, as maternidades Leila Diniz, Fernando Magalhães, Maria Amélia Buarque de Hollanda, Herculano Pinheiro, Alexander Fleming e os Cers Barra, Leblon, Centro, Campo Grande, Realengo, Santa Cruz e Ilha do Governador.

Mariska Ribeiro: assistência à mulher moradora da Zona Oeste

O Hospital da Mulher Mariska Ribeiro oferece serviços cirúrgicos de obstetrícia e ginecologia. São, ao todo, 72 leitos obstétricos e nove ginecológicos, reabertos na atual gestão, além de 25 leitos do complexo neonatal.

Assim como todas as maternidades da rede, o Hospital da Mulher Mariska Ribeiro preza pelo atendimento humanizado (feito sem procedimentos invasivos, de maneira mais natural e conduzido pela paciente, com assistência de equipe multiprofissional). É desta forma que cerca de 350 partos são realizados todos os meses na unidade, que conta com a oferta de exames como mamografia, ultrassonografia radiológica, colposcopia e patologias cervicais.

Quem foi Mariska Ribeiro?

Nascida na Tijuca, dedicou sua vida à causa da mulher e, em especial, à promoção do acesso das mulheres mais pobres à saúde pública. Professora formada pelo Instituto de Educação e psicóloga pela UFRJ, era apaixonada pela música popular. Consultora de programas governamentais e coordenadora da Rede Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos, foi uma das principais idealizadoras de uma nova política pública voltada especificamente para o atendimento à saúde da mulher no Brasil. Mariska faleceu em 2004, aos 67 anos, depois de onze anos de luta contra um câncer de ovário.

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Médico é preso por ameaçar paciente com arma na Zona Oeste

 

RIO DE JANEIRO
Médico é preso por ameaçar paciente com arma na Zona Oeste
Enio Pires Studart teria sacado uma arma durante uma discussão, após questionar a qualidade do exame para covid-19 realizado pela vítima

Rio – Um médico pneumologista foi preso por ameaçar um paciente durante uma consulta no Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na tarde desta quinta-feira. Segundo informações, Enio Pires Studart teria sacado uma arma durante uma discussão, após questionar a qualidade do exame para covid-19 realizado pela vítima.

Segundo a Polícia Civil, a vítima relatou que marcou um consulta com Enio após ser infectado com coronavírus e continuar passando mal após dois meses do diagnóstico. Durante a consulta, o médico teria questionado a qualidade do teste realizado para a doença, o que teria gerado a confusão. Ainda segundo a vítima, Enio teria pego uma mochila e sacado uma pistola para lhe ameaçar.
Posteriormente, ambos foram para a 16ª DP (Barra da Tijuca) e, no local, foi constatado que o pneumologista possuía um revólver, uma pistola, um soco inglês, duas facas, um carregador de pistola e munições dentro do carro. Ele foi autuado pela prática dos crimes de ameaça e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido

 

Duque de Caxias começa a fazer cirurgias bariátricas gratuitas neste sábado

 

Duque de Caxias começa a fazer cirurgias bariátricas gratuitas neste sábado

O crescente número de casos de obesidade no país vem preocupando muito as autoridades de saúde. Atenta aos índices, a Prefeitura de Duque de Caxias dá início no próximo sábado (01/08) às cirurgias bariátricas gratuitas pela rede municipal de saúde. Já estão agendados três procedimentos para este primeiro dia. Atualmente, há 328 pessoas aguardando na fila para cirurgia, somente entre os moradores da cidade.

O secretário municipal de Saúde, dr. José Carlos de Olveira, explicou como será o processo de preparo dos pacientes. “Contratamos uma equipe médica que vai ficar responsável pelo atendimento de ambulatório, com psicólogos, nutricionistas, cardiologistas e endocrinologistas no Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo. Lá, serão feitos todos os precedimentos de preparo do paciente, com consultas nas especialidades, exames de sangue, eletrocardiograma, endoscopia, tomografia, raio x, risco cirúrgico. Tudo no Moacyr”, detalhou.

Após o atendimento ambulatorial ser concluído no HMMRC, os pacientes farão a cirurgia no Hospital de Saracuruna (Adão Pereira Nunes), que está sob administração da Prefeitura de Duque de Caxias desde o dia 16/07, quando foi assinado um termo de cooperação técnica entre o município e o Governo do Estado sinalizando a transferência de posse da unidade.

Um estudo do Ministério da Saúde mostra que o número de obesos no país aumentou 67,8% entre 2006 e 2018. A prevalência da obesidade foi apontada na Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, do Ministério. Sobre esse índice, nos últimos treze anos, houve um aumento, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018.

Em 2018, os dados também apontaram que o crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente. No Brasil, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado com percentual de 42,6% no ano de 2006. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado o sexo, os homens apresentam crescimento de 21,7% e as mulheres 40%.

 

 

BOMBA: VIÚVA DO CAPITÃO ADRIANO DIZ EM DEPOIMENTO QUE MARIDO FOI EXECUTADO A MANDO DE WITZEL

 

Viúva de Adriano Magalhães da Nóbrega, Júlia Mello Lotufo disse a promotores que investigam a morte do ex-capitão do Bope que ele foi executado, e não morto após uma troca de tiros com policiais, conforme a versão divulgada pela Secretaria de Segurança da Bahia. Júlia prestou depoimento na segunda-feira 27 por meio de videoconferência. Em quase duas horas de conversa, contou que Adriano recebeu recados reiterados enquanto estava foragido de que, caso se entregasse às autoridades, seria assassinado. De início, ele não teria levado a sério essa possibilidade. Com o decorrer do tempo, ao apurar a informação com suas fontes em órgãos oficiais do Rio, teria se convencido de que sua execução estava de fato planejada.

Os promotores perguntaram a Júlia quem teria interesse na morte de Adriano, acusado pelo Ministério Público do Rio de chefiar um grupo de extermínio que atuava a serviço de uma milícia. Ela respondeu ter ouvido de Adriano que as ordens para matá-lo vinham de cima, da cúpula do governo fluminense. Os promotores insistiram para que fosse mais específica. Julia, então, falou que as ordens, conforme ouviu de seu marido, partiam do “governador”. Em 2 de fevereiro, uma semana antes da ação policial que resultou na morte de Adriano, Julia fez a VEJA, em entrevista gravada, o seguinte alerta: “Meu marido foi envolvido numa conspiração armada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, que queria matar o Adriano como queima de arquivo”. Em resposta, Witzel rechaçou a acusação e disse que iria processá-la.

ARQUIVO MORTO - Adriano: executado em condições ainda não esclarecidas //Reprodução

No fim daquele mesmo mês de fevereiro, reportagem de VEJA revelou que Adriano confidenciou à esposa ter repassado 2 milhões de reais em dinheiro vivo à campanha de Witzel, que na época tinha como principal cabo eleitoral o senador Flávio Bolsonaro. Quando era deputado estadual, o Zero Um, hoje senador da República, concedeu a mais alta honraria da Assembleia Legislativo do Rio (Alerj) a Adriano, quando este estava preso sob a acusação de homicídio, da qual foi inocentado posteriormente. Além disso, Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete na Alerj a mãe e uma ex-mulher de Adriano, ambas agora investigadas no caso da rachadinha. O ex-capitão do Bope também recebeu a solidariedade do então deputado federal Jair Bolsonaro, que, depois de empossado presidente, reforçou o elogiou e o definiu como “herói” da Polícia Militar.

A declaração de Júlia a VEJA sobre a possibilidade de queima de arquivo foi dada depois de uma ação da polícia tentar prender Adriano num condomínio na Costa do Sauípe, no litoral da Bahia. Ele conseguiu fugir. Durante a operação, policiais chegaram a apontar um fuzil para a filha do casal, hoje com 8 anos de idade, conforme Júlia relatou aos promotores. Após a fuga, Adriano foi resgatado, a cerca de 30 quilômetros de distância, pelo fazendeiro Leandro Abreu Guimarães. Foi Guimarães quem levou o ex-capitão do Bope para o sítio no município de Esplanada (BA), onde ele foi morto. Em depoimento, o fazendeiro declarou que só ajudou Adriano porque foi ameaçado. Aos promotores, Júlia rechaçou essa versão.

Ela disse que Adriano e Guimarães se conheceram no circuito de vaquejadas anos antes e desenvolveram uma relação de amizade. Segundo Júlia, o fazendeiro mentiu em seu depoimento porque foi torturado pelos policiais. Sua casa teria sido metralhada, e os funcionários de sua fazenda, amarrados. Júlia afirmou ter recebido esse relato de familiares do próprio Guimarães. Ela também garantiu que Adriano não levou armas para o sítio, o que inviabilizaria qualquer confronto. Lembrou que ele também estava desarmado na Costa do Sauípe, onde houve a primeira batida policial. Com anos de experiência no Bope, seu marido sabia que não teria qualquer chance de resistir a uma operação de captura da qual participaram cerca de 70 homens.

Júlia disse aos promotores que a arma que teria sido usada por Adriano no suposto confronto foi plantada no local. Contou ter convicção disso porque que esteve pessoalmente com ele um dia antes da morte e viu, com os próprios olhos, que ele continuava desarmado. Os promotores chegaram a perguntar para ela de uma foto do casal em que Adriano aparece com um fuzil. Júlia esclareceu que a fotografia foi tirada anos atrás, em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Numa tentativa de esclarecer as circunstâncias da morte, a Justiça determinou uma nova perícia no corpo de Adriano. A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou a tarefa, mas não dirimiu a principal dúvida sobre o caso, como mostrou uma reportagem publicada no site de VEJA em abril. O laudo pericial registrou que Adriano foi atingido por dois disparos, um de carabina e outro de fuzil. Um deles entrou pelo tórax à esquerda e percorreu trajeto de baixo para cima, provocando uma lesão também no pescoço. O outro foi dado de cima para baixo, entrou pela clavícula direita e saiu pelas costas.

NA TESTA – Imagens exclusivas publicadas por VEJA: ferimentos levantaram suspeitas de tortura ./.

Segundo um perito consultado por VEJA, que pediu para não ser identificado, o trajeto do segundo disparo, de cima para baixo, é um indício de execução. “O segundo disparo foi dado com ele caindo ou já caído. É o tiro de misericórdia.” Já os peritos da Polícia Civil do Rio foram cautelosos e empurraram o problema para frente: “Importante ressaltar que as direções descritas nos trajetos de projetis de arma de fogo no interior de um corpo não constituem informação suficiente para compreender as posições da vítima e do atirador no momento do disparo, devendo sempre, obrigatoriamente, haver a devida correlação com o laudo da perícia criminal no local do fato, buscando assim, elucidar com precisão a dinâmica do evento”.

Por decisão da Justiça, um perito contratado pela família de Adriano fará o tal “laudo da perícia criminal no local do fato”, considerado fundamental para se definir as posições dos policiais e de Adriano na hora em que este foi morto e, claro, se houve confronto ou execução. Aos promotores, Júlia lembrou que o corpo de seu marido tinha sinais claros de agressão. Entre eles, uma coronhada e pelos menos duas escoriações na cabeça. “Meu marido foi torturado e assassinado”, declarou na videoconferência.

Adriano Magalhães da Nóbrega ficou um ano foragido depois de ter sua prisão decretada no âmbito da Operação Intocáveis, que investiga milicianos no Rio. Após ser expulso da Polícia Militar, dedicou-se ao submundo do crime e, ao longo do tempo, colheu informações preciosas sobre as relações de contraventores e criminosos com as autoridades públicas e o esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. A investigação sobre sua morte pode trazer à tona parte de seus segredos.

Responsável pela apuração da morte do ex-capitão do Bope, o promotor Dario José Kist disse que a conclusão do caso ainda depende de uma série de medidas: “O Ministério Público ainda não recebeu o inquérito policial, ainda aguarda o laudo da reprodução simulada, entre outras diligências ainda necessárias”. Perguntado se o fazendeiro Leandro Guimarães e Júlia Lotufo serão chamados a prestar novos depoimentos, diante da divergência de versões entre eles, respondeu que essa informação está sob sigilo. O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que representa a família de Adriano, disse que o caso corre sob sigilo e que, por isso, não se manifestaria.

Créditos: Veja

 

CLÍNICA NO RIO EM QUE CANTORA FEZ LIPOESCULTURA E MORREU É INTERDITADA PELA PREFEITURA

 

CLÍNICA RAINHA DAS PLÁSTICAS EM QUE MC ATREVIDA FEZ LIPOESCULTURA E MORREU É INTERDITADA PELA PREFEITURA

A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, esteve na tarde desta quinta-feira, 30/07, na clínica de estética da Rua Honorato da Costa, 171, em Vila Isabel, onde a MC Atrevida se submeteu a uma hidrolipo e faleceu no último dia 27. Na ação realizada com o apoio de policiais da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), fiscais encontraram o estabelecimento fechado, o que impediu a inspeção. Sem a licença sanitária que é uma das exigências para o funcionamento, a clínica acabou interditada pele Vigilância, pasta vinculada à Secretaria Municipal de Saúde.

Além da falta de licença sanitária, o estabelecimento que usa o nome de Rainha das Plásticas não tem permissão para serviços de internação. Segundo a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda, o alvará de funcionamento ativo é específico para clínica e assistência médica

 

Mc atrevida

 

 

 

FUZIL ENCONTRADO POR PESCADORES NO MAR EM MANGARATIBA PODE SER DO EXÉRCITO PERDIDO EM 2018

 

FUZIL ENCONTRADO POR PESCADORES NO MAR EM MANGARATIBA PODE SER DO EXÉRCITO PERDIDO EM 2018

Pescadores encontraram um fuzil no mar de Mangaratiba, na Região Metropolitana do Rio. A foto com o achado viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (30). De acordo com a Polícia Civil, será investigado se a arma se trata de um fuzil perdido pelo Exército Brasileiro em 2018, durante um treinamento na região. O equipamento pode ter sido utilizado pela Engenharia Paraquedista da força, e caiu no mar durante uma manobra próximo ao Sahy. Na época, o Exército chegou a fazer buscas pela arma, mas ela não foi encontrada.

 

Rio de Janeiro tem 150 mortes em 24 horas por covid-19

 

O Rio de Janeiro registrou 150 novos óbitos nas últimas 24 horas, subindo para 13.348 o total mortes por covid-19 no estado. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, há até esta quinta-feira (30), 163.642 casos confirmados da doença no estado. Há ainda 976 óbitos em investigação, e 321 foram descartados. Entre os casos confirmados, 139.967 pacientes se recuperaram da doença.

Infectados

O município do Rio de Janeiro lidera disparado o número de infectados pelo novo coronavírus com 70.989 doentes. Em seguida vem Niterói, na região metropolitana, com  8.980 infectados. Depois, São Gonçalo (8.257); Duque de Caxias (6.158); Macaé (5.601); Nova Iguaçu (4.120); Angra dos Reis (3.791); Volta Redonda ( 3.361); Itaboraí ( 3.293); Campos dos Goytacazes (2.951); Magé (2.500); Teresópolis (2.398); São João de Meriti (2.261); Belford Roxo ( 2.101); Maricá (2.096); Queimados (2.012); Itaguaí (1.858); Itaperuna (1.668); Cabo Frio (1.419); Nova Friburgo ( 1.236); Rio das Ostras  (1.222); Petrópolis (1.220); Guapimirim (1.124); Três Rios (1.121) e Resende com 1.054 casos estão entre as cidades fluminenses com maior número de infectados.

Óbitos

Do total de 13.348 mortes de covid-19 no estado, a capital fluminense tem um número expressivo de vítimas, com  8.270 óbitos. Em seguida pela ordem: São Gonçalo (579); Duque de Caxias  (566); Nova Iguaçu ( 427); São João de Meriti (315); Niterói  (300); Belford Roxo (209); Campos dos Goytacazes (204); Itaboraí (160); Magé (158); Petrópolis (137); Mesquita (135); Nilópolis (124); Volta Redonda (117);  Angra dos Reis  (115); Macaé (113); Itaguaí (87); Maricá (82); Teresópolis (79); Cabo Frio (77); Barra Mansa ( 68); Nova Friburgo ( 63) e Rio das Ostras com  (55), estão entre as cidades com maior número de mortes no estado.

Para mais informações, clique aqui e acesse o painel de monitoramento de casos no estado do Rio de Janeiro.

 

Crivella cogita ‘espalhar o povo’ para que festa de Réveillon não seja cancelada

 

Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (30/07), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella falou sobre a reunião com o setor de hotéis a respeito de um novo formato para o Réveillon, devido à pandemia. Ele adiantou que estuda uma proposta para espalhar o público em vez de concentrar todos apenas em Copacabana, na Zona Sul da cidade.

O prefeito também disse que a Vigilância Sanitária teve nova reunião nesta manhã com o segmento e que ele estudará todas as ideias para que haja uma celebração segura, com aval do comitê científico e da sociedade.

“Eles me apresentaram uma ideia interessante, que é espalhar o povo ao invés de concentrar em Copacabana. No sentido que todos possam assistir diversos espetáculos e não terem problemas de estarem aglomerados e, de repente, alguém sem máscara contaminar muita gente”, disse Crivela, que completou.

“Vamos apresentar ao conselho científico, depois novamente à sociedade, discutir com os vereadores, pessoal do hotel e do comércio, esses já participaram, acho que vai ser uma boa ideia”, finalizou.

 

POLICIAL É BALEADO NA ZONA OESTE!!

 

Informações iniciais  enviadas para o antigo Campo Grande  de tiros em frente o rede economia na região da rua limites com a rua do governo em Realengo na Zona Oeste do Rio de Janeiro

. Segundo relatos iniciais de testemunhas um policial teria sido baleado no tórax por dois elementos de moto e socorrido ao hospital Albert Schweitzer.

 

 

Coronavírus: especialista da Fiocruz alerta para 2ª onda de contágio no Rio

Rio de Janeiro pode ter uma 2ª onda de infecção do Coronavírus. É isso que alerta a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), após um estudo realizado. Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, a ampliação de novos casos, após semanas de números mais baixos, é um sinal evidente do novo ciclo do contágio.

”Como nós passamos por um surto bastante forte seguindo de várias semanas de quedas significativas, estamos vendo agora uma volta do crescimento [da doença]. Isso é um sinal que a gente pode chamar de uma 2ª onda”, disse ele.

O especialista também alerta para a necessidade de cuidado pessoal mesmo de quem já foi infectado pelo vírus, pois não há nenhuma garantia científica de que isso não acontecerá novamente.

”Não é carta branca quem já teve, porque a gente ainda não sabe como é o desenvolvimento do vírus pós esse momento de infecção. Então, é fundamental manter os cuidados mesmo quem já se infectou e já se curou”, reforça Marcelo.