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Google endurece regras da loja de extensões do Chrome para combater golpes

O Google anunciou regras mais duras para desenvolvedores de complementos para o Chrome. A partir de agora, extensões cujos códigos não estejam facilmente acessíveis não podem mais ser submetidas à loja, bem como as atuais terão que se adaptar à mudança. Além disso, os usuários terão mais controle sobre quando os plug-in poderão acessar informações de navegação.

De acordo com a publicação do Engadget, algumas das novidades anunciadas pelo Google serão liberadas junto com o Chrome 70. No entanto, a gigante de buscas já proibiu que novos complementos com códigos obscuros e inteligíveis sejam submetidos na Web Store e que os atuais sejam revisados até 1º de janeiro. Segundo a gigante de buscas, 70% das extensões maliciosas utilizam esse tipo de brecha para enganar usuários.

O Google Chrome 70 também vai cortar o acesso fácil de complementos a dados de navegação. Ao instalar uma extensão, o usuário poderá restringir o acesso a informações de apenas um site, liberar de todos ou só coletar quando houver um clique no botão do plug-in. Além disso, haverá uma revisão mais criteriosa dos programas que solicitam “permissões poderosas”.

Para o próximo ano, o Google passará a exigir que desenvolvedores ativem a verificação de duas etapas na sua conta da Chrome Web Store. A medida visa impedir que hackers usem a credencial de uma empresa para distribuir versões maliciosas do complemento como se fosse uma atualização. Além disso, as políticas da plataforma também deverão ser atualizadas.

Previsto para chegar até o fim do mês, o Chrome 70 deve trazer grande foco em privacidade e segurança online. Nos últimos meses, o navegador do Google tem sido alvo de diversos ataques em sua loja de complementos e denúncias de frouxidão ao revisar os códigos distribuídos na Web Store.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Por que você deveria parar de fazer login em aplicativos com o Facebook

Você pode ter visto na última sexta-feira, 28, que o Facebook se envolveu em mais um problema relacionado a privacidade e segurança de dados dos usuários. Se não viu, fique sabendo: 50 milhões de pessoas tiveram suas contas afetadas por uma falha de segurança que permitia acesso indevido aos perfis sem que o autor do ataque precisasse sequer descobrir a senha das vítimas.

A reação de muitas pessoas a essa falha foi indiferença. “Afinal de contas, qual é o problema de alguém acessar minha conta se eu não tenho nada a esconder? O que eu tenho a perder?”, diziam vários dos comentários de leitores do Olhar Digital. Se você só usa o Facebook para conversar com alguns amigos e compartilhar memes, talvez realmente não haja um grande risco envolvido no ataque, além do fato de que seu perfil pudesse vir a ser usado para distribuir spam.

No entanto, existe uma preocupação que é consideravelmente mais grave: boa parte dos usuários do Facebook utiliza sua conta na rede social para fazer login em outros aplicativos, por meio de um sistema que chama Facebook Login, que pode ser um problemão em uma situação como essa.

Você já deve ter visto isso em vários sites ou serviços. Em vez de ter que criar uma conta nova ao se cadastrar em um app, você pode simplesmente utilizar a sua conta no Facebook para se autenticar e pronto. O desenvolvedor recebe os dados necessários direto da sua conta na rede social e em alguns casos você sequer precisa criar uma senha nova. Fácil, rápido, mas consideravelmente problemático.

Em uma situação como a da semana passada, na qual usuários tiveram suas contas no Facebook expostas devido a uma falha de segurança, o sistema de login com seu perfil da rede social se torna uma vulnerabilidade preocupante. Na prática, essa brecha significa que qualquer serviço no qual uma vítima tenha se cadastrado usando o login do Facebook se torna vulnerável.

Ou seja: de uma tacada só, o autor do ataque poderia ter acesso aos perfis do Facebook e a boa parte da vida digital de alguém que associa sua conta a outros serviços. Em situações assim, a melhor forma de se proteger é a precaução. Pode ser incômodo, mas a melhor forma de evitar esse problema é usar o método tradicional de usar um endereço de e-mail e criar uma senha diferente para cada serviço online. Vale a pena também usar um gerenciador de senhas para ter um controle melhor da sua vida digital.

Um outro motivo pelo qual é recomendável ficar longe da utilização do Facebook Login é privacidade. Como ficou evidente no escândalo da Cambridge Analytica, empresas utilizam essa técnica de autenticação em aplicativos para coletar muito mais dados pessoais do que você cederia se apenas preenchesse um formulário com seu nome, e-mail e senha. Claro, você tem a opção de gerenciar as permissões de acesso às suas informações, mas a maior parte das pessoas simplesmente não usa essa ferramenta.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

WhatsApp para iPhones trará publicidade muito em breve?

O WAbetaInfo, uma das mais confiáveis fontes sobre as próximas novidades do WhatsApp, afirmou nesta segunda-feira (01/10) que a versão para iPhone do app de mensagens passará a trazer anúncios baseado na visualização de um certo número de status, a ser determinado.

A notícia foi divulgada via Twitter após a entrevista dada por Brian Acton, co-fundador do WhatsApp, para a revista Forbes, em setembro último. Na ocasião, Acton afirmou que se sentiu um “vendido” por entregar o app ao Facebook.

Ao repercutir a entrevista de Acton, o WAbetaInfo afirmou em seu tuíte que, “depois de visualizar um certo número de status, o WhatsApp poderá exibir um anúncio”. O perfil, que tem altos índices de acerto na revelação de novos recursos do messenger, também declarou que o recurso já está em desenvolvimento. 

Acton, que criou o WhatsApp juntamente com Jan Koum, era contra o uso de anúncios como forma de monetizar o aplicativo. Mas Mark Zuckerberg e sua equipe discordavam. Este tema – como tornar o WhatsApp lucrativo – foi, fundamentalmente, o que colocou Acton e Facebook em rota de colisão.

Acton não queria misturar dados do WhatsApp com o do Facebook, mas o app acabou ganhando integração com a rede social mesmo assim. Acton não queria uma versão paga para empresas, mas o WhatsApp Business acabou sendo lançado. Ele era contra anúncios no aplicativo, mas eles serão integrados aos Status, mas sem data definida.

Ainda na entrevista à Forbes, o co-criador do messenger mais popular do planeta também disse que os anúncios teriam duração de 24 horas.

Facebook ainda não teve lucro com o WhatsApp

Comprado em 2014 por US$ 22 bilhões, o WhatsApp ainda não se mostrou um produto rentável ao Facebook. A rede social já testou algumas ferramentas para monetizar o app de mensagens – entre elas o WhatsApp Business e a possibilidade de realizar transferências bancárias pelo messenger. No entanto, até o momento, a plataforma de Mark Zuckerberg não encontrou a fórmula definitiva.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Samsung libera Android Oreo para dois celulares da linha Galaxy J no Brasil

Pode comemorar, usuário da Samsung. A empresa continua firme na promessa de atualizar alguns de seus celulares intermediários lançados nos últimos anos para o Android Oreo. Agora foi a vez de dois modelos: o Galaxy J5 Pro e o Galaxy J7 Neo, que estão recebendo a atualizando nesta semana.

Conforme identificado pelo site Tecnoblog, usuários começaram a receber o alerta de atualização do Galaxy J5 Pro, que aparece na lista de aparelhos a serem atualizados como Galaxy J5 (2017). Da mesma forma, há uma série de relatos ao longo de setembro de atualização do J7 Neo.

O curioso é que ambos parecem ter recebido a atualização bem antes do previsto pela Samsung. A empresa havia anunciado um cronograma prevendo updates até o final de fevereiro para vários de seus celulares, incluindo o Galaxy S7 e vários intermediários. O J7 Neo e o J5 Pro deveriam ser atualizados até o final de novembro e já estão atualizados no início de outubro, o que mostra que as coisas estão caminhando bem. Da mesma forma, O S7 e o S7 Edge receberam o Oreo bem antes do final de setembro, como a Samsung havia previsto.

Veja a previsão divulgada pela Samsung para os próximos aparelhos:

  • Galaxy Tab A (2017) – 31/12/2018
  • Galaxy A9 Pro (2016) – 31/12/2018
  • Galaxy J7 (2016) – 31/12/2018
  • Galaxy J7 (2017) – 31/12/2018
  • Galaxy J5 Prime – 31/12/2018
  • Galaxy J7 Prime2 TV – 31/12/2018
  • Galaxy Tab A 10.1 Plus – 31/01/2019
  • Galaxy J7 Prime – 31/01/2019
  • Galaxy Tab Active 2 – 28/02/2019

É interessante notar que todos esses aparelhos estão recebendo o Android Oreo depois de o Google já ter liberado o Android Pie para as fabricantes, então a empresa está um ano atrasada. Ao mesmo tempo, alguns destes celulares são modelos bastante básicos que foram lançados com o Android Marshmallow, então ao menos a Samsung merece os parabéns por ainda dar alguma atenção para estes modelos. A Motorola, por exemplo, abandona o Moto G após uma única atualização.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

YouTube ganha miniplayer que permite usuário navegar enquanto assiste vídeos

Um recurso que vinha sendo testado há alguns meses pelo YouTube começou a ser liberado para todos os usuários: uma versão em miniatura do reprodutor de vídeo agora pode ser usada para quem quiser continuar navegando pelo serviço enquanto assiste a algum vídeo.

Ao acessar o YouTube pelo navegador no PC, o usuário vai encontrar um novo botão no reprodutor de vídeo: no canto inferior direito, ao lado das configurações, agora existe um botão “Ativar miniplayer”. É só pressioná-lo para o vídeo ser deslocado para a parte inferior da tela, deixando o restante livre para o usuário continuar navegando.

Com o novo recurso, é possível escolher novos vídeos para adicionar a uma lista de reprodução ou mesmo selecionar qual vai ser o próximo a ser reproduzido enquanto um vídeo já está tocando.

O miniplayer tem algumas limitações em relação aos botões de controle: só é possível iniciar ou pausar a reprodução, ou então mudar para o próximo vídeo ou o anterior da lista de reprodução. Ao clicar no nome do vídeo, o usuário retorna ao reprodutor convencional do YouTube.

A novidade já começou a ser distribuída para todos os usuários do YouTube e funciona mesmo quando a pessoa não está logada no serviço de vídeos. Caso você ainda não tenha acesso ao recurso, é só esperar alguns dias até que ele seja liberado.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Eleição e tecnologia: o que pode e o que não pode no dia da votação

O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro. E com uma campanha tão marcada pelas mídias sociais e tecnologia, é comum que os eleitores fiquem na dúvida sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. No entanto, é preciso estar atento: violar o sigilo do voto ou fazer boca de urna pode render multas e até cadeia para quem for pego.

Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno guia sobre o uso de tecnologia no dia da votação. Veja a seguir que posturas o eleitor deve ter offline e online neste momento tão importante da nossa democracia.

– Pode tirar selfie com a urna?

De forma alguma! Desde 2014, o Tribunal Superior Eleitoral proíbe a entrada de telefones celulares na cabine de votação. O Artigo 88 da resolução 23.399 também determina que máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto devam ficar fora da cabine. Os objetos deverão ficar retidos pelos mesários enquanto o voto é realizado.

Segundo o TSE, o objetivo dessa proibição é evitar que eleitores possam ser coagidos no momento do seu voto, sendo obrigados a escolher determinados candidatos. No caso de descumprimento da lei, o indivíduo pode estar sujeito a detenção de até dois anos ou pagamento de multa. Até a porta da seção eleitoral, por outro lado, os selfies são liberados.

– Pode levar a cola do voto no celular?

Também não! Como não é possível utilizar eletrônicos dentro da cabine de votação, o eleitor não poderá utilizar apps de anotação para lembrar os números do candidatos. A única opção é levar a boa e velha colinha de papel, que pode até mesmo ser do modelo do site do TSE.

– Posso votar com o e-Título?

O e-Título é uma das grandes novidades para as eleições deste ano. Com ele, os usuários do Android e iPhone podem acessar uma versão virtual do seu título eleitoral e deixar a versão impressa em casa. No entanto, durante a votação, o aparelho terá que ficar retido pelos mesários. Veja como usar o e-Titulo.

– Posso declarar meu voto nas redes sociais?

A postura do eleitor nas redes sociais deve seguir as mesmas regras válidas para o seu comportamento offline. Ou seja, é preciso agir com bastante cautela. Segundo a publicação da BBC Brasil, é permitido declarar abertamente o seu voto em plataforma como o Facebook e Twitter, no qual o receptor tem escolha se deseja ler ou não a mensagem.

Por outro lado, o eleitor não deve abordar alguém diretamente via SMS ou aplicativo de mensagens como Messenger e WhatsApp para declarar o seu voto ou fazer campanha. Como o receptor não terá opção se lerá ou não a publicação, a prática pode ser interpretada como boca de urna. Este crime é passível de detenção de seis meses a um ano, prestação de serviços à comunidade e pagamento entre R$ 5 mil a R$ 15 mil, segundo o TSE.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Linux: Como instalar o Mint e configurá-lo a sua maneira

O Linux é um sistema muito popular entre pessoas que trabalham com informática e tem passado por mudanças ao longo do tempo para atrair novos usuários. Ainda assim, a diferença de uso dele para as tarefas do dia-a-dia com o Windows ainda assusta muitas pessoas.

Para lhe ajudar a entender um pouco mais sobre o Linux, o Olhar Digital está preparando uma série, que mostrará desde a instalação do Linux até as principais configurações para deixá-lo pronto para o uso cotidiano. Confira:

A escolha da distribuição Linux

Hoje em dia existem muitas distribuições do Linux amigáveis para quem está utilizando o sistema pela primeira vez. Para esta série, a escolha ficou com o Linux Mint 19 Tara com o ambiente gráfico do Cinnamon. Esta distribuição, além de ter se popularizado, consegue oferecer uma boa performance até mesmo em aparelhos que não sejam muito potentes.

Nesta primeira parte da série, você aprenderá a fazer a instalação do Linux Mint, além de mexer nas configurações iniciais dele, que são essenciais para que ele funcione. Antes disto, veja o que será necessário para a realização das etapas.

Requisitos

O Linux Mint possui versões 32 e 64 bits. Apesar de ser uma distribuição leve como foi dito, ainda é necessário atender alguns requisitos para que o Mint entregue o máximo de sua performance. Veja quais são eles:

  • 1 GB de memória RAM;
  • 15 GB de espaço livre em disco;
  • Monitor com suporte a resolução 1024 x 768;
  • Pendrive com 4 GB ou DVD para executar o instalador da distribuição.

Preparando a mídia de instalação

Para fazer a instalação ou rodar o Live CD do Linux Mint, é necessário utilizar um Pendrive ou DVD-R para poder inicializar o computador pela primeira vez. No passo-a-passo a seguir, veja como colocar esta distribuição em um Pendrive usando o Windows:

  1. Faça o download do Linux Mint nesta página. Escolha corretamente a versão adequada ao seu processador. Caso esteja em dúvida, opte pela versão 32-bit;

  2. Acesse o site do UNetbootin e faça o download da ferramenta pelo botão indicado;

  3. Coloque o pendrive no computador e execute o programa UNetbootin;
  4. Marque a opção “Imagem de disco” e clique no botão representado por “três pontos” para escolher o arquivo do Linux Mint que foi baixado. Na parte de baixo do programa, selecione a unidade do pendrive, clique em “Ok” e aguarde o processo ser concluído.

Iniciando o Linux Mint

Para que você possa iniciar o Linux Mint no computador, primeiramente é necessário acessar a BIOS do computador e trocar a ordem de prioridade de inicialização para o Pendrive ou DVD. Este menu pode ser acessado logo ao ligar o computador, por pressionar a tecla “Del” ou “F2”. Os passos para trocar a ordem de boot variam conforme as fabricantes, mas o nome deverá ser algo parecido com “Boot sequence” ou “Boot Priority”.

Se tudo ocorreu corretamente, você já deverá estar na tela inicial, que apresenta a área de trabalho do Mint. Antes de instalá-lo, é possível navegar em algumas funções do sistema para saber se ele já lhe agrada. Já para instalá-lo, siga estes passos:

  1. Logo na área de trabalho, clique em “Install Linux Mint”;

  2. Selecione o idioma “Português do Brasil” e clique em “Continuar”;

  3. Na próxima tela, teste o seu teclado na área indicada. Caso note que as teclas estejam erradas, toque em “Detectar layout do teclado” para corrigi-lo. Ao fim, clique em “Continuar”;

  4. Marque a opção destacada na imagem abaixo. Ela é importante para ter alguns complementos já instalados junto com o sistema para a abertura de arquivos de mídia. Clique em “Continuar”;

  5. Neste momento, o Linux Mint perguntará como ele deve ser instalado. Caso tenha um Windows na máquina, você poderá escolher a opção para mantê-lo e fazer o dual-boot no computador, ou seja, ter os dois sistemas instalados simultaneamente. Em nosso caso, foi utilizada uma máquina sem sistema, assim, será selecionada a opção “Apagar disco e reinstalar o Linux Mint”. Independentemente da opção escolhida, o próprio assistente de instalação lhe guiará durante o processo. Clique em “Instalar agora”;

  6. Na mensagem, confirme se as configurações ficaram certas. Então, clique em “Continuar”;

  7. Selecione a sua cidade e clique em “Continuar”;

  8. Preencha as informações solicitadas. Por uma questão de segurança, é recomendado deixar marcada a opção “Solicitar minha senha para entrar”. Já quanto a “Criptografar minha pasta pessoal”, ela é opcional, mas apenas traz mais segurança para os arquivos dentro da parte de documentos;

  9. Aguarde a instalação do Linux Mint ser concluída. Ela deve legar alguns minutos;

  10. Ao fim do processo, clique em “Reiniciar agora”;

  11. Tire o pendrive ou DVD da máquina e aperte “Enter”.

Testando os recursos

Neste momento, o Linux Mint já está instalado e pronto para rodar. Agora, será mostrado como fazer algumas configurações no sistema, que são essenciais você já se acostumar a ele e, é claro, se certificar de que tudo está funcionando como deve. Veja:

  1. Ao reiniciar a máquina, faça o login com as credenciais definidas anteriormente;

  2. Na mensagem inicial de boas-vindas, desmarque a opção “Exibir ao iniciar”;

  3. Clique em “Menu” conforme indicado e vá em “Configurações do sistema”;

  4. Dentre os diversos itens exibidos. Como exemplo, entre primeiro em “Rede”;

  5. No lado direito da tela, você deverá ver se está conectado ou não. Caso não esteja, o próprio Linux Mint lhe pedirá para configurar a rede;

  6. Após checar a rede, entre nas configurações dos outros hardwares, que ficam no mesmo menu, apena para verificar que nada ficou faltando e se o funcionamento deles está correto.

Personalizando a área de trabalho

A parte de personalizar a Área de Trabalho do Linux Mint é feita por dois menus principais. Ao clicar com o botão direito do mouse em uma parte vazia dela, você pode mudar a forma de organização dos ícones, seus tamanhos e até o plano de fundo utilizado.

Pela função “Adicionar deskelets”, é onde você pode colocar widgets na área de trabalho. Existem widgets para diferentes fins como mostrar um relógio, informações do tempo etc.

Já pelo menu de configurações que você viu anteriormente, ao entrar nele você poderá ocultar o ícone e a disposição de como ela ficará organizada. Confira a imagem abaixo:

Ferramentas de administração

Por fim, outra parte importante do sistema é conhecer as ferramentas administrativas dele. Nelas, é possível definir regras de firewall, verificar drivers e adicionar ou remover outros usuários do sistema. Veja:

  • Firewall – Tenha uma proteção nativa do sistema para navegar na internet com segurança;

  • Fontes de aplicativos – Defina quais são as fontes para os aplicativos obtidos via repositório;
  • Janela de Início de sessão – Escolha as opções visuais e outras configurações da tela de login;
  • Usuários e grupos – Adiciona ou remove outros usuários do sistema, além de mudar o tipo de conta.

Com estes passos acima, você já conhece um pouco do sistema Linux Mint. Na próxima parte desta série será apresentado como baixar e instalar programas dentro desta distribuição, além de conhecer os programas que vem pré-instalados.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O que os principais candidatos à presidência propõem para ciência e tecnologia

As eleições para presidente do Brasil estão chegando. Muita gente já escolheu candidatos e outros ainda estão na dúvida. Mas você sabe o que os principais nomes da disputa eleitoral propõem para o setor da ciência e da tecnologia?

Vasculhamos os planos de governo dos cinco candidatos mais bem colocados nas recentes pesquisas de intenção de voto – Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB).

Confira abaixo o que cada um deles propõe para o setor de ciência e tecnologia caso sejam eleitos.

Jair Bolsonaro (PSL)

O plano de governo da coligação PSL-PRTB, representada pelo candidato à presidência Jair Bolsonaro, dedica duas de suas 81 páginas às propostas de Inovação, Ciência e Tecnologia. Segundo o texto, o Brasil usa uma “estratégia centralizada, comandada de Brasília e dependente exclusivamente de recursos públicos” para investir no setor, e o candidato propõe mudar isto.

O texto afirma que países como Estados Unidos, Japão, Israel, Taiwan e Coreia do Sul possuem “hubs” onde “jovens pesquisadores e cientistas das universidades locais são estimulados a buscar parcerias com empresas privadas para transformar ideias em produtos”. Bolsonaro dá a entender que quer fazer o mesmo no Brasil.

“Nossa intenção é criar um ambiente favorável ao empreendedorismo no Brasil. Assim, valorizaremos talentos nacionais e atrairemos outros do exterior para gerar novas tecnologias, emprego e renda aqui”, diz o texto. O fomento ao empreendedorismo deverá ser estimulado nas “universidades, em todos os cursos”.

Além disso, Bolsonaro afirma que “cada região do Brasil deve buscar suas vantagens comparativas: por exemplo, o Nordeste tem grande potencial de desenvolver fontes de energia renovável, solar e eólica”. Por fim, o candidato diz que “o Brasil deverá ser um centro mundial de pesquisa e desenvolvimento em grafeno e nióbio, gerando novas aplicações e produtos”.

Fernando Haddad (PT)

O termo “tecnologia” aparece 43 vezes no plano de governo da coligação PT-PCdoB-PROS, antes representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, por Fernando Haddad. Na maioria dos casos, o termo é usado para enfatizar o investimento em outros setores, como saúde, educação e segurança.

Há, porém, um capítulo inteiro do plano de governo dedicado especificamente a investimentos em ciência, tecnologia e inovação. São quatro pontos em destaque, começando pela proposta de remontagem do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A iniciativa, segundo Haddad, “deve associar universidades e centros de excelência em pesquisas públicas e privadas, capazes de operar em redes colaborativas e em coordenação com a estruturação de ecossistemas de inovação em áreas estratégicas (como manufatura avançada, biotecnologia, nanotecnologia, fármacos, energia e defesa nacional)”.

O candidato também propõe a recomposição e a ampliação do Sistema Nacional de Fomento de Ciência, Tecnologia e Inovação. “Os orçamentos das agências de fomento federais, destacadamente os do CNPq e da CAPES serão recuperados e ampliados a partir dos patamares mais elevados alcançados nos governos Lula e Dilma”, diz.

Haddad também sugere liberar progressivamente os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operado pela FINEP. O fundo também será ampliado captando recursos do Fundo Social do Pré-Sal, o candidato promete caso seja eleito.

Além disso, o Haddad propõe recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que, durante o governo Temer, foi mesclado ao Ministério das Comunicações. Por fim, Haddad promete ampliar os investimentos no setor até atingir 2% do PIB em 2030 – “patamar necessário para garantir a nossa competitividade internacional face às mudanças nos paradigmas tecnológico-produtivos em curso no mundo”, descreve o texto.

Ciro Gomes (PDT)

O documento que a coligação PDT-Avante, do candidato Ciro Gomes, apresentou ao TSE detalhando o plano de governo do presidenciável dedica três páginas à ciência, tecnologia e inovação. Nelas, estão listadas 10 medidas que Ciro pretende tomar, se for eleito, em relação ao setor.

Algumas destas medidas não estão detalhadas, como “fortalecimento do CNPq e de suas instituições de pesquisa” e “estímulo à produção de conhecimento aplicado ao desenvolvimento tecnológico”, por exemplo. Mas outras são um pouco mais concretas.

O candidato propõe, por exemplo, elaborar um “plano nacional de ciência e tecnologia, de forma a evitar iniciativas sobrepostas e ações antagônicas, maximizando o uso de recursos e alinhando os setores público e privado”.

Ciro Gomes também sugere estimular a contratação de pessoas com doutorado pelo setor privado, “facultando o pagamento de bolsas por períodos probatórios de até 4 anos. Com isso, as empresas se iniciam na pesquisa e aumentam o seu vínculo com as universidades”.

Sobre o direcionamento de recursos públicos, Ciro Gomes diz que seu eventual governo daria prioridade a investimento em energia (“trata-se de um segmento chave para o desenvolvimento dos demais setores”) e indústria 4.0 (“o Estado tem a obrigação de apoiar as empresas de base produtiva que buscam promover esse tipo de inovação”).

O texto também fala em startups. Ciro Gomes propõe usar recursos do BNDES e do FINEP para financiar incubadoras públicas, em universidades ou outras instituições, como forma de incentivar pequenas empresas da área de tecnologia.

O plano de governo também propõe a “desburocratização dos processos de importação de insumos e equipamentos direcionados à pesquisa”, além da “redução de entraves burocráticos e melhoria da segurança jurídica em relação à produção conjunta da propriedade intelectual entre universidades e empresas e a sua exploração comercial por empresas”.

Marina Silva (Rede)

A coligação Rede-PV apresentou ao TSE um plano de governo de 24 páginas, das quais uma é dedicada às propostas para a área de ciência, tecnologia e inovação de Marina Silva. “Nosso governo parte da concepção geral de que os recursos para a CT&I são investimentos, não gastos, e precisam ter tratamento diferenciado, com imunidade a contingenciamento como manda a lei”, diz a candidata.

Uma das propostas é recriar o Ministério da Ciência e Tecnologia, que, no governo Temer, foi mesclado ao Ministério das Comunicações. Marina também propõe criar uma “Estratégia Nacional de CT&I”, cuja meta será a de elevar os investimentos no setor até chegar a 2% do PIB até 2022.

“Nosso ambiente de negócios é adverso e pouco propício à inovação e à adoção de novas tecnologias”, diz Marina. “Nossas propostas para reverter esse quadro incluem a eliminação das barreiras tarifárias e não tarifárias, para a importação de equipamentos, materiais, insumos e serviços, utilizados em pesquisa, desenvolvimento e inovação.”

A candidata também sugere aperfeiçoar mecanismos para manter cientistas estrangeiros e qualificados no Brasil, reorientar as linhas de crédito do BNDES para o financiamento de inovação e reforçar a colaboração entre universidades e empresas privadas.

Geraldo Alckmin (PSDB)

A maior coligação na disputa presidencial, que une os partidos PSDB, PP, PTB, PSD, SD, PRB, DEM, PPS e PR pelo nome de Geraldo Alckmin, apresentou ao TSE um plano de governo de nove páginas. As propostas não estão divididas por setor, mas pelas palavras “indignação”, “solidariedade” e “esperança”.

Na primeira parte, não há menção à tecnologia. Na segunda, Alckmin propõe a digitalização de dados médicos, “a implantação de um cadastro único de todos os usuários do SUS e a criação de um prontuário eletrônico com o histórico médico de cada paciente”, que, segundo ele, “são passos fundamentais para melhorar a qualidade do atendimento na saúde e combater desperdícios”.

Na terceira parte, há propostas específicas para o setor de inovação. “Fortaleceremos o ensino técnico e tecnológico, qualificando os jovens para atuar na nova economia”, diz o texto. “Vamos estimular as parcerias entre universidades, empresas e empreendedores para transformar a pesquisa, a ciência, a tecnologia e o conhecimento aplicado em vetores do aumento de produtividade e da competitividade do Brasil.”

Alckmin também fala em promover “o desenvolvimento da indústria 4.0, da economia criativa e da indústria do conhecimento, fomentando o empreendedorismo em áreas de inovação, da cultura, do turismo e, especialmente, em áreas onde já somos líderes, como a agroindústria”.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

A tecnologia que PODERIA ter salvado o Museu Nacional

A maior parte dos brasileiros nunca tinha pisado no Museu Nacional. E, agora, depois do incêndio, mesmo que algum dia a instituição reabra as portas, o acervo que o transformava num dos museus mais importantes do país e até do mundo não estará mais lá. O mais grave da história talvez seja o fato de que já existem soluções para combater incêndios como esse – de modo rápido, eficiente e que acabaria por salvar o patrimônio que se perdeu. O melhor exemplo vem dos sistemas hoje usados nos datacenters – inclusive no Brasil.

No dia do incêndio do Museu Nacional, não havia água nos hidrantes. E, mesmo que houvesse, encharcar os ambientes com água poderia ter diminuído o desastre causado pelo fogo, mas haveria danos causados pela água. Claro que poderiam ser menores – mas, todo mundo já sabe hoje em dia que a água não é a melhor resposta para situações como essa.

Nos datacenters, esses aglomerados de inúmeros servidores por onde passa boa parte da nossa vida digital, o problema é parecido. Imagine um incêndio aqui. Se você jogar água em tudo, pode controlar as chamas, mas corre o risco de danificar os computadores. O prejuízo físico pode ser menor, mas as perdas de dados podem ser igualmente catastróficas.

Mas, nenhuma empresa séria trabalha com essa ideia de combater um eventual incêndio com mangueiras de água. A solução moderna está no uso de gases.

Faz toda lógica. Para ter fogo, você precisa de 3 elementos: algo que sirva de combustível. Algo que inicie uma chama e oxigênio. Não combustão sem oxigênio. Então, nos sistemas modernos, o que se faz é usar gases que conseguem diminuir a quantidade oxigênio no ambiente, de modo que não haja suficiente para que o fogo continue a se propagar. O heptafluoropropane, que é conhecido comercialmente como FM-200 é um dos mais usados. Ele consegue reduzir a quantidade de oxigênio no ambiente para níveis que tornam impossível a propagação das chamas. Qualquer foco de incêndio é eliminado rapidamente. A operação é rápida e precisa.

Voltando ao caso do Museu Nacional, o que mais chama a atenção é a instalação de um sistema similar custaria algo em torno de 1 milhão de reais… uma quantia relativamente pequena, se formos fazer as contas em relação ao acervo de valor incalculável que se perdeu.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O futuro dos carros elétricos direto do Vale do Silício

Em alguns momentos, já dá para tirar as mãos do volante com certa segurança. Os pés podem descansar; o carro acelera e freia sozinho dependendo da velocidade do veículo que vai à sua frente. Mas nada de tirar os olhos da pista. Ainda estamos um pouco longe do dia em que o ser humano vai ser definitivamente dispensável atrás do volante, mas o caminho é este – o futuro é dos autônomos. Autônomos e, ao que tudo indica, elétricos…

Estamos na Califórnia, onde o futuro da mobilidade urbana já começou a ser traçado. Por aqui, com a missão de acelerar o desenvolvimento tecnológico e encontrar respostas para tantas questões que envolvem substituir o motorista humano por veículos robóticos, um ecossistema de empresas de diversas partes do mundo se reuniu na região do Vale do Silício, berço internacional de inovação e tecnologia. A máxima é: aplicar recursos tecnológicos e muita inteligência para que os carros, sozinhos, possam tornar o trânsito mais seguro, eficiente e sustentável nos quatro cantos do mundo.

Nós tivemos a oportunidade de experimentar este novo elétrico pelas ruas de San Francisco. Além do silêncio ao dirigir, para o motorista, pouca coisa o diferencia de um carro a combustão de alto padrão. Mas o que chamou mesmo nossa atenção foram as tecnologias embarcadas no modelo que, de alguma forma, já dão certa autonomia ao carro.

Com quatro câmeras ao seu redor e diversos sensores, o veículo tem piloto automático adaptativo. Sem a intervenção do motorista, acelera e freia de acordo com a velocidade do carro que vai à sua frente. Mais legal e surpreendente é o novo sistema de reconhecimento de faixas de rolagem. Quando ativo, permite, ainda que por poucos segundos, tirar as mãos do volante com alguma segurança; inclusive em curvas e a mais de 80 quilômetros por hora.

Para permitir esse nível de auxílio à condução, os sensores, câmeras e radares evoluíram bastante nos últimos anos. E, no futuro, combinados com algoritmos inteligentes, são esses instrumentos que vão servir como os “olhos” dos autônomos. Mas e se a gente pensar em, por exemplo, tirar um cochilo enquanto formos conduzidos, será que esses sensores já estão mesmo prontos?!

O preço dos sensores não é problema para este universo de empresas que pesquisa e desenvolve os primeiros passos dos autônomos. Mas para construir veículos acessíveis comerciais, esses sensores ainda não estão disponíveis. Este é só um dos desafios dos autônomos. Afinal, mais do que isso, como integrá-los na sociedade e não levar uma eternidade para isso? Não dá para simplesmente adaptar ou mudar tudo, construir novas estradas, novas cidades; impossível. Ou seja, os autônomos vão ter que, de alguma forma, se encaixar na nossa realidade. Isso não vai demorar e cada empresa tem sua visão da melhor forma para que essa seja uma convivência sadia.

Essa montadora japonesa reuniu cientistas e engenheiros no seu centro internacional de pesquisa no Vale do Silício. Em uma parceria com a agência espacial norte americana, a Nasa, a grande aposta da marca para o futuro  dos autônomos está na operação remota…a distância.

O projeto promete combinar inteligência artificial com intervenção humana. A iniciativa vai permitir que veículos autônomos tomem decisões em situações imprevisíveis a partir de comandos de seres humanos em grandes centrais de controles e, através da conectividade e inteligência artificial, repasse o comando para outros veículos robóticos. Imagine, por exemplo, quando um carro autônomo tiver que desviar de um bloqueio. O primeiro que encontrar o obstáculo receberá o comando da central e, consequentemente, todos os outros “aprenderão” com a ação.

A princípio, a ideia é que cada operador seja responsável por cinco veículos autônomos nas ruas. Mas, com o passar do tempo e o aprendizado das máquinas, esse número pode chegar a 100 veículos robôs por ser humano.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral