Arquivo da categoria: Tecnologias e Games

Prepare-se: devemos ter o primeiro iPhone custando mais de R$ 10 mil no Brasil

A Apple anunciou os novos iPhones XS e, para surpresa de ninguém, a empresa continua apostando em aparelhos caros, que chegam à faixa de preço dos US$ 1.000. Apesar de a surpresa ter passado longe nesse aspecto, a notícia ainda é negativa para os brasileiros que têm tudo para receber o iPhone mais caro da história.

Já é tradição que, ano após ano, o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo. Os motivos são dois: a alta carga tributária brasileira e o próprio custo-Apple, que é maior do que qualquer outra empresa de eletrônicos mais convencional. No entanto, neste ano, temos mais um fator pesando contra os brasileiros que quiserem comprar o celular por aqui: o dólar.

Você pode ter acompanhado nos noticiários nos últimos tempos. O dólar está alcançando patamares próximos dos maiores da história, chegando perto dos R$ 4,20 nas últimas semanas. Há algumas razões que explicam isso, como a economia combalida e, especialmente, a preocupação com o processo eleitoral brasileiro.

Independentemente das razões, o dólar com uma cotação nessa faixa praticamente garante que o novo iPhone chegará ao Brasil custando uma fortuna ainda maior do que nos anos anteriores. Para isso, vamos comparar a situação da cotação do dólar no ano passado.

Entre setembro de 2017 (apresentação do iPhone X) e novembro (chegada do iPhone X ao Brasil), o dólar oscilou entre R$ 3,0945 e R$ 3,3094. Isso não impediu que o aparelho chegasse ao país com o preço sugerido de R$ 7.000, enquanto o preço nos EUA, sem incluir os impostos calculados na hora da compra que variam de cidade para cidade, era de US$ 1.000.

Diante disso, poderíamos pensar em uma aplicação da famosa regra de três. Considerando que, com o dólar custando R$ 3,20 (média do período entre setembro e novembro), o iPhone X de US$ 1.000 custou R$ 7.000 no Brasil, quanto custaria um iPhone lançado por US$ 1.000 com o dólar a 4,20? A resposta não é nada amigável: o aparelho teria o preço sugerido de aproximadamente R$ 9.200.

Esse poderia ser o preço do iPhone XS mais barato, com 64 GB de armazenamento. E se olhássemos o aparelho mais caro? Estamos falando do iPhone XS Max, com 512 GB de espaço, que custará US$ 1.450. Neste caso, o preço poderia passar de R$ 13,3 mil, colocando com folga o preço de um iPhone acima dos R$ 10 mil.

Mas e se o usuário não quiser o top de linha e se contentar com o aparelho mais modesto, o iPhone XR? Neste caso, a comparação será outra. O iPhone 8, por exemplo, foi lançado por US$ 700, o que se traduziu em um preço de R$ 4.000 no Brasil com o dólar a R$ 3,20. Enquanto isso, o XR tem o preço-base de US$ 750, mas o dólar está bem mais alto. Com o cálculo proporcional, o preço do novo aparelho ficaria em R$ 5.600, o que faz sentido quando comparamos, por exemplo, aos preços cobrados pela Samsung com o Galaxy Note 9.

Claro que existem muito mais fatores para a Apple definir o preço final dos novos iPhones no Brasil do que uma simples regra de três. Os valores mencionados são uma estimativa proporcional que provavelmente serão bastante diferentes da realidade. No entanto, o cálculo deixa claro uma coisa: quem quiser comprar um novo iPhone no Brasil vai ter que pagar bem caro por isso se o dólar não cair bastante até o lançamento. 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como se cria uma moeda virtual como o Bitcoin?

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.

>>> Como se cria uma moeda virtual?
Gostaria de saber se dá para eu criar uma moeda virtual, e que ferramenta se utiliza para criação de uma. Obrigado pela atenção.
Caio Martins

Criar uma moeda do zero é difícil, mas você não precisa criar uma moeda do zero — e isso facilita o processo para você ter seu “próprio Bitcoin” imensamente. Muitas das moedas que existem hoje são apenas clones de outras moedas com algumas pequenas alterações (como uma mudança no tempo de mineração, no tamanho dos blocos, o tamanho das recompensas para mineração e assim por diante). Logo, essas moedas não são difíceis de serem criadas, mas você ainda precisa conhecer programação para fazer a alteração do código para diferenciar a moeda original e a clone, além de aplicar as atualizações e correções pertinentes ao longo do tempo.

Você também pode emitir “tokens” na rede Ethereum da mesma forma. Existem códigos prontos para você criar os chamados “contratos inteligentes” (smart contracts) que fundamentam a emissão dessas ‘tokens”. Existe até um serviço que cria um contrato para você via formulário, o .

Isto dito, Caio, devo fazer um alerta: se você precisa fazer essa pergunta, provavelmente você não deve criar uma moeda virtual. Embora seja fácil pegar uma receita de bolo, usar um “copiar/colar” (ou um formulário que faça o mesmo) e assim ter a sua “moeda”, isso não é suficiente para de fato manter uma moeda funcionando.

Criação de moeda pode ser feita com ‘receitas’ e até formulári on-line, mas processo simples esconde possíveis complexidades na manutenção, segurança e visão para que a moeda seja útil. (Foto: Reprodução)

O que você vai fazer, por exemplo, se for identificado algum problema no contrato que você usou, de modo que sua moeda seja hackeada? E se você descobrir que o código pronto que você pegou estava adulterado justamente para deixar que alguém assuma o controle da sua moeda um dia? Você precisa ser capaz de ao menos ler e entender os códigos para ter uma ideia do que você está fazendo e de como vai corrigir problemas no futuro.

Além disso, qual é a finalidade da sua moeda?

Quem se aventurou a criar moedas praticamente do zero também está tendo dificuldades. É o caso das moedas IOTA e Verge — esta última foi recentemente hackeada e os desenvolvedores serão obrigados a criar uma versão nova do programa para voltar a rede no tempo para ignorar as modificações feitas pelos hackers.

Análises apontam que 50% a 80% das moedas (“ICOs”) não dão certo ou são fraudulentas. Você precisa de muito conhecimento e planejamento para não ser só mais uma — e se o seu objetivo é justamente criar uma dessas moedas inúteis, minha sugestão continua sendo deixar isso para lá.

>>> Anúncio de vírus no celular
Tive um problema com meu celular, aparentando ser vírus: troquei de trocar de celular, instalei o antivírus Vivo Protege sugerido pela vendedora e não mais o antivírus DFNDR de antes, mas o problema ocorreu novamente, uma semana após a troca. Rodei o antivírus Vivo Protege e ele não acusou vírus nenhum. Resolvi então seguir a sugestão da mensagem de alerta de vírus e cliquei para instalar um antivírus: o instalado foi o DFNDR. Após instalar, abri e rodei o DFNDR, que acusou um problema e deletou, mas em seguida, me ofereceu a versão paga. Recusei e desinstalei o DFNDR, até agora não houve mais mensagem de alerta de vírus.

Pesquisei então na internet informando no campo de pesquisa do navegador as mensagens de alerta recebidos, até que encontrei a indicação do que ocorria com meu celular, no seu site ().
Com meu celular aconteceu semelhante ao descrito no seu site: enquanto o alerta aparece na tela, o celular vibra e emite bipes para reforçar a urgência. Apertar o botão “voltar” não resolve nada – a tela é que volta.

O que achei estranho, é que esse alerta de vírus voltou no meu celular novo, que eu não havia instalado nenhum antivírus gratuito, tipo o DFNDR! O que pode ter acontecido? Falha do Vivo Protege? Pode um site de antivírus detectar um usuário pelo número da linha de celular e enviar a mensagem para ele? Eu cliquei num link da revista on-line que me pareceu confiável, teria sido coincidência?
Grato,
Humberto Rigotti Sodré

Humberto, nenhum antivírus instalado no celular é capaz de impedir que esses anúncios sejam exibidos. Receber esses anúncios, mesmo com um antivírus instalado, não caracteriza nenhum tipo de deficiência no software que você instalou. A mensagem que afirma que seu celular está infectado é completamente falsa e, sendo assim, não existe nada para o antivírus de verdade detectar. Seja lá o que o antivírus instalado detectou de problema, é extremamente improvável que havia qualquer relação com a exibição dessas mensagens.

Há alguns relatos mais antigos de pessoas que tiveram seus roteadores atacados para mudar uma configuração de internet (o DNS) e essa configuração fazia com que anúncios publicitários específicos fossem carregados nas páginas de internet. Hoje isso é mais raro, pois várias redes de publicidade estão utilizando a segurança HTTPS, que dificulta esse truque de redirecionamento dos anúncios.

Isso significa que você realmente pode acabar vendo uma mensagem dessas — eu mesmo já vi, várias vezes — mesmo sem ter qualquer problema de segurança. E esses anúncios são veiculados por sites da web, inclusive publicações de jornais e revistas renomadas. Redes de publicidade amplamente utilizadas, como a do Google, também distribuem esses anúncios maliciosos (como, inclusive, foi revelado por esta coluna).

No caso específico do Google, em geral não existe filtro que os sites podem usar para bloquear anúncios antes que eles sejam exibidos — como o Google exibe anúncios com base nas preferências de cada visitante, os anúncios que cada pessoa recebe não são os mesmos. Além disso, os golpistas criam novas peças publicitárias frequentemente, burlando qualquer bloqueio configurado pelos sites.

Logo, quem precisa atuar nesses casos são as redes de publicidade, bem como a empresa responsável pelo aplicativo, já que essas campanhas existem por causa de programas de afiliados que elas promovem.

Com esses anúncios circulando com tanta frequência, pode ter sido um mero acaso que apenas o seu telefone que não tem antivírus recebeu a mensagem. Porém, como os sistemas de publicidade em uso hoje são muito inteligentes e levam em conta vários fatores para decidir qual peça de publicidade será exibida, também é possível que o outro telefone receba menos anúncios desse tipo por você já ter interagido com essa publicidade nele.

De modo geral, é extremamente difícil identificar o que faz esses anúncios aparecerem. A dica da coluna é sempre ignorar e não instalar os produtos recomendados em nenhuma hipótese, pois isso a mera instalação do aplicativo sugerido pode resultar em pagamento para o golpista.

O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Uber anuncia novo logo e renova visual de aplicativo

Em 2016, a Uber passou por um trabalho de reestruturação de marca e identidade visual que será totalmente abandonada em 2018, de acordo com um novo anúncio feito pela empresa nesta quarta-feira, 12. Como resultado, o logo da empresa vai mudar, assim como os ícones dos aplicativos e o design dos apps. 

O motivo do redesenho é simples: o logotipo antigo não era facilmente identificável e associado com a empresa, o que poderia gerar confusão entre os usuários. Em contato com o site AdWeek, representantes afirmaram que chegaram a identificar que alguns dos motoristas estavam colando o adesivo fornecido pela Uber ao contrário, porque o nome da empresa, presente na parte interna do adesivo, era mais fácil de ser identificado do que o logo. 

Como resultado dessa reestruturação de marca, o logo da Uber ficou consideravelmente mais simplificado, e os ícones do aplicativo agora trarão o nome “Uber” escrito por inteiro. O mesmo vai acontecer com o app do Uber Eats. Para isso, a empresa criou uma fonte própria, chamada “Uber Move”, seguindo uma tendência adotada por outras gigantes como Apple, Google e Netflix. Os ícones dos aplicativos da empresa começarão a receber a novidade a partir desta quarta-feira, 12. 

Curiosamente, o anúncio da mudança vem apenas dois dias depois de a empresa anunciar uma nova diretora de marketing, a ex-executiva da Coca-Cola Rebecca Messina, o que pode ter pesado na mudança.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

AMD lança nova atualização para corrigir falha Spectre

A fabricante de processadores AMD anunciou o lançamento de uma nova atualização de software para seus processadores com o intuito de imunizar sistemas contra a falha Spectre, em especial a “versão 2” da vulnerabilidade. A atualização vale para todos os processadores atuais até a série Bulldozer, lançada em 2001, que inclui processadores do FX-8170 a FX-4100, e faz parte do pacote mensal de atualizações do Windows lançado nesta terça-feira (10).

Fabricantes de placas-mãe também devem repassar as correções fornecidas na forma de atualizações de BIOS. A AMD afirma que a “combinação” da atualização da BIOS com as atualizações que fornecidas pelo Windows é necessária para obter as proteções.

“Spectre” é o nome popular de uma vulnerabilidade encontrada em uma técnica de otimização presente em diversos processadores modernos. Ela foi divulgada junto da falha Meltdown, que é mais grave e que, nos computadores de mesa e notebooks, afeta apenas produtos da Intel. Um hacker que explorar essas brechas pode acessar áreas da memória aos quais o seu programa não poderia ter acesso. Por isso, essas falhas trazem um risco maior para empresas, que dependam muito do isolamento de segurança oferecido pelos processadores para conceder acesso restrito a servidores.

Embora menos grave que a Meltdown, a Spectre é notória por ser difícil de corrigir. A AMD enfrentou problemas quando uma atualização distribuída pelo Windows deixou o sistema inoperante em produtos mais antigos da fabricante de chips.

Neste mês de abril, a Microsoft também removeu a exigência de que antivírus se “declarem” compatíveis antes de instalar essas atualizações. A empresa havia determinado que certos produtos de segurança impediam o sistema de funcionar corretamente quando as atualizações dos processadores eram instaladas.

SAIBA MAIS

A AMD ainda não lançou atualizações para as falhas de segurança . As brechas Ryzenfall, Masterkey, Fallout e Chimera foram divulgadas publicamente apenas 24 horas após a AMD ser comunicada sobre o problema.

Diversos usuários e veículos de imprensa levantaram a suspeita de que a CTS Labs e sua parceira, a Viceroy Research, pretendiam lucrar com uma possível queda nas ações da AMD resultantes da divulgação da falha e que o impacto das vulnerabilidades havia sido exagerado. Desde a divulgação do relatório, as ações da AMD registram queda de 11% e não há relatos de que as falhas tenham sido usadas em ataques reais.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Review: Samsung Q7FN é boa? Veja análise da TV QLED

Todo ano, a história se repete. As duas maiores fabricantes de TVs lançam seus modelos topo de linha no mercado, sempre com tecnologias diferentes. Mas enquanto a LG aposta há anos nas telas OLED, a Samsung começou a usar os pontos quânticos, ou QLED, em seus aparelhos. A tecnologia é a base da última linha lançada pela marca no Brasil, que tem quatro modelos. Entre eles, está essa Q7FN de 65 polegadas, que tem resolução 4K e promete imagens de altíssima qualidade. Mas será que ela vale a pena? Testamos para descobrir.

Design

Por fora da TV, o que se vê é um modelo que privilegia a espessura. Ou melhor, a falta dela. O modelo Q7F da Samsung mede apenas um centímetro nas bordas, que quase nem existem, e menos de cinco no meio. A TV tem partes em aço escovado e uma textura na traseira, que dão um ar todo elegante. Ela foi pensada para ficar pendurada na parede, e só tem uma porta em todo o seu corpo. É nela que se conecta o cabo de fibra óptica, cuja outra ponta é ligada no One Connect.

O aparelho serve como uma espécie de “gabinete” de PC, onde fica quase todo o hardware da TV, incluindo as outras portas: três USB, quatro HDMI, uma ethernet, uma saída óptica, entre outras. Um belo acervo, que pode ficar escondido em uma prateleira ou até longe da TV, já que o cabo que liga o One Connect a ela mede cinco metros.

Tela

O modelo também usa uma tecnologia que, apesar do nome, é bem diferente do OLED adotado pela rival LG. O QLED é uma evolução, de certa forma, das telas LED. A imagem é gerada com a ajuda de uma luz de fundo, que funciona em conjunto com os chamados pontos quânticos, responsáveis por definir a cor exibida. Essa solução consegue gerar cores mais intensas e um brilho consideravelmente mais alto do que outros modelos, como o da própria LG, chegando fácil a 1.500 nits, segundo a própria Samsung.

Em imagens 4K bem coloridas, há até uma certa saturação, mas a qualidade e a nitidez são notáveis mesmo em ambientes bem claros e em um ângulo de visão bem acentuado. No entanto, a tecnologia ainda peca um pouco na exibição de pretos e tons mais escuros, especialmente quando a imagem não é 4K. Em vez de ausência de cor, o que se vê em uma parte preta da cena é uma região em um tom de cinza bem mais escuro. Não chega a ser um problema grave, mas a diferença é sentida na comparação com uma tela OLED. De toda forma, ainda sobre a tela, a taxa de atualização é de 120 hertz, uma boa notícia para gamers.

Software

Por dentro, na questão do software, também há algumas diferenças enormes. A Q7F da Samsung roda um sistema baseado no Tizen, uma plataforma de código aberto que a empresa também adota em outros aparelhos, como os relógios inteligentes da linha Gear e o mais recente Galaxy Watch. O sistema já vem com alguns bons apps instalados, com destaque para o Steam Link, para transmitir e jogar os games do Steam no PC direito para a TV.

Fora isso, o software conversa muito bem com outros aparelhos, identificando até por nome dispositivos conectados à porta HDMI. Aliado ao controle remoto único e bem compacto, isso permite comandar vários outros eletrônicos usando apenas o acessório da TV — desde que sejam compatíveis, claro. O sistema também se integra bem ao aplicativo Smart Things da Samsung, que permite controlar a TV pelo celular e configurar horários para ela ligar e desligar, por exemplo.

Conclusão

Um resumo da ópera? A Samsung ainda não conseguiu superar o nível de fidelidade do preto e das cores das telas OLED da LG. Mesmo assim, é inegável que a fabricante faz um ótimo trabalho com brilho e intensidade. Fora isso, a marca ainda tem um software cada vez melhor em suas TVs, com uma boa gama de recursos e integração com outros aparelhos inteligentes. Com preço sugerido de 10.600 reais, o modelo de 65 polegadas da Samsung ainda sai mais em conta que o rival equivalente. Então, para quem busca uma smart TV 4K e está com um dinheiro a mais no bolso, a Q7FN pode ser sim uma boa escolha.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

'Patch' para Android não garante atualização de segurança, diz estudo


Um estudo feito pelos pesquisadores Karsten Nohl e Jakob Lell da empresa Security Research Labs (SRL) afirma que alguns fabricantes de celulares com o sistema Android deixam de incluir atualizações para algumas falhas de segurança nos pacotes de correção que deviam trazê-las. Dessa forma, mesmo um celular que esteja com determinado “nível do patch de segurança” ainda pode estar vulnerável a falhas que foram corrigidas naquele patch ou em patches anteriores.

A exploração de falhas de segurança em celulares é bastante rara. Mas, dependendo da gravidade dos problemas existentes, criminosos poderiam disseminar aplicativos maliciosos em vídeos, fotos, páginas web ou até conexões Wi-Fi, sem que a vítima tivesse que autorizar a instalação do aplicativo. Em outro cenário, uma falha pode permitir burlar a tela de bloqueio do aparelho, dispensando a digitação da senha configurada, por exemplo.

Como o estudo identificou divergências entre as correções de segurança que o celular diz estarem instaladas e o que foi de fato instalado, a pesquisa de Nohl e Lell se concentrou na complicada tarefa de determinar exatamente quais atualizações estão presentes no celular. O projeto foi apresentado no evento Hack in the Box em Amsterdã, na Holanda. O evento terminou nesta sexta-feira (13).

Os dados levantados apontam que aparelhos das marcas Google, Samsung, Sony e Wiko são os que menos deixam atualizações de lado. Xiaomi, OnePlus e Nokia pertencem à lista de marcas que deixaram de incluir até 3 atualizações. Em seguida estão as marcas que esqueceram de até 4 remendos: Motorola, LG, HTC, Huawei. Em último lugar estão as fabricantes TCL e ZTE.

Para quem quiser checar o próprio celular, é preciso baixar o aplicativo e acionar a opção “Android patch level analysis”. Em seguida, deve-se tocar em “Start test”. Deve-se observar o número referente a “Patch missing”.

Falta de atualização não indica vulnerabilidade
As atualizações de segurança do Android são organizadas em pacotes mensais. O estudo aponta que alguns fabricantes removem certos itens desses pacotes, o que poderia manter um aparelho vulnerável mesmo quando ele está atualizado.

Em alguns casos, a remoção de um item pode ser feita porque o componente que seria atualizado não existe no celular. Nesses casos, mesmo que a atualização não seja instalada, o aparelho permanece imune porque não possui o recurso.

Nível de patch de segurança
O “patch de segurança” do Android é um tipo de atualização que corrige somente problemas ligados à segurança e estabilidade do sistema operacional. Diferente das atualizações de versão (do Android 7.0 para 7.1, por exemplo), o “patch” não inclui novas funcionalidades ao celular. O nível do patch instalado em seu celular pode ser conferido na tela “Configurar” do telefone, em “Sistema”> “Sobre o dispositivo”.

A versão do patch é informada por data. “Março de 2018”, por exemplo, deve incluir todas as atualizações de segurança até março de 2018.

O Google lança um patch para o Android todo mês desde agosto de 2015. Isso significa que celulares com nível de patch de segurança de dois meses atrás já estão desatualizados. O que os pesquisadores identificaram, porém, abre a possibilidade para que mesmo aparelhos com o patch mais recente estejam sem alguma das correções incluídas nos pacotes.

Google Play Protect
A distribuição das atualizações sempre foi um desafio para o Android.  Na época do Android 2, não era incomum que telefones recebessem uma ou duas atualizações para depois serem abandonados, ficando, ao mesmo tempo, sem novos recursos e sem as correções de segurança.

O “nível do patch de segurança” foi um meio encontrado pelo Google para criar uma rotina mensal de atualizações, semelhante ao adotado por outras fabricantes de software, para que os fabricantes e operadoras pudessem criar um procedimento comum e frequente para atualizações mais simples. Como o sistema em si não muda com o nível de patch de segurança, são necessárias poucas adaptações.

A mais recente iniciativa do Google é o Play Protect, uma marca que inclui um antivírus acoplado ao Android pelo Google Play e a certificação de aparelhos para que consumidores possam ter mais certeza sobre a confiabilidade de um telefone celular.

Todas as marcas testadas pelos pesquisadores são parceiras do Google que produzem aparelhos certificados, mas ainda é possível que alguns dos telefones testados não fazem parte da lista de modelos certificados pelo Google.

O Google afirmou que ainda vai analisar os dados dos pesquisadores para determinar o que exatamente está ocorrendo.

***

O PDF com a apresentação dada pelos pesquisadores pode ser baixado no site da Hack in the Box ()

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Projeto que impõe 'imposto de link' e 'filtro de upload' é aprovado na Europa

A Copyright Directive é um polêmico projeto de lei sobre direitos autorais que pode mudar todo o futuro da internet, e foi votada novamente pelo Parlamento Europeu, braço legislativo da União Europeia, na manhã desta quarta-feira, 12. A decisão dos parlamentares foi de aprovar o texto, que recebeu emendas após ser rejeitado pela primeira vez em julho deste ano.

A proposta de lei havia sido aprovada por um comitê especial do Parlamento Europeu no fim de junho e gerou uma onda de críticas e protestos por ativistas da liberdade de expressão na web. No início de julho, os parlamentares decidiram mandá-la de volta à estaca zero. Desta vez, porém, o projeto foi aprovado em plenário com 438 votos a favor e 226 contra.

Os pontos mais polêmicos da lei, os artigos 11 e 13, foram aprovados e mantidos quase exatamente como estavam antes, segundo o The Verge. O Artigo 11 é o que ficou conhecido como “imposto de link” e o Artigo 13 é o que também é chamado de “filtro de upload”.

Isto não significa que a lei entra em efeito imediatamente. A Copyright Directive deve ser votada novamente em janeiro de 2019. Se aprovada pela última vez, os estados que compõem a União Europeia deverão implementar a nova lei individualmente. Ainda assim, o texto pode variar de país para país.

Mas que lei é essa?

A Copyright Directive propõe uma nova forma de regulamentar a circulação de conteúdo protegido por direitos autorais na web, com o objetivo de combater a pirataria. Mas tem sido encarada como uma ferramenta de censura prévia por ativistas da liberdade de expressão na web.

O principal motivo de preocupação é um artigo presente no texto aprovado por um comitê do parlamento há um mês. O Artigo 13, conhecido também como “filtro de uploads”, exige que qualquer plataforma que recebe uploads de usuários – como YouTube, Facebook, Twitter e fóruns em geral – seja responsável por monitorar e filtrar os dados recebidos, para “identificar e prevenir” violações de direitos autorais.

É mais ou menos o que o YouTube já faz com todo vídeo que é colocado em sua plataforma, sempre de olho em usuários tentando subir filmes pirateados ou músicas protegidas, pronto para tirar do ar ou impedir o upload de conteúdos que violem essas regras. A diferença é que, hoje, o YouTube só tira do ar um vídeo quando o dono dos direitos pede. Se a nova lei for aprovada, ele deverá fazer isso por conta própria.

Outro ponto polêmico é o Artigo 11, que define o que foi apelidado de “imposto do link”. O trecho exige que plataformas como Facebook e Google paguem para indexar links de empresas de mídia e veículos jornalísticos – algo que a Espanha já tentou fazer no final de 2014, resultando no encerramento de atividades do Google Notícias no país.

Consequências

Um grupo formado por 70 especialistas e ativistas – incluindo o “pai da web”, Tim Berners-Lee, e a presidente da Mozilla, Mitchell Baker – assina um manifesto que aponta todos os problemas desta proposta, na forma como ela foi aprovada há um mês e que foi rechaçada na votação desta quinta.

“Nenhuma das versões do texto define com clareza ou consistência quais plataformas de internet precisarão segui-la”, diz a carta. “A incerteza que resulta disso vai fazer com que plataformas online saiam da Europa e as impedirá de oferecer serviços aos clientes europeus.”

As grandes plataformas que não saíssem da Europa teriam que gastar muito tempo, dinheiro e recursos para implantar o filtro de uploads, por exemplo. Isso também poderia prejudicar as empresas menores e aquelas que apostam em conteúdo livre, como redes sociais. Postar um print de um filme no Twitter ficaria mais difícil, ou impossível, com esse filtro.

Além disso, o Artigo 11 e seu “imposto do link” também forçaria gigantes como Google e Facebook a desembolsar uma grande quantia em dinheiro para permitir que usuários pudessem encontrar notícias em suas plataformas. Ou poderiam simplesmente desistir de indexar links, o que poderia tornar a web ainda mais fechada nas mãos de poucos monopólios.

A Sociedade dos Autores, Compositores e Distribuidores de Música da Europa (Sacem, na sigla em inglês), por sua vez, é a favor do texto atual. Eles dizem que o filtro de uploads e o imposto de links são ferramentas “que permitiriam aos detentores de direitos autorais recuperar dinheiro de empresas da internet que lucram com seu trabalho”.

E o que o Brasil tem a ver com isso?

Tudo isso parece distante do Brasil, mas não é tanto. Recentemente, o mesmo Parlamento Europeu aprovou uma lei de proteção de dados pessoais conhecida como GDPR. A legislação fez com que os principais serviços de internet do momento – incluindo Netflix, Spotify, Facebook, Instagram, Amazon e muitos outros – atualizassem seus termos de uso, incluindo para usuários brasileiros.

Além disso, a aprovação do GDPR na Europa movimentou diversos países a fazerem algo semelhante. No Brasil, uma comissão do Senado acabou de aprovar uma proposta de lei de proteção de dados inspirada diretamente no GDPR. Em resumo, a Copyright Directive pode trazer consequências para o mundo todo, e não só para a Europa.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Cloudflare: como acelerar a navegação na internet no celular usando novo DNS público?

(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)

 

>>> Como configurar o novo DNS publico no Android

Oi, Ronaldo! Eu li a sua publicação sobre como acelerar a navegação na internet usando um novo DNS público. Como eu faço essa configuração no meu smartphone? O aparelho é um Motorola Moto G. Juliano

 

Olá, Juliano! Para configurar o novo DNS público no seu smartphone, siga os passos descritos abaixo: 

 

1 – Toque em “Configurar” e localize a opção de rede Wi-Fi.

 

2 – Toque em rede “Wi-Fi” e selecione a rede em que o aparelho está conectado.

 

3 – Toque sobre a opção “modificar a rede” e selecione “Exibir opções avançadas”.

 

4 – Repita a senha da rede.

 

5 – Altere as configurações de IPv4 para “Estático” – os campos correspondentes ao IPv4 devem ser preenchidos novamente com os mesmos números de IPs que foram exibidos inicialmente.

 

6 – Digite no campo DNS 1 o IP “1.1.1.1” e no campo DNS 2 o IP “1.0.0.1”.

 

7 – Toque no botão “Salvar” para finalizar as novas configurações de rede.

 

Pronto! Agora o celular já está navegando na internet e usando um DNS mais rápido.

 

>>> Como recuperar login no Instagram?

Olá, Ronaldo! Eu li a suas dicas sobre como recuperar o acesso a conta no Instagram. O problema é que perdi a senha e não tenho mais o número para redefini-la. Você pode me ajudar? João Luz

 

Olá, João! Você pode recorrer ao assistente de recuperação de credenciais disponibilizado dentro do próprio aplicativo do Instagram. Para usá-lo, siga os passos descritos abaixo: 

 

1 – Abra o aplicativo do Instagram e toque na opção “Esqueceu seus dados de login? Obtenha ajuda para entrar”. 

 

2 – Toque na opção “Usar nome de usuário ou e-mail”.

 

3 – Preencha o campo com o nome do usuário da conta que foi hackeada.

 

4 – Toque na opção “Preciso de mais ajuda” e informe a conta de e-mail que estava vinculada ao perfil. 

 

5 – Marque a opção “Minha conta foi invadida”. 

 

6 – Toque no botão “Enviar solicitação”.

 

>>> Como redefinir a senha no iPhone?

Olá, Ronaldo! Eu esqueci a senha do meu iPhone 6s, como devo proceder para recuperá-la? Marcus Pereira

 

Olá, Marcus! Você pode redefinir a senha do seu iPhone através do site do iCloud, conforme os passos descritos abaixo: 

 

1 – Acesse o .

 

2 – Informe o login com seu Apple ID.

 

3 – Clique em Todos os dispositivos para exibir o seu aparelho.

 

4 – Selecione o seu aparelho e clique em Apagar iPhone.

 

5 – Reinicie o aparelho e configure como se fosse um novo iPhone.

 

Imagem: Reprodução/G1

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Windows 10 poderá usar a nuvem quando precisar liberar espaço no PC

A próxima atualização do Windows 10, prevista para outubro, terá um recurso interessante para quem vive sofrendo com falta de espaço no computador. O sistema se apoiará na integração à nuvem para liberar o HD em uma situação de emergência, de uma forma que boa parte dos usuários sequer irá notar. 

Hoje, o OneDrive possui um sistema bastante interessante, no qual arquivos sincronizados na nuvem não ocupam espaço no computador. O Windows exibe os arquivos e a estrutura de pastas corretamente, mas apenas quando os dados são necessários eles são baixados para o PC e passam a ocupar espaço na máquina efetivamente. Com alguns controles manuais, é possível determinar que alguns arquivos devem permanecer acessíveis offline, assim como determinar quais devem ter sua cópia local apagada para estar disponível novamente apenas na nuvem. 

Com o próximo update, isso será feito de forma mais automática, como nota o site Ars Technica. Isso porque você não precisará mais remover a cópia local do arquivo para liberar espaço: o sistema entenderá quais arquivos são usados com mais frequência e os manterá acessíveis offline; se houver algum arquivo com cópia local que não é acessado frequentemente, a cópia poderá ser apagada. 

Isso acontecerá, no entanto, apenas em uma situação emergencial. Esse sistema entrará em ação no momento em que o Windows 10 perceber que o computador precisa de mais espaço em disco livre para operar de forma adequada. Caso contrário, o que o usuário salvou como cópia local continuará guardado no seu PC por tempo indeterminado.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

'Recarga grátis' atrai vítimas para novo golpe no WhatsApp

A fabricante de antivírus PSafe encontrou mais uma fraude circulando em mensagens no aplicativo WhatsApp com a promessa de R$ 70 em recarga de crédito de celular. Como em quase todas as demais fraudes de WhatsApp, a vítima é obrigada a compartilhar o link fraudulento com grupos e contatos para obter a suposta “vantagem”.

Segundo um alerta da PSafe enviado no final desta terça-feira (17), a empresa bloqueou 20 mil acessos ao link em 24 horas em seu software de segurança DFNDR, para Android.

Na página, os golpistas colocaram diversos comentários falsos, imitando uma caixa de comentários do Facebook, para dar credibilidade ao golpe. Os comentários dão a entender que a promoção permite conseguir créditos infinitamente (“consegui de primeira, já fiz várias vezes”, diz um comentário falso; “nunca mais compro crédito”, afirma outro).

Página que pede para vítima compartilhar a mensagem e comentários falsos que tentam convencer a vítima de que a recarga é real. (Foto: Reprodução/PSafe)

O compartilhamento no WhatsApp para a obtenção de vantagens é um dos temas mais recorrentes em golpes identificados por diversas empresas de segurança. PSafe, Eset e Kaspersky Lab já emitiram alertas com o mesmo golpe. Durante o processo de compartilhamento, a vítima é muitas vezes convidada a permitir o envio de notificações para o celular, instalar aplicativos ou visualizar anúncios — ações que permitem que os criminosos obtenham vantagens financeiras com um golpe que é, aparentemente, inofensivo.

SAIBA MAIS



Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Fonte: G1 > Tecnologia e Games