Todo ano, assim que a Apple anuncia novos iPhones, também começam a chegar as estimativas de quanto custa para a empresa produzir cada unidade, o que ajuda a entender melhor as margens de lucro da companhia. Desta vez, a consultoria TechInsights determinou que o iPhone XS Max de 256 GB, vendido pela Apple por US$ 1.250, custa US$ 443 para ser produzido.
A análise constata que boa parte desse custo é composto pelo alto custo da tela de 6,5 polegadas, que compõe US$ 80,50 dos US$ 443. A boa notícia para a Apple, no entanto, é que o custo relativo parece ter caído. Isso porque no ano passado, a tela do iPhone X, que tinha apenas 5,8 polegadas, custava apenas US$ 3 a menos para ser produzido. A consultoria não divulgou dados específicos do iPhone XS simples para comparação.
Segundo a TechInsights, a explicação para a redução de custo relativo na comparação com o iPhone X tem a ver com a eliminação de componentes secundários na tela relacionados ao 3D Touch. O recurso ainda está presente nos iPhones XS e XS Max, mas algumas das peças foram removidas, gerando redução de custos.
O estudo também menciona que o novo modem, o processador A12, a bateria maior, o aumento de memória e um “aumento significativo” nos custos de partes não-eletrônicas também ajudam a aumentar o custo final. Para comparação, o custo estimado de produção do iPhone X de 64 gigabytes era de US$ 395.
A questão é que a própria TechInsights deixa claro que suas estimativas não são perfeitas. Algumas das conclusões são baseadas em fatos, mas outras estimativas são realizadas sobre informações que ainda não são consideradas concretas. A empresa diz que mais dados devem surgir no futuro, e o preço estimado deve mudar, embora não drasticamente.
Já a posição da Apple em relação a este tipo de análise é bastante crítica. O CEO Tim Cook já afirmou algumas vezes que nunca viu uma dessas estimativas encontrar o custo exato de produção do iPhone.
Demorou, mas finalmente a Microsoft vai abrir espaço para uso de teclado e mouse em jogos de Xbox One. A empresa revelou que a novidade estará disponível para alguns testadores nas próximas semanas, que poderão experimentar o novo modo de jogo antes de o grande público ter acesso.
Esse é um assunto espinhoso na comunidade de jogadores. Afinal, especialmente em games competitivos que exigem maior agilidade, como jogos de tiro em primeira pessoa, o uso de teclado e mouse pode ser considerado uma vantagem sobre o controle. Por este motivo, o suporte ao novo modo de input será uma opção do desenvolvedor.
“Com o novo suporte no nível da plataforma, desenvolvedores podem criar suporte a teclado e mouse em seus jogos se e como eles quiserem. É importante notar que o suporte é adicionado por um critério jogo a jogo, totalmente a critério do desenvolvedor”, alerta o comunicado da Microsoft.
A mensagem deixa claro que a responsabilidade por balancear os jogos ficará nas mãos do desenvolvedor. Existe a possibilidade, por exemplo, de impedir que jogadores no controle enfrentem outros que estejam no teclado e mouse, mas só o tempo vai dizer como as empresas pretendem aproveitar (ou não) essa nova possibilidade. O comentário dos jogadores selecionados para esta fase inicial de testes será fundamental para definir o caminho.
Aproveitando o anúncio, a Microsoft também anunciou uma parceria com a Razer para produzir uma combinação de teclado e mouse para o Xbox One e planeja dar mais detalhes sobre os novos produtos em 10 de novembro.
đšWAITING FOR SOMETHING EPIC?
Be sure to tune in to the November edition of #InsideXbox to find out what’s on the horizon.
O iPhone XS e o iPhone XS Max foram oficialmente lançados nos Estados Unidos e em outros países na última sexta-feira, 21. Junto com o iPhone XR, que chegará em outubro, os aparelhos deverão figurar na lista de compra de muitos brasileiros que estão pensando em passar as festas de fim de ano no exterior. No entanto, será que vale a pena importar os novos telefones da Apple?
Para te ajudar a resolver essa dúvida, o Olhar Digital preparou uma análise com os principais fatores que devem ser levados em conta antes de comprar os iPhones lá fora. Afinal, além do fator preço e da cotação da moeda estrangeira, o consumidor terá que se preocupar com problemas de compatibilidade com o 4G nacional. Confira:
– Quanto custa um iPhone nos Estados Unidos?
A terra do Tio Sam era um dos principais destinos para quem buscava fugir dos altos preços praticados pela Apple no Brasil. No entanto, duas coisas prometem dificultar a vida dos consumidores que pretendem seguir este plano: a cotação do dólar e a incompatibilidade dos modelos norte-americano com o 4G brasileiro.
Começando pelo dólar, a moeda norte-americana vive um momento de alta e instabilidade devido às incertezas do processo eleitoral brasileiro e os problemas com a economia. Na tarde desta terça-feira, 25, o dólar turismo estava cotado a R$ 4,31. Já no mesmo período de 2017, a moeda americana estava sendo vendida a R$ 3,29.
Com essa diferença cambial, para se ter uma ideia, um brasileiro terá que gastar R$ 1.018,98 a mais para comprar o iPhone XS do que gastaria para comprar o iPhone X no ano passado. Ambos os telefones chegaram às lojas por US$ 999, desconsiderando impostos locais e cargas sobre a movimentação, mas o dólar alto fez com que o preço do telefone saltasse de R$ 3.286,71 para R$ 4.305,69 em uma conversão direta.
O preço praticado pela Apple, porém, não é a única coisa que deve ser levada em conta. Afinal, sobre a compra também incidem impostos locais, que variam de acordo com a cidade norte-americana, e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para cartões de crédito, pré-pago e dinheiro em espécie. A alíquota para cartões é de 6,38%, enquanto a de papel moeda é de 1,1%.
Para os nossos exemplos, utilizaremos a cidade de Miami, na Flórida, que cobra uma taxa sobre compras de até 7%. Além disso, nossa compra será feita no cartão, fazendo com que os 6,38% de IOF incidam sobre a cobrança. Confira uma estimativa de quanto deve custar cada modelo:
Ou seja, o brasileiro terá que dispor de, pelo menos, R$ 4.901,01 para comprar o iPhone XS, de R$ 5,391,60 para comprar o iPhone XS Max e de R$ 3.674,53 para o iPhone XR. Vale lembrar que este valores terão que ser pagos à vista, já que não há parcelamento nos Estados Unidos, ou com a fatura do cartão parcelada e com juros. Além disso, a cotação pode variar após a sua compra, de acordo com a política da administradora, fechando normalmente no dia de pagamento da conta.
Por fim, ao desembarcar no Brasil, o usuário deve estar atento às regras alfandegárias. Se estiver com um único smartphone, o iPhone entrará para a cota de produtos de uso pessoal e será isento. Caso traga mais do que um, será cobrado uma taxa de 50% sobre o valor excedente na cota de US$ 500 permitida ao viajante. Caso não declare, haverá ainda uma multa adicional de 50% sobre a mesma porção excedente, totalizando 100% do que ultrapassar os US$ 500.
– Quanto custa os iPhones na Europa?
Com o problema de incompatibilidade dos iPhones dos Estados Unidos com uma faixa do 4G brasileiro, a Europa passou a ser uma opção considerada pelos brasileiros que desejam comprar o smartphone. No entanto, o consumidor ainda terá que se deparar com desafios como impostos locais, IOF e o câmbio.
Na tarde desta segunda-feira, o Euro estava sendo negociado a R$ 4,78 no Brasil, sendo mais caro do que o Dólar turismo. Assim como nos Estados Unidos, cada país da Europa adota uma carga tributária diferente, o que torna essencial pesquisar antes em caso de viagens com múltiplos destinos. Por fim, incidirão sobre a compra a cobrança de IOF e, se for o caso, a taxa alfandegária ao retornar para o Brasil.
Para o nosso exemplo, utilizaremos os valores praticados em Portugal como referência de cálculo, por ser o país mais próximo do Brasil e normalmente tem passagens mais baratas. Assim como os brasileiros, os portugueses compram os seus produtos com a carga tributária já inserida no valor da compra, não sendo necessário cálculos adicionais sobre os preços anunciados pela Apple. Confira a estimativa de preços na Europa.
Como é possível perceber, os brasileiros que estiverem pensando em comprar os seus smartphones na Europa terão que dispor de uma quantia ainda maior do que nos Estados Unidos. Assim como no exemplo anterior, todo o valor terá que ser pago à vista na fatura seguinte. Se quiser parcelar a compra no cartão, o usuário ficará sujeito aos altos juros cobrados pela prestadora.
Outra regra que continua valendo é a da alfândega: o consumidor terá que pagar taxa sobre o iPhone, caso retorne com mais de um smartphone ao país, e poderá ser multado se não declarar o bom. A cota, contudo, continuará sendo calculada em dólar, sendo necessário converter o preço do produto de euro para a moeda norte-americana. Ou seja, é mais uma conta que o indivíduo terá que fazer.
– Como saber se o iPhone terá suporte total ao nosso 4G?
Ao contrário do que aconteceu com a última geração, a Apple lançou os iPhone XS (A1920) e XS Max (A1921) nos Estados Unidos incompatíveis com a banda 28 (700 MHz APT) do Brasil. Isso significa que o aparelho poderá ter problemas de funcionamento em redes LTE de algumas cidades brasileiras, bem como não terá acesso às velocidades do 4,5G e a recursos como o VoLTE (Voz sobre LTE). No entanto, cidades com suporte às demais faixas continuarão funcionando normalmente.
No caso dos telefones vendidos na Europa, o usuário não terá que se preocupar: os modelos são totalmente compatíveis com o 4G brasileiro. A Apple, inclusive, confirmou em seu site que os iPhones XS e XS Max que serão homologados no Brasil serão os mesmos do velho continente: versões A2097 e A2101, respectivamente.
Caso você vá comprar o telefone da Apple em outra região, é possível verificar a compatibilidade dos iPhones nesta página. Ao fazer sua busca, procure pelos modelos que suporte as bandas 3 (1800 MHz), 7 (2600 MHz) e 28 (700 APT MHz), que são as utilizadas no Brasil. Além disso, fuja de modelos CDMA, já que o país não utiliza esta tecnologia.
– Afinal, vale a pena comprar os novos iPhones lá fora?
Não é segredo: quem opta pela compra de um iPhone deve estar preparado para gastar bastante, independentemente de onde for comprar o telefone. No entanto, os brasileiros que optavam pelo exterior para fugir dos preços abusivos da Apple no Brasil estão tendo uma dificuldade ainda maior em 2018 com a desvalorização do real e as incompatibilidades técnicas do modelo.
Se você está em dúvida se vale a pena comprar os telefones nos Estados Unidos por conta do 4G, a resposta vai depender muito do local onde mora e dos seus objetivos. Consumidores que moram em uma grande cidade ou lugar onde já há redes LTE há muito tempo não terão problemas de conexão, tendo em vista que estes lugares possuem também as bandas 3 e 7. Por outro lado, se você mora em uma cidade em que só há a banda 28 ou não abre mão de ter acesso ao 4,5G (LTE-A) e o VoLTE, é recomendado evitar os modelos.
Partindo para o iPhone europeu, o grande empecilho promete ser a diferença de preço em relação aos Estados Unidos. Em Portugal, por exemplo, os brasileiros terão que desembolsar uma média de R$ 1,1 mil a mais para ter um iPhone XS ou XS Max totalmente compatível com o 4G brasileiro e R$ 795,15 adicionais pelo iPhone XR. Ou seja, se a diferença compensar o acesso às melhores faixas da rede móvel, o telefone pode ser uma opção interessante.
Evidentemente, uma resposta definitiva para essa dúvida só será possível quando os preços dos iPhones foram confirmados no Brasil, o que pode acontecer entre novembro e dezembro. No entanto, segundo estimativas do Olhar Digital, a nova geração dos smartphones podem chegar com preços que podem superar com folga os R$ 10 mil, caso o preço dos novos aparelhos acompanhe proporcionalmente a disparada do dólar. Caso a tendência se confirme, tanto as versões da Europa como a dos Estados Unidos se tornam ainda mais atrativas.
Também é importante sempre lembrar que o custo da viagem também deve ser incluído no cálculo, então talvez não valha a pena viajar apenas para adquirir o iPhone. No entanto, para quem precisa viajar a trabalho, ou então já estava planejando uma viagem a lazer, essa diferença pode ser desprezível.
Já se você não fizer questão de comprar um iPhone no fim das contas, considere um smartphone Android. Embora já haja aparelhos chegando a preços astronômicos, como o Galaxy Note 9 (R$ 5.500), os telefones com o sistema do Google tendem a se desvalorizar mais rapidamente. Assim, é possível conseguir um desconto considerável apenas alguns meses após os lançamentos.
Não há como discutir a preferência do brasileiro pelo Android. Uma pesquisa recente da consultoria Kantar Worldpanel mostra que ao longo de um período de três meses encerrado em junho deste ano, 94,2% dos celulares adquiridos por aqui foram Android, contra 5,4% de aparelhos iOS e 0,4% de Windows.
Esse número mostra com clareza que a estratégia de diversificação do Android, que atende a absolutamente todos os públicos, tem funcionado muito bem no Brasil. Afinal de contas, boa parte da população não tem condições de pagar o alto preço dos produtos da Apple e precisa se virar com aparelhos de entrada e intermediários, faixa de mercado composta basicamente 100% dos aparelhos são Android. Em outras economias mais desenvolvidas o equilíbrio do mercado é maior; nos EUA, por exemplo, o iOS tem 38,7% do mercado, enquanto no Reino Unido a fatia da Apple é de 34,9% e no Japão chega a 42,9%.
Essa predileção do brasileiro pelo Android cria uma situação interessante e perigosa para a aposta mais recente do Google e de fabricantes de celulares: o Android Go. Para quem não sabe, a ideia dessa variação do sistema é bem simples: ser leve o bastante para ser usada de forma satisfatória em aparelhos com até 1 GB de memória RAM.
A ideia tem seus méritos, claro. Qualquer um que já tentou usar um smartphone Android com 1 GB de memória RAM nos últimos anos sabe o quão sofrível é isso. Com o Android Go, o Google poderia finalmente popularizar os smartphones em uma faixa populacional bem mais pobre, oferecendo uma experiência decente de uso a preços bem baixos.
O que se tem visto até o momento, no entanto, não poderia ir mais contra o último parágrafo. Até o momento, os aparelhos com Android Go que chegaram ao Brasil são de marcas pouco populares, como TCL, Alcatel, Quantum (Positivo) e Multilaser, e que acabam ficando fora do radar do brasileiro, que ainda valoriza marca. Basta ver a lista dos smartphones mais procurados no site de comparação de preços Zoom: todo mês, Samsung e Motorola dominam o top 10, mostrando que uma marca forte ainda faz diferença, mesmo havendo celulares alternativos mais baratos no mercado.
Diante desse cenário, chegamos ao aparelho com Android Go que mais teria chances no mercado brasileiro: o Moto E5 Play. Ele carrega a marca popular da Motorola e a tradição da linha Moto E, que já é bastante conhecida do público. No entanto, e aqui está o grande problema do aparelho, o preço de lançamento de R$ 800 torna impraticável a sua compra por uma série de motivos.
Por mais que o Android Go seja mais leve e otimizado para celulares de até 1 GB de RAM, por essa faixa de preço vale mais a pena procurar pelos celulares que tenham um hardware mais capaz e que tenham sido lançados no ano anterior. Por exemplo: um Moto G5 pode ser encontrado pelos mesmos R$ 800 de lançamento do Moto E5 Play, contando com um hardware infinitamente superior em termos de processador, memória RAM e tela. Não há literalmente nenhum motivo para preferir o Moto E5 Play sobre o Moto G5.
Se as fabricantes querem dar uma chance para o Android Go, precisam ter em mente as limitações dos aparelhos que usam o sistema operacional e lançá-los a um preço justo. O Moto E5 Play, por exemplo, não poderia jamais ser lançado por mais de R$ 500 em um mundo onde o Moto G5 pode ser comprado por R$ 800. É a definição mais clara de dar um tiro no próprio pé.
A versão para Android do Excel ganhará uma função das mais bem-vindas para quem não quer perder muito tempo com retrabalho. Isso porque o software passará a ter novos recursos baseados em Inteligência Artificial e que permitirão, por exemplo, que você tire fotos de uma tabela e possa convertê-la automaticamente em uma planilha aberta e totalmente editável. A informação foi divulgada no Microsoft Ignite 2018, evento voltado à desenvolvedores.
O novo recurso leva o nome de Insert Data From Picture (“Inserir Dados a partir de uma Imagem”, em português) e usa o Reconhecimento Óptico de Caracteres (ou OCR, na sigla em inglês) para identificar símbolos e caracteres a partir da imagem capturada com a câmera do smartphone. A partir daí, a função armazena esses dados de forma a possibilitar a edição dos mesmos em uma nova planilha (veja seu funcionamento na imagem abaixo).
O uso do OCR não é algo exatamente novo nos aplicativos Microsoft para Android. A tecnologia já foi usada no Office Lens – ferramenta que permite ao usuário escanear textos e documentos com a câmera do smartphone – três anos atrás. Ela também está presente no Google Lens e no Adobe Scan, usados para a mesma função.
A versão beta desta função estará disponível para os usuários inscritos no programa Office 365 Insiders para Android. No entanto, a Microsoft não divulgou uma data para liberar esta atualização.
O Twitter anunciou nesta terça-feira, 25, uma pesquisa pública para saber o que os usuários acham de acrescentar uma nova regra aos seus termos de uso. A empresa pretende banir posts que contenham “linguagem desumanizante”.
“Uma linguagem usada para desumanizar alguém pode ter repercussões fora da plataforma, incluindo a naturalização de atos sérios de violência”, escreveram porta-vozes do Twitter num post em seu blog oficial.
Segundo a rede social, o objetivo da medida é caracterizar um tipo específico de postagem em sua política contra propagação de ódio que não é contemplada pelo texto atual. “Há tweets que muitas pessoas consideram abusivos, ainda que não firam nossas regras. Lidar com isso é parte do nosso compromisso de servir a uma conversa pública saudável”, argumentou o Twitter.
Desta vez, porém, a rede social não quer mudar por conta própria os seus termos de uso. Em vez disso, o Twitter lançou um formulário que usuários podem utilizar para expressar se são a favor ou contra a proibição de “conteúdos que desumanizem as outras pessoas por conta de sua participação em determinado grupo, mesmo quando o conteúdo não tiver um alvo definido”.
O formulário ficará aberto até o dia 9 de outubro, às 10h (horário de Brasília). Se a proposta for aprovada, a julgar pelo feedback de usuários, o Twitter vai seguir o trâmite normal de adição de novas regras, o que inclui uma análise de um grupo de trabalho multifuncional, incluindo integrantes de diferentes times.
A Niantic e a Pokémon Company finalmente confirmaram a identidade do misterioso monstrinho visto no Pokémon Go. Trata-se de Meltan: um personagem mítico do tipo metálico, que apareceu durante o Dia da Comunidade do jogo para celulares no último sábado, 22. O novo monstrinho fará parte também dos jogos da franquia para Nintendo Switch.
No trailer de revelação de Meltan, o Professor Willow do Pokémon Go liga para o famoso Professor Carvalho, da primeira geração da franquia, para contar sobre o estranho monstrinho avistado no jogo para celulares. Durante a conversa, Willow relata que Dittos estavam se transformando no Pokémon desconhecido. O Professor Carvalho, então, afirma que já havia visto o personagem em escrituras antigas e que seu nome era Meltan.
Após a publicação do trailer, a página dos jogos “Pokémon Let’s Go Pikachu” e “Pokémon Let’s Go Eevee!” foi atualizada com novas informações sobre o Meltan. Segundo a descrição, trata-se de um monstrinho do tipo metálico, cujo corpo é feito de metal líquido e de forma fluída. O Pokémon seria capaz também de gerar eletricidade dos metais que absorve e usá-la como fonte de energia para ataques disparados a partir dos seus olhos.
Por enquanto, a participação do Meltan nos jogos para celulares e Nintendo Switch ainda é um mistério. Entretanto, o Professor Willow dá a entender que fará pesquisas de campo relacionados ao personagem, abrindo a possibilidade para que jogadores o desbloqueie a partir de ações dentro do Pokémon Go.
Na última sexta, a aparição do “Meltan” no tráfego de Pokémon Go gerou um burburinho entre os fãs da franquia. Embora o monstrinho aparecesse no lugar do Pokémon Kecleon, da terceira geração, seus dados o listavam como “Pokémon 891”. Agora, com a revelação, é quase certo que este se trata de um personagem da oitava geração.
Previsto para chegar no dia 16 de novembro, os jogos “Pokémon Let’s Go Pikachu!” e “Pokémon Let’s Go Eevee!” são uma releitura do game “Pokémon Yellow” da primeira geração. O título deve ter uma ligação profunda com o jogo para celulares, permitindo que os jogadores transfiram monstrinhos do smartphone para o Nintendo Switch.
Em um evento realizado nesta terça-feira, 25, em São Paulo, chamado “Destino Brasil”, a Uber anunciou uma série de novidades relacionadas ao serviço de transporte por aplicativo com foco nos usuários brasileiros. Uma delas é a um segundo app para passageiros: o Uber Lite.
Como outros apps com o sufixo Lite, o Uber Lite é uma versão mais leve do aplicativo principal, focado em celulares mais simples. O app foi lançado em junho na Índia e, a partir desta terça, está disponível também no Brasil, para Android e ocupa apenas 5 MB do espaço interno de armazenamento do celular.
O Uber Lite promete também funcionar bem até mesmo em conexões de baixa qualidade, como as muitas vezes encontradas em países emergentes.
Em relação a recursos, o Uber Lite faz algumas alterações em relação ao app completo do serviço. A interface foi repensada para que o usuário toque mais na tela e digite menos, por exemplo. Na hora de escolher o ponto inicial, por exemplo, o app exibe lugares próximos populares usados com frequência por usuários do serviço, além de detectar o local da pessoa a partir do GPS.
Esses lugares populares são exibidos mesmo offline. O mapa virou um recurso opcional, e só aparece quando o usuário decide ver o que está próximo a ele. Por enquanto, porém, o Uber Lite está em fase beta e não deve funcionar perfeitamente com todos os usuários.
Ao redigir um texto no Word, mexer em uma planilha do Excel ou criar uma apresentação no PowerPoint, utilizamos bastantes as opções de “copiar e colar” Logo, não é incomum que, sem querer, a gente copie algo no lugar da área de transferência do que realmente queríamos usar.
Para tentar minimizar isso, o Office possui uma ferramenta que guarda o histórico do que passou por lá, permitindo recuperar algo que foi perdido no processo. Aprenda a utilizar este recurso:
Em qualquer aplicativo do Microsoft Office, vá até a aba “Página Inicial” e clique no ícone ao lado de “Área de Transferência”;
Abaixo de onde clicamos aparecerá uma nova área. Nela, é possível ver um histórico da nossa área de transferência enquanto o programa estava aberto – em nosso caso, o Word. Para utilizar um dos itens ao lado, basta clicar no qual você precisa e ele será colado.
Se você achar incômoda a área que ficou aberta ao lado, no menu “Opções” – que está abaixo da lista de itens – é possível configurar para a área de transferência a ser exibida somente quando utilizar a combinação “Ctrl+C” duas vezes.
Vale ressaltar que a área de transferência do Office consegue guardar até 24 itens, que não precisam ser apenas textos, mas também imagens, links, gráficos etc.
Ninguém gosta de senhas. É consenso entre especialistas em segurança que elas estão entre os piores métodos de proteger suas informações, porque ou elas são fáceis de lembrar e fáceis de serem quebradas ou impossíveis de memorizar, e ainda assim não são exatamente seguras, pois sempre há o risco de que esse material acabe vazando como fruto de algum ataque hacker.
Por este motivo, a indústria de tecnologia desenvolve há alguns anos uma série de medidas para amenizar a dependência das senhas como método de autenticação. Todas as formas possuem seus pontos fortes e fracos, mas ao menos são alternativas que podem ser exploradas.
Telefone celular
Esse método tem se tornado cada vez mais comum nos últimos anos com a explosão da tecnologia móvel e dos aplicativos. A técnica é simples: garantir que o usuário é ele mesmo por meio de uma mensagem SMS enviada para o seu número celular. Se ele receber o código, é dono do telefone mencionado e tudo está autenticado. É um método prático e rápido de verificar a identidade de alguém.
Ponto fraco: números de telefone não foram criados para serem usados como senha ou método de autenticação. Não é preciso muito para alguém mal-intencionado tomar o controle do número utilizando inúmeras técnicas, que vão de ataques à rede telefônica até engenharia social, passando-se pela vítima para obter um novo chip que permita acesso ao número e a todos os códigos recebidos por ele.
Biometria
Os três pilares da autenticação digital são “algo que você sabe”, “algo que você tem” e “algo que você é”. Este último item é representado bem pela tecnologia de biometria: leitores de impressão digital ou reconhecimento facial que permitem deixar de lados essas sequências longas de caracteres, números e símbolos que muitas vezes acabam gerando transtornos.
Esse tipo de tecnologia está cada vez mais presente no dia a dia, e o fato de ser tão fácil de ser usada tem sido um salto de qualidade em relação a segurança digital do usuário comum. Basta lembrar que muita gente sequer colocava senha no celular antes dos leitores de impressões digitais.
O mais interessante é que essa tecnologia tem se integrado cada vez mais na web. Plataformas como o Windows Hello, por exemplo, permitem fazer login biométrico em sites e aplicativos, e o mesmo vale para os sensores do Android e do iOS, cada vez mais integrados a apps.
Ponto fraco: Infelizmente, a biometria falha, e não é incomum. Quantas vezes você já não tentou usar o leitor de digitais do seu celular e não conseguiu porque o sensor estava um pouco engordurado? O reconhecimento facial também é cheio de problemas, com o iPhone X demonstrando dificuldades para reconhecer a infame “cara de quem acabou de acordar”, por exemplo.
Chaves físicas
Você leu direito. Você sabia que você pode usar uma chave física para fazer login no seu email, em vez de ficar digitando senhas? Sim, estas chaves se assemelham a pendrives simples, mas tem um diferencial importante: quando inseridas no seu computador, elas permitem realizar autenticação rápida para provar que você é você mesmo.
Existem vários produtos desse tipo no mercado, embora não sejam tão fáceis de serem encontrados aqui no Brasil. Um exemplo é a YubiKey, que é compatível, por exemplo, com a sua conta do Google. Basta uma configuração rápida e você pode simplesmente usar a sua chave como senha.
Algumas plataformas permitem o uso de dispositivos como a YubiKey como método principal de autenticação; outras, apenas como método secundário. De qualquer forma, é uma técnica de segurança digital interessante.
Ponto fraco: como qualquer objeto físico, a chave pode ser perdida, o que pode criar uma situação desagradável de ficar trancado para fora de suas contas virtuais. É sempre recomendável ter mais de uma chave, justamente para evitar esse tipo de situação.
Outras loucuras
As alternativas que mencionamos acima podem ser usadas por qualquer pessoa, sem grande esforço ou dificuldade. No entanto, existem alguns projetos que beiram a insanidade, mas que também prometem eficácia como forma de autenticação. Por serem mais invasivos, a chance de se tornarem populares são baixas, mas existem apoiadores destes métodos alternativos.
Por exemplo: tatuagens. Há alguns anos, a Motorola lançou uma tatuagem temporária equipada com NFC: basta colocá-la no braço ou em alguma outra parte de fácil acesso do corpo e aproximar o celular para desbloqueá-lo.
Implantes também são uma alternativa para quem tem pouco juízo, e costumam ser bastante populares entre os biohackers. O conceito é parecido com o das tatuagens, mas mais agressivo, já que o objeto é colocado abaixo da pele.
Chegou-se até mesmo a discutir a possibilidade de serem criadas pílulas-senha. Isso mesmo: pílulas ingeríveis, que poderiam fazer o corpo todo da pessoa em um token para autenticação. Encostou no celular ou no PC? Você está autenticado.