Arquivo da categoria: Rio de Janeiro

crianças mortas num incêndio em Paraty são enterradas na mesma cova

as três crianças que morreram durante um incêndio em um casarão de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, foram enterradas neste sábado (25/01/2020) na mesma cova.

As informações são do jornal Extra.

Cerca de 150 parentes e amigos da família acompanharam o velório. Durante o enterro, a bisavó das crianças passou mal e precisou ser atendida por médicos dentro de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Outra parente, não identificada, foi amparada após uma queda de pressão.

O padrasto das três crianças foi preso, nessa sexta-feira (24/01/2020), suspeito de ser o autor do crime. O homem teria colocado fogo na casa por ciúmes da companheira, de acordo com a polícia.

No incêndio, os irmãos Marya Alice de Almeida Santos da Conceição, de 4 anos, Cauã de Almeida Santos da Conceição, 5, Marya Clara de Almeida Santos, 7, morreram. A mãe, Dara de Almeira Santos de Souza, de 25, não teve queimaduras, mas inalou muita fumaça e foi internada. Ela ainda não sabe da morte dos filhos.

De acordo com a polícia, o padrasto acusou em depoimento uma das crianças de ter colocado fogo em colchões de um dos quartos do local. No entanto, para os investigadores, o homem tinha intenção de se livrar dos filhos e viver somente com a mulher.

Laudo da perícia descartou que o início das chamas tenha sido acidental. O suspeito vai responder por três homicídios qualificados por usar o fogo – somado ao fato de as vítimas serem menores de 14 anos – e por tentativa de feminicídio contra a mulher.

RELSON GRACIE É PRESO COM DROGAS NA VIA DUTRA!!

O lutador profissional de jiu-jitsu brasileiro aposentado Relson Gracie, de 66 anos, foi preso na noite desta sexta-feira (dia 24) na via Dutra transportando grande quantidade drogas. A reportagem da Folha do Aço apurou que Relson foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal na altura do município de Piraí, no Sul Fluminense.

O entorpecente estava na mala dele, que viajava num ônibus interestadual. Equipes do Grupo de Operações com Cães (GOC) da PRF abordaram o ônibus, que fazia a linha São Paulo x Rio de Janeiro. Durante a fiscalização, os cães K9 Bud e K9 Stella, especialistas no faro de drogas, deram sinal de que havia algo de errado em duas bagagens.
Copiado: Gardênia Azul Notícias
Após identificarem o dono das malas, os policiais abriram e encontraram diversos frascos contendo skunk, uma maconha mais potente, e derivados da droga em vários formatos – creme, óleo e erva. Além disso, com Relson Grace, foi encontrado um bilhete de passagem aérea internacional Los Angeles x São Paulo, indicando a possibilidade do material ser de origem estrangeira.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, em Volta Redonda. O suspeito foi indiciado pelo crime de tráfico de entorpecentes. A pena prevista varia de cinco a 15 anos de reclusão.Relson é o segundo filho mais velho de Hélio Gracie, um dos criadores da técnica de jiu-jitsu.

TEXTO Gardênia Azul Notícias

FOI ESSE HOMEM MATOU TRÊS CRIANÇAS EM PARATY!!

MOTIVADO POR CIÚMES, PADRASTO É AUTOR DE INCÊNDIO QUE MATOU TRÊS CRIANÇAS EM PARATY

O padrasto das três crianças mortas num incêndio em Paraty (RJ) foi preso pela Polícia Civil. Segundo o delegado Marcelo Russo, titular da 167ª DP (Paraty), o crime foi motivado por ciúmes. Os três irmãos, Marya Clara de Almeida Santos, de 7 anos, Cauã de Almeida Santos da Conceição, de 5 anos, e Marya Alice de Almeida Santos da Conceição, de 4 anos, morreram no incêndio. A mãe das crianças, Dara de Almeida Santos de Souza, de 25 anos, está internada.

“O acusado havia criado a história de que um dos filhos seria o autor do fogo nos colchões do quarto, por ele ser muito levado. Ele planejava se livrar das crianças, que já demonstravam grande temor do padrasto, para viver só com a mulher”, afirmou o delegado.

‌O homem vai responder por três homicídios qualificados por emprego de fogo e ainda ampliados pelo fato das vítimas terem menos de 14 anos e tentativa de feminicidio contra a mãe das crianças

Mangaratiba terá folia com Carnamar e carnaval de rua

A Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos de Mangaratiba, anunciou na manhã desta quinta-feira (23), a volta oficial do Carnamar e do Carnaval de Rua 2020. Uma reunião foi realizada pela equipe da secretaria para definir os últimos detalhes da festa. “O Carnamar e o carnaval de rua dos distritos estarão de volta em 2020. Por isso reuni toda minha equipe para acertar os últimos detalhes dos eventos, que estão sendo preparados e organizados com muito carinho para nossos moradores e turistas”, destacou o secretário de Cultura, Turismo e Eventos, Roberto Monsores.

Segundo o secretário, toda a equipe da pasta está empenhada 100% para a realização dos eventos. Roberto Monsores disse ainda que o carnaval de rua será realizado em todos os distritos, entre os dias 22 e 25 de fevereiro. Já o Carnamar acontecerá no domingo, dia 23 de fevereiro, seguindo o roteiro marítimo entre Muriqui e Itacuruçá. “Quando me chamou para assumir a secretaria de Turismo, um dos principais pedidos que recebi do prefeito Alan Bombeiro foi o retorno do Carnamar. Ano passado não pudemos realizá-lo por conta dos estragos causados pelas chuvas na cidade, mas, em 2020, nosso carnaval marítimo será um sucesso”, destacou Roberto Monsores ressaltando que em breve será divulgada a programação completa do Carnaval 2020.

Uma reunião foi realizada pela equipe da secretaria para definir os últimos detalhes da festagaratiba, Fol

MOTIVADO POR CIÚMES, PADRASTO É AUTOR DE INCÊNDIO QUE MATOU TRÊS CRIANÇAS E DEIXOU A MÃE EM ESTADO GRAVE EM PARATY

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MOTIVADO POR CIÚMES, PADRASTO É AUTOR DE INCÊNDIO QUE MATOU TRÊS CRIANÇAS E DEIXOU A MÃE EM ESTADO GRAVE EM PARATY

O padrasto das três crianças mortas num incêndio em Paraty (RJ) foi preso pela Polícia Civil. Segundo o delegado Marcelo Russo, titular da 167ª DP (Paraty), o crime foi motivado por ciúmes. Os três irmãos, Marya Clara de Almeida Santos, de 7 anos, Cauã de Almeida Santos da Conceição, de 5 anos, e Marya Alice de Almeida Santos da Conceição, de 4 anos, morreram no incêndio. A mãe das crianças, Dara de Almeida Santos de Souza, de 25 anos, está internada.

“O acusado havia criado a história de que um dos filhos seria o autor do fogo nos colchões do quarto, por ele ser muito levado. Ele planejava se livrar das crianças, que já demonstravam grande temor do padrasto, para viver só com a mulher”, afirmou o delegado.

‌O homem vai responder por três homicídios qualificados por emprego de fogo e ainda ampliados pelo fato das vítimas terem menos de 14 anos e tentativa de feminicidio contra a mãe das crianças.

homem é preso em Guaratiba acusado de estuprar as próprias filhas menores de idade

ASCOM – Assessoria de Comunicação

Policiais da 32ªDP (Taquara) capturaram, nesta sexta-feira (24/01), um homem acusado de estuprar suas próprias filhas, menores de idade na época dos fatos. Contra ele foi cumprido mandado de prisão preventiva, expedido pela 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, pelo crime de estupro de vulnerável.

Após ações de inteligência, o acusado foi localizado na Rua Atalaia do Norte, no bairro de Guaratiba, onde foi capturado pelos agentes.

O QUE A LEGISLAÇÃO DIZ

 artigo 217-a do CP – estupro de vulnerável

Estupro de Vulnerável

Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:

Pena – reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos.

§ 1o Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência.

§ 2o (VETADO)

§ 3o Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave:

Pena – reclusão, de 10 (dez) a 20 (vinte) anos.

§ 4o Se da conduta resulta morte:

Pena – reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

Antes da Lei 12.015/09

Presunção de violência

Art. 224 – Presume-se a violência, se a vítima:

a) não é maior de catorze anos;

b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância;

c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.

Classificação doutrinária: crime comum, material, de forma livre, instantâneo, comissivo (excepcionalmente, omissivo impróprio), unissubjetivo e plurissubsistente.

Introdução: antes da Lei 12.015/09, havia dois delitos: o de estupro, no art. 213, e o de atentado violento ao pudor, no art. 214. Em ambos, o meio de execução era a violência ou grave ameaça. No entanto, quando praticados contra menores de 14 (quatorze) anos, pessoas “alienadas” ou “débeis mentais” ou por quem não podia oferecer resistência, falava-se em presunção de violência – ou seja, ainda que o agente não empregasse violência real contra a vítima, presumia-se a sua existência em virtude da idade dela. Por repousar em frágil alicerce, o termo presunção levava a inevitáveis questionamentos. E se houvesse consentimento? E se a vítima fosse prostituta? E se existisse relação de namoro entre autor e vítima? Com o advento da Lei 12.015/09, qualquer discussão nesse sentido foi encerrada, pois o critério, agora, é objetivo (idade), e não mera presunção (que, por natureza, é subjetiva). Pela redação atual, se a vítima for menor de 14 (quatorze) anos, seja do sexo masculino ou feminino, ocorrerá o crime, pouco importando o seu histórico sexual. Nesse sentido, STJ:

“1. O cerne da controvérsia cinge-se a saber se a conduta do recorrido – que praticou conjunção carnal com menor que contava com 12 anos de idade – subsume-se ao tipo previsto no art. 217-A do Código Penal, denominado estupro de vulnerável, mesmo diante de eventual consentimento e experiência sexual da vítima. 2. Para a configuração do delito de estupro de vulnerável, são irrelevantes a experiência sexual ou o consentimento da vítima menor de 14 anos. Precedentes. 3. Para a realização objetiva do tipo do art. 217-A do Código Penal, basta que o agente tenha conhecimento de que a vítima é menor de 14 anos de idade e decida com ela manter conjunção carnal ou qualquer outro ato libidinoso, o que efetivamente se verificou in casu. 4. Recurso especial provido para condenar o recorrido em relação à prática do tipo penal previsto no art. 217-A, c/c o art. 71, ambos do Código Penal, e determinar a cassação do acórdão a quo, com o restabelecimento do decisum condenatório de primeiro grau, nos termos do voto.” (STJ, REsp 1371163 / DF, Rel. Ministro SEBASTIÃO REIS JÚNIOR, j. 25/06/2013).

A configuração do tipo estupro de vulnerável prescinde da elementar violência de fato ou presumida, bastando que o agente mantenha conjunção carnal ou pratique outro ato libidinoso com menor de catorze anos, como se vê da redação do art. 217-A, nos termos da Lei n.º 12.015/2009.” (EDcl no AgRg no Ag 706012 / GO, 5ª Turma, relatora Ministra Laurita Vaz, DJe de 22/03/2010).

Presunção absoluta no antigo art. 224, a, do CP: “a presunção de violência prevista no art. 224, ‘a’, do Código Penal é absoluta, sendo irrelevante, penalmente, o consentimento da vítima ou sua experiência em relação ao sexo” (STJ, AgRg no REsp 1382136 / TO, Rel. Ministro MOURA RIBEIRO, j. 03/09/2013).

“Crime de pedofilia”: pedofilia é o nome dado a uma enfermidade prevista na Classificação Internacional de Doenças (CID-10, Código F65.4). O fato de o agente ser pedófilo ou não é irrelevante para a configuração do crime – caso contrário, se a ideia fosse a punição de quem possui a doença, seria exigida a perícia de todos os acusados pela prática do estupro de vulnerável. Por isso, descabida a realização de campanhas que buscam o fim da pedofilia. Em verdade, mais correto seria lutar pelo fim da violência sexual contra menores de 14 anos, real objetivo do art. 217-A do CP.

Novatio legis in mellius: “2. A partir da Lei nº 12.015/2009, passou a ser admitida a possibilidade da unificação das condutas de estupro e de atentado violento ao pudor, considerando-as crime único ou crime continuado, a depender das circunstâncias concretas dos fatos. 3. Tratando-se de estupro de vulnerável, a norma da Lei nº 12.015/2009 que regeria a conduta do condenado, se esta tivesse ocorrido sob sua vigência, seria a do art. 217-A e não a do art. 213 do Código PenalAinda que o novo tipo penal comine penas em abstrato superiores às previstas na redação pretérita dos artigos 213 e 214 do Código Penal, a possibilidade de unificação pode levar a pena inferior ao resultado da condenação em concurso material pela lei anterior. 4. Cabe ao Juízo da Execução Penal aplicar à condenação transitada em julgado a lei mais benigna.” (STF, RHC 105916 / RJ, Relatora Min. ROSA WEBER, j. 04/12/2012).

Princípio da continuidade normativa: “Diante do princípio da continuidade normativa, descabe falar em abolitio criminis do delito de estupro com presunção de violência, anteriormente previsto no art. 213, c. C. O art. 224, ambos do Código Penal. Com efeito, o advento da Lei n.º 12.015/2009 apenas condensou a tipificação das condutas de estupro e atentado violento ao pudor no art. 213 do Estatuto repressivo. Outrossim, a anterior combinação com o art. 224 agora denomina-se ‘estupro de vulnerável’, capitulada no art. 217-A do Código Penal.” (STJ, HC 210346 / SP, Rel. Ministra LAURITA VAZ, j. 04/06/2013).

Hediondez: o estupro de vulnerável é hediondo em todas as suas formas (Lei 8.072/90, art. 1oVI). Em razão disso, a pena será cumprida inicialmente em regime fechado. A progressão, que, em crimes comuns, se dá após 1/6 (um sexto) do cumprimento da pena, no estupro de vulnerável ocorrerá após 2/5 (dois quintos), se primário o condenado, ou 3/5 (três quintos), se reincidente. O prazo da prisão temporária salta de 5 (cinco) dias, dos crimes comuns, para 30 (trinta) dias. Para a concessão de livramento condicional, o prazo também é diferenciado: o condenado deve cumprir mais de 2/3 (dois terços) da pena, desde que não seja reincidente específico em crimes hediondos ou equiparados. Ademais, são vedados a anistia, graça, indulto e fiança.

Hediondez anteriormente à Lei 12.015/09: “Os crimes de estupro e atentado violento ao pudor cometidos antes da edição da Lei n. 12.015/2009 são considerados hediondos, ainda que praticados na forma simples.” (STJ, REsp 1.110.520-SP, Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura, julgado em 26/9/2012).

Causa de aumento do art. 9o da Lei 8.072/90: a Lei 12.015/09 revogou tacitamente o dispositivo. “Este Superior Tribunal firmou a orientação de que a majorante inserta no art.  da Lei n. 8.072/1990, nos casos de presunção de violência, consistiria em afronta ao princípio ne bis in idem. Entretanto, tratando-se de hipótese de violência real ou grave ameaça perpetrada contra criança, seria aplicável a referida causa de aumento. Com a superveniência da Lei n. 12.015/2009, foi revogada a majorante prevista no art.  da Lei dos Crimes Hediondos, não sendo mais admissível sua aplicação para fatos posteriores à sua edição” (STJ, REsp 1.102.005 / SC, Rel. Min. FELIX FISCHER, j. 29/9/2009).

Sujeitos ativo e passivo: trata-se de crime comum, que pode ser praticado por qualquer pessoa, homem ou mulher. O sujeito passivo é a vítima, do sexo masculino ou feminino, menor de 14 (quatorze) anos, ou quem, por enfermidade ou deficiência mental, não tenha o necessário discernimento para a prática do ato, ou, ainda, quem, por qualquer motivo, não possa opor resistência.

Objeto jurídico: é a dignidade sexual do vulnerável, e não a liberdade sexual, afinal, neste crime, não se discute se a vítima consentiu ou não com o ato sexual.

Objeto material: é a pessoa vulnerável, a vítima.

Vítima criança: cuidado, pois é comum afirmar que o crime de estupro de vulnerável consiste em violência sexual contra crianças, o que não é verdade, afinal, segundo o ECA (art. 2o), criança é quem ainda não tem 12 (doze) anos completos. No estupro de vulnerável, a vítima é menor de 14 (quatorze) anos. Portanto, podem ser vítimas tanto crianças quanto adolescentes. Ademais, frise-se que a vítima pode ser tanto do sexo masculino quanto feminino.

Núcleos do tipo: o crime pode se dar pela conjunção carnal (cópula vagínica) ou pela prática de ato libidinoso diverso, não sendo exigido o emprego de violência ou grave ameaça. A Lei 12.015/09 unificou os crimes de estupro (art. 213) e de atentado violento ao pudor (art. 214), e a mesma fórmula foi adotada no art. 217-A, ao tratar do estupro de vulnerável.

Violência moral: “O delito imputado (estupro de vulnerável) ao recorrente teria sido praticado apenas mediante violência moral. Tais atos, por sua própria natureza, não deixam vestígios. Assim, se vestígios não há, não há como exigir-se a realização de exame pericial.” (STJ, RHC 33167 / AM, Rel. Ministro SEBASTIÃO REIS JÚNIOR, j.07/02/2013).

Crime único ou continuidade delitiva: assim como ocorre no crime de estupro (CP, art. 213), há, no estupro de vulnerável, a mesma celeuma a respeito do crime único ou da continuidade delitiva. Explico: imagine que, em um mesmo contexto fático, o agente submeta a vítima à conjunção carnal (introdução do pênis na vagina) e a outro ato libidinoso diverso (ex.: coito anal). Por quantos crimes ele deverá responder? Por um único estupro? Ou por mais de um, em continuidade delitiva (CP, art. 71)? Prevalece a tese do crime único, que entende que o art. 217-A é tipo penal misto alternativo (e não cumulativo). Ou seja, o agente responderá por um único estupro de vulnerável, devendo o juiz, ao fazer a dosimetria da pena, levar em consideração a pluralidade de atos sexuais. Posição do STJ:

“HABEAS CORPUS. ESTUPRO E ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR PRATICADOS COM VIOLÊNCIA PRESUMIDA. LEI 12.015/09. NOVA TIPIFICAÇÃO. ESTUPRO DE VULNERÁVEL. DOSIMETRIA. CIRCUNSTÂNCIAS DO CRIME. DESFAVORABILIDADE. MULTIPLICIDADE DE ATOS LIBIDINOSOS. REFORMATIO IN PEJUS. NÃO OCORRÊNCIA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. 1. A Lei 12.015/09 promoveu sensível modificação nos dispositivos que disciplinam os crimes contra os costumes no Código Repressivo, ao reunir em um só tipo penal as condutas antes descritas nos arts. 213 (estupro) e 214 (atentado violento ao pudor), ambos do CP. 2. Reconhecida a tese de crime único pela Corte Estadual, a quantidade de atos libidinosos deve ser sopesada na aplicação da reprimenda na primeira etapa da dosimetria, pela desfavorabilidade das circunstâncias do crime.” (STJ, HC 171243 / SP, Rel. Ministro JORGE MUSSI, j. 16/08/2011).

Várias vítimas e a continuidade delitiva: “Ainda que não se possa indicar precisamente o número de delitos praticados pelo Acusado, o aumento da pena em 2/3 (dois terços), devido a continuidade delitiva, mostra-se adequado, pois os crimes foram praticados diversas vezes contra 03 (três) vítimas diferentes.” (STJ, AgRg no AREsp 192678 / MT, Rel. Ministra LAURITA VAZ, j. 07/05/2013).

Elemento subjetivo: é o dolo, consistente em conquistar a conjunção carnal ou outro ato libidinoso, não sendo admitida a modalidade culposa por ausência de previsão legal. É essencial que o agente tenha consciência de que a vítima é menor de 14 (quatorze) anos.

Erro de tipo (CP, art. 20): é possível. Exemplo: na “balada”, o agente vem a conhecer uma pessoa que diz ter 18 (dezoito) anos, idade esta que condiz com a sua compleição física – frise-se que o consentimento é possível desde os 14 (quatorze) anos completos. Decidem, então, ir ao motel, onde o ato sexual é praticado. Neste caso, haverá o crime estupro de vulnerável? A resposta só pode ser não, pois houve erro sobre elemento constitutivo do tipo legal – o agente não sabia que estava fazendo sexo com alguém menor de 14 (quatorze) anos. Como não se pune a modalidade culposa, a conduta é atípica. Entrementes, é evidente que o erro só ocorrerá naquelas situações em que a vítima, de fato, aparenta ser maior de 14 (quatorze) anos. Contudo, atenção: o erro de tipo deve incidir sobre a idade da vítima, e não sobre a vulnerabilidade. Portanto, se o agente, sabendo que a vítima é menor de 14 (quatorze) anos, com ela faz sexo, sob o argumento de que não a considerava vulnerável pois se prostitui, ocorrerá o delito do art. 217-A, pois a presunção de violência é absoluta.

STJ e a ciência da idade da vítima: “O fato é que a condição objetiva prevista no art. 217-A se encontra presente e, portanto, ocorreu o crime imputado ao agravante. Basta que o agente tenha conhecimento de que a vítima é menor de catorze anos de idade e decida com ela manter conjunção carnal ou qualquer outro ato libidinoso, o que efetivamente se verificou in casu (fls. 1/2, 88/95 e 146/159), para se caracterizar o crime de estupro de vulnerável, sendo dispensável, portanto, a existência de violência ou grave ameaça para tipificação desse crime, cuja conduta está descrita no art. 217-A do Código Penal.” (STJ, AgRg no REsp 1407852 / SC, Rel. Ministro SEBASTIÃO REIS JÚNIOR, j. 05/11/2013).

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Defesa Civil e Bombeiros recebem viaturas e equipamentos operacionais

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Por Ascom da Secretaria de Defesa Civil 

 

A Secretaria de Estado de Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro receberam novas viaturas e equipamentos operacionais, nesta sexta-feira (24/01). O governador Wilson Witzel participou da cerimônia, que aconteceu no Palácio Guanabara.

Entre os itens entregues estão 12 viaturas do tipo AR (Auto-Rápido), 115 motopodas e 245 motosserras. O investimento é de mais de R$ 2,6 milhões, oriundos dos recursos arrecadados com a Taxa de Incêndio. Os materiais serão destinados às regionais da Defesa Civil do Estado (Redecs) e unidades operacionais da corporação.

– A entrega das viaturas e dos equipamentos mostra o compromisso do Corpo de Bombeiros com os contribuintes que pagam a Taxa de Incêndio. O tributo é investido em recursos que apoiam a atuação da tropa e proporcionam melhores condições de trabalho aos militares, tanto no âmbito do atendimento da corporação, quanto no das atividades de Defesa Civil – afirmou o governador.

De acordo com o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey Jr., as viaturas e equipamentos chegaram em um momento importante.

– Hoje mesmo as novas aquisições já seguem para reforçar o trabalho da Defesa Civil em diferentes regiões do estado. Serão equipamentos fundamentais, por exemplo, no Norte e no Noroeste, que estão sendo castigados pelas chuvas. Teremos duas motosserras e uma motopoda novas em cada unidade operacional dos Bombeiros. Ganham a corporação e a população – disse o coronel Robadey.

HIPÓTESE DE INCÊNDIO CRIMINOSO MATA 3 CRIANÇAS EM PARATY

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HIPÓTESE DE INCÊNDIO CRIMINOSO MATA 3 CRIANÇAS EM PARATY

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de incêndio criminoso no caso que ocorreu nesta sexta-feira em uma casa em Paraty, na Costa Verde do Rio, e terminou com a morte de três irmãos, uma menina de 7 anos, outra de 4 anos e um menino de 5 anos. Um suspeito foi levado para a 167ª DP, onde está sendo ouvido.
A mãe das crianças Dara de Almeida Santos de Souza, de 25 anos, inalou muita fumaça e foi levada em estado grave para o Hospital municipal Hugo Miranda. Ela ainda será ouvida pelos investigadores.
Vizinho do imóvel, Cícero da Silva disse que outros moradores da região tentaram salvar as crianças, mas não deu tempo:

Fonte:
https://extra.globo.com/casos-de-policia/suspeito-de-incendio-em-paraty-que-terminou-em-tres-mortes-levado-para-delegacia-24210601.html