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Pais buscam alternativas para tirar crianças de eletrônicos

magine se você fosse criança em um mundo sem tecnologia, computadores, tablets e celulares. Seria uma vida monótona ou daria para se divertir? Pois agora, em pleno século 21, muitos pais estão se organizando para tirar os filhos da dependência dos jogos eletrônicos. Assim, esperam promover uma integração maior entre os integrantes da família.

A professora Luciana Aparecida de Moraes Corrêa é um exemplo da mudança pela qual passam muitos pais da atualidade. Cansada de ver os filhos Pedro, de 12 anos, e Manuela, de oito, assistindo a vídeos no YouTube ou jogando online, decidiu investir em jogos de tabuleiro. “Lembro que, nas férias, eu e meu primo brincávamos muito com jogos que ele tinha e isso me traz uma ótima lembrança da infância e sei que isso ajuda em muitos aspectos. Agora que a Manu e o Pedro estão em uma idade legal para jogar, estou investindo nisso”, conta.

 

 

 

 

 

Muitas versões de jogos de tabuleiro dos anos 1980 foram “repaginadas” e é possível encontrar facilmente no comércio. “Eles já tinham o Banco Imobiliário. Aí, comprei o Detetive, em uma versão pocket, e tem um jogo que chama Certo ou Errado, que são afirmações que você responde se estão certas ou erradas. São coisas que você às vezes não ouviu falar e acaba aprendendo. Trabalha a leitura e o conhecimento”, avalia.

Luciana quer ser mais participativa no período de folga das crianças. “Nessas férias, não quero deixar as crianças à toa, ou só com TV. A gente vai brincar! Quero poder brincar com eles mais nessas férias!”, planeja.

Além dos jogos de tabuleiro, que são uma bela opção para integrar todo mundo da família, as brincadeiras offline ao ar livre também são alternativa, como avalia a professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís Samanta Sivers: “Você sabia que há pesquisas que apontam que presidiários passam mais tempo ao ar livre do que mais da metade das crianças? Diante dessa desconcertante afirmação, é provável que elenquemos a falta de segurança e a preferência dos pequenos pela tecnologia como possíveis fatores que afetariam a realidade da atual infância”.

Alguns pais estão resgatando brincadeiras que marcaram suas gerações, como soltar bolinhas de sabão no parque, brincar de “polícia e ladrão”, “esconde-esconde”, “pega-pega” e até carrinho de rolimã. As crianças de hoje, que praticamente nasceram sabendo mexer nos dispositivos móveis, por vezes não têm o repertório criativo que os adultos possuem.

“A criança é um ser do presente, ela vive no aqui e agora, mediante as interações que faz com o espaço em que está e com as pessoas que estão ao seu redor”, ressalta Samanta Sivers.

Como brincar com os filhos nas férias?

A professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís aconselha: “Não se aflija caso não tenha um extenso repertório brincante. Lembre-se das suas brincadeiras de infância. Quem nunca brincou de ‘elefante colorido’, ‘siga o mestre’, ‘estátua’ e ‘passa anel’? Corra, vire cambalhotas, salte com a criança! Pule corda, elástico, obstáculos, amarelinha, solte bolhas de sabão, pipa ou o que for. Conecte-se com a textura da terra, da areia, da água. Interaja com os elementos da natureza que os rodeiam”.

Portanto, aproveite as férias para se aproximar mais dos seus filhos. E que esse gesto seja repetido por todo o ano. Com informações do Estadão Conteúdo.

Sociedade Brasileira de pediatria alerta pais sobre presentes de Natal

Sociedade Brasileira de Pediatria divulgou esta semana diversas medidas de segurança com que pais devem se atentar na hora da compra dos presentes de Natal. A primeira orientação é observar se o brinquedo tem selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e se a faixa de idade que consta na embalagem é compatível com a da criança.

O segundo o vice-presidente da SBP, Edson Liberal, mesmo tendo tomado essas medidas, o médico aconselha que os pais vejam se o brinquedo não solta nenhuma peça, especialmente se for destinado a crianças de um a três anos de idade. Outra medida importante é adquirir brinquedos vendidos em lojas que tenham controle de nota fiscal, porque facilita que seja um brinquedo garantido.

Para famílias que tenham filhos em idades diferentes, a SBP orienta os pais a conversar com os filhos maiores para que eles se tornem parceiros de modo a evitar que os irmãos menores brinquem com produtos que tenham peças reduzidas.

Edson Liberal afirmou também que as pessoas devem evitar dar às crianças e adolescentes brinquedos como armas. “O brinquedo tem que ser uma coisa lúdica. Uma arma não se entende como uma coisa lúdica. As pessoas devem ser desestimuladas a comprar armas como brinquedos, porque não estabelecem uma afetividade, uma relação boa com outras pessoas. Então, de preferência, não dar”. Ele descartou também que brinquedos com pontas, como lanças, podem ferir os olhos das crianças e jovens, evoluindo às vezes para problemas como catarata. Tem uma série de contraindicações. “Deve-se evitar.”

Veja dicas de cuidados com crianças nas férias e viagens de fim de ano

Em relação às bicicletas, a recomendação é que as pessoas deem o brinquedo junto com itens de proteção, como capacete, protetores de mão, de cotovelos, de joelhos. “Tem todo um paramento para a criança andar de bicicleta”. Do mesmo modo, ele disse que o espaço onde a criança vai brincar tem que ser o mais seguro possível.

O vice-presidente da SBP disse que brinquedos eletrônicos são bons porque ajudam no desenvolvimento da criança, mas alerta os pais para a necessidade de compartilhar esse momento. “É preciso que haja interatividade. O brincar é fundamental; mas com interatividade junto com pai, com a mãe, ou com uma pessoa da família. Brincar em conjunto. Não deixar a criança isolada com seu brinquedo.”

Segundo o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), os artigos da linha infantil respondem por 13% dos relatos recebidos entre os anos de 2006 e 2015. Desses, 28% estão relacionados a brinquedos. O Sinmac mostra, ainda, que escoriações e arranhões são as principais lesões causadas por brinquedos, com 18%; seguidos dos cortes (16%) e entorses e sufocamentos, ambos com 8% dos relatos registrados. Entre as partes do corpo mais atingidas, estão a mão, com 19%; o pé (13%); o rosto (11%) e órgãos internos (8%). Com informações da Agência Brasil.

Humilhar os outros não te faz forte, te faz infeliz

Como é de esperar, na vida nos deparamos com tudo, vivenciamos de tudo e aprendemos constantemente, isso é viver. Nas nossas relações durante a vida, nós iremos interagir com pessoas amáveis, generosas, que nos farão evoluir como seres humanos, mas, em contrapartida, nos depararemos também com pessoas amargas que, por se sentirem inseguras, ferem os outros.

Geralmente essas pessoas têm um complexo de inferioridade, consciente ou inconsciente, e por isso abusam de alguma posição entendida como privilegiada para descontar sua frustração em cima das outras, principalmente quando a vítima está em posição vulnerável.

 

Quando uma pessoa tenta humilhar outra de propósito, significa que:

1 – Ela tem um complexo de inferioridade em relação a quem ela tenta humilhar.

2 – Ela mesma é totalmente insegura sobre si mesma e em relação as realizações de quem ela tenta humilhar. Constranger e humilhar a outra pessoa é uma forma dela satisfazer seu complexo, criando uma falsa sensação de que seja superior.

3 – Sente-se ameaçada perante o potencial da suposta vítima e agir assim é uma forma de “botar o outro no seu devido lugar”.

Submeter outra pessoa a uma situação de humilhação não é um indicador de superioridade, mas o contrário é válido. A imagem que você vai conseguir passar de si mesmo é apenas a de uma pessoa fraca, frustrada e talvez com muito medo da outra pessoa a qual você esteja destratando.

Avalie-se e veja se o desdém, o descaso e o nojo que você coloca no seu tratamento em relação a uma pessoa de posição hierarquica inferior, não é apenas um modo de “marcar territótio”, um modo de mostrar quem manda, quando na verdade só está incoscientemente procurando se auto-afirmar perante si mesmo.

Humilhar outra pessoa não vai te blindar, não vai criar uma armadura impenetrável onde você possa se proteger de seus prórpios demônios. Fazendo isso você apenas estará escancarando sua personalidade frágil, mostrando aos outros o quanto é infeliz e que precisa pisar em alguém para se sentir um pouco melhor.

O certo é que você jamais terá o respeito daqueles a quem você constrange; talvez, no máximo, consiga despertar medo e, com certeza, muito ódio e desprezo daqueles a quem você humilha. Mas, se causar esse tipo de sentimento dos outros em relação a você é o que te apraz, deve ser porque, com certeza, você é uma pessoa com sérios problemas e deveria procurar ajuda.

Quem já esteve em situação de ser humilhado sabe que a “vítima” nunca enxerga aquele a quem lhe humilha como superior, portanto, tentar se impor por essas vias com o propósito de se afirmar sobre a outra, é apenas uma forma de mostrar sua fraqueza diante dela, que não reage por outros motivos que implicam em perdas e prejuízos a si ou a outrém a quem queira preservar e proteger, jamais pelo respeito que, evidentemente, não tem mesmo pelo humilhador.

Descubra quais temperos podem ajudar na prevenção do câncer

O câncer está entre as doenças que mais matam na atualidade, com mais de 14 milhões de novos casos, sendo responsável por 8 milhões de mortes e com expectativa de aumentar em 70% nos próximos anos.

 

Temperos como curry, pimenta vermelha, alho, cebola, gengibre, pimenta preta, açafrão e cominho são usados há milhares de anos em diferentes culturas devido aos seus efeitos terapêuticos.

Estudo publicado na revista Nutrients, em 2016, pela Universidade de Hong Kong, concluiu que nesses temperos existem inúmeros compostos bioativos – entre eles, curcumina, piperina, capsiacina, timoquinone, quercetina, alisulfidas. Eles possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e imunomoduladoras, podendo ajudar na prevenção de alguns tipos de cânceres, como de pulmão, mama, estômago, cólon, reto, próstata, colo de útero e fígado.

Entre esses compostos, destaque para a curcumina, presente nos tumericos, como açafrão e curry.

Procure ajuda de um nutricionista para ajustes individuais.

Couve deixa cérebro 11 anos mais jovem, limpa o fígado e tem mais outros benefícios

A couve pode gerar muitos benefícios para a saúde, benefícios esses que atuam em praticamente todas as áreas do corpo, inclusive no cérebro. De acordo com a nutricionista Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, as verduras verdes possuem vitamina E, antioxidante e neutralizador dos radicais livres, propriedade importantíssima para a saúde do cérebro, uma vez que previne de doenças e envelhecimento precoce.

Benefícios da couve

Saúde cerebral

Um estudo realizado na Universidade Rush, nos Estados Unidos, vai de encontro com a constatação da médica ao concluir que uma única porção de folhas verdes escuras por dia pode rejuvenescer o cérebro. Os testes realizados como metodologia para o estudo demonstraram que, em média, os participantes que comeram com frequência os vegetais verdes escuros folhosos tiveram declínio mental 11 anos mais tarde que quem dispensava esses alimentos.

PILIPPHOTO/ISTOCK

 

Ajuda a emagrecer

Para além da saúde cerebral, a couve também possui outras propriedades que angariam benefícios para o corpo. O alimento está no ranking dos que mais ajudam a emagrecer, não é pra menos que é indispensável nos sucos verde. Ter fibras, antioxidantes e baixo teor calórico são as qualidades que fazem da couve uma ótima opção para a dieta. Ela promove saciedade, ajuda o intestino a funcionar bem e promove uma limpeza detox no corpo para ajudar na eliminação e evitar o acúmulo de gordura.

Combate doenças

As vitaminas E, K e C e os minerais cálcio, magnésio, fósforo, selênio e ferro, presentes na couve-manteiga, fazem com que esse vegetal se torne uma importante arma para auxiliar na prevenção de doenças como o câncer, crônico-degenerativas, auxiliar no trânsito intestinal e no combate a úlceras gástricas e anemia.

2 alimentos que aumentam risco de aborto espontâneo

Comer patês e cream cheese é “mais perigoso durante a gravidez do que alguma vez os especialistas previamente pensaram – podendo provocar abortos espontâneos”. É o que dizem especialistas, que apontam a bactéria listeriose, conhecida por ser extremamente perigosa sobretudo na fase final da gravidez, como a responsável por causar abortos espontâneos, principalmente no início da gravidez.

 

 

 

 

 

 

O Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS) recomenda que as gestantes evitem esses alimetos por causa da bactéria, que pode provocar uma infecção severa e muitas vezes associada à meningite, dores de cabeça extremas e tremores.

Essa bactéria é tipicamente encontrada em alimentos frescos e prontos para comer, incluindo pâtés, cream cheeses, assim como no salmão defumado.

 

 

Há muito tempo que os cientistas sabem que a bactéria é uma ameaça aos fetos nos estágios mais avançados da gravidez. Mas, recentemente uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, alertou que a bactéria “apresenta um risco elevado também no início da gravidez”.

O professor Ted Golos, que liderou a pesquisa, disse: “Durante muitos anos, a listeriose tem sido associada a consequências adversas na gravidez, mas particularmente numa fase mais avançada”. “O que não sabíamos e descobrimos com estes estudo é que o risco também é significativo no período inicial de gestação”.

As mulheres grávidas apresentam um risco 20 vezes maior de desenvolverem listeriose em relação ao resto da população, pois as gestantes têm o sistema imunológico e defesas naturais mais fragilizadas durante a gravidez.

MULHER QUASE FICA CEGA APÓS DORMIR SEM TIRAR MAQUIAGEM DOS OLHOS

Você chega em casa cansada após um dia agitado e tem duas opções: correr para a cama para dormir ou tirar a maquiagem antes de dormir. Qual das duas você escolheria? Se você respondeu a primeira opção, acreditamos que essa história horrível te fará mudar de ideia.

Theresa Lynch, de 50 anos, passou metade de sua vida sem remover adequadamente a máscara de cílios, de acordo com um estudo de seu caso, publicado pela American Academy of Ophthalmology.

 

 

Segundo contou ao Daily Mail, Theresa procurou uma oftalmologista logo que notou sintomas como secreção, irritação e inchaço.

A profissional que lhe atendeu, Dana Robaei, descobriu que a mulher tinha protuberâncias pretas e duras dentro de suas pálpebras. “Os caroços estavam tão fundos que as partículas se acumularam umas em cima das outras”, relembrou a paciente. “Eu estava muito desconfortável. Minhas pálpebras estavam inchadas e pesadas porque eu deixei a maquiagem por muito tempo.”

 

 

 

 

 

A oftalmologista contou na entrevista que a cada vez que Theresa piscava, os inchaços esfregavam a superfície do olho e ofereciam um sério risco para sua visão. Se um arranhão no olho dela fosse infectado, poderia resultar em cegueira.

 

 

Após o diagnóstico, Theresa passou por uma cirurgia para remover o acúmulo de protuberâncias debaixo de sua pálpebra. Seu olho, contudo, ficou com cicatrizes permanentes.

“Eu tinha o hábito de usar muita maquiagem e não tirar”, disse Theresa. “Eu nunca deveria ter deixado isso chegar tão longe.”

Dana afirma que nunca havia tratado um caso como esse, mas que serve como lembrete para outras pessoas não deixarem de remover completamente a maquiagem após cada uso.

Lei garante cirurgia reconstrutiva da mama para mulheres com câncer

Foi publicada na edição desta quinta-feira (20/12) do Diário Oficial da União (DOU) a Lei nº 13.770, que trata sobre cirurgia plástica reconstrutiva da mama em casos de mutilação decorrente de tratamento de câncer. A medida estabelece regras mais rígidas para planos privados e operadoras de assistência à saúde em relação ao assunto.

O documento traz alterações à Lei nº 9.656/1998, sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, e à Lei nº 9.797/1999, referente à obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), nos casos de mutilação decorrentes de procedimentos para tratar o câncer.

Conforme as mudanças estabelecidas, quando existirem condições técnicas, a reconstrução da mama deverá ser realizada no tempo cirúrgico após a mutilação decorrente do tratamento do câncer. Além disso, a lei estabelece que, caso seja impossível a reconstrução imediata, a paciente será encaminhada para acompanhamento – e a ela será garantida a realização da cirurgia imediatamente após alcançar as condições clínicas necessárias.

Esposa doa rim para ex-marido doze anos após separação

Mais de uma década após se separarem, a paranaense Beth Caperclaro doou um de seus rins para o ex-marido, Claus Ziegelmaier. “Como éramos esposo e esposa, agora somos irmãos de sangue”, diz o transplantado.

A operação foi realizada em Londrina, no dia 30 de novembro. Após se recuperar da cirurgia, Claus deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e agora aguarda alta no quarto do hospital. Ele só tem a agradecer pela boa ação de sua ex-mulher.

“No começou eu levei até um baque quando minha esposa falou, porque é um gesto de amor. Não de quem menos espera, mas nós tivemos uma vida juntos e fomos separados pelo destino, e o destino nos uniu de novo”, disse.

Eles ficaram juntos por 17 anos, somados o namoro, noivado e casamento, e decidiram se separar de maneira pacífica e conversada – sem filhos e sem rancor.

Claus então casou-se novamente; pouco tempo depois, descobriu uma doença que lhe causou a perda da função dos rins. Desde então, passava por sessões de hemodiálise três vezes por semana, quatro horas por dia, numa rotina que já durava quatro anos. Seu médico lhe indicou um transplante de rim, e logo, ele e sua família começou a procurar por possíveis doadores.

Claus e Amanda são casados; foi a mulher que encontrou Beth e falou sobre a necessidade de transplante de rim — Foto: Arquivo pessoal
Beth doou um rim para o ex-marido Claus, em Londrina — Foto: Arquivo pessoal
Na procura, a atual esposa de Claus, Amanda Ziegelmaier, encontrou Beth caminhando na rua. Ambas já se conheciam pessoalmente e conversaram.

“Foi um dia que eu estava muito mal e conversei com ela. Ela queria saber como o Claus estava e, neste dia, ela falou que queria pelo menos tentar fazer o exame para ver se podia ajudar ele de alguma forma”, disse Amanda.

Beth fez um exame de compatibilidade e descobriu que poderia fazer a doação. Não pensou duas vezes e com coragem, decidiu se submeter à cirurgia, aceitando ser doadora em nome das boas vivências que teve com o ex-marido.

“Por gratidão, sabe? Dezessete anos junto com uma pessoa que nunca fez isso aqui de mal [fazendo um gesto com as mãos]. Então eu acho que eu devia isso a ele como agradecimento da pessoa que ele foi para mim no passado”, relatou.

Leia também: Após dois transplantes, tatuador incentiva doação de medula óssea com campanha

Após o transplante, Beth brincou que agora ela ganhou uma nova família e seu ex-marido, uma nova vida.

 

Claus e Amanda são casados; foi a mulher que encontrou Beth e falou sobre a necessidade de transplante de rim — Foto: Arquivo pessoal
“Agora ele virou meu irmão, filho do meu pai filho do meu pai e da minha mãe, deixou de ser genro para ser irmão agora”, disse aos risos.

Amanda, atual esposa de Claus, se disse muito agradecida pelo gesto de Beth.

“Não existem palavras para agradecer o que ela fez. Ainda não inventaram essa palavra. É uma gratidão que a gente vai levar pro resto das nossas vidas”, concluiu.

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Fonte: Razões Para Acreditar

Mãe compartilha foto de alergia grave do filho e faz alerta

Uma mãe compartilhou uma foto chocante de seu bebê após ele ingerir um alimento e ter uma reação alérgica instantânea e grave. Barbara Klipel, mãe do pequeno Eric, de apenas 7 meses, estava preparando seu filho para provar sua primeira fruta quando foi surpreendida por uma alergia que deixou o corpo e rosto do menino com muitas manchas vermelhas.

A fruta escolhida tinha sido uma banana prata, a principal escolha quando o assunto é introdução alimentar. Porém, Eric não conseguiu comer nem um pedaço. Bárbara precisou apenas segurar a banana perto dele para que a alergia surgisse. Apesar do susto, as manchas vermelhas sumiram após algumas horas e um banho, como foi instruída pelo pediatra do filho.

O post, do dia último dia 12, viralizou e até agora tem mais de 22 mil compartilhamentos. A mãe aproveitou a oportunidade para mostrar como alergias alimentares podem ser graves para bebês e como oferecer comida para eles pode ser algo perigoso.

Em um segundo relato, Bárbara contou sobre um dia que estava em uma feira e, sem que fosse concultada, uma mulher tentou colocar na boca da criança uma pipoca doce. “Minha vontade foi voar na mulher, mas para não criar confusão eu tirei a mão dela com a pipoca da boca do Eric, e ela toda surpresa perguntou se ele não podia só sentir o gostinho?! Respondi brutamente que não, ele só tem sete meses.. a moça nem desculpa pediu, Ainda continuou tentando perguntar se ele não podia sentir o gosto?! Graças a Deus ele não teve nem reação com a pipoca!”, ela desabafou em seu post no Facebook

Além da pipoca ser uma comida fácil de causar engasgos, o açúcar e a própria pipoca em si podem ser fatores triviais para desencadear uma alergia alimentar grave. Por isso, vamos bater nessa tecla: nunca ofereça comida a um bebê sem perguntar à sua mãe – e fique de olho caso ele coma algo e apresente sinais de alergia.

Bárbara, Eric e Arthur (Foto: Arquivo Pessoal)

Além de Eric, Bárbara também é mãe de Arthur, de 3 anos. Quando o menino tinha apenas 2 meses de idade, ela percebeu uma alteração no funcionamento do intestino do bebê e desconfiou de uma alergia. Após conversar com um pediatra e realizar vários exames, eles chegaram à conclusão que o bebê tinha alergia à leite (mesmo mamando apenas do peito).

Confira o relato completo de Bárbara em seu Facebook:

“*Alergia alimentar*

Eric ficou assim pq manipulou, nem chegou a comer direito, uma banana Prata!

As pessoas nao levam a sério alergias alimentares. Muitos acham que é frescura dos pais, outros confundem com intolerância, outros ainda acham que só um pouquinho não faz mal..

Aos dois meses começamos a desconfiar que Eric era APLV (alergia a proteína do leite de vaca). Eric nunca tomou leite de vaca, o contato foi pelo leite materno, alimento esse essencial para o desenvolvimento da criança.
Ai começou uma jornada de dieta e restrição, desde então somente na observação pelos alimentos que como percebi que Eric também reage a carne vermelha, amendoim e oleaginosas no geral, coco, além do leite de vaca.
Ao iniciar a introdução alimentar, há pouco mais de um mês, a primeira fruta que dei foi a banana, a qual tb dei para Arthur, porém é uma fruta bem alergenica. O resultado foi esse da foto. Os vermelhos saíram naturalmente, não precisamos de medicamentos, porém minha preocupação era se a alergia fechasse a respiração dele. Não chegou a esse nível graças a meu bom Deus!

Escrevi isso tudo para contar que hoje, eu no bazar no Centro de convenções de Vila velha, quando fui procurar minha carteira no carrinho que estava Eric, abaixei a cabeça e em segundos uma mulher irresponsável enfiou uma pipoca caramelizada dentro da boca do Eric. Sim, pipoca dentro da boca do meu BB de 7 meses, ainda caramelizada e talvez de chocolate!
Eu estava junto dele, somente abaixei a cabeça e em segundos fui surpreendida!
Minha vontade foi voar na mulher, mas para não criar confusão eu tirei a mão dela com a pipoca da boca do Eric, e ela toda surpresa perguntou se ele não podia só sentir o gostinho?! Respondi brutamente que não, ele só tem sete meses.. a moça nem desculpa pediu, Ainda continuou tentando perguntar se ele não podia sentir o gosto?!
Graças a Deus ele não teve nem reação com a pipoca!

Cara, fiz esse post como um desabafo e para vc que insiste em dar comida para bbs e crianças que não são suas.
A incidência de alergias está aumentando, então o risco de vc enfiar algo na boca de um BB e ele ser alérgico pode ocorrer e a criança ficar mal e até ir a óbito por causa disso.
Segundo, bbs não comem pipoca, com risco tb de engasgo! Além de que bbs não comem, ou pelo menos, não deviam comer açúcar.

Pelo amor de Deus, se vc quer dar algo psra uma criança comer pergunte aos pais se pode! E para BB nunca nem pergunte, pq talvez ele só mame, ou esteja iniciando sua alimentação. Deixe que os pais cuidem disso.
Quer agradar? Brinque com o BB, converse com ele..
NUNCA, JAMAIS, EM NEMHUMA HIPÓTESE DÊ COMIDA A BBS E CRIANÇAS QUE NÃO SAO SUAS!!
Até mesmo a inofensiva banana para alguns pode causar um estrago!

Edit 1: a banana não é uma fruta ruim, peko contrário! Banana deu alergia em Eric e conheço outros casos, mas não dá em todas as crianças, não vamos generalizar! Meu filho mais velho come de tudo, não teve problema nenhum na introdução alimentar!

Edit 2: para saber se uma criança tem alergia a algo tem que dar para experimentar. Eric reagiu a banana, mas não reagiu a outras frutas e vegetais.

Edit 3: Eric mama leite materno e algumas reações que ele tem são pq eu ingeri os alimentos. Estou de direta restritiva ao leite e derivados.

Edit 4: prezo muito pela alimentação da minha família. Comemos uma alimentação saudável e equilibrada e Eric é um BB super saudável e desenvolvido, apesar da alergia.”