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Como saber se o seu roteador está infectado por um vírus? Especialista responde

O GhostDNS é uma botnet que atacou mais de 100 mil aparelhos de roteadores no Brasil para roubar logins de sites de serviços e até mesmo bancos. Por se tratar de uma ameaça nova, você pode estar em dúvida se o seu roteador foi infectado e quais outras medidas podem ser tomadas para se prevenir.

O Olhar Digital entrou em contato com a Kaspersky e conversou com o analista de segurança, Thiago Marques para esclarecer as principais dúvidas referentes a esta ameaça. A seguir, esclareça suas principais dúvidas desta ameaça:

Como saber se o roteador está infectado?

Apenas utilizar o computador para navegar na internet não é o suficiente para saber se você foi afetado pelo problema. Para atuar, o GhostDNS altera o servidor de DNS que está nas configurações do roteador. Assim, ao acessar o painel administrativo do roteador e notar um DNS que não seja de sua operadora, Google DNS, Open DNS, Cloudflare ou outra opção que você tenha cadastrado, pode significar que o roteador foi atingido pela ameaça.

Na matéria de prevenção contra o GhostDNS, o Olhar Digital explica como você acessa o menu do roteador em que pode ser verificado o DNS configurado.

O computador mostra algum sintoma? O acesso aos sites deve continuar normal?

Estar afetado pelo GhostDNS não significa que o computador apresentará algo fora do comum. O acesso aos sites pode até mesmo continuar normal, mas as suas credenciais podem estar em xeque.

Desta forma, caso você não tenha configurado anteriormente um DNS e suspeite que tenha sido afetado pela ameaça, uma boa ideia é trocar a senha utilizada em seus principais serviços. Além disto, sempre é bom tomar outros cuidados como utilizar autenticação de dois fatores e outras opções de segurança que os serviços oferecem.

O roteador não está na lista dos modelos afetados pelo GhostDNS. Devo me preocupar?

O GhostDNS é apenas uma das novas ameaças a roteadores que está no Brasil. Entretanto, vírus para roteadores que trabalham desta mesma forma não são novos. Desta forma, mesmo que o seu roteador não esteja na lista, é necessário tomar alguns cuidados.

A mesma matéria do Olhar Digital que lhe ensina a se proteger do GhostDNS já pode servir como os primeiros passos a serem efetuados. Dentro dela, na hora de configurar o DNS, opte por alguma opção de servidor seguro, mais uma vez, é sugerido o uso do Google DNS, Open DNS ou do Cloudflare.

A outra ação principal a ser realizada, também mencionada na matéria de como se proteger contra o GhostDNS é trocar a senha de administrador do roteador. Pois, ficar com a senha pré-defnida dos roteadores facilita a entrada da ameaça.

Alguns domínios listados no GhostDNS já foram derrubados. A ameaça acabou?

Apesar de algumas empresas e provedores já estarem trabalhando e terem derrubado alguns dos endereços divulgado, a ameaça do GhostDNS e de outras ameaças deste tipo continuam. Os responsáveis por criarem as ameaças sempre atualizam a lista de sites e IPs, assim, estes sites falsos ou que captam os dados dos usuários são trocados constantemente.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como gravar a tela do iPhone sem precisar instalar nada

Fazer a gravação da tela no iPhone para mostrar algum aplicativo ou jogo rodando sempre foi algo muito pedido entre os donos deste celular. Felizmente, desde o iOS 11, a Apple disponibilizou uma ferramenta nativa que grava qualquer ação realizada dentro do sistema.

A seguir, veja como fazer gravações da tela do iPhone com a sua ferramenta nativa. O único requerimento é ter qualquer aparelho da Apple que roda o iOS 11, ou seja, um iPhone 5S ou superior atualizado.

Habilitando e usando o recurso

O recurso a ser utilizado se localiza dentro da barra de notificações, entretanto, nem sempre ele está visível por padrão com as configurações do iOS. Assim, siga este caminho para habilitar e utilizar o recurso:

  1. Acesse a tela de “Ajustes” e entre em “Central de Controle”;

  2. Clique em “Personalizar controles” e certifique-se que o “Gravação da Tela” esteja na parte de “Incluir”;

  3. Abra a barra de notificações em qualquer tela do sistema e toque no ícone indicado.

Após tocar no botão indicado, você terá três segundos antes da gravação iniciar. Para parar de gravar, basta abrir a barra de notificações e tocar mais uma vez no botão que utilizou anteriormente. O vídeo ficará disponível na galeria do aparelho que pode ser acessado pelo “Fotos”.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

China hackeou servidores da Apple e da Amazon usando microchip, diz Bloomberg

“A Grande Invasão: Como a China usou um pequeno chip para se infiltrar em empresas norte-americanas”. É com este título que a Bloomberg Businessweek revelou nesta quinta-feira, 4, um plano de espionagem orquestrado por órgão chineses que atingiu Apple e Amazon.

De acordo com a reportagem, assinada pelos jornalistas Jordan Robertson e Michael Riley, um grupo das forças armadas da China instruiu empresas que administram data centers no país a inserir um microchip “não muito maior que um grão de arroz” em servidores usados por 30 empresas dos Estados Unidos.

O tal microchip seria capaz de realizar pequenas alterações em códigos sensíveis e até inserir spywares nos servidores. Amazon e Apple, duas das 30 vítimas, descobriram a brecha durante investigações internas e a reportaram para as autoridades dos EUA em 2016, ainda segundo a publicação.

A Bloomberg também diz que não há evidência de que dados sensíveis tenham sido de fato coletados ou adulterados, apesar da existência do microchip. Pelo menos as duas trilionárias, Apple e Amazon, trabalharam para remover o chip invasor secretamente nos últimos anos.

A chave para a invasão teria sido a empresa Supermicro, uma das maiores provedoras de data centers do mundo. Em 2016, Apple e Amazon cortaram relações e contratos com a empresa após reportarem a descoberta de “pequenas falhas de segurança” no software usado por ela.

O Facebook também voltou atrás numa negociação com a Supermicro após encontrar falhas em seu sistema de segurança. Na época, porém, nenhuma das empresas divulgou brechas tão graves quanto a que a Bloomberg está revelando agora.

No entanto, tanto a Apple quanto a Amazon negam de forma veemente esta história. A Amazon disse, em comunicado à própria Bloomberg, que “não é verdade” que a empresa soube de “servidores contendo chips maliciosos ou modificações em data centers baseados na China”, nem que tenha “trabalhado com o FBI para investigar ou prover dados sobre o hardware malicioso”.

A Apple também negou efusivamente a história. “Neste assunto nós podemos ser muito claros: a Apple nunca encontrou chips maliciosos, ‘manipulações de hardware’ ou vulnerabilidades plantadas de forma proposital em qualquer servidor”, disse a empresa em nota.

As agências de segurança e autoridades dos Estados Unidos, que segundo a Bloomberg estão investigando o caso desde 2016, negaram-se a comentar a reportagem.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

TIM oficializa acordo para receber clientes da Porto Seguro Conecta

A TIM oficializou nesta semana um acordo para trazer para sua rede todos os clientes da Porto Seguro Conecta, que encerrou suas operações. Tentativa da seguradora homônima de entrar no ramo de telecomunicações, a operadora móvel com rede virtual (MVNO, que usa a rede de outras operadoras para funcionar) foi criada em 2013 e chegou a ter mais de 500 mil linhas pelo Brasil.

A companhia aproveitava a infraestrutura de rede da própria TIM para fornecer os serviços aos clientes, o que significa que não deverá haver uma grande mudança na cobertura de sinal. Segundo comunicado, os consumidores que forem migrados terão “ofertas de voz e dados ainda melhores com manutenção dos valores e dos benefícios para os segurados” – ou seja, o seguro para celular incluso, a opção de smartphone reserva e desconto no seguro para carros.

Porém, apesar do anúncio, o acordo ainda não está valendo. Segundo a TIM, a operação será finalizada apenas após avaliação do CADE e da Anatel, os dois órgãos reguladores de mercado e telecomunicações. De acordo com a Porto Seguro Conecta, os canais de atendimento da empresa seguem ativos até lá. Os clientes ativos serão avisados com 30 dias de antecedência quando a migração for de fato acontecer.

Com o encerramento das operações, o mercado perde uma das operadoras de planos pós-pagos melhor avaliadas em pesquisas de satisfação da Anatel. Em um comparativo entre as empresas do setor, a Porto Seguro Conecta foi muito elogiada pelos clientes em relação ao atendimento e a ofertas e contratações. Com uma nota média de 8,32, a empresa ficou bem à frente da segunda colocada, a Vivo (7,26), e da terceira, a TIM (7,16).

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Atualização do Windows falha em processadores Intel; veja como resolver

A Microsoft liberou a grande atualização de outubro para o Windows 10 na última terça-feira, 2, mas como acontece frequentemente, a distribuição do update não está acontecendo sem sustos. Um dos problemas enfrentados de forma recorrente está acontecendo com processadores Intel.

Especificamente, a falha tem atingido alguns PCs com processadores Intel da 6ª geração ou mais novos. Quando usuários destes chips tentam instalar a atualização, se deparam com uma mensagem de “O que precisa de sua atenção”, que impede o update de prosseguir antes que uma correção seja aplicada.

A falha acontece especificamente com um driver relacionado ao “Intel Display Audio”. Segundo a Microsoft, a incompatibilidade pode vir a causar demanda excessiva do processador e reduzir a vida útil da bateria. Diante dessa situação, a Microsoft optou por bloquear o alerta de atualização para PCs quando detectar a incompatibilidade.

A Intel já está cuidando dessa situação, no entanto. A empresa diz que já existe uma nova versão do driver e recomenda que os usuários atualizem o item Intel Graphics Driver para a versão 24.20.100.6286 (ou mais recente) antes de instalarem a atualização de outubro do Windows 10. O download pode ser feito por meio deste link.

O que há de novo?

Em testes há alguns meses, a Atualização de Outubro do Windows 10 traz pequenas adições de funcionalidades no sistema. A mais marcante delas é o aplicativo “Seu telefone”, que integrará smartphones Android com PCs. O usuário poderá, por exemplo, copiar fotos para computador, enviar mensagens de textos, sincronizar notificações, entre outros.

Outra novidade é o modo escuro, que finalmente terá suporte ao Windows Explorer. O recurso promete tornar a usabilidade à noite e em telas OLED muito mais agradável. Além disso, a área de transferência na nuvem promete levar o conteúdo copiado no PC (via Ctrl+C) para smartphones via o teclado SwiftKey.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

4 motivos por que nunca valeu tanto a pena comprar um celular do ano passado

Infelizmente, a vida útil do celular é cada vez menor. Foi-se o tempo em que o celular durava quatro ou cinco anos, por uma série de motivos. Essa situação faz com que o consumidor esteja sempre de olho em qual será o seu próximo smartphone, porque nunca se sabe quando o seu aparelho vai deixar de estar disponível.

Nessa hora, sempre aparece aquela pergunta: “vale a pena comprar um celular deste ano ou é mais vantajoso olhar os modelos do ano passado?”. Em 2018, especificamente, a resposta é uma vantagem clara para os modelos do ano passado.

A seguir, daremos bons motivos para olhar para um celular de 2017 na hora de procurar por um novo smartphone.

Eles são bons o suficiente

Primeiro de tudo, a maioria da população não precisa de um celular de ponta, simples assim. Se o que você faz no seu celular é só consultar as redes sociais, bater papo no WhatsApp e tirar uma foto ou outra de vez em quando, não faz diferença se o aparelho foi lançado em 2018 ou em 2017.

Até mesmo para os power-users, que buscam extrair o máximo de desempenho dos seus celulares, as vantagens dos aparelhos mais novos em comparação com os do ano passado não são tão grandes. É totalmente possível viver com um Moto Z2 Play, por exemplo, na faixa intermediária-premium, ou com um Galaxy S8 entre os tops de linha; ambos os celulares foram lançados no ano passado e ainda entregam boa experiência de uso.

Não há inovação

Em outro artigo do Olhar Digital, exploramos os motivos pelos quais é uma má ideia comprar um celular top de linha agora. Uma das razões é simples: não há inovação que justifique a busca por um aparelho de 2018. Os grandes lançamentos deste ano são basicamente melhorias de especificações em relação às suas versões do ano passado; melhorias estas que, como mencionado acima, são desnecessárias para a maior parte do público.

Desvalorização natural

O motivo primário para alguém procurar um celular de 2017 em vez de um de 2018 é, obviamente, preço. Neste sentido, o mercado brasileiro é bastante interessante em comparação com o que se vê no exterior, onde o preço costuma oscilar muito pouco.

Mantendo os exemplos do item anterior, é interessante ver como os celulares ficaram mais acessíveis ao longo do último ano. O Moto Z2 Play foi lançado por R$ 2.000, mas hoje já pode ser encontrado por R$ 1.300; enquanto isso, o Galaxy S8, lançado por R$ 4.000, está custando R$ 2.100. Para comparação, o Moto Z3 Play custa hoje R$ 2.000, e o Galaxy S9 não sai por menos de R$ 3.000.

Efeito dólar

Você pode ter notado que nos últimos meses o dólar deu uma disparada, certo? Isso impacta bastante o preço de lançamento dos eletrônicos no Brasil, de uma forma que não afetava os celulares lançados no ano passado. Isso quer dizer que, no lançamento, os celulares mais caros de 2017 não eram tão caros quanto os de 2018, o que faz com que a desvalorização natural do produto com o tempo crie uma diferença ainda mais

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Este é um dos piores momentos para comprar um smartphone top de linha; entenda

Com a aproximação das festas de fim de ano, muitos brasileiros ficam de olho em promoções de Natal e Black Friday para comprar um smartphone top de linha Android ou iPhone. No entanto, pelo menos por enquanto, esta pode não ser uma escolha tão vantajosa assim para os consumidores. 

Pensando nisso, reunimos alguns motivos pelos quais, talvez, seja interessante pular a atual geração de smartphones high end e aguardar por 2019. Confira a seguir os fatores que podem fazer a diferença tanto do ponto de vista tecnológico, como no nosso bolso.

– Geração com poucas mudanças

Um dos grandes trunfos dos smartphones top de linha é empolgar os consumidores com novas funções ou design ousados. Em 2017, aparelhos com iPhone X e Galaxy S8 chamaram a atenção ao trazer telas com bordas finas, recarga sem fio e recursos de reconhecimento facial. Em 2018, por outro lado, as mudanças foram bem mais modestas e focadas nas especificações.

No lado da Apple, voltamos à clássica geração S: com visual idêntico aos antecessores e melhorias pontuais na câmera e no processador. Já o Galaxy S9 é bastante similar ao que foi apresentado no S8, corrigindo apenas pontos como o posicionamento do leitor de digitais e reforçando configurações internas. Até alguns recursos exclusivos do lançamento da Samsung, como o AR Emoji e a super câmera lenta, estão sendo importados para os modelos antigos.

Ao olhar para aparelhos de outras fabricantes, o usuário também se depara com um cenário similar. Nos últimos meses, o mercado foi invadido por uma legião de telefones com uma pequena franja (ou notch) no topo da tela e sem grande inspiração. Por outro lado, modelos que ousaram mais, como o Oppo Find X e o Vivo Nex S, sequer devem chegar ao Brasil.

Para 2019, por outro lado, mudanças mais significativas são esperadas. Segundo rumores, a Samsung deve apresentar um Galaxy S10 cheio de novidades para comemorar a primeira década da linha. A fabricante sul-coreana e a Huawei, aliás, travam uma disputa pelo lançamento do primeiro modelo dobrável do mundo. Já a Apple e outras fabricantes podem apostar em telefones sem os odiados notch, enquanto a Microsoft pode, finalmente, apresentar o seu Surface Phone em março ou abril.

– Estamos na véspera do lançamento do 5G

O 5G terá suas primeiras redes comerciais lançadas em 2019, o que motivou diversas fabricantes a anunciarem que seus próximos tops de linha terão suporte à nova tecnologia. Embora ainda não haja uma previsão oficial para a chegada da tecnologia ao Brasil, o consumidor brasileiro deve levar isso em consideração antes de gastar milhares de reais em um novo smartphone top de linha.

Em tempos de economia difícil e dólar alto, o número de brasileiros que opta por manter o smartphone por mais tempo tende a crescer. A última edição do QuISI, produzido pela Qualcomm, em parceria com o IDC, mostrou que 41,9% dos consumidores demoram pelo menos dois anos para trocar de celular, por exemplo. Ou seja, um aparelho já preparado para a nova geração tende a ser uma escolha interessante para quem deseja “segurá-lo” por mais tempo ou até mesmo conseguir melhores valores de revenda.

Vale lembrar que as novas redes de celulares tendem a oferecer taxas de latência muito menores do que as atuais, diminuindo o tempo de resposta da conexão. Além disso, o 5G oferecerá velocidades muito superiores às atuais, podendo alcançar a casa dos Gbps (Gigabits por segundo). Por fim, a tendência é que a migração para as novas redes seja gratuita, assim como o que aconteceu no avanço do 3G para o 4G.

– Preço altíssimo

O dólar é um dos fatores que mais influenciam no preço dos produtos de tecnologia no Brasil e o cenário não é nada animador em 2018. Nos últimos 12 meses, a cotação da moeda americana deu um grande salto de R$ 3,15 para R$ 4,01 em meio à recuperação lenta da economia e às incertezas do período eleitoral. Quem espera pelos lançamentos de fim de ano tende a encontrar aparelhos com o preço inflado pelo câmbio desfavorável.

É possível ilustrar esse cenário com a variação do preço de lançamento dos tops de linha da Samsung, que passou de R$ 4 mil no S8 para R$ 4.300 no S9 básico. No caso da linha Note, a variação foi ainda maior: passando de R$ 4.400 para R$ 5.500 em apenas um ano. Por fim, a expectativa é que o sucessor do iPhone X, que já assustou muitos consumidores com a etiqueta de R$ 7 mil, chegue por preços ainda mais astronômicos.

Diante disso, o melhor conselho para o consumidor que pretende comprar um top de linha neste momento é: tenha paciência e cautela. Esperar alguns meses pode recompensar com uma cotação do dólar mais fraca, especialmente após o fim das eleições, e a tradicional desvalorização dos modelos. Outra opção, para quem estiver precisando com urgência, é comprar um dos modelos lançados em 2017.

– Intermediários cada vez mais atraentes

Enquanto os preços dos tops de linha disparam, os modelos intermediários têm se mantido em patamares mais “aceitáveis” para a renda dos brasileiros. Atualmente, é possível encontrar bons aparelhos nesta categoria, com preços que variam entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil. Muito deles, inclusive, importam alguns recursos dos telefones mais caros, como tela infinita, câmera dupla e ficha técnica robusta.

Até a Apple resolveu lançar um bom intermediário neste fim de ano: o iPhone XR. O modelo traz as mesmas especificações das versões XS e XS Max, economizando apenas em itens como a câmera traseira e a tela de LCD. O aparelho, que chega lá fora por US$ 749 (R$ 2.910), é apontado como o provável campeão de vendas da marca para 2018.

– Conclusão

Por mais atraentes que possam ser, os smartphones top de linha de 2018 deixaram a desejar até o momento. A menos que alguma surpresa surja até o fim do ano, os consumidores não tendem a perder muito se esperarem um pouco para atualizar ou seus telefones ou optarem por comprar modelos mais simples na Black Friday ou Natal.

Do ponto de vista da inovação, o próximo ano tende a ser bem mais interessante, com a promessa de mudanças maiores nos telefones da Apple e da Samsung. Além disso, a corrida pelos smartphones dobráveis e pelo fim do notch na tela promete finalmente trazer mais empolgação para os fãs de tecnologia. Por fim, a chegada do 5G é uma notícia aguardada por aqueles que já querem experimentar as novas redes ou pretendem manter os seus telefones por mais tempo.

Já do ponto de vista do preço, a alta do dólar e da carga tributária pressionam ainda mais os já inflados preços de lançamento de iPhones e Galaxys. Caso seja possível esperar, a queda da moeda americana ou a desvalorização natural dos modelos tendem a compensar o tempo a mais com um smartphone antigo. Do contrário, um aparelho intermediário consegue oferecer um bom custo-benefício, com um misto de especificações interessantes e valores mais justos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Astrônomos podem ter encontrado primeira lua fora do Sistema Solar

Uma equipe de astrônomos da Universidade de Columbia, em Nova York, divulgou nesta quarta-feira, 3, a descoberta de indícios do que parece ser uma lua fora do Sistema Solar. Se os dados forem confirmados, será o primeiro satélite natural detectado na órbita de um exoplaneta.

Cientistas já catalogaram centenas de planetas ao redor da galáxia, circulando as mais diversas estrelas. Mas nunca foram capazes de detectar se havia alguma lua na órbita de algum deles. Desta vez, as evidências são promissoras.

O astro em questão está na órbita de um planeta gigante e gasoso, semelhante a Júpiter, localizado a cerca de 4.000 anos-luz de distância da Terra. O planeta, por sua vez, gira em torno da estrela Kepler-1625, que fica na constelação do Cisne (Cygnus).

Alex Teachey e David Kipping, os autores do estudo que detalha a descoberta, explicaram que é difícil confirmar a existência de um satélite natural em um exoplaneta porque estes astros são bem menores do que os respectivos planetas.

Além disso, planetas fora do Sistema Solar são identificados quando formam uma sombra sobre as lentes dos telescópios da Terra, no momento em que passam na frente de suas estrelas. Como planetas não têm luz própria, é difícil enxergar a sombra deixada por uma lua.

Os cientistas usaram os satélites Hubble e Kepler para observar o que parecia uma sombra deixada por um objeto bem menor que um planeta em frente à estrela Kepler-1625. A observação foi breve e não pode ser reproduzida mais de uma vez, e por isso a existência da “exolua” não foi confirmada.

Os cientistas esperam confirmar a descoberta desta nova lua ao longo dos próximos meses, a partir de observações mais detalhadas. Eles também pretendem usar o telescópio James Webb para detectar outros astros menores pelo espaço, como planetas rochosos e mais satélites naturais.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral