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Veja como o iPhone evoluiu ao longo dos anos

A Apple apresentou nesta semana os novos membros de sua família de iPhones. Assim como no ano passado, foram três os aparelhos anunciados: o iPhone 10 S, o 10 S Max e o 10 R. Eles formam a décima-primeira geração de smartphones da marca, que percorreu um longo caminho até aqui.

A história dos iPhones começou em 9 de janeiro de 2007. Na data, Steve Jobs revelou uma mistura de celular, player de música e navegador de internet que deixou as pessoas bem confusas. A tela, enorme para a época, era sensível ao toque, e não havia um teclado físico, algo até então impensável.

O modelo vinha com até 16 giga de armazenamento, incríveis 128 mega de RAM e suporte a Wi-Fi e 2G. A câmera, grande destaque das gerações mais recentes, tinha apenas 2 megapixels e servia só para tirar fotos.

No ano seguinte, já veio a primeira grande mudança. O iPhone 3G, como o nome sugere, trouxe suporte a conexões 3G. Mas mais do que isso, o aparelho foi o primeiro com a App Store, a loja de aplicativos que é hoje indispensável nos smartphones.

Seu sucessor, o iPhone 3GS, chegou em 2009 e foi o primeiro aparelho com o S no nome, que marca as mudanças mais sutis. Ele manteve o design do antecessor, mas dobrou a RAM, chegando a 256 mega.

A revolução no visual veio só em 2010, com o iPhone 4. Foi ele o primeiro aparelho da marca com a tecnologia Retina nas telas e também com uma câmera frontal. A memória mais uma vez dobrou e bateu os 512 mega.

A mesma quantidade foi usada no iPhone 4S, que chegou no ano seguinte e trouxe como maiores novidades o processador dual-core e a assistente Siri.

Foi só no iPhone 5, no entanto, que a Apple resolveu aderir à tendência de telas maiores que os smartphones rivais vinham adotando. O modelo trouxe um display de 4 polegadas. Ainda era menor do que o de muitos Androids, mas bem maior do que os dos antecessores.

O modelo de 2012 veio com suporte a 4G e 1 giga de RAM, e ainda estreou o conector Lightning, proprietário da marca.

A porta foi mantida no iPhone 5S, que trouxe o primeiro processador 64-bits da Apple e o hoje falecido leitor de impressões digitais Touch ID. E para acompanhar o novo aparelho, a marca anunciou na mesma data o iPhone 5C, uma versão do iPhone 5 com traseira de policarbonato.

Os displays dos smartphones da empresa foram crescer mesmo em 2014. Foi nesse ano que a Apple lançou o iPhone 6 em duas versões, com opções de painéis de 4,7 e 5,5 polegadas.

O visual dos aparelhos mudou de vez em relação aos anos anteriores, mas a quantidade de RAM continuou a mesma das duas gerações anteriores. O modelo também foi alvo de polêmicas graças a diversos relatos de que ele entortava nos bolsos das pessoas.

O chamado bend-gate foi resolvido no iPhone 6S, de 2015, que novamente veio em duas versões e trouxe como novidade o 3D Touch. O sistema fazia os aparelhos reconhecerem diferentes níveis de pressão na tela. Ah, e o aparelho finalmente dobrou a RAM, vindo com 2 giga.

No ano seguinte, a dupla de iPhones principais ganhou a companhia do iPhone SE, com tela pequena para os órfãos das velhas gerações. Por dentro, ele era idêntico ao iPhone 6S, mas o conteúdo ficava em um pacote com display de 4 polegadas.

Seus irmãos maiores, o iPhone 7 e o 7 Plus, mudaram pouco em relação aos anteriores. Eles trouxeram como grande mudança a ausência da entrada de fones de ouvido, além de uma câmera dupla no modelo maior.

O visual das gerações passadas foi quase mantido nos iPhones 8, que mudaram mesmo foi por dentro, com o processador A11 Bionic de seis núcleos e 3 giga de RAM.

As configurações eram as mesmas do iPhone 10, que chegou no mesmo dia. Mas o décimo iPhone trouxe um design todo diferente, com tela OLED de 5,8 polegadas, o famigerado entalhe no alto do painel e um preço ainda mais nas alturas.

E se o valor do iPhone 10 assustou, o dos novos iPhones 10S e 10S Max não ficou atrás. Os novos modelos, que chegaram nesta semana, custam até 1.500 dólares.

Os dois herdaram o visual do antecessor. Mas a nova geração trouxe uma versão maior, com tela OLED de 6,5 polegadas, e ainda adicionou suporte a dois chips de operadora.

Por dentro, os aparelhos ganharam mais RAM e um novo processador A12 Bionic, ainda mais potente que o anterior. E o espaço interno também cresceu, e agora chega a até 512 giga.

A Apple ao menos anunciou um terceiro modelo mais em conta, o iPhone 10 R. Ele tem o mesmo processador dos outros dois, também conta com suporte a dois chips de operadora e tem uma tela grande, quase sem bordas e com entalhe no alto.

Mas o display de 6,1 polegadas é LCD, e a câmera traseira, em vez de ter dois sensores de 12 megapixels, vem apenas com um. O preço, no entanto, é bem menos proibitivo: o iPhone XR começa em 750 dólares.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Primeiras imagens mostram como será o Android Pie no Galaxy S9

O Android Pie foi lançado em agosto, e até o momento não sabemos quando ele chegará aos celulares da Samsung. No entanto, um vazamento mostra que a empresa já está adaptando o novo sistema operacional para se encaixar com a Samsung Experience 10, nome dado pela companhia à interface do sistema de seus celulares (antigamente conhecida como TouchWiz).

As imagens foram vazadas pelo site XDA Developers, mostrando o que esperar do sistema operacional no Galaxy S9+. As capturas foram feitas em uma edição ainda bastante inicial do software, o que significa que ele ainda pode ser consideravelmente modificado até o lançamento em um momento ainda não especificado.

Há uma série de detalhes interessantes nas imagens publicadas até o momento, como fontes novas, ícones de navegação do Android renovados, com a maior mudança sendo o botão de abrir os apps recentes, agora representado por três linhas verticais. Na tela de bloqueio, a data e o horário foram ajustados para o centro da tela.

Uma outra mudança importante é que a interface de exibição dos aplicativos recentes passa a ser rolada horizontalmente, e não mais verticalmente. É uma mudança bastante inspirada no iOS que o Google implementou na versão pura do Android Pie e que a Samsung parece ter abraçado.

O painel de notificações também foi repaginado, assim como a área de ajustes rápidos. A empresa também desenvolveu um tema escuro, que faz bastante sentido com uma tela AMOLED. Os apps da Samsung também ganharam um novo visual, abraçando uma estética mais curvilínea.

Você pode conferir as imagens na íntegra no site do XDA Developers por meio deste link.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O Galaxy Note 9 seria REALMENTE o primeiro smartphone a substituir um PC?

Nesta terça-feira (18/9), a Samsung apresentou à imprensa as novas funcionalidades corporativas do Galaxy Note 9. Novas, para falar a verdade, é jeito de dizer. O que a fabricante sul-coreana mostrou é o aperfeiçoamento de alguns desses recursos, como o Knox (a plataforma de produtividade e segurança da marca) e a S-Pen. Mas, o que me chamou a atenção durante o evento, foi outra coisa: o fato de um smartphone, FINALMENTE, ser capaz de substituir um computador de forma decente.

Eles tentaram, mas…
Há muito se vem falando que os smartphones conseguiriam aposentar os notebooks. E, para algumas funções, eles chegaram perto. Afinal de contas, quantos de nós levantamos do sofá ou da cama para ligar um PC ou notebook para, por exemplo, navegar na internet, acessar nossas redes sociais, ouvir música, ver séries ou jogar games mais casuais? O fato é que os celulares da atual geração conseguem executar essas tarefas sem sofrimento e a vantagem de caber na palma da mão.

No entanto, para tarefas que exigem poder de processamento e longo tempo em frente a uma tela, os smartphones ficam devendo, mesmo com acessórios. Os tablets até vieram para tentar cumprir a missão de mandar desktops e notes para o asilo, mas também falharam. E tudo indicava que o cenário permaneceria assim, cada qual “no seu quadrado”. Até a chegada do Galaxy Note 9.

Facilidades para se transformar em um mini PC

O recurso que me fez chegar à conclusão de que o Note 9 pode ser um PC com desempenho decente atende pelo nome de Dex. Presente também no Note 8, a funcionalidade transforma o smartphone em um mini computador de forma bem prática: basta plugar o dispositivo em um monitor ou TV com entrada HDMI. Para isso, é necessário ter o conversor USB-C para HDMI (que deve ser comprado separadamente, uma bola fora da Samsung, considerando o alto preço do aparelho) e a transformação é feita automaticamente. E com o bônus de que o modelo ainda trabalha no Dual Mode, ou seja, o display do smartphone funciona de modo independente, mas integrado.

Feito isso, basta que o usuário tenha um teclado e um mouse Bluetooth (neste último caso, a tela do smartphone também pode cumprir a função de mouse) para que o mini PC fique completo. O usuário pode navegar pelas duas telas, rodar aplicativos como pacote Office, navegar pela internet e acessar recursos corporativos sem que o aparelho esquente ou apresente perda de desempenho.

Muito disso se dá pelo robusto hardware do Galaxy Note 9: processador Qualcomm Snapdragon 845 (ou o Exymos 9810, ambos de 8 núcleos), 6GB ou 8GB de memória RAM, 128GB ou 512GB de capacidade de armazenamento (expansíveis) e uma placa gráfica bastante razoável (Mali-G72 MP18 para Ásia e Europa e a Adreno 630 para EUA, LATAM e China). Ou seja, especificações que não ficam nada a dever para um bom PC intermediário.

A área de trabalho criada pelo Dex

Some-se tudo isso a uma sacada fundamental da Samsung: quando o Dex é ativado, uma área de trabalho semelhante a do Windows é criada na tela principal. Isso facilita – e muito – a vida do usuário, uma vez que ele se identifica imediatamente com o que vê no display e sua adaptação é rápida e intuitiva. Com isso, ele consegue acessar e-mails, aplicativos e navegador sem perder tempo.

Em outras palavras: intuitividade.

No caminho certo. Mas ainda para poucos bolsos

O combo “Hardware + facilidade de uso + praticidade” indica que a Samsung sabe o que faz para que, finalmente, um smartphone consiga substituir um PC de desempenho intermediário. Ainda que não seja indicado para tarefas mais pesadas, como aplicações gráficas ou programação, ele consegue suprir tranquilamente o uso diário da maioria dos profissionais liberais.

No entanto, o investimento para se ter esse mini PC ainda é bem proibitivo. Afinal, fica difícil convencer o usuário a gastar entre R$ 5.499 (128 GB) e R$ 6.499 (512 GB) pelo Galaxy Note 9 (sem contar os acessórios como adaptador e teclado), quando ele sabe que por esse valor pode-se comprar um ultrabook e ainda sobra um trocado para um smartphone intermediário, por exemplo.

No entanto, a fabricante sul-coreana também mostrou que está no caminho certo para que notebooks e desktops sejam considerados “trambolhos ultrapassados” em um futuro não muito distante. Façam suas apostas! 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Defina quanto tempo as crianças podem passar em frente a um PC com Windows 10

Deixar as crianças ou seus filhos em frente ao computador é importante para os estudos e até mesmo para se divertirem, mas o tempo que eles passam nele precisa ser devidamente controlado. Seja para que eles não tenham acesso a conteúdo indevido e por questões de saúde.

O Windows, felizmente, traz algumas opções que lhe ajudam a definir quanto tempo elas podem passar no computador. Veja abaixo como fazer isso.

Configurando uma conta para crianças

Antes de prosseguir para a etapa onde você define quanto tempo a criança pode passar no computador, é necessário criar uma conta especial no Windows para ela. Caso esteja na dúvida de como este processo é feito, você pode conferir esta matéria do Olhar Digital que ensina a criá-la.

Limitando o tempo que a criança passa no PC

Depois de ter a conta para a criança criada, é possível fazer a configuração que limitará o tempo que ela passa no computador. Confira:

  1. No Windows, como usuário principal da máquina, pressione junto as teclas “Win + i” e entre em “Contas”;

  2. Clique em “Família e outros usuários”;

  3. Vá em “Gerenciar configurações de família online”;

  4. Agora, acesse a opção “Tempo de tela”;

  5. Por fim, indo para a parte de baixo da tela, habilite a opção “Tempo de tela no computador” e defina o horário em que a máquina poderá ser utilizada.

Pronto! Depois de fazer estas configurações, a criança só conseguirá utilizar o computador no tempo estipulado por você. Caso tenha um Xbox One, também é possível configurar o tempo que ela passará no videogame ao marcar a opção “Tempo de tela no Xbox”.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como personalizar o plano de fundo de uma conversa no WhatsApp Web

Gosta de usar o WhatsApp Web no seu PC, mas sente falta de mais opções de personalização? Felizmente, as últimas versões do aplicativo para navegadores trouxe a possibilidade de trocar o papel de parede da conversa. Assim, o usuário pode ter uma experiência diferente ao conversar pelo computador.

Para que os papéis de parede funcionem no WhatsApp Web, é preciso que o celular do usuário esteja rodando a versão 2.18 do aplicativo ou mais recentes no Android ou iPhone (iOS). Confira a seguir como verificar a edição do app que está instalada no telefone. Em seguida, veja como alterar o papel de parede no PC.

Como verificar a versão do WhatsApp

  1. Abra o WhatsApp, clique no ícone representado por “três pontos”;

  2. Vá em “Configurações” e toque em “Ajuda”;

  3. Clique em “Dados do app” e cheque a versão.

Como trocar a imagem de fundo

Fazer a troca da imagem de fundo é bem simples e o processo pode ser realizado em qualquer navegador que tenha suporte ao serviço. Veja:

  1. Acesse o WhatsApp Web normalmente;
  2. Clique no ícone representado por três pontos e vá em “Configurações”;

  3. Vá em “Papel de parede da conversa”;

  4. Selecione a cor desejada.

Diferente do que ocorre com o WhatsApp para celulares, como dito anteriormente, no WhatsApp Web só é possível trocar a imagem padrão de fundo da tela de conversas por uma cor. O aplicativo para navegadores não permite escolher uma imagem que esteja armazenada em seu computador.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vírus espião Pegasus é detectado em smartphones em 45 países

Mesmo com as muitas denúncias nos últimos anos, o uso de spywares por órgãos de governos para monitorar atividades nas redes segue forte. Uma nova análise do Citizen Lab, laboratório de pesquisa canadense especializado em privacidade, detectou atividades do Pegasus, um dos vírus espiões mais perigosos para Android e iOS, em smartphones espalhados por 45 países nos últimos dois anos – incluindo na lista até mesmo o Brasil.

O Pegasus é desenvolvido pela empresa israelense NSO Group. A companhia cria ferramentas de monitoramento que, como o spyware, são capazes de quebrar a segurança de iPhones e Androids e acessar de tudo: detalhes de redes e localização até e-mails e contas em redes sociais. As vítimas recebem links maliciosos por e-mail ou mensagem, em clássicos ataques de phishing. Basta um clique para que o vírus se instale por alguma brecha no sistema operacional.

Histórico ruim

O spyware foi detectado pela primeira vez por pesquisadores do próprio Citizen Lab, em uma pesquisa em conjunto com a empresa de segurança Lookout ainda em 2016. Um ataque com o vírus foi direcionado ao ativista de direitos humanos Ahmed Mansoor, nos Emirados Árabes Unidos.

Na ocasião, o estudo também apontou a presença dele em aparelhos no México, em Israel, na Turquia e em alguns outros poucos países na época – sempre com suspeitas de uso político. Sabe-se que a empresa tem contratos fechados com os governos mexicano e panamenho.

Os novos achados

A nova análise aumenta bastante o leque de regiões em que o vírus esteve ativo. Nos últimos dois anos, de agosto de 2016 – quando a primeira pesquisa foi divulgada – até o mês passado, rastros dos Pegasus apareceram em 1.091 endereços IP pela web.

Eles eram mantidos por pelo menos 36 operadores diferentes em 45 países. Seis deles têm histórico de uso abusivo da ferramenta para violação de direitos humanos, e o laboratório ainda reforça que há evidências de uso dele em alvos envolvidos em questões políticas.

Aqui no Brasil, as atividades do Pegasus seguem desde junho de 2017. O responsável pelo controle do spyware é um operador na Ásia, identificado pelo Citizen Lab como Ganges, que também atua em Bangladesh, Índia, Paquistão e Hong Kong usando um mesmo endereço com tema político.

O número de infectados, no entanto, não foi divulgado na análise. Mas a forma de prevenção para evitar infecções é sempre a mesma: sempre desconfie de links recebidos por e-mail e mensagens, mesmo que seja de um aparente conhecido.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

99 coloca câmeras em carros de motoristas parceiros em São Paulo

A empresa de transporte por aplicativo 99 está colocando câmeras nos carros de alguns motoristas parceiros no Brasil. Por enquanto, as câmeras ainda fazem parte de um teste da companhia, que quer monitorar viagens para garantir mais segurança a passageiros e condutores.

Segundo a Reuters, os testes estão sendo feitos em carros do 99Pop e táxis que atendem pelo aplicativo em São Paulo. Os veículos são identificados para que os usuários saibam que estão sendo filmados. Os motoristas também assinam um termo de conformidade antes de participar do teste voluntário.

As câmeras servem para inibir fraudes e também crimes. Recentemente, a 99 suspendeu o cadastros de novos motoristas depois que um homem burlou o sistema de segurança do aplicativo para se cadastrar como motorista e estuprar passageiras em Fortaleza. Ele foi preso em agosto.

As imagens captadas pelas câmeras serão monitoradas em tempo real, 24 horas por dia, são armazenadas na central de dados da companhia e analisadas por uma equipe que inclui ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos. Além disso, a 99 também vai usar inteligência artificial para monitorar as viagens. “Assim, o aplicativo pode identificar situações de risco e tomar as medidas cabíveis”, disse a empresa em comunicado.

Ao longo dos próximos meses, a 99 pretende expandir o programa de monitoramento por câmeras incluindo novas cidades e mais equipamentos, sensores de visão noturna e lentes “fisheye”, que captam um ângulo maior dentro dos carros.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Micro-ondas inteligente? Amazon planeja eletrodomésticos com assistente pessoal

A Amazon pode lançar uma linha de eletrodomésticos inteligentes no fim deste mês. Segundo rumores, a empresa estaria planejando produtos que vão desde um micro-ondas a um home theater equipados com a assistente pessoal Alexa. Os dispositivos poderiam ser controlados a partir da voz, fazer buscas e se conectar com outros equipamentos domésticos facilmente.

Em uma disputa acirrada pelo Google pelo mercado de casas inteligentes, os planos da Amazon parecem ser inundar as lojas de produtos com a Alexa embarcada. De acordo com a publicação do The Verge, essas novidades poderiam tanto usar a assistente virtual da empresa de Jeff Bezos exclusivamente ou vir embarcada ao lado das rivais como o Google Assistente, Siri e Cortana.

Ainda segundo os rumores, os novos produtos chegariam até o final deste ano, mas a empresa faria o evento para apresentar a primeira leva no fim deste mês. Entre os aparelhos especulados estariam um forno micro-ondas conectado, um produto para carros e um aparelho de som premium para casa, incluindo um amplificador, um receptor e um subwoofer. Entretanto, as novidades não fariam parte da atual linha de produtos Echo.

Embora ainda não esteja disponível no Brasil, a Alexa tem uma fatia importante do mercado norte-americano e tem sido um dos grandes focos da Amazon nos últimos meses com a linha de caixas de som Echo. A inteligência artificial é capaz de fazer buscas na web e controlar dispositivos domésticos conectados. Recentemente, a Amazon e a Microsoft firmaram uma parceria para conectar as assistentes Alexa e Cortana.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vale a pena instalar o iOS 12 em um iPhone antigo?

Todo ano, o lançamento de uma nova versão do iOS traz um questionamento importante: vale a pena atualizar o celular, especialmente se o seu iPhone é mais antigo? É uma questão válida: aparelhos mais antigos costumam apresentar problemas com softwares mais novos, e ninguém quer que uma atualização te faça a trocar de smartphone.

No caso da Apple, essa discussão é mais interessante. A estratégia da empresa de fornecer atualizações para produtos lançados às vezes quatro ou cinco anos atrás por um lado é positiva, porque mesmo os aparelhos mais velhos continuam recebendo novidades, mas também é arriscada, justamente pela possibilidade de que o sistema não seja adequado a um hardware mais antigo.

Neste ano, no entanto, com o lançamento do iOS 12, as coisas mudaram um pouco. Em vez de a Apple apostar em recursos novos e pesados, a empresa decidiu apostar em desempenho e em fazer os iPhones antigos funcionarem melhor. A abordagem visa beneficiar especialmente aqueles modelos que já estavam chegando perto do abandono, como o iPhone 5s.

O vídeo abaixo, produzido pelo canal iAppleBytes mostra a situação. Na maior parte dos casos, o iPhone 5s rodando o iOS 12 se sai levemente mais rápido do que o mesmo aparelho rodando o iOS 11.4.1.  Em alguns dos casos o ganho de desempenho é considerável, enquanto em outros ele é mais modesto ou simplesmente estável.

No fim das contas, fica claro: mesmo se você tiver um iPhone 5s, não parece haver questões de desempenho graves com o iOS 12 em smartphones antigos. No pior dos casos, não há perdas, o que já é bom o bastante, considerando que a atualização traz alguns recursos novos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como fazer o envio de arquivos sem fio com o Mi Drop

Fazer a transferência de arquivos pelo celular é algo necessário em algumas ocasiões. Quando isto se torna necessário, a primeira opção que vem em mente é passá-los através de um aplicativo para a troca de mensagens, mas para isto, você precisa ter uma conexão com a internet e o processo pode ser lento.

A boa notícia é que através do aplicativo Mi Drop, desenvolvido pela Xiaomi, você consegue transferir arquivos de forma rápida e prática para seus contatos, sem precisar da internet, apenas do Bluetooth. A seguir, veja como utilizar o Mi Drop para transferir arquivos:

  1. Acesse a Google Play e realize o download do aplicativo Mi Drop;
  2. Prossiga com a explicação de como o aplicativo funciona e, após ler os termos de uso dele, se estiver de acordo, clique em “Iniciar”;

  3. Na nova tela, defina um avatar e o nome do seu dispositivo no campo conforme indica a imagem abaixo.

Agora que o aplicativo está instalado, você pode enviar ou receber arquivos por ele, mas, lembre-se que o contato também precisará ter o Mi Drop instalado. Dito isto, seguem os passos para enviar e receber arquivos.

Enviando arquivos

  1. Na tela principal do aplicativo, toque em “Enviar”. Conceda a permissão necessária para o Mi Drop ter acesso aos seus arquivos. Esta mensagem só aparece na primeira execução;

  2. Na parte de cima do aplicativo, selecione o tipo de arquivo a ser enviado. Então, selecione o conteúdo a ser enviado e clique em “Enviar”;

  3. Mais uma vez, na primeira execução, é necessário conceder mais uma permissão. Assim, clique em “Definir” na mensagem que aparece, depois em “Permitir” e habilite a opção “Autorizar a permissão”;

  4. De volta ao aplicativo, selecione o contato para quem deseja enviar o arquivo e aguarde a pessoa aceitar a solicitação para o recebimento dele.

Depois que uma conexão é realizada, você ainda poderá selecionar mais arquivos para serem enviados caso tenha esquecido algo.

Recebendo arquivos

  1. Na tela inicial do Mi Drop, clique em “Receber” e quando o contato tentar se conectar, toque em “Aceitar”;

  2. Aguarde o recebimento do arquivo ser completado e você poderá abri-lo com o botão ao lado dele.

Para a realizar a transferência ou o recebimento de arquivos, o Mi Drop necessita que o Bluetooth fique ativo. Entretanto, diferente da forma convencional de envio de arquivos por Bluetooth, o Mi Drop consegue otimizar a conexão e deixa o processo mais rápido. Em testes feitos no Olhar Digital, a taxa de transferência superava os 10 MB/s em alguns momentos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral