A soldado Alda Rafael Castilho tinha 28 anos quando durante um ataque de traficantes veio a falecer na comunidade Vila Cruzeiro, na Penha, em fevereiro de 2014.
Alda era estudante de Psicologia e foi aprovada no concurso da PM em 2010.
Nunca iremos esquecer a nossa heroína. Sempre será lembrada na nossa corporação e em nossos corações.
A partir desta segunda-feira (09/03), dia que completa cinco anos da Lei de Feminicídio, todas as três Delegacias de Homicídios da Secretaria de Estado de Polícia Civil passarão a contar com um núcleo exclusivo para apuração deste tipo de crime. As unidades terão policiais capacitados e dedicados a esclarecem os casos de feminicídio.
A iniciativa do Departamento Geral de Homicídio e Proteção à Pessoa (DGHPP) tem como objetivo o combate à violência contra a mulher e, consecutivamente, as mortes com motivação do gênero.
Como já é do conhecimento de todos, graças a Deus e aos policiais militares a menina Maria Eduarda foi encontrada numa estrada e foi encontrada andando sozinha
Segundo informações a pessoa que pegou a Maria eduarda em uma praça, ficou com medo da repercussão do caso e largou a Maria Eduarda nessa estrada
Menina de 9 anos desaparece quando brincava em praça de Duque de Caxias
Eduarda da Silva Azevedo estava em um pula-pula quando teria sido levada por um homem de aproximadamente 50 anos
Rio – Familiares da pequena Maria Eduarda da Silva Azevedo, de 9 anos, estão desesperados à procura da menina desde a noite deste domingo. Ontem, por volta das 21h30, Maria Eduarda sumiu quando brincava em um pula-pula da Praça do Galo, no bairro Parque Fluminense, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
De acordo com pessoas que estavam próximas, a menina foi levada por um homem de aparentemente 50 anos, que observava Maria Eduarda e outras crianças brincando no pula-pula. Apesar da versão das testemunhas, a família se diz surpresa com a possibilidade.
“Minha filha jamais iria pegar na mão de uma pessoa desconhecida”, garante a mãe da menina, a dona de casa Etyene da Silva de Azevedo, que está desesperada atrás da filha.
Dona Etyene disse que uma pessoa viu a filha saindo descalça com o homem. Ela estava a uma distância de cerca de 10 metros da menina.
“Se esse homem tiver lendo isso daqui, traz a minha filha. Só quero a minha filha de volta. Não quero imaginar o pior. Quero minha filha aqui comigo”, pede a dona de casa.
‘NÃO VAI FAZER NADA COM A GENTE’
Mãe de uma criança que brincava junto com Maria Eduarda, Taiana Conceição disse que filha viu o homem próximo delas.
“Ela disse que ele era uma pessoa boazinha e que estava tratando elas muito bem. Ela ainda falou ‘mãe, ele é muito bonzinho, não vai fazer nada com a gente”, relembra Taiana.
Após o sumiço da menina, a família foi à 60ª DP (Campos Elíseos) para registrar seu desaparecimento. Procurada pela reportagem, a Polícia Civil ainda não se manifestou sobre o caso.
Duas mulheres morrem após acidente de moto na Tijuca
Duas jovens morreram na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, Zona Norte do Rio, na manhã desta segunda-feira (9), em um acidente. Via está parcialmente interditada.
De acordo com o Centro de Operações Rio, o acidente envolvendo duas motos ocorreu na altura do número 1.210.
Bombeiros, CET-Rio e PM na via. Trânsito com retenção no trecho.
Tatiana Mendes sempre esteve no comando. Da própria vida. No início da década de 1990, com dois filhos pequenos, teve que assumir o controle de casa após o marido deixar a família. Nessa época, era professora na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense, e dava aulas particulares para complementar a renda. Até que um dia o irmão, funcionário da Comlurb, avisou que estavam abertas as inscrições para o primeiro concurso da Guarda Municipal do Rio. No início, ela relutou, não queria “fiscalizar camelôs nas ruas”. Mas decidiu topar a ideia, com o apoio do pai e de uma irmã, e acabou sendo umas das 12 candidatas selecionadas, entre 1.200 aprovados. Hoje, coleciona vitórias dentro da corporação, entre elas ser a primeira guarda a assumir o comando da instituição (o posto só havia sido ocupado por policiais militares e do sexo masculino).
A história de Tatiana vale ser contada na série de reportagens em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado neste domingo (08/03).
– Eu achava que guarda só tirava mercadoria de camelô. E, acredite, minha primeira tarefa foi cuidar do ordenamento urbano em Madureira. Eu chegava para o vendedor, me apresentava, sou a guarda Tatiana, e dizia que ele estava em local proibido, que se não saísse a fiscalização da Fazenda iria multá-lo. Conversando, conseguia tirar todos os ambulantes da rua. O nome disso é empatia, algo fundamental para um guarda municipal – conta a inspetora-geral Tatiana.
Mas, como logo descobriu, o trabalho de guarda municipal vai muito além. Após fiscalizar as ruas, atuou na sede da Prefeitura, no primeiro Grupamento de Apoio ao Turista da instituição e, convidada pelo então comandante, coronel Paulo Cesar Amendola, assumiu a recém-criada Ronda Escolar. Um trabalho de inteligência que, além de levar segurança à porta de colégios da rede municipal, trabalhava temas como prevenção às drogas e educação no trânsito.
– A ronda tinha até teatro. Conseguimos aproximar os pais das escolas. Com isso, até a violência no entorno diminuía – conta a inspetora, que ficou 15 anos à frente do projeto, um de seus orgulhos na Guarda. – Mais de 15 cidades, dentro e fora do Rio, copiaram o nosso modelo.
Evangélica, Tatiana costuma agradecer a Deus e sempre citar o nome Dele quando fala de suas conquistas na Prefeitura. E não foram poucas. Na Guarda, foi a primeira em muitas situações: como líder, subinspetora, inspetora, inspetora regional e comandante geral.
– Nunca um guarda, ainda mais mulher, havia ocupado o comando da corporação. Só policiais militares tinham assumido o cargo. Mas o prefeito (Marcelo Crivella) queria uma mulher nessa posição. Fez uma pesquisa, o Amendola me indicou e, ao consultar as pessoas, meu nome foi uma unanimidade – fala, com orgulho de sua trajetória. – Em 2016, eu me aposentei. Mas logo veio o convite e quis aceitar.
Tatiana Mendes no pátio da sede da Guarda Municipal. Foto: Rhavinne Vaz
Há 26 anos na instituição, Tatiana avalia que o principal desafio de um gestor é saber lidar com as diferenças. Algo que ela diz aplicar no dia a dia, ao tratar os servidores com respeito. E diversidade é o que não falta numa tropa tão grande: são mais de 7.500 guardas, sendo cerca de 1.500 mulheres.
– O amor é a chave. A ética, a responsabilidade fazem toda a diferença – afirma.
E são esses ingredientes que ela costuma levar para trabalhos como o programa Resgate Solidário, de abordagem à população que vive nas ruas. Tatiana já faz esse tipo de atividade na sua vida particular, com amigos da igreja que frequenta.
– Eu me emociono com essas pessoas que estão lá, invisíveis, mas que podem ser recuperadas. Chego, me abaixo, fico como elas. E elas vêm, abraçam. O mais importante é dar oportunidade.
Tatiana, que se diz muito agradecida por tudo o que viveu até hoje, chora ao relembrar sua trajetória. E ela já chorou em público também. Mas afirma que as lágrimas não são sinal de fragilidade, mas de emoção.
– Isso nem me preocupa (chorar). Mulher tem sensibilidade, é mais comprometida, mais difícil de se corromper. Saio de casa às 3h todo dia. Sempre fui a primeira a chegar, até hoje.
Disciplina, um caminho para o sucesso
A disciplina sempre foi uma marca da inspetora, inclusive na época em que se preparava para o concurso da Guarda, em 1993.
– Saía de casa às 5h, deixava meus filhos dormindo para me preparar. A prova escrita era nível fundamental. Mas a prática foi terrível, subir três metros e meio de corda, corrida de 12 segundos, abdominal, flexão. Treinava na escola onde dava aula, ia para o Corpo dos Bombeiros no fim de semana aprender a subir em corda. Fiz a minha parte e passei na prova. Fico feliz porque segui os passos do meu pai. Hoje sou casada há 13 anos, tenho dois filhos, dois netos e um terceiro está a caminho. Minha família vibra junto comigo.
Como não gosta de ficar parada, Tatiana já faz planos para quando sair da Guarda. Uma terceira profissão não está descartada. Mas ela não dá pistas sobre que rumo pretende tomar.
– O amanhã não nos pertence. Persistir é importante. Só paro quando não tiver mais condições físicas.
Na madrugada de sábado (7) por volta de 1h20 da manhã, 5 elementos encapuzados, invadiram uma pousada na Praia de Araçatiba, na Ilha Grande.
Segundo a polícia, eles estavam em um bote, renderam os marinheiros de uma outra embarcação e partiram para a pousada onde praticaram o roubo, armados, eles renderam funcionários e hospedes e os trancaram em um quarto.
Eles levaram o cofre e TVs da pousada, e fugiram na embarcação em direção ao continente.
Moradores disseram à polícia que não foi possível identificar as características nem a cor dos elementos.
A ação criminosa que aconteceu em *Araçatiba*, é bem parecida com a que, no ano passado, aconteceu na *Praia de Japariz*, também na *Ilha Grande*, quando elementos armados assaltaram um restaurante.
A ocorrência foi registrada na *166ª DP, no centro de Angra dos Reis.*
População pode ligar para o *Disque-Denúncia* anonimamente, o número é: *0300.253.1177* e ajudar a Polícia Militar contra a criminalidade. *MATERIA… RADIOCOSTAZUL*
A Secretária de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou mais um caso do novo coronavírus no Estado, neste domingo. Segundo informações, o caso é de uma mulher que viajou para à Itália acompanhada da paciente confirmada neste sábado. Este já é o terceiro caso confirmado no estado e segundo na capital.
De acordo com a nova confirmação, a paciente trata-se de uma mulher de 42 anos, moradora da cidade do Rio de Janeiro, que acompanhou a paciente do caso confirmado na madrugada desse sábado em viagem à Itália. Ela já estava sendo monitorada por profissionais da Vigilância da SES, em parceria com o órgão municipal. O estado de saúde da nova infectada é estável e ela está em isolamento domiciliar.
O retorno da viagem aconteceu na última quarta-feira e os primeiros sintomas apareceram um dia após a chegada. Na quinta-feira, a paciente deu entrada em uma unidade de saúde particular apresentando febre, tosse e congestão nasal. Uma amostra para análise foi coletada e testou positivo para o Novo Coronavírus.
“Reforço que, até o momento, continuamos sem transmissão ativa do vírus no Rio de Janeiro. Os casos confirmados até agora são importados do exterior. Permanecemos no Nível Zero do nosso plano de contingência. Alerto a população para os cuidados para previnir o contágio, como higienizar as mãos com frequência e evitar levá-las ao rosto”, explica Edmar Santos, secretário de Estado de Saúde.
A SES ressaltou que, até o momento, todos os três casos são de pessoas infectadas fora do país. Até este domingo, além dos três casos confirmados de infecção pelo Covid-19, há outros 111 suspeitos no estado do Rio. Além disso, técnicos da SES analisam o comportamento do vírus no Hemisfério Sul, como grau de transmissibilidade e letalidade
PORTAL DOS PROCURADOS PEDE INFORMAÇÕES SOBRE OS ENVOLVIDOS NA MORTE DO 16º AGENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA EM 2020
O Portal dos Procurados divulga neste sábado, dia 07/03, cartaz com título – Quem Matou? – para ajudar a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo e Itaboraí – DHNSGI – e ao Grupo de Pronta Resposta da Subsecretária de Inteligência da PM/SEPMERJ (GPRI), com informações que possam levar a identificação e prisão dos envolvidos na morte do 2º Sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro Gustavo Alves Campos, de 43 anos.
Lotado no DGS – Diretoria Geral de Saúde – sargento morreu na noite desta sexta (06), no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no Columbadê, em São Gonçalo. O policial deixa esposa e duas filhas e atuava na Corporação desde 1999.
O policial foi baleado na ultima terça-feira (03), na Rodovia RJ 104, na altura do Santa Luzia, em São Gonçalo. O militar foi alvejado após uma tentativa de assalto. A arma da vítima foi levada pelos criminosos.
Com a morte do SGT Gustavo chega a 16º o número de Agentes de Segurança Pública assassinados no Rio de Janeiro em 2020, sendo 12 da Policia Militar, 01 da Policia Federal, 01 do Corpo de Bombeiros, 01 da Marinha do Brasil e 01 Agente Penitenciário da SEAP.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos envolvidos na morte do SGT Gustavo, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp do Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procuradosrj/, pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular do Disque Denuncia.
Todas as informações sigilosas sobre o caso serão encaminhadas para a DHNSGI e PMERJ, encarregadas do caso e que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de Agentes de Segurança Pública no Rio.
Cadeirante foi vítima de bala perdida na Vila KennedyReprodução Facebook
Rio – Um cadeirante morreu ao ser vítima de bala perdida, na manhã desta sexta-feira, durante uma operação policial na Vila Kennedy, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Gilmar dos Santos Gonçalves foi atingido na cabeça e socorrido pelos policiais militares que participam da ação na comunidade, e chegou a ser reanimado no Hospital Albert Schweitzer, mas não resistiu ao ferimento.
Segundo um morador da região, que preferiu não se identificar, o homem, na faixa dos 50 anos, foi atingido por volta das 10h na Praça Miami, a principal da Vila Kennedy e na entrada da comunidade.
O socorro foi acionado, mas os PMs levaram a vítima, ainda com vida, antes da chegada da ambulância. De acordo com uma testemunha, ele estaria indo visitar a mãe que está internada em uma UPA.
Desde o início da operação da PM na Vila Kennedy, na manhã desta sexta-feira, há relatos de tiroteios em localidades da comunidade. Procurada, a Polícia Militar ainda não se pronunciou sobre o caso.