Quanto vale um item que determinou os rumos da história da tecnologia? Com base em um leilão realizado em Boston nos Estados Unidos, o preço para uma peça do tipo é de US$ 375 mil (mais de R$ 1,5 milhão na cotação atual). É o valor pago por uma unidade funcional do Apple-1, o primeiro computador da empresa de Steve Jobs, desenvolvido por ele Wozniak em sua garagem.
O Apple-1 em questão é um dos últimos dos cerca de 200 computadores que Steve Jobs e Steve Wozniak fabricaram em 1976 e venderam, na época, por US$ 666,66. Atualmente existem entre 60 e 70 unidades funcionais, incluindo a que foi leiloada
O computador foi avaliado e restaurado pelo especialista Corey Cohen, que deu uma nota 8,5/10 para a máquina. Cohen diz que a unidade funcionou sem falhas por um período de aproximadamente oito horas. O aparelho não passou por nenhuma modificação em sua placa física e acompanha até manuais de instruções.
O computador era só uma parte do inventário, composto por outros objetos relacionados à Apple. Outro item ligado à empresa foi arrematado por um valor alto: um relatório anual assinado por Steve Jobs, por exemplo, custou US$ 23,750.
De tempos em tempos uma unidade do Apple-1 é leiloada – em junho, um computador também funcional foi vendido por US$ 210 mil em um leilão de caridade. Em 2016, uma unidade custou US$ 815 mil ao comprador.
Redes sociais já não estão mais tão em alta quanto estiveram no passado. A maior delas, o Facebook, tem visto saída de usuários e números estagnados; o Twitter perdeu recentemente 1 milhão de usuários em sua terra natal, os Estados Unidos; e o Snapchat, visto anteriormente como um promissor rival capaz de superar o Facebook, perdeu 3 milhões de usuários diários.
No meio desse cenário de “apocalipse” das redes sociais, uma startup tem sobrevivido, de forma tímida, sem chamar muita atenção, mas de maneira economicamente saudável. Ao contrário da concorrência, esta plataforma tem, de fato, crescido, ainda que bem mais lentamente. Estou falando do Pinterest.
O Pinterest é uma rede social de compartilhamento de fotos e imagens diversas, numa mistura de Tumblr e Instagram. O aplicativo foi criado em 2010 e, ao contrário de outros do seu tempo, não se rendeu aos encantos (e ao dinheiro) do conglomerado de Mark Zuckerberg. O que parece ter sido a escolha certa.
Em 10 de setembro, o Pinterest anunciou um acréscimo de 50 milhões de usuários em apenas um ano, chegando a 250 milhões de usuários mensais. Como Evan Sharp, o criador e CEO da plataforma, disse no anúncio oficial, o número é maior do que a população total do Brasil, segundo os dados mais recentes.
“Num momento em que a internet pode parecer cada vez mais negativa e politizada, achamos incrível que um quarto de bilhão de pessoas esteja optando por gastar seu tempo no Pinterest, um lugar que as ajuda a se sentirem positivas e otimistas em relação ao futuro”, escreveu Sharp num post no blog oficial da empresa.
O momento é mesmo negativo para as redes sociais. O Facebook é dono dos quatro apps mais baixados do mundo no Android, mas tem sido alvo de críticas vindas de todos os lados. Em parte por ter proporcionado a proliferação de discurso de ódio, parte por ter dado maior alcance a notícias falsas e também por ter deixado que dados de milhões de pessoas fossem violados por outras empresas.
A única rede social grande que mantém bons resultados é o Instagram. Três meses atrás, o app – que também pertence ao Facebook – alcançou a marca de 1 bilhão de usuários, 800 milhões a mais do que em setembro do ano passado. Não surpreende que seja a rede social mais parecida com o Pinterest na proposta de foco em imagens.
Porém, o Instagram também tem dado sinais de que o reinado pode acabar. A rede social já foi flagrada servindo de difusora de fake news, pornografia e inúmeros golpes. Os dois criadores do app, que lideraram o crescimento dele nos últimos anos, também anunciaram sua saída nesta semana, o que deixa o futuro da plataforma em aberto.
O Pinterest, por sua vez, parece ter encontrado a chave para se manter ligeiramente “limpo” – ou, pelo menos, mais limpo do que os concorrentes. O app também possui trolls, golpes e postagens apelativas como qualquer canto da internet. Mas, de um bom tempo para cá, a empresa passou a reduzir o foco na parte “social” e passou a concentrar esforços na parte “inspiracional”.
A ideia é que o Pinterest seja usado por pessoas que buscam ideias – de tatuagens, de trabalho ou de arte. Tem menos a ver com uma disputa por atenção e audiência, e mais a ver com o compartilhamento discreto de imagens e conceitos que servem de referência para o próprio usuário, e não para os seus seguidores.
Não é à toa que o Pinterest encontrou aí a chave para a monetização da plataforma. A rede social vende espaço publicitário para anunciantes interessados em vender aquilo que os usuários veem e compartilham em seus murais – ou seja, aquilo que as pessoas já querem comprar.
Além disso, a cultura interna do Pinterest enquanto startup é bem diferente da de outras empresas do Vale do Silício. Ben Silbermann, cofundador e CEO da rede social, é um executivo discreto, que raramente dá entrevistas e aparece muito pouco na mídia, característica que toda a sua equipe assumiu, e bem diferente de Uber, Facebook ou outras jovens gigantes.
Scott Belsky, um dos primeiros investidores do Pinterest, definiu bem o perfil do CEO. “Ele está muito confortável sendo incompreendido e subestimado”, disse ele ao New York Times. A isto, Silberman concordou: “é alguma coisa!”, disse, acrescentando que, se os usuários estão satisfeitos, “os negócios vão dar certo”.
Analistas preveem que o Pinterest deve faturar US$ 700 milhões ao final deste ano, um aumento de 50% em relação a 2017. Há rumores de que a empresa vai se tornar pública no ano que vem. “Se o Pinterest continuar sua trajetória, poderá mudar a narrativa a respeito do que é preciso para construir uma empresa de sucesso no Vale do Silício”, definiu o NYT.
O Windows é o sistema mais popular para computadores e possui inúmeros programas para as mais variadas tarefas. Infelizmente, alguns desenvolvedores optam por incluir em seus instaladores programas de procedência duvidosa, que podem expor o seu computador a vírus e outros riscos.
No Windows 10, felizmente, a Microsoft implementou um recurso que ajuda a combater a instalação destes programas potencialmente indesejados (conhecidos como PUAs na sigla em inglês), mas ele não vem habilitado por padrão. A seguir, veja como ativar esta “função secreta” do Windows contra apps indesejados:
Clique com o botão direito no Menu Iniciar e vá em Windows PowerShell (Admin);
Entre com o seguinte comando: Set-MpPreference -PUAProtection 1.
Neste momento, o Windows já está realizando a proteção do computador de forma automática. Para verificar se houve algum programa potencialmente perigoso no computador, você pode acessar o relatório do Windows Defender por este caminho:
Aperte as teclas “Win + I” para acessar a tela de configurações;
Entre em “Atualização e segurança”;
Agora, na parte de “Segurança do Windows”, clique em “Abrir segurança do Windows”;
Em “Proteção contra vírus e ameaças”, você verá o histórico mais recente do Windows Defender. Para obter ainda mais detalhes, também é possível utilizar a função “Histórico de ameaças”.
Nos testes realizados pelo Olhar Digital, a ativação do recurso do sistema não trouxe qualquer impacto na performance da máquina. Entretanto, caso queira desabilitar esta proteção, basta realizar novamente os primeiros passos deste tutorial utilizando o valor “0” para o “PUAProtection” no PowerShell.
O Brasil não está fácil nos últimos tempos. Comprar um celular não é exatamente uma tarefa fácil quando o orçamento está apertado, especialmente com o preço dos eletrônicos aumentando especialmente com o dólar alto como tem se visto nos últimos meses.
Diante dessa situação, o Olhar Digital preparou uma lista de cinco celulares para quem está procurando um aparelho novo, mas não tem uma fortuna para gastar com isso. A lista conta apenas com dispositivos que puderam ser encontrados por menos de R$ 1.000 no momento da pesquisa.
Moto G5S Plus
O modelo tem como grande destaque a câmera traseira dupla de 13 megapixels, com suporte ao modo retrato e gravação em 4K. Fora isso o aparelho tem tela de 5,5 polegadas Full HD, leitor de impressões digitais e já foi atualizado para o Android 8 Oreo.
Partindo para as demais especificações, há um processador Snapdragon 625 octa-core de 2 GHZ, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno, podendo ser expandido em até 128 GB. Há ainda uma bateria de 3000 mAh, TV Digital e câmera frontal de 8 megapixels com flash. O Moto G5S Plus de 32 GB pode ser encontrado em lojas online por a partir de R$ 940.
Galaxy J7 Prime 2 TV
Com tela de 5,5 polegada Full HD, o Galaxy J7 Prime2 tem processador Exynos 7870 de 1.6 GHz, 3 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento interno expansível via micro SD e bateria de 3.300 mAh.
A câmera frontal é igual à traseira: as duas usam um sensor de 13 megapixels com abertura f/1.9, com a promessa de fotografias melhores mesmo com pouca luz.
O celular usa o Android 7.0 Nougat, com previsão de atualização para o Oreo até o final do ano, com as modificações de interface da Samsung, assim como recursos extras. Ele permite usar duas contas do WhatsApp e outros aplicativos de mensagens no mesmo aparelho com o recurso Dual Messenger, disponível também em outros aparelhos da marca.
Moto G6
O Moto G6 é outra opção da Motorola que é radicalmente diferente do Moto G5s Plus do ano passado. Sua tela também é de 5,7 polegadas, mas a resolução é Full HD+ (2.160 x 1.080), com uma proporção 18:9. Na parte traseira fica um módulo de câmera dupla de 12 MP + 5 MP, enquanto a frontal é de 8 MP.
A câmera dupla serve para tirar fotos com efeito de “foco seletivo”, em que o usuário pode escolher um dos planos da imagem para ficar borrado ou em preto e branco. Além disso, o Moto G6 vem com processador Snapdragon 450 com 3 GB de RAM e 32 GB de memória interna, somado a uma bateria de 3.000 mAh. O aparelho pode ser encontrado por R$ 880.
Galaxy J7 Pro
Outra opção interessante da Samsung. A tela AMOLED é de 5,5 polegadas e resolução Full HD. O processador, por sua vez, é um modelo não especificado pela Samsung, mas que possui oito núcleos e roda a 1,6 GHz. Há ainda 3 GB de RAM.
O espaço interno para armazenamento é de 64 GB, com suporte a cartão microSD de até 256 GB. As duas câmeras, tanto a frontal quanto a traseira, têm 13 MP de resolução, com diferença apenas no ângulo da lente e na abertura do diafragma.
Por fim, o aparelho tem bateria de 3.600 mAh, leitor de impressões digitais no botão de início e Android 7.0 Nougat de fábrica,mas a atualização para o Oreo começou a ser publicada recentemente.
LG Q6 Plus
A opção da LG tem um processador modesto: um Snapdragon 435 de oito núcleos com frequência máxima de 1,4 GHz. A memória RAM, no entanto, é alta (4 GB), assim como a capacidade de armazenamento (64 GB). A tela LCD de 5,5’’ é “infinita” como a do Moto G6 Plus e tem resolução um pouco acima da Full HD (2.160 x 1.080 pixels). O aparelho pode ser encontrado na faixa dos R$ 1.000.
A JBL Playlist chegou ao Brasil nesta quarta-feira, 26. Com função Chromecast embutida, o acessório pode ser conectado a diversos dispositivos domésticos sem as interrupções de som comuns à conexão Bluetooth. O acessório já pode ser encontrado no site da fabricante por um preço sugerido de R$ 1.400.
De acordo com a JBL, a Playlist funciona como um Chromecast qualquer conectado ao Wi-Fi do usuário. Assim, é possível transmitir sua música em aplicativos como YouTube e Spotify em segundo plano e, ao mesmo tempo, fazer ligações, jogar ou assistir outro conteúdo no celular sem interromper a transmissão.
Para usar a JBL Playlist, o usuário não precisará nem mesmo ficar próximo à caixa de som como em uma conexão Bluetooth convencional. Afinal, a conexão do Chromecast embutida permite que o acessório obtenha os conteúdos diretamente da nuvem via Wi-Fi. Além disso, é possível usar o aplicativo Google Home para parear o acessório com outros Chromecasts da casa e controlar os dispositivos simultaneamente ou em ambientes específicos.
A JBL Playlist oferece som com qualidade de 24 bits a 96 KHz e suporte ao Wi-Fi de duas bandas (5 GHZ). Além do Chromecast, o usuário pode se conectar ao acessório via Bluetooth e via cabo de áudio de 3,5 mm. O produto já está disponível no site da JBL de R$ 1.400.
O Windows 10 continua crescendo. A Microsoft revelou nesta semana, durante a conferência Ignite, que o número de usuários da plataforma chegou à marca de 700 milhões, o que é uma marca importante, embora consideravelmente abaixo da meta projetada pela empresa.
Com esses números, o Windows 10 se torna o sistema desenvolvido pela Microsoft que mais rápido se difundiu entre o público, o que é certamente um ponto positivo. Superar plataformas amplamente populares como o Windows XP e o 7 certamente mostra que a empresa está no caminho certo.
No entanto, a projeção inicial da Microsoft era que dentro de três anos após o lançamento em agosto de 2015, o número de usuários já deveria ter chegado a 1 bilhão. Neste sentido, a falha da empresa com o Windows 10 Mobile, que já foi oficialmente abandonado sem previsão de algum produto similar, certamente colaborou.
Isso porque a Microsoft considera o Windows 10 uma coisa só em diferentes plataformas. Não importa se o sistema está rodando em um desktop, notebook, tablet, Surface, Xbox, HoloLens ou no celular. Tudo é computado como Windows 10, e a perda dos smartphones como um destes pilares certamente prejudicou as perspectivas da Microsoft.
De qualquer forma, o ritmo de crescimento do Windows 10 ainda é positivo. A empresa anunciou o número de 500 milhões na metade do ano passado e revelou a superação dos 600 milhões em novembro de 2017. O número de 700 milhões já era esperado há algum tempo, desde que a empresa revelou que a marca se aproximava em maio, na época em que Terry Myerson deixou a Microsoft.
A perspectiva é que a marca do bilhão seja, sim, superada em algum momento, mas certamente não em três anos como esperava a empresa. É bem provável que a partir de 2020, quando o suporte ao Windows 7 acabar de forma definitiva, a migração volte a acontecer em um ritmo acelerado.
Uma ex-funcionária do Facebook chamada Selena Scola abriu um processo na Califórnia contra a empresa, revelou o Motherboard. Ela trabalhou como moderadora de conteúdo na rede social, e diz que o emprego lhe deixou com transtorno do estresse pós-traumático (TEPT).
Esse transtorno, que em alguns casos envolve crises de pânico, ansiedade ou outros sintomas físicos, é comum entre pessoas que passaram por situações traumáticas. Como moderadora de conteúdo, Selena era constantemente exposta a essas situações, ela diz.
A norte-americana era terceirizada na função e era encarregada de avaliar textos, fotos e vídeos postados na rede social e que poderiam estar desrespeitando as regras de uso do Facebook. Isso inclui imagens de violência explícita, mutilações, suicídios, abuso sexual e outros conteúdos perturbadores, diariamente, entre junho de 2017 e março de 2018.
No processo, Selena diz que o Facebook não oferece aos moderadoras de conteúdo acompanhamento médico ou treinamento suficientes para garantir a saúde mental das pessoas que trabalham nesta função, o que teria lhe deixado com TEPT.
Os sintomas, de acordo com a ação judicial, podem vir à tona quando Selena toca num mouse de computador, entra num prédio frio, vê violência na TV, ouve barulhos muito altos ou quando descreve para alguém o seu trabalho como moderadora de conteúdo no Facebook.
Em nota ao Motherboard, o Facebook disse estar “avaliando” a acusação. “Reconhecemos que esse trabalho pode ser difícil. É por isso que levamos muito a sério o suporte a nossos moderadores de conteúdo, começando com seu treinamento, os benefícios que eles recebem e garantindo que toda pessoa que revise o conteúdo do Facebook receba suporte psicológico e recursos de bem-estar.”
Em julho, o próprio Facebook divulgou detalhes a respeito do trabalho dos moderadores de conteúdo da rede social. A empresa disse, na ocasião, que os profissionais contratados para o trabalho passam por um período de pré-treinamento, depois passam por “aulas práticas” e recebem sessões de reforço regulares.
Além disso, o Facebook disse que fornece plano de saúde e acompanhamento psicológico para todos os moderadores – afinal, não é mentalmente saudável ficar olhando fotos de violência e pornografia infantil todo dia. Os profissionais trabalham em salas amplas, bem iluminadas e partilhadas com outras equipes, disse a rede social.
Selena, por sua vez, diz que nada disso é suficiente para apoiar os moderadores. Outros profissionais da equipe disseram ao Motherboard que não estavam surpresos com o processo e que este é um assunto sobre o qual “alguns colegas falam”. Um juiz da Califórnia ainda vai avaliar o caso para definir se a denúncia procede.
O Facebook emprega atualmente 7.500 moderadores, número que deve crescer para 20 mil até o fim do ano, segundo Ellen Silver, vice-presidente de operações da empresa. Neste total estão incluídos funcionários, prestadores de serviço e terceirizados no mundo todo.
Todo ano, assim que a Apple anuncia novos iPhones, também começam a chegar as estimativas de quanto custa para a empresa produzir cada unidade, o que ajuda a entender melhor as margens de lucro da companhia. Desta vez, a consultoria TechInsights determinou que o iPhone XS Max de 256 GB, vendido pela Apple por US$ 1.250, custa US$ 443 para ser produzido.
A análise constata que boa parte desse custo é composto pelo alto custo da tela de 6,5 polegadas, que compõe US$ 80,50 dos US$ 443. A boa notícia para a Apple, no entanto, é que o custo relativo parece ter caído. Isso porque no ano passado, a tela do iPhone X, que tinha apenas 5,8 polegadas, custava apenas US$ 3 a menos para ser produzido. A consultoria não divulgou dados específicos do iPhone XS simples para comparação.
Segundo a TechInsights, a explicação para a redução de custo relativo na comparação com o iPhone X tem a ver com a eliminação de componentes secundários na tela relacionados ao 3D Touch. O recurso ainda está presente nos iPhones XS e XS Max, mas algumas das peças foram removidas, gerando redução de custos.
O estudo também menciona que o novo modem, o processador A12, a bateria maior, o aumento de memória e um “aumento significativo” nos custos de partes não-eletrônicas também ajudam a aumentar o custo final. Para comparação, o custo estimado de produção do iPhone X de 64 gigabytes era de US$ 395.
A questão é que a própria TechInsights deixa claro que suas estimativas não são perfeitas. Algumas das conclusões são baseadas em fatos, mas outras estimativas são realizadas sobre informações que ainda não são consideradas concretas. A empresa diz que mais dados devem surgir no futuro, e o preço estimado deve mudar, embora não drasticamente.
Já a posição da Apple em relação a este tipo de análise é bastante crítica. O CEO Tim Cook já afirmou algumas vezes que nunca viu uma dessas estimativas encontrar o custo exato de produção do iPhone.
Demorou, mas finalmente a Microsoft vai abrir espaço para uso de teclado e mouse em jogos de Xbox One. A empresa revelou que a novidade estará disponível para alguns testadores nas próximas semanas, que poderão experimentar o novo modo de jogo antes de o grande público ter acesso.
Esse é um assunto espinhoso na comunidade de jogadores. Afinal, especialmente em games competitivos que exigem maior agilidade, como jogos de tiro em primeira pessoa, o uso de teclado e mouse pode ser considerado uma vantagem sobre o controle. Por este motivo, o suporte ao novo modo de input será uma opção do desenvolvedor.
“Com o novo suporte no nível da plataforma, desenvolvedores podem criar suporte a teclado e mouse em seus jogos se e como eles quiserem. É importante notar que o suporte é adicionado por um critério jogo a jogo, totalmente a critério do desenvolvedor”, alerta o comunicado da Microsoft.
A mensagem deixa claro que a responsabilidade por balancear os jogos ficará nas mãos do desenvolvedor. Existe a possibilidade, por exemplo, de impedir que jogadores no controle enfrentem outros que estejam no teclado e mouse, mas só o tempo vai dizer como as empresas pretendem aproveitar (ou não) essa nova possibilidade. O comentário dos jogadores selecionados para esta fase inicial de testes será fundamental para definir o caminho.
Aproveitando o anúncio, a Microsoft também anunciou uma parceria com a Razer para produzir uma combinação de teclado e mouse para o Xbox One e planeja dar mais detalhes sobre os novos produtos em 10 de novembro.
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