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Review: JBL E65 é bom? Testamos o headphone com cancelamento de ruído

Fones de ouvido com cancelamento de ruído, ou ANC (Active Noise Cancelling, cancelamento de ruído ativo), são o sonho de consumo de muitos usuários que não conseguem se acostumar ao barulho de aviões durante voos muito longos, do trânsito de grandes cidades ou o de vizinhos barulhentos.

A tecnologia vem se popularizando com o passar do tempo e, consequentemente, ficando mais barata. Hoje, já é possível encontrar fones com cancelamento de ruído que não custam o mesmo que um computador. É o caso do E65 BTNC, headphone da JBL que, além de conexão Bluetooth, vem com o tão desejado ANC.

No site oficial da JBL, é possível encontrar o modelo custando menos de R$ 800. No varejo, dá para pagar menos de R$ 700 por um desses. Mas será que ele vale a pena? O custo-benefício é bem equilibrado? Confira nos parágrafos abaixo o que nós achamos do JBL E65BTNC após algumas semanas de uso.

Para leigos: é bom ou não?

Se você não é especialista em headphones, aí vai uma resposta curta: o JBL E65 é bom, sim. Poucos headphones conseguem combinar som de qualidade, resistência, bateria e cancelamento de ruído eficiente num pacote tão acessível quanto este produto.

O fone de ouvido, em si, é bem resistente. Ele só não é muito “elástico”, é do tipo que aperta um pouco na hora de se adaptar a alguns formatos de cabeça e orelha. Se você não está acostumado com fones grandes, ou se você usa óculos, talvez sofra um pouco até se acostumar.

Por outro lado, você pode jogar este fone na mochila ou na mala de viagem sem problemas que ele não vai quebrar com facilidade, mesmo sem um estojo especial. O som é bom e alto o bastante para que você consiga ouvir cada detalhe da sua música sem ter problemas de audição, e com o ANC ligado, a experiência é ainda melhor.

O único problema é que as conchas não são muito bem “vedadas”. Se você ouvir música muito alto, é possível que o som vaze um pouco e outras pessoas ao seu redor consigam escutar. Além disso, barulhos externos também podem vazar para dentro da concha algumas vezes, prejudicando um pouco o cancelamento de ruído.

Mas nada que chegue a estragar a experiência. O JBL E65 oferece um cancelamento de ruído muito bom, digno de headphones bem mais caros. Não é perfeito, porque a tecnologia ainda não é, então você ainda vai conseguir ouvir uma ou outra coisa com este fone na orelha. Mas é bem melhor do que outros da mesma faixa de preço.

Se você está em busca de um headphone com cancelamento de ruído, mas não quer gastar muito num modelo top de linha, o JBL E65 é para você. Embora não seja o fone mais barato do mundo, ele é bem melhor do que as outras opções desta mesma faixa de preço e não deixa a desejar em quase nada.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O que deixa a Netflix nesta semana

Além de adicionar novos filmes e séries, a Netflix também remove parte do conteúdo disponível para os assinantes todas as semanas. Com pouca coisa saindo do catálogo nos próximos dias, os usuários do serviço têm poucos dias para assistir a alguns filmes e séries.

Confira abaixo a lista do que vai deixar o catálogo da Netflix entre os dias 24 e 30 de setembro:

Segunda-feira (24/09)

  • Mortadelo and Filemon: Mission Implausible

Terça-feira (25/09)

  1. Hi-5 Casa

Quarta-feira (26/09)

Quinta-feira (27/09)

Sexta-feira (28/09)

  • Sexta-Feira em Apuros
  • Mais uma Sexta-Feira em Apuros

Domingo (30/09)

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Samsung revela Galaxy J4+ e J6+; conheça os aparelhos

Depois de alguma especulação, a Samsung confirmou dois novos aparelhos para compor a família de celulares Galaxy J. Tratam-se dos modelos J4+ e J6+, que são evoluções de dois aparelhos lançados pela companhia no Brasil há cerca de três meses, com hardware e visual renovado.

Começando pelo modelo mais avançado da nova família, o Galaxy J6+, que poderá ser chamado de J6 Prime em outros territórios. O aparelho chega em duas variações: uma com 3 GB de RAM e outra com 4 GB de memória; em ambos os casos o processador é um Snapdragon 425.

O dispositivo conta com uma tela grande de 6 polegadas, que é um salto na comparação com o J6 original com tela de apenas 5,6 polegadas. O painel possui uma resolução HD+ (1480×720), que reflete a proporção pouco convencional do painel, de 18,5:9; também é uma resolução meio baixa para uma tela tão grande. Já a câmera traseira agora é dupla, com um sensor principal de 13 megapixels com abertura f/1.9 e o secundário de 5 megapixels e abertura f/2.2 trabalhando em conjunto para criar fotos com efeito bokeh, com plano de fundo desfocado. Já a câmera frontal tem apenas 5 megapixels e lente f/1.9.

Outras características importantes do J6+ incluem uma bateria de 3.300 mAh, a traseira de vidro, e um leitor de impressão digital que não fica nem na frente, nem atrás do aparelho, mas sim do lado, tornando-se parte do botão de ligar e desligar o aparelho.

Já o J4+ traz quase as mesmas especificações, mas a diferença reside na câmera. Na parte traseira há apenas um sensor de 13 megapixels f/1.9, enquanto a frontal traz um sensor de 5 megapixels com abertura f/2.2. Não há leitor de impressão digital, e a memória RAM é limitada às opções de 2 GB ou 3 GB.

Por enquanto, os aparelhos ainda são restritos ao mercado indiano, mas devem ser lançados em outros países em breve. Por lá, o J6+ é comercializado pelo preço de 16 mil rúpias (cerca de R$ 890), enquanto o J4+ custa 11 mil rúpias (R$ 610).

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Torcedores suíços jogam controles de PS4 no gramado em protesto contra e-sports

O crescimento em popularidade dos e-sports atraiu investimentos de áreas que não costumavam dar tanta atenção para games – como clubes de futebol, por exemplo. Mas nem todos os torcedores desses clubes gostam da ideia de ver dinheiro que poderia ser usado no time ser destinado a equipes de esportes eletrônicos.

Torcedores do Young Boys, da Suíça, fizeram um protesto contra uma possível entrada do clube no mundo dos e-sports. Aos 15 minutos de um jogo contra o Basel pelo Campeonato Suíço, os fãs começaram a jogar bolas de tênis e controles de PlayStation 4 no gramado. Alguns apoiadores do Basel também aderiram ao protesto, que durou cerca de dois minutos.

O Young Boys ainda não possui um time dedicado a e-sports, enquanto o Basel já investe em uma equipe de FIFA. Mas, segundo o site Eurogamer, existe um projeto da liga de futebol local para a criação de um campeonato oficial de e-sports, o que obrigaria todos os clubes a criarem times para competir em esportes eletrônicos – e provavelmente foi isso o que motivou o protesto.

O protesto teve como alvo dirigentes, e não jogadores dos clubes. Em campo, o Young Boys atropelou o Basel e venceu a partida por 7 a 1.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como transmitir arquivos do Windows 10 para outros dispositivos via streaming

A tecnologia DLNA permite fazer o streaming de arquivos de mídia como músicas, fotos ou vídeos para outros aparelhos, pela rede, sem a necessidade de transferi-los. O Windows 10 conta com um recurso nativo para esta tarefa, mas que só fica disponível ao ser habilitado pelo usuário. Confira abaixo como fazer esta configuração.

Antes de prosseguir para o passo a passo, é recomendado que você deixe os seus arquivos de mídia diferentes separados por pastas. Apesar deste recurso estar disponível no Windows, lembre-se que o aparelho a reproduzir o arquivo necessitará de um player de vídeo com o suporte ao DLNA, conforme será explicado mais abaixo.

Realizando as configurações no Windows

Para que o computador seja reconhecido por dispositivos ou programas que suportem a tecnologia DLNA, é necessário habilitar as opções de streaming de mídia nele. Veja como fazer:

  1. No “Menu Iniciar”, procure por “Opções de Streaming Mídia” e acesse-o;

  2. Na janela que abriu, clique em “Ativar Streaming de mídia”.

Agora que o serviço está habilitado, também é necessário se certificar que ele esteja rodando corretamente. Para isso, siga os passos:

  1. Aperte as teclas “Win + R” e entre com o comando: “services.msc”. Aperte “Enter”;

  2. Na lista de serviços, clique com o botão direito do mouse em “Serviço de Compartilhamento de Rede do Windows Media Player” e vá em “Propriedades”;

  3. Em “Tipo de inicialização”, defina como “Automático”. Clique em “Aplicar > Ok”.

Definindo as pastas para o streaming

Por padrão, o Windows definirá as pastas de Imagens, Vídeos e Músicas que estão em seus “Documentos” para ter o conteúdo compartilhado via DLNA. Apesar deste método funcionar bem, é provável que você já tenha outra pasta com os arquivos que deseja reproduzir, além de poder deixá-los em outro disco. Confira como trocar a pasta padrão definida pelo sistema:

  1. Abra o “Explorador de arquivos do Windows” e clique em “Este computador”;

  2. Clique com o botão direito do mouse na pasta que deseja trocar e vá em “Propriedades”;

  3. Na janela que aparece, entre na guia “Local” e use a opção “Mover…” para definir uma nova pasta. Clique em “Ok”.

Onde você pode reproduzir os arquivos via DLNA?

Os arquivos via DLNA podem ser reproduzidos em aparelhos que estejam na mesma rede que o seu computador. As Smart TVs, por exemplo, na maioria dos casos já contam com suporte nativo a esta tecnologia e devem reconhecer as máquinas habilitadas para isto automaticamente.

Já no Android e iOS, é necessário possuir um reprodutor de vídeos que conte com o suporte. Um dos mais recomendados para esta função é o VLC Player, que pode ser obtido na Google Play ou App Store. Ao abrir o aplicativo, o computador deve aparecer nas opções de rede local.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

WhatsApp para Android ganha novo recurso, mas quase ninguém pode usar

O WhatsApp liberou uma novidade bem-vinda para os poucos usuários do Android 9.0 (Pie). A partir de agora, o aplicativo de mensagens pode mostrar fotos recebidas no chat diretamente na notificação do sistema. Ou seja, o usuário não precisará mais abrir o aplicativo para visualizar o conteúdo enviado por amigos.

Disponível na versão 2.18.291 do WhatsApp Beta, o preview do WhatsApp Beta utiliza uma função específica da nova versão do Android. A novidade funciona para imagens tanto de grupos como de conversas individuais, podendo ser expandidas para visualizar a foto no tamanho maior. Por enquanto, porém, o recurso ainda não suporta vídeos ou GIFs.

Recentemente, o WhatsApp liberou um recurso bastante similar para os usuários do iPhone. No iOS 10 ou superior, os donos de smartphone da Apple poderiam usar o 3D Touch ou tocar e arrastar sobre uma notificação de imagem para ver a prévia desta. Entretanto, é pouco provável que o recurso seja liberado para Androids antigos, como aconteceu no sistema da Apple.

Por enquanto, os usuários brasileiros terão que esperar para utilizar a novidade do WhatsApp. Afinal, o Android 9.0 (Pie) mal foi lançado pelo Google e não há nenhum celular no Brasil que tenha recebido a atualização até o momento.

Adesivos próximos ao lançamento

Em testes há bastante tempo, parece que os adesivos estão mais próximos de chegarem ao WhatsApp. De acordo com a publicação do WABetaInfo, a última atualização do aplicativo de mensagens trouxe uma nova função escondida: a possibilidade de deletar todos os stickers em um bate-papo. O perfil afirma que o lançamento será “em breve”.

A atualização do WhatsApp trouxe ainda um novo pacote de figurinha, que deverá estar disponível junto com a liberação do recurso. Trata-se do “Biscuit”, um cachorrinha que já é bastante utilizado no Facebook.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Google Assistente realiza várias tarefas com um só comando de voz em português

“Rotinas” é o nome de um recurso do Google Assistente que permite programar uma sequência de ações diferentes com base em apenas um comando de voz. A função existe em inglês na caixa de som inteligente Google Home desde março, mas só agora está começando a ser liberada também em português para smartphones.

Se você tem o Google Assistente no Android, basta dizer “Ok Google”; depois toque no ícone de uma bússola no canto direito; depois abra o menu (três pontos no canto superior direito) e toque em “Configurações”. Role a página e veja se as “Rotinas” já aparecem para você.

O recurso vem com cinco rotinas predefinidas e ativadas por padrão. Por exemplo: uma delas determina que, ao ouvir você falar “bom dia”, o Assistente já desativa o modo silencioso, fala a previsão do tempo, informa o seu trajeto e lembra seus compromissos salvos na Agenda.

Já se você disser “boa noite”, o Google Assistente ativa o modo silencioso, informa a previsão do tempo para amanhã, o primeiro evento da sua agenda do dia seguinte e pergunta que horas você quer que o despertador entre em ação. Tudo com um só comando de voz.

É possível configurar suas próprias rotinas personalizadas também. Por exemplo: você pode usar o comando de voz “estou saindo” para fazer com que o Assistente desative o Wi-Fi, envie uma mensagem para alguém no WhatsApp e comece a tocar músicas no Spotify. Ou pode usar qualquer outro comando que quiser.

O recurso ainda está sendo liberado aos poucos. Para muitos usuários, apenas a rotina “bom dia” funciona. Para outros, o recurso já aparece no menu, mas não executa os comandos programados. Nas próximas semanas, porém, o Google deve otimizar a função para que ela funcione corretamente para todos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

LCD, OLED, MicroLED… entenda as diferenças entre as telas

É através delas que a gente mergulha em um mundo paralelo; seja hipnotizado por um vídeo com cores incríveis ou curtindo muitas fotos. Você até deve imaginar quanta tecnologia há por trás desse portal luminoso; e, provavelmente já ouviu falar de LCD, LED, OLED, QLED …mas você sabe o que significam essas siglas – ou melhor, cada uma dessas tecnologias das telas de TVs e smartphones?!

Hoje, basicamente, temos quatro tecnologias dominantes nas TVs: o LCD, o LED, OLED e, mais recentemente, o QLED, a tecnologia de pontos quânticos.

LCD

A tela de LCD – ou simplesmente cristal líquido – usa uma luz traseira acessa em tempo integral para reproduzir as cores; inclusive o preto e o branco. A imagem se forma quando um impulso elétrico é aplicado sobre cada um dos pixels composto por cristais líquidos. Ao passar pelo líquido, a luz é polarizada e pode ser percebida como cores diferentes. Mais brilhantes, as telas de LCD têm bom desempenho em ambientes mais claros. Mas por ficarem ligadas durante todo o tempo, até para gerar o preto, as telas de LCD consomem mais energia que as tecnologias concorrentes.

LED

As telas de LED são uma evolução natural do LCD; o processo de exibição das imagens e cores é exatamente o mesmo. A grande diferença dos displays de LED é que em vez de uma luz “comum” iluminar o painel, aqui são lâmpadas de LED que fazem esta função. Ou seja, uma tela de LED nada mais é que um display de LCD iluminado por um painel de LED. Por trás de cada pixel que forma a imagem existem três minúsculos LEDs: um vermelho, um verde e outro azul. O resultado são imagens com maior quantidade de cores e também maior brilho, nitidez e contraste.

OLED

Diferente das telas de LCD e LED, os displays OLED não usam qualquer iluminação traseira – os pixels se acendem individualmente quando uma corrente elétrica passa por eles. Ou seja, o OLED tem emissão de luz própria. Na hora de produzir a cor preta, por exemplo, o OLED simplesmente desliga, o que significa eficiência energética. Por não ter um painel de luz traseiro, os dispositivos com tela OLED também podem ser mais finos. Na reprodução de imagens, o resultado é um brilho ainda maior, alto contraste e cores vívidas e fieis à realidade.

Quantum Dot (QLED)

O ponto quântico é uma tecnologia mais nova que chegou para bater de frente com LED e OLED. O display de QLED, assim como o LCD, precisa de uma fonte de luz para funcionar. A tecnologia usa minúsculos cristais que absorvem e emitem frequências de luz para criar a imagem na tela. O QLED promete reproduzir qualquer variação de cor em todo tipo de luminosidade ou luz ambiente. Ou seja, mais brilho e contraste com cores mais próximas da realidade.

As tecnologias LCD, LED e OLED também estão presentes nas telas dos smartphones; o funcionamento é exatamente o mesmo. Mas existem outros nomes envolvidos nos displays dos nossos celulares…

AMOLED e Super AMOLED

O próprio nome indica; o Amoled e o Super Amoled são variações da tecnologia OLED. As telas Amoled apresentam melhor resposta dos comandos e também deixam as imagens mais fluidas. Já as telas Super Amoled são uma atualização da tecnologia. Ao introduzir uma camada sensível ao toque, os aparelhos com tela Super Amoled dispensam a camada de vidro do smartphone. O resultado é uma definição superior, ainda maior fluidez das imagens e menor consumo de energia.

Tecnologia IPS

A tecnologia IPS melhora os displays de LCD e também os de LED ao aproximar as moléculas de cristal líquido da superfície da tela. Enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

MicroLED

Para o futuro, seja nos smartphones ou nas TVs, a promessa é o MicroLED. A diferença básica é que enquanto o OLED usa como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED usa menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED.

Agora que você já conhece sua tela, pode até se arriscar a comparar tecnologias diferentes. A gente fez algumas comparações no último Laboratório Digital de TVs e smartphones top de linha. No olhardigital.com.br você confere os vídeos e descobre qual tecnologia de display está na frente…

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como novas empresas estão aplicando tecnologia para revolucionar a saúde

Diagnósticos feitos com a ajuda da Inteligência Artificial; atendimento por robôs; telepresença; cirurgia robótica a distância; dispositivos conectados que monitoram sinais vitais em tempo real; impressão 3D de próteses, tecidos e até órgãos humanos. Há muitos anos a tecnologia é uma das principais aliadas da medicina. Mas hoje, em um momento de crise global da saúde, é preciso ir mais longe (e mais rápido) – acelerar e inovar. Neste cenário, as Health Techs, startups focadas em soluções para a saúde, começam a desenhar um futuro esperançoso.

Não só na saúde; essas startups também estão em alta no mundo dos cifrões. Só no ano passado, segundo relatório do site PitchBook, mais de 4 bilhões e meio de dólares foram investidos no segmento de Health Techs. Em 2012, o valor dificilmente chegava a um bilhão e meio. O crescimento é de 200% em cinco anos. Com dinheiro tudo fica mais fácil. Atualmente já é possível ver as tecnologias mais inovadoras aplicadas para melhorar a saúde mundial.

A Internet das Coisas, com equipamentos conectados em clínicas, hospitais e até fora desses ambientes, monitora sinais de saúde, doenças e características pessoais de cada indivíduo. Sistemas de Inteligência Artificial ajudam na interpretação de diagnósticos e também em análises minuciosas de relatórios médicos. Com base em uma infinidade de informação, as soluções de Big Data ajudam prevenir a evolução de doenças. E a combinação dessas tecnologias garante uma indicação mais rápida do tratamento adequado para cada caso.

O Vale do Silício, nos Estados Unidos, e Israel lideram tanto em investimento quando em iniciativas. Mas o Brasil não está muito atrás. Já são mais de 260 startups focadas em saúde em atividade no país; e este é um dos mercados potenciais mais promissores por aqui. O cenário justifica: altíssima demanda e uma enorme carência na área de atenção básica de saúde. O Sistema Único de Saúde do governo atende cerca de 190 milhões de pessoas e, definitivamente, a tecnologia pode ser uma ótima injeção (e sem dor) para oferecer uma qualidade de vida melhor à população.

Criada em 2013 no sul do país, esta startup desenvolveu um chatbot de medicina preventiva; uma espécie de enfermeira virtual que não dá um diagnóstico, mas conversa com as pessoas para que elas se sintam cuidadas e amparadas no que mais precisam no momento. Só no primeiro semestre deste ano, cerca de 120 mil pessoas interagiram com os robôs de atendimento.

 Um dos casos mais famosos de uso de Inteligência Artificial na medicina é o programa Watson Health, um software de Big Data da IBM. Ao armazenar e catalogar o máximo de informação possível de estudos da área da saúde e dados de pessoas de todo o mundo, o programa é capaz de comparar doenças e sintomas parecidos e dar diagnósticos mais precisos. A Inteligência Artificial também já é aplicada até para análise de imagens, como o raio-x, por exemplo. A solução da startup Predict Vision tenta simular exatamente o que o médico enxerga e como ele pensa para detectar a doença de forma autônoma.

Outros exemplos surpreendem pela sofisticação e, principalmente, pelo fácil acesso. Nos Estados Unidos, a startup 23andMe, especializada em genética e biotecnologia, faz por 150 dólares, a análise do seu DNA. O resultado permite que sejam feitos diagnósticos clínicos e tratamentos de doenças com base no histórico médico e familiar de acordo com os genes de cada pessoa. Mais legal é que não é sequer preciso sair de casa para tudo isso: é só deixar uma amostra de saliva no kit que eles enviam pelo correio e mandar de volta para o laboratório; simples assim.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Por dentro da Embraer: conheça o Parque Tecnológico em torno da gigante

São José dos Campos, interior paulista. Dá para dizer que essa região é palco de algumas exceções. A mais conhecida, é claro, é a Embraer – empresa criada em 1969 e que, hoje, é uma das principais do mundo aeronáutico. O recente anúncio da venda de parte da companhia para a Boeing ajudou a entender melhor o tamanho e a importância da operação que se criou por aqui. Mas, há outras exceções. Uma das que mais chamam a atenção foi criada há bem menos tempo, em 2009, mas já dá para dizer que é um modelo de inovação tecnológica e de inovação empresarial. O Parque Tecnológico nasceu com ideia de criar uma grande comunidade dedicada ao desenvolvimento tecnológico. Hoje, o complexo já conta 70 empresas instaladas. A Embraer é a que chama mais a atenção, mas há vários outros exemplos de iniciativas bem-sucedidas por aqui e que vão muito além da indústria de aviões. É o caso da Autaza. Uma empresa dedicada à indústria automobilística. Ela começou com um investimento de cem mil reais e, hoje, vale dezenas de milhões.

Um dos segredos para o sucesso das empresas do Parque Tecnológico está na ideia de criar Clusters. O conceito significa unir empresas do mesmo segmento em um mesmo ambiente. Com isso, várias companhias viram clientes umas das outras e, com a proximidade, elas ganham agilidade e custos menores.

O conceito deu tão certo que evoluiu para um programa de empreendedorismo, batizado de Nexus. O programa acompanha as empresas desde a fase em que elas são apenas um ideia no papel até o momento em que estão prontas para receber investimentos.

Com tantas iniciativas, um dos resultados visíveis é o aumento no número de empregos: em janeiro DE 2018, FORAM criados 1480 postos. Mesmo em tempos de crise, um aumento significativo em relação a janeiro de 2017, quando FORAM criadas 970 vagas.

Quando a Boeing anunciou a compra de parte da Embraer, debates acalorados começaram. Mas, por aqui, a visão é otimista. E a esperança de que o avanço tecnológico ganhe ainda mais impulso a partir de agora.

Se você tiver uma ideia que pode se transformar numa empresa, saiba que o Parque Tecnológico realiza dois editais por ano, para escolher candidatos. Para quem quiser mais informações, colocamos o link logo abaixo desse vídeo, no Olhar Digital.com.br. Aproveite!

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral