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Como funcionam as urnas eletrônicas de outros países

No próximo domingo, 7, é dia de eleições em todo o Brasil. As urnas eletrônicas usadas no Brasil são alvo de muita desconfiança e polêmica, mas o sistema de votação por meio de dispositivos eletrônicos é realidade em pelo menos 35 países.

O número é do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA, na sigla em inglês). O órgão, sediado em Estocolmo, na Suécia, acompanha os sistemas de eleições democráticas em quase todos os países do mundo.

A lista de países que usam especificamente urnas eletrônicas para registro de votos, sem incluir um voto em papel com objetivo de futura auditoria, inclui França, Itália, Estados Unidos, Canadá, Índia, Coreia do Sul e muitos outros.

No entanto, vale destacar que nem todos esses países usam urnas eletrônicas em todo lugar ou para toda eleição, como faz o Brasil. Há também múltiplos sistemas de voto eletrônico usados pelo mundo, como impressoras eletrônicas de voto em papel e até sistemas pela internet (em casos raros e bem específicos).

No Brasil, a urna eletrônica é usada desde 1996. Cinco modelos de aparelho já foram usados: UE98, UE2000 (ambos com sistema operacional VirtuOS), UE2002, UE2004 e UE2006 (com Windows CE). A partir das eleições de 2008, adotou-se uma única plataforma, baseada no software livre Linux.

A urna brasileira também já foi emprestada a outros países em parcerias de troca de conhecimento, e chegou a ser usada no Paraguai em eleições de 2001, 2003, 2004 e 2006. Atualmente, porém, o software e o hardware da máquina criada no Brasil são utilizados apenas por aqui mesmo.

Como funcionam as urnas eletrônicas nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, alguns estados usam urnas eletrônicas em algumas eleições e localidades. Não é uma ferramenta difundida por todo o país, como no Brasil. Por lá, apenas sete estados utilizam um dispositivo de votação que não acompanha uma cédula em papel.

Vamos pegar o exemplo da Flórida, um dos estados com maior concentração de brasileiros e que também adota o voto eletrônico. Por lá, há nada menos do que seis modelos de urna diferentes, feitos por empresas privadas, usados em diversas cidades, condados e distritos, cada uma com sua particularidade.

De um modo geral, a maioria funciona de maneira semelhante à da iVotronic, a urna utilizada em Miami, capital da Flórida. A máquina é basicamente como um terminal de autoatendimento, ou um caixa eletrônico de banco, com direito a tela sensível ao toque e um cartão de memória flash onde os votos ficam registrados.

O mesário precisa ativar a urna usando um cartucho de autenticação. Em seguida, o eleitor seleciona na tela o seu idioma de preferência (normalmente inglês ou espanhol), toca nas opções de voto e aperta um botão verde de “confirma”. O método, em si, não é muito diferente do Brasil.

Assim como qualquer sistema, a urna iVotronic também não é 100% segura. Estudos já mostraram que a entrada PEB que o mesário utiliza para autenticar o voto na máquina fica acessível ao eleitor e pode ser facilmente hackeada por um cartucho falso com um vírus pré-programado, por exemplo. Por isso os mesários devem ficar de olho em quanto tempo cada eleitor passa diante da urna e onde estão as suas mãos – se na tela ou no canto direito da máquina.

Como funcionam as urnas eletrônicas na França

A França usa urnas eletrônicas desde 2007. O país usa diversos modelos fabricados localmente ou em outros países, mas apenas uma pequena parcela da população chega a utilizá-las. Assim como na maioria dos países, o voto em papel ainda é mais popular.

A Nedap é uma empresa alemã que fabrica a urna utilizada em 80% das sessões que adotam votação eletrônica na França. A ESF1 é o modelo mais popular, utilizada em diversas eleições nos últimos anos, mas é bem diferente do que vemos no Brasil ou nos EUA.

A ESF1 é bem grande e não possui tela sensível ao toque. O terminal de votação possui uma superfície sensível à pressão, com botões físicos e um display eletrônico semelhante ao de um caixa de supermercado. Apenas as opções de votos são exibidas de forma digital.

Um mesário também precisa autenticar a máquina e, ao final do período de votação, imprimir um resumo dos votos deixados naquela urna – assim como no Brasil. Em termos de segurança, a fabricante garante que a ESF1 é mais segura do que as urnas touchscreen usadas nos EUA, por exemplo.

O tamanho da urna francesa é justamente uma ferramenta de segurança. Para adulterar resultados, seria necessário acesso físico às portas que ficam dentro da máquina, o que seria difícil de fazer sem ninguém perceber. “Você tem que abrir a máquina para alterar o conteúdo”, diz a Nedap.

Como funcionam as urnas eletrônicas na Índia

A Índia foi um dos primeiros países a adotar as urnas eletrônicas como sistema de votação. Por lá, as chamadas EVMs (Electronic Voting Machines) foram utilizadas pela primeira vez em 1982. Desde 2003, as máquinas são usadas em todo os estados indianos, ainda que nem todos os eleitores tenham acesso à ela.

A EVM da Índia é uma mistura de papel e digital. Uma cédula de papel com os nomes dos candidatos fica fixada no lado esquerdo da urna. Mas em vez de usar uma caneta para riscar o nome que interessa, o eleitor deve pressionar um botão no lado direito que corresponde ao nome do seu candidato.

A cédula de papel também tem uma linha dedicada ao voto nulo. Mas os votos não ficam registrados na mesma urna. Cada um deles é transferido por fio a uma “unidade de controle” que fica na mão do mesário. Ele é responsável por autenticar a liberar o voto de cada eleitor da seção.

Desde 2014, o sistema eleitoral da Índia também usa cédulas em papel como comprovante de voto. Semelhante a uma proposta de lei brasileira que foi derrubada neste ano pela Justiça, lá na Índia as urnas também emitem uma versão em papel do voto de cada cidadão para que seja possível realizar uma auditoria em caso de suspeita de fraude.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Facebook conquista direitos para transmitir 46 jogos da Libertadores por ano

Fãs de futebol podem celebrar: vai ficar mais fácil acompanhar jogos da Libertadores pela internet a partir do ano que vem. Isso porque o Facebook anunciou que a Conmebol cedeu à empresa os direitos de transmissão do torneio de clubes mais importante das Américas, e agora vários dos jogos serão exibidos diretamente na rede social. 

Os direitos de transmissão serão válidos entre os anos de 2019 e 2022. Neste período, o Facebook transmitirá ao público brasileiro 27 jogos exclusivos às quintas-feiras por temporada, que abrangerão até as quartas-de-final da competição. Além disso, a rede social também poderá transmitir um jogo por semana às terças ou quartas, com transmissão simultânea com canais de TV. No total, são 

Não foram revelados mais detalhes como, por exemplo, o valor do contrato. A parceria do Facebook com a Conmebol também será válida por 10 países, com peculiaridades para cada localidade. Confira mais informações: 

  • A CONMEBOL distribuirá jogos ao vivo da Copa CONMEBOL Libertadores na América do Sul pelo Facebook Watch por quatro anos, a partir de 2019. Os fãs podem adicionar essas transmissões às suas listas no Watch seguindo a Página da CONMEBOL Libertadores no Facebook.
  • Na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, o acordo contará com 46 jogos por ano:
    • 27 jogos serão transmitidos exclusivamente no Facebook Watch todas as quintas-feiras.
    • 19 jogos serão transmitidos todas as terças ou quartas-feiras, no Facebook Watch e simultâneo com outros meios.
  • No Brasil, 27 jogos serão transmitidos exclusivamente no Facebook Watch todas as quintas-feiras.
  • A parceria também vai incluir resumos e destaques das partidas, além de diversos conteúdos digitais.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Instagram deve começar a compartilhar dados de localização com o Facebook

Recentemente, os fundadores do Instagram deixaram o Facebook por desentendimentos sobre a forma como a rede social de fotos deveria funcionar. Não precisou nem um mês para que a saída dos executivos começasse a apresentar seus resultados, com a descoberta de um novo recurso que promete compartilhar a localização dos usuários do Instagram e integrá-las ao Facebook.

A informação foi descoberta por Jane Wong, desenvolvedora que tem o hábito de destrinchar aplicativos atrás de recursos inativos e ocultos. Em sua descoberta, reportada pelo site TechCrunch, ela notou que a informação de localização coletada pelo Instagram iria parar no Registro de Atividade do usuário no Facebook, com direito a um mapinha de onde você esteve.

Na prática, isso significa que mesmo que você não esteja com o Instagram aberto, o app compartilha seus dados com o Facebook, com o mesmo objetivo de sempre: conhecer melhor seus hábitos para melhorar o direcionamento de publicidade e sugerir conteúdo relacionado à sua localização.

Como é comum nestes casos, a empresa não confirma nem desmente a situação. “Nós não introduzimos atualizações nas nossas configurações de localização. Como você sabe, regularmente trabalhamos em ideias que podem evoluir com o tempo ou podem não ser testadas ou lançadas. O Instagram não armazena atualmente um Histórico de Localização; manteremos as pessoas informadas sobre quaisquer mudanças no nosso histórico de localização no futuro”, diz um representante da companhia quando questionado pela publicação.

Apesar da resposta vaga, as capturas mostram de forma bastante evidente o plano do Instagram. A descrição do recurso mostra que o objetivo é mesmo compartilhar a informação de localização com o Facebook.

A questão agora é saber quando esse recurso será ativado, se de fato o Instagram não decidir reverter essa decisão. É importante observar se a função será ativada de forma opcional, de forma que o usuário só será afetado se decidir compartilhar esses dados, ou se o monitoramento começará de forma silenciosa, forçando o usuário a fuçar as configurações para desativá-lo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Free Fire x Fortnite x PUBG: conheça os três games para celular do momento

O gênero de jogos do momento é o Battle Royale: dezenas de jogadores são colocados em partes aleatórias de um mapa, precisam coletar recursos e equipamentos e o último que sobreviver é o vencedor. Após o sucesso de “PlayerUnknown’s Battlegrounds”, lançado em 2017, outros games foram disponibilizados usando a mesma fórmula, mas com algumas pequenas diferenças para tentar atrair novos jogadores.

Atualmente, três desses games se destacam no celular. Um deles é “PUBG Mobile”, baseado no jogo que deu origem à febre dos battle royales. O outro é um dos maiores fenômenos da atualidade: “Fortnite”, cujas dancinhas e comemorações foram incorporadas por jogadores de futebol, basquete, artistas e muito mais. E, por fim, temos “Free Fire”, que, atualmente, é o mais popular entre os três na Play Store.

Caso você queira começar a jogar algum battle royale, é bom saber qual é o melhor para começar. Abaixo comparamos os principais recursos encontrados em cada um desses games.

Nos três casos, dezenas de jogadores compartilham um mesmo mapa para ver quem é o último a sobreviver. Algumas mecânicas são idênticas nos três jogos: além de coletar recursos espalhados pelo mapa, os jogadores também precisam de tempos em tempos se locomover para uma área específica dele. O que acontece é que o mapa vai sendo diminuído para forçar o encontro de jogadores e, assim, o combate entre eles.

Apesar dos conceitos básicos serem iguais, cada game aborda certas características de maneira diferente. “Free Fire”, por exemplo, tem batalhas mais curtas (cerca de 10 minutos), com menos jogadores (máximo de 50), e duas opções de mapa que são menores do que o dos concorrentes. Ele é ideal para celulares mais baratos, por exigir menos do aparelho – com metade dos jogadores dos outros dois, ele é consideravelmente mais leve do que os concorrentes.

Já “Fortnite”, que exige celulares mais robustos para rodar, conta com 100 jogadores simultâneos e partidas que duram entre 20 e 30 minutos. O game conta com apenas um mapa que sofre alterações a cada uma das novas temporadas – atualmente, o jogo está na sexta temporada.

“PUBG Mobile” também junta até 100 jogadores em partidas que duram por volta de meia hora. O jogo tem três mapas diferentes para serem escolhidos, e cada um deles tem características próprias, além de serem consideravelmente grandes. Apesar de contar com diversas possíveis mudanças de configuração gráfica, o jogo é recomendado para celulares mais pesados – no caso do Android, com ao menos 2 GB de RAM.

Os três jogos também são diferentes em relação aos gráficos. “Free Fire”, voltado para aparelhos mais baratos, conta com gráficos mais simples, embora o estilo artístico seja realista. “PUBG Mobile” é o que leva o realismo mais a sério, o que se percebe ao observar também os equipamentos complexos usados pelos personagens. E “Fortnite” tem um estilo mais divertido, com visual de desenho animado.

Outras características dos games são relativamente diferentes: em relação às armas, “PUBG” adora uma abordagem mais realista, enquanto “Fortnite” diferencia equipamentos de acordo com cores que definem o dano e eficácia, e “Free Fire” permite acoplar itens extras que melhoram o desempenho das armas.

Uma coisa é igual nos três games: na versão para celular, eles são gratuitos. E os três permitem o uso de dinheiro real para a compra de skins e itens de personalização dentro do game – porém, não é obrigatório comprar nada, e é totalmente possível jogar sem nunca gastar um centavo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Vale a pena trocar o Spotify pelo YouTube Music?

Na semana passada, os brasileiros ganharam uma nova opção de streaming de música: o YouTube Music, um serviço que une o catálogo de canções do Google Play Música à plataforma de vídeos do YouTube. E, de cara, o serviço chegou oferecendo três meses grátis.

Na mesma semana, o Spotify começou a “caçar” usuários do Plano Premium Familiar que talvez estejam violando os termos de uso. Para isso, a empresa passou a exigir o GPS de assinantes para saber se eles moram no endereço em que dizem morar. E nem todo mundo gostou.

Fica o questionamento: vale a pena trocar o Spotify pelo YouTube Music? Comparamos os dois serviços em funções-chave e mostramos para você o que cada um tem de melhor e pior. Confira nos parágrafos abaixo o que você precisa levar em conta antes de decidir se migra ou não.

Navegação

Se você está no Spotify há bastante tempo, o YouTube Music talvez seja um “choque”. A navegação do aplicativo é razoavelmente diferente – não a ponto de te deixar totalmente perdido, mas tem alguns pontos cegos que talvez atrasem um pouco o seu caminho até aquela música que você quer ouvir. A ferramenta de busca, por exemplo, não fica numa aba separada, mas num ícone de lupa que aparece em todas as abas – assim como as rádios, escondidas nas páginas dos artistas.

Em alguns casos, as músicas e os vídeos aparecem como uma coisa só: um arquivo com áudio e com o clipe que você pode desativar, se quiser. Mas em outros casos, as duas mídias aparecem separadas: a mesma música aparece na versão só áudio e na versão clipe e áudio. O que pode gerar alguma confusão.

Criar playlists no YouTube Music também é, no mínimo, estranho. O aplicativo reproduz as playlists de vídeo que você tem no YouTube normal, mantendo apenas as faixas de artistas. E não dá para criar uma playlist do zero: você precisa ir até a música e selecionar “adicionar a uma playlist” se quiser criar uma lista. Nada a que você não possa se acostumar, porém.

Inteligência artificial e recomendações

Outra vantagem do YTM contra o Spotify é a integração do serviço com todos os outros programas do Google, incluindo o Maps, o Gmail e o Android. Sendo assim, o aplicativo sabe muito mais a seu respeito do que o concorrente, e pode, pelo menos em tese, te oferecer recomendações melhores.

O YTM sabe quando eu estou no trabalho porque o Android já decorou minha localização e minha rotina. Sendo assim, ele me sugere playlists de concentração no período em que estou no escritório, o que é um recurso bem interessante. Outra coisa legal é a Mixtape Offline, que baixa, automaticamente, as suas músicas preferidas pelo Wi-Fi numa playlist, e atualiza a lista todos os dias.

Mas na hora de descobrir músicas do estilo que eu gosto, o Spotify tende a acertar mais. Por enquanto, o YTM ainda dá muito foco a músicas populares e faixas que estão em alta com a maioria dos usuários. O Spotify, por sua vez, oferece uma experiência mais particular, levando mais em conta os seus gostos particulares do que aquilo que está viralizando no mundo todo. É mais fácil descobrir música nova que seja do seu gosto pelo Spotify do que pelo YTM.

Acervo de músicas

A principal vantagem do YouTube Music sobre o Spotify é a possibilidade de ouvir canções que não estão no serviço rival. Por exemplo, versões ao vivo, versões editadas para clipes, covers e apresentações que não estão em qualquer álbum ou disco oficial do seu cantor, cantora ou banda favoritos.

Mas isso nem sempre é verdade. Há muitas faixas que estão no YouTube e não aparecem no YT Music. Um exemplo são apresentações de algumas bandas em rádios da Inglaterra, que aparecem normalmente no YouTube e até na versão Premium, mas não no app de músicas, por algum motivo ainda inexplicável.

De qualquer forma, o catálogo do YTM é bem maior que o do Spotify, justamente por incluir não só músicas e álbuns oficiais, mas arquivos inseridos por fãs e usuários comuns, bandas independentes, clipes, versões ao vivo, remixes e covers amadores. Não em todos os casos, mas na maioria.

Qualidade

É difícil identificar qual aplicativo reproduz músicas com mais qualidade, já que muitas variáveis entram nesta conta: se você está ouvindo offline ou por streaming, a qualidade da internet, no Android, iOS ou Windows, qual modelo do smartphone (ou de PC), no fone de ouvido ou com a saída de áudio do aparelho, e qual o tipo do fone de ouvido, por exemplo.

Tem também a questão de gosto pessoal. Há quem ache o som que sai do YTM melhor que o som que sai do Spotify. Há, porém, alguns elementos objetivos que podem ser levados em conta. Se compararmos apenas a versão dos dois apps para Android, há diferença nas especificações do streaming.

A qualidade mais alta oferecida pelo Spotify é a de 320 kbits por segundo. Já o YouTube transmite a, no máximo, 128 kbps HE-AAC. No papel, significa que o Spotify é tecnicamente melhor. Mas nada impede você de discordar das especificações.

Custo

Tanto o YouTube Music quanto o Spotify possuem versões grátis, mas o YTM gratuito simplesmente não vale a pena. Ele não reproduz músicas em segundo plano, de modo que, se você desligar a tela do celular ou trocar de aplicativo, a música simplesmente para. Pelo o Spotify grátis fornece músicas em segundo plano.

A versão premium dos dois custa basicamente a mesma coisa: R$ 16,90 por mês. No plano familiar, o YTM sai só um pouco mais barato: R$ 25,50 mensais, enquanto o rival cobra R$ 26,90 ao mês. Em ambos os casos, até seis pessoas “morando na mesma residência” pagam uma só fatura.

Conclusão

O Spotify tem a vantagem de estar há mais tempo no mercado, oferecer uma experiência mais estável, maior qualidade de música, streaming em segundo plano na versão grátis e uma navegação um pouco mais intuitiva.

Já o YTM ganha no fator acervo – que inclui músicas do YouTube tradicional e não estão disponíveis em nenhum outro serviço de streaming – e nas ferramentas de inteligência artificial que são especialidade do Google.

Vale a pena trocar? Se você está muito acostumado ao Spotify e não tem do que reclamar, trocar o serviço pelo YTM não vai te trazer benefício algum. As vantagem do serviço rival não justificam o trabalho de cancelar uma assinatura e abrir outra.

Mas se você está insatisfeito com o Spotify por algum motivo e pensa em trocar de serviço de qualquer forma, o YouTube Music é uma excelente opção que tem muito potencial para crescer e melhorar com o passar do tempo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Desde 2011, ao menos 259 pessoas morreram por causa de selfies arriscadas

Quando as fabricantes de celulares começaram a colocar câmeras frontais em seus aparelhos, ninguém imaginaria que isso viria a se tornar um risco à vida dos usuários. No entanto, um estudo mostra que, entre 2011 e 2017, ao menos 259 mortes causadas por tentativas de tirar uma selfie.

O estudo em questão, publicado pela revista científica indiana “Journal of Family Medicine and Primary Care” levou em conta acidentes no mundo inteiro ao longo dos últimos sete anos, período que coincide com a popularização das câmeras frontais nos smartphones e do fenômeno da selfie como parte da cultura pop.

A conclusão é que a maior parte das mortes foram causadas por afogamentos, quedas, incêndio ou por acidentes relacionados a transporte. Animais, eletrocussões e armas de foto também aparecem como causas frequentes de “selficídio”.

O estudo também leva em consideração a faixa etária das vítimas e, sem surpresa, ela costuma atingir um público jovem. Cerca de 29% dos casos registrados atingiram jovens de 10 a 19 anos, mas os mais afetados são os jovens adultos de 20 a 29 anos, que responderam por quase 41% dos casos registrados.

A pesquisa também constata que as maiores vítimas dos “selficídios” são homens. Nem todas as “selfies fatais” foram feitas em contextos arriscados, algumas apenas foram acidentes infelizes mesmo, e o estudo faz distinção entre as mortes. No entanto, entre os casos que envolveram comportamento arriscado, os homens lideram com folga, com 115 mortes masculinas contra 27 femininas.

Diante dessa situação, os pesquisadores propõem uma alternativa: começar a criar áreas onde é proibido tirar selfies.  “Áreas ‘sem selfies’ devem ser declaradas em regiões turísticas, especialmente perto de água, picos montanhosos e em cima de prédios altos para reduzir a incidência de mortes relacionadas a selfies”, diz a conclusão da pesquisa.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

A Microsoft está abraçando o Android como o seu novo Windows Mobile

Durante o evento da apresentação do novo Surface, a Microsoft também revelou um recurso interessante no Windows. Com o nome de Your Phone, tratase- de um aplicativo que vai espelhar aplicativos móveis do Android nos PCs que tragam o Windows 10.

O funcionamento do Your Phone é bem simples. Ele espelha a tela do seu smartphone no PC, que exibirá uma lista de aplicativos para Android. Para usá-los no PC, basta tocar na tela (se você tiver um PC com tela sensível ao toque), ou mesmo usar o mouse e ele vai ser executado adaptando-se à tela.

Ainda que este app já esteja presente no update de outubro de 2018 do Windows 10, boa parte dos aplicativos só será espelhado, muito provavelmente, no próximo ano. E mostra também que a empresa “abraçou” o sistema operacional do Google para funcionar como o seu novo “Windows Phone”. 

O fato é que a Microsoft finalmente se rendeu à ideia de que as pessoas não precisam mais do Windows no telefone. Afinal, ela mesma desenvolveu o sistema Windows Phone e, depois de uma série de falhas estratégicas, acabou por mata-lo (sem dó), desde o último lançamento de um smartphone com esse sistema, o Lumia 950.

Além disso, como a Microsoft não conseguiu replicar muitas funcionalidades do Your Phone em iPhones (o que é comprensível, dada a natureza fechada dos produtos da Apple), o Android é a única opção no momento se você quiser uma conexão móvel com um PC com Windows. E, como também é o líder no mercado de telefonia móvel, faz até mais sentido para propagar suas soluções mobile. 

E também curioso (e animador) que a Microsoft esteja disposta a adotar um sistema operacional rival para oferecer funcionalidades móveis que nunca veríamos na Apple e no próprio Google, a menos que você compre um MacBook ou um Chromebook.

Pode parecer mais um marketing para se aproveitar de um vasto mercado que o Android alcança. Mas também é fato que esse novo impulso para integrar dispositivos móveis ao Windows 10 é um bom exemplo de como trazer benefício para os usuários. 

Afinal, será bem mais ágil e prático transportar dados do seu celular para o computador – e vice-versa – com esse tipo de aplicação.

E, quem sabe, em um futuro próximo, não podemos ver um Surface Phone híbrido, com tecnologias Microsoft e Android? 

Quem viver, verá! 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como saber se o seu roteador está infectado por um vírus? Especialista responde

O GhostDNS é uma botnet que atacou mais de 100 mil aparelhos de roteadores no Brasil para roubar logins de sites de serviços e até mesmo bancos. Por se tratar de uma ameaça nova, você pode estar em dúvida se o seu roteador foi infectado e quais outras medidas podem ser tomadas para se prevenir.

O Olhar Digital entrou em contato com a Kaspersky e conversou com o analista de segurança, Thiago Marques para esclarecer as principais dúvidas referentes a esta ameaça. A seguir, esclareça suas principais dúvidas desta ameaça:

Como saber se o roteador está infectado?

Apenas utilizar o computador para navegar na internet não é o suficiente para saber se você foi afetado pelo problema. Para atuar, o GhostDNS altera o servidor de DNS que está nas configurações do roteador. Assim, ao acessar o painel administrativo do roteador e notar um DNS que não seja de sua operadora, Google DNS, Open DNS, Cloudflare ou outra opção que você tenha cadastrado, pode significar que o roteador foi atingido pela ameaça.

Na matéria de prevenção contra o GhostDNS, o Olhar Digital explica como você acessa o menu do roteador em que pode ser verificado o DNS configurado.

O computador mostra algum sintoma? O acesso aos sites deve continuar normal?

Estar afetado pelo GhostDNS não significa que o computador apresentará algo fora do comum. O acesso aos sites pode até mesmo continuar normal, mas as suas credenciais podem estar em xeque.

Desta forma, caso você não tenha configurado anteriormente um DNS e suspeite que tenha sido afetado pela ameaça, uma boa ideia é trocar a senha utilizada em seus principais serviços. Além disto, sempre é bom tomar outros cuidados como utilizar autenticação de dois fatores e outras opções de segurança que os serviços oferecem.

O roteador não está na lista dos modelos afetados pelo GhostDNS. Devo me preocupar?

O GhostDNS é apenas uma das novas ameaças a roteadores que está no Brasil. Entretanto, vírus para roteadores que trabalham desta mesma forma não são novos. Desta forma, mesmo que o seu roteador não esteja na lista, é necessário tomar alguns cuidados.

A mesma matéria do Olhar Digital que lhe ensina a se proteger do GhostDNS já pode servir como os primeiros passos a serem efetuados. Dentro dela, na hora de configurar o DNS, opte por alguma opção de servidor seguro, mais uma vez, é sugerido o uso do Google DNS, Open DNS ou do Cloudflare.

A outra ação principal a ser realizada, também mencionada na matéria de como se proteger contra o GhostDNS é trocar a senha de administrador do roteador. Pois, ficar com a senha pré-defnida dos roteadores facilita a entrada da ameaça.

Alguns domínios listados no GhostDNS já foram derrubados. A ameaça acabou?

Apesar de algumas empresas e provedores já estarem trabalhando e terem derrubado alguns dos endereços divulgado, a ameaça do GhostDNS e de outras ameaças deste tipo continuam. Os responsáveis por criarem as ameaças sempre atualizam a lista de sites e IPs, assim, estes sites falsos ou que captam os dados dos usuários são trocados constantemente.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral