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O Galaxy Note 9 seria REALMENTE o primeiro smartphone a substituir um PC?

Nesta terça-feira (18/9), a Samsung apresentou à imprensa as novas funcionalidades corporativas do Galaxy Note 9. Novas, para falar a verdade, é jeito de dizer. O que a fabricante sul-coreana mostrou é o aperfeiçoamento de alguns desses recursos, como o Knox (a plataforma de produtividade e segurança da marca) e a S-Pen. Mas, o que me chamou a atenção durante o evento, foi outra coisa: o fato de um smartphone, FINALMENTE, ser capaz de substituir um computador de forma decente.

Eles tentaram, mas…
Há muito se vem falando que os smartphones conseguiriam aposentar os notebooks. E, para algumas funções, eles chegaram perto. Afinal de contas, quantos de nós levantamos do sofá ou da cama para ligar um PC ou notebook para, por exemplo, navegar na internet, acessar nossas redes sociais, ouvir música, ver séries ou jogar games mais casuais? O fato é que os celulares da atual geração conseguem executar essas tarefas sem sofrimento e a vantagem de caber na palma da mão.

No entanto, para tarefas que exigem poder de processamento e longo tempo em frente a uma tela, os smartphones ficam devendo, mesmo com acessórios. Os tablets até vieram para tentar cumprir a missão de mandar desktops e notes para o asilo, mas também falharam. E tudo indicava que o cenário permaneceria assim, cada qual “no seu quadrado”. Até a chegada do Galaxy Note 9.

Facilidades para se transformar em um mini PC

O recurso que me fez chegar à conclusão de que o Note 9 pode ser um PC com desempenho decente atende pelo nome de Dex. Presente também no Note 8, a funcionalidade transforma o smartphone em um mini computador de forma bem prática: basta plugar o dispositivo em um monitor ou TV com entrada HDMI. Para isso, é necessário ter o conversor USB-C para HDMI (que deve ser comprado separadamente, uma bola fora da Samsung, considerando o alto preço do aparelho) e a transformação é feita automaticamente. E com o bônus de que o modelo ainda trabalha no Dual Mode, ou seja, o display do smartphone funciona de modo independente, mas integrado.

Feito isso, basta que o usuário tenha um teclado e um mouse Bluetooth (neste último caso, a tela do smartphone também pode cumprir a função de mouse) para que o mini PC fique completo. O usuário pode navegar pelas duas telas, rodar aplicativos como pacote Office, navegar pela internet e acessar recursos corporativos sem que o aparelho esquente ou apresente perda de desempenho.

Muito disso se dá pelo robusto hardware do Galaxy Note 9: processador Qualcomm Snapdragon 845 (ou o Exymos 9810, ambos de 8 núcleos), 6GB ou 8GB de memória RAM, 128GB ou 512GB de capacidade de armazenamento (expansíveis) e uma placa gráfica bastante razoável (Mali-G72 MP18 para Ásia e Europa e a Adreno 630 para EUA, LATAM e China). Ou seja, especificações que não ficam nada a dever para um bom PC intermediário.

A área de trabalho criada pelo Dex

Some-se tudo isso a uma sacada fundamental da Samsung: quando o Dex é ativado, uma área de trabalho semelhante a do Windows é criada na tela principal. Isso facilita – e muito – a vida do usuário, uma vez que ele se identifica imediatamente com o que vê no display e sua adaptação é rápida e intuitiva. Com isso, ele consegue acessar e-mails, aplicativos e navegador sem perder tempo.

Em outras palavras: intuitividade.

No caminho certo. Mas ainda para poucos bolsos

O combo “Hardware + facilidade de uso + praticidade” indica que a Samsung sabe o que faz para que, finalmente, um smartphone consiga substituir um PC de desempenho intermediário. Ainda que não seja indicado para tarefas mais pesadas, como aplicações gráficas ou programação, ele consegue suprir tranquilamente o uso diário da maioria dos profissionais liberais.

No entanto, o investimento para se ter esse mini PC ainda é bem proibitivo. Afinal, fica difícil convencer o usuário a gastar entre R$ 5.499 (128 GB) e R$ 6.499 (512 GB) pelo Galaxy Note 9 (sem contar os acessórios como adaptador e teclado), quando ele sabe que por esse valor pode-se comprar um ultrabook e ainda sobra um trocado para um smartphone intermediário, por exemplo.

No entanto, a fabricante sul-coreana também mostrou que está no caminho certo para que notebooks e desktops sejam considerados “trambolhos ultrapassados” em um futuro não muito distante. Façam suas apostas! 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Defina quanto tempo as crianças podem passar em frente a um PC com Windows 10

Deixar as crianças ou seus filhos em frente ao computador é importante para os estudos e até mesmo para se divertirem, mas o tempo que eles passam nele precisa ser devidamente controlado. Seja para que eles não tenham acesso a conteúdo indevido e por questões de saúde.

O Windows, felizmente, traz algumas opções que lhe ajudam a definir quanto tempo elas podem passar no computador. Veja abaixo como fazer isso.

Configurando uma conta para crianças

Antes de prosseguir para a etapa onde você define quanto tempo a criança pode passar no computador, é necessário criar uma conta especial no Windows para ela. Caso esteja na dúvida de como este processo é feito, você pode conferir esta matéria do Olhar Digital que ensina a criá-la.

Limitando o tempo que a criança passa no PC

Depois de ter a conta para a criança criada, é possível fazer a configuração que limitará o tempo que ela passa no computador. Confira:

  1. No Windows, como usuário principal da máquina, pressione junto as teclas “Win + i” e entre em “Contas”;

  2. Clique em “Família e outros usuários”;

  3. Vá em “Gerenciar configurações de família online”;

  4. Agora, acesse a opção “Tempo de tela”;

  5. Por fim, indo para a parte de baixo da tela, habilite a opção “Tempo de tela no computador” e defina o horário em que a máquina poderá ser utilizada.

Pronto! Depois de fazer estas configurações, a criança só conseguirá utilizar o computador no tempo estipulado por você. Caso tenha um Xbox One, também é possível configurar o tempo que ela passará no videogame ao marcar a opção “Tempo de tela no Xbox”.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como personalizar o plano de fundo de uma conversa no WhatsApp Web

Gosta de usar o WhatsApp Web no seu PC, mas sente falta de mais opções de personalização? Felizmente, as últimas versões do aplicativo para navegadores trouxe a possibilidade de trocar o papel de parede da conversa. Assim, o usuário pode ter uma experiência diferente ao conversar pelo computador.

Para que os papéis de parede funcionem no WhatsApp Web, é preciso que o celular do usuário esteja rodando a versão 2.18 do aplicativo ou mais recentes no Android ou iPhone (iOS). Confira a seguir como verificar a edição do app que está instalada no telefone. Em seguida, veja como alterar o papel de parede no PC.

Como verificar a versão do WhatsApp

  1. Abra o WhatsApp, clique no ícone representado por “três pontos”;

  2. Vá em “Configurações” e toque em “Ajuda”;

  3. Clique em “Dados do app” e cheque a versão.

Como trocar a imagem de fundo

Fazer a troca da imagem de fundo é bem simples e o processo pode ser realizado em qualquer navegador que tenha suporte ao serviço. Veja:

  1. Acesse o WhatsApp Web normalmente;
  2. Clique no ícone representado por três pontos e vá em “Configurações”;

  3. Vá em “Papel de parede da conversa”;

  4. Selecione a cor desejada.

Diferente do que ocorre com o WhatsApp para celulares, como dito anteriormente, no WhatsApp Web só é possível trocar a imagem padrão de fundo da tela de conversas por uma cor. O aplicativo para navegadores não permite escolher uma imagem que esteja armazenada em seu computador.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vírus espião Pegasus é detectado em smartphones em 45 países

Mesmo com as muitas denúncias nos últimos anos, o uso de spywares por órgãos de governos para monitorar atividades nas redes segue forte. Uma nova análise do Citizen Lab, laboratório de pesquisa canadense especializado em privacidade, detectou atividades do Pegasus, um dos vírus espiões mais perigosos para Android e iOS, em smartphones espalhados por 45 países nos últimos dois anos – incluindo na lista até mesmo o Brasil.

O Pegasus é desenvolvido pela empresa israelense NSO Group. A companhia cria ferramentas de monitoramento que, como o spyware, são capazes de quebrar a segurança de iPhones e Androids e acessar de tudo: detalhes de redes e localização até e-mails e contas em redes sociais. As vítimas recebem links maliciosos por e-mail ou mensagem, em clássicos ataques de phishing. Basta um clique para que o vírus se instale por alguma brecha no sistema operacional.

Histórico ruim

O spyware foi detectado pela primeira vez por pesquisadores do próprio Citizen Lab, em uma pesquisa em conjunto com a empresa de segurança Lookout ainda em 2016. Um ataque com o vírus foi direcionado ao ativista de direitos humanos Ahmed Mansoor, nos Emirados Árabes Unidos.

Na ocasião, o estudo também apontou a presença dele em aparelhos no México, em Israel, na Turquia e em alguns outros poucos países na época – sempre com suspeitas de uso político. Sabe-se que a empresa tem contratos fechados com os governos mexicano e panamenho.

Os novos achados

A nova análise aumenta bastante o leque de regiões em que o vírus esteve ativo. Nos últimos dois anos, de agosto de 2016 – quando a primeira pesquisa foi divulgada – até o mês passado, rastros dos Pegasus apareceram em 1.091 endereços IP pela web.

Eles eram mantidos por pelo menos 36 operadores diferentes em 45 países. Seis deles têm histórico de uso abusivo da ferramenta para violação de direitos humanos, e o laboratório ainda reforça que há evidências de uso dele em alvos envolvidos em questões políticas.

Aqui no Brasil, as atividades do Pegasus seguem desde junho de 2017. O responsável pelo controle do spyware é um operador na Ásia, identificado pelo Citizen Lab como Ganges, que também atua em Bangladesh, Índia, Paquistão e Hong Kong usando um mesmo endereço com tema político.

O número de infectados, no entanto, não foi divulgado na análise. Mas a forma de prevenção para evitar infecções é sempre a mesma: sempre desconfie de links recebidos por e-mail e mensagens, mesmo que seja de um aparente conhecido.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

99 coloca câmeras em carros de motoristas parceiros em São Paulo

A empresa de transporte por aplicativo 99 está colocando câmeras nos carros de alguns motoristas parceiros no Brasil. Por enquanto, as câmeras ainda fazem parte de um teste da companhia, que quer monitorar viagens para garantir mais segurança a passageiros e condutores.

Segundo a Reuters, os testes estão sendo feitos em carros do 99Pop e táxis que atendem pelo aplicativo em São Paulo. Os veículos são identificados para que os usuários saibam que estão sendo filmados. Os motoristas também assinam um termo de conformidade antes de participar do teste voluntário.

As câmeras servem para inibir fraudes e também crimes. Recentemente, a 99 suspendeu o cadastros de novos motoristas depois que um homem burlou o sistema de segurança do aplicativo para se cadastrar como motorista e estuprar passageiras em Fortaleza. Ele foi preso em agosto.

As imagens captadas pelas câmeras serão monitoradas em tempo real, 24 horas por dia, são armazenadas na central de dados da companhia e analisadas por uma equipe que inclui ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos. Além disso, a 99 também vai usar inteligência artificial para monitorar as viagens. “Assim, o aplicativo pode identificar situações de risco e tomar as medidas cabíveis”, disse a empresa em comunicado.

Ao longo dos próximos meses, a 99 pretende expandir o programa de monitoramento por câmeras incluindo novas cidades e mais equipamentos, sensores de visão noturna e lentes “fisheye”, que captam um ângulo maior dentro dos carros.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Micro-ondas inteligente? Amazon planeja eletrodomésticos com assistente pessoal

A Amazon pode lançar uma linha de eletrodomésticos inteligentes no fim deste mês. Segundo rumores, a empresa estaria planejando produtos que vão desde um micro-ondas a um home theater equipados com a assistente pessoal Alexa. Os dispositivos poderiam ser controlados a partir da voz, fazer buscas e se conectar com outros equipamentos domésticos facilmente.

Em uma disputa acirrada pelo Google pelo mercado de casas inteligentes, os planos da Amazon parecem ser inundar as lojas de produtos com a Alexa embarcada. De acordo com a publicação do The Verge, essas novidades poderiam tanto usar a assistente virtual da empresa de Jeff Bezos exclusivamente ou vir embarcada ao lado das rivais como o Google Assistente, Siri e Cortana.

Ainda segundo os rumores, os novos produtos chegariam até o final deste ano, mas a empresa faria o evento para apresentar a primeira leva no fim deste mês. Entre os aparelhos especulados estariam um forno micro-ondas conectado, um produto para carros e um aparelho de som premium para casa, incluindo um amplificador, um receptor e um subwoofer. Entretanto, as novidades não fariam parte da atual linha de produtos Echo.

Embora ainda não esteja disponível no Brasil, a Alexa tem uma fatia importante do mercado norte-americano e tem sido um dos grandes focos da Amazon nos últimos meses com a linha de caixas de som Echo. A inteligência artificial é capaz de fazer buscas na web e controlar dispositivos domésticos conectados. Recentemente, a Amazon e a Microsoft firmaram uma parceria para conectar as assistentes Alexa e Cortana.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vale a pena instalar o iOS 12 em um iPhone antigo?

Todo ano, o lançamento de uma nova versão do iOS traz um questionamento importante: vale a pena atualizar o celular, especialmente se o seu iPhone é mais antigo? É uma questão válida: aparelhos mais antigos costumam apresentar problemas com softwares mais novos, e ninguém quer que uma atualização te faça a trocar de smartphone.

No caso da Apple, essa discussão é mais interessante. A estratégia da empresa de fornecer atualizações para produtos lançados às vezes quatro ou cinco anos atrás por um lado é positiva, porque mesmo os aparelhos mais velhos continuam recebendo novidades, mas também é arriscada, justamente pela possibilidade de que o sistema não seja adequado a um hardware mais antigo.

Neste ano, no entanto, com o lançamento do iOS 12, as coisas mudaram um pouco. Em vez de a Apple apostar em recursos novos e pesados, a empresa decidiu apostar em desempenho e em fazer os iPhones antigos funcionarem melhor. A abordagem visa beneficiar especialmente aqueles modelos que já estavam chegando perto do abandono, como o iPhone 5s.

O vídeo abaixo, produzido pelo canal iAppleBytes mostra a situação. Na maior parte dos casos, o iPhone 5s rodando o iOS 12 se sai levemente mais rápido do que o mesmo aparelho rodando o iOS 11.4.1.  Em alguns dos casos o ganho de desempenho é considerável, enquanto em outros ele é mais modesto ou simplesmente estável.

No fim das contas, fica claro: mesmo se você tiver um iPhone 5s, não parece haver questões de desempenho graves com o iOS 12 em smartphones antigos. No pior dos casos, não há perdas, o que já é bom o bastante, considerando que a atualização traz alguns recursos novos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como fazer o envio de arquivos sem fio com o Mi Drop

Fazer a transferência de arquivos pelo celular é algo necessário em algumas ocasiões. Quando isto se torna necessário, a primeira opção que vem em mente é passá-los através de um aplicativo para a troca de mensagens, mas para isto, você precisa ter uma conexão com a internet e o processo pode ser lento.

A boa notícia é que através do aplicativo Mi Drop, desenvolvido pela Xiaomi, você consegue transferir arquivos de forma rápida e prática para seus contatos, sem precisar da internet, apenas do Bluetooth. A seguir, veja como utilizar o Mi Drop para transferir arquivos:

  1. Acesse a Google Play e realize o download do aplicativo Mi Drop;
  2. Prossiga com a explicação de como o aplicativo funciona e, após ler os termos de uso dele, se estiver de acordo, clique em “Iniciar”;

  3. Na nova tela, defina um avatar e o nome do seu dispositivo no campo conforme indica a imagem abaixo.

Agora que o aplicativo está instalado, você pode enviar ou receber arquivos por ele, mas, lembre-se que o contato também precisará ter o Mi Drop instalado. Dito isto, seguem os passos para enviar e receber arquivos.

Enviando arquivos

  1. Na tela principal do aplicativo, toque em “Enviar”. Conceda a permissão necessária para o Mi Drop ter acesso aos seus arquivos. Esta mensagem só aparece na primeira execução;

  2. Na parte de cima do aplicativo, selecione o tipo de arquivo a ser enviado. Então, selecione o conteúdo a ser enviado e clique em “Enviar”;

  3. Mais uma vez, na primeira execução, é necessário conceder mais uma permissão. Assim, clique em “Definir” na mensagem que aparece, depois em “Permitir” e habilite a opção “Autorizar a permissão”;

  4. De volta ao aplicativo, selecione o contato para quem deseja enviar o arquivo e aguarde a pessoa aceitar a solicitação para o recebimento dele.

Depois que uma conexão é realizada, você ainda poderá selecionar mais arquivos para serem enviados caso tenha esquecido algo.

Recebendo arquivos

  1. Na tela inicial do Mi Drop, clique em “Receber” e quando o contato tentar se conectar, toque em “Aceitar”;

  2. Aguarde o recebimento do arquivo ser completado e você poderá abri-lo com o botão ao lado dele.

Para a realizar a transferência ou o recebimento de arquivos, o Mi Drop necessita que o Bluetooth fique ativo. Entretanto, diferente da forma convencional de envio de arquivos por Bluetooth, o Mi Drop consegue otimizar a conexão e deixa o processo mais rápido. Em testes feitos no Olhar Digital, a taxa de transferência superava os 10 MB/s em alguns momentos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Funcionários da Amazon estariam deletando reviews negativos em troca de propina

A Amazon pode enfrentar uma grande crise de credibilidade em sua loja online. Segundo denúncias, empregados da gigante de vendas estariam sendo pagos para deletar reviews negativos de produtos e fornecer informações privilegiadas a vendedores. A prática, inclusive, já estaria sendo investigada internamente pela empresa de Jeff Bezos.

De acordo com as denúncias, empregados da Amazon estariam entregando informações valiosas a vendedores do marketplace da empresa em troca de propina. Esses dados incluiriam palavras-chave de buscas, estatísticas de vendas e até mesmo os hábitos do consumidores no site. Isso poderia fazer com que as lojas tivessem vantagens na plataforma, especialmente com o número crescente de competição.

Embora haja denúncias nos Estados Unidos, o grande foco de corrupção na Amazon seria a versão chinesa da Amazon. De acordo com a publicação do The Wall Street Journal, os baixos salários pagos no país asiático estariam facilitando a prática, que viola as normas internas da empresa. A abordagem dos funcionários e o pagamento em dinheiro seria feito através do aplicativo de mensagens WeChat.

Além do fornecimento de dados privilegiados, o esquema de corrupção da Amazon envolve práticas ainda mais delicadas. Os empregados da empresa em Shenzen estariam deletando comentários negativos sobre produtos, oferecendo o e-mail pessoal dos autores das avaliações e restaurando contas banidas no marketplace. Tudo isso em troca de pagamentos que variam entre US$ 80 (R$ 330) e chegam a superar US$ 2 mil (R$ 8.270).

Em resposta às acusações, a Amazon afirmou que possui regras bastante restritas e que implantou sistemas para auditar as informações que os empregados podem acessar. Qualquer um que desrespeite às regras, segundo a empresa, poderá ser demitido e sofrer consequências legais e criminais dos atos. A gigante prometeu ainda “tolerância zero” com vendedores envolvidos em prática de corrupção.

Desde que soube das denúncias na China, a Amazon tem feito substituições de importantes executivos no país para deter os casos de pagamento de propina. Nos últimos anos, a companhia tem batalhado contra abusos em sua plataforma, como a publicação de avaliações falsas e utilização de mecanismos para enganar os algoritmos da plataforma de vendas.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

NFC no iPhone: confira modelos compatíveis e funções no celular da Apple

O Near Field Communication, ou simplesmente NFC, é uma tecnologia que demorou bastante tempo a chegar nos iPhones. Apesar disso, esta conexão tem sido bastante explorada pela Apple nos últimos anos para adicionar novos recursos aos seus telefones. No entanto, a falta de destaque na ficha técnica faz com que muitas pessoas se perguntem se o seu aparelho possui o suporte ao NFC.

Pensando nisso, o Olhar Digital preparou um guia sobre a tecnologia que ajudou a criar o Apple Pay nos iPhones. Descubra a seguir se o seu aparelho possui suporte à Comunicação de proximidade de campo, como o termo NFC pode ser traduzido, e o que já é possível fazer com o padrão. Veja:

Lista de iPhones

Desde que apareceu pela primeira vez no iPhone 6, a tecnologia NFC faz parte de todos telefones da Apple anunciados. Sendo assim, a partir do iPhone 6, você já deve ter o NFC habilitado, mas confira a seguir a lista com todos os modelos que possuem a tecnologia:

  • iPhone 6
  • iPhone 6 Plus
  • iPhone SE
  • iPhone 6S
  • iPhone 6S Plus
  • iPhone 7
  • iPhone 7 Plus
  • iPhone 8
  • iPhone 8 Plus
  • iPhone X
  • iPhone XR
  • iPhone Xs
  • iPhone Xs Max

Apesar de todos estes dispositivos da lista possuírem a tecnologia NFC, os aparelhos da linha do iPhone 6 e o iPhone SE têm o seu uso limitado e funciona apenas para pagamentos com o Apple Pay.

O que pode ser feito com o NFC

Antes da explicação de onde o NFC é utilizado com o iPhone, é necessário entender para o que ela serve. O NFC é uma tecnologia de comunicação na qual aparelhos trocam informações apenas com uma aproximação física entre eles.

Já especificamente para smartphones, no Android, por exemplo, o NFC é bastante utilizado para a realização de pagamentos em serviços como o Google Pay e o Samsung Pay, ou até para a recarga de cartões utilizados em meios de transporte, como o bilhete único. Através do uso de tags, também é possível determinar algumas ações como ligar um dispositivo ou compartilhar dados de uma conexão Wi-Fi.

Inicialmente, a Apple limitou bastante a tecnologia do NFC nos seus telefones. Ao lançar o iPhone 6, o chip de comunicação só poderia ser utilizado para o Apple Pay. Ou seja, o usuário podia fazer pagamentos com o seu telefone ao aproximá-lo de terminais de cartão de crédito, por exemplo, mas não transferir arquivos e informações.

A partir do iOS 11, a situação mudou um pouco. Donos de iPhone 7 ou superior ganharam a possibilidade de parear dispositivos HomeKit com o NFC. Já para o iOS 12, a tendência é que sua gama de recursos seja estendida mais uma vez, como por exemplo com a possibilidade de usá-lo no aplicativo Wallet.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral