Quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em um acidente entre dois carros na Avenida Brasil, na altura de Realengo, sentido Zona Oeste, por volta das 10h20 deste domingo. Segundo testemunhas, um dos veículos cruzou a pista contrária e capotou por cima de outro carro.
O motorista sobrevivente, Gabriel de Barja Martins, dirigia um Fiesta Sedan, sentido Centro, que capotou, atravessou a via e caiu em cima do veículo Toyota Corolla, cor preta. Os quatro mortos, identificados homens segundo a assessoria do Corpo de Bombeiros, morreram na hora. Das vítimas, duas foram decapitadas.
Segundo o pai de Gabriel, que não quis se identificar, o rapaz de 26 anos estava indo para o Centro, onde trabalha como motorista particular. A Polícia Militar não conseguiu identificar a vítima, pois transeuntes, momentos após o acidente, roubaram pertencentes de ambos carros. Gabriel foi encaminhado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo.
O Centro de Operações informou que uma faixa da foi interditada na parte da manhã, sentido Santa Cruz, na altura do Batan. Bombeiros, CET-Rio, Polícia Militar e Polícia Civil foram ao local para socorrer a vítima e realizar perícia.
Às 12h, os corpos e carros já tinham sido retirados da rua, e a via foi liberada. A ocorrência está em andamento na 33ª DP (Santa Cruz).
Cláudia Raia acaba de completar o 52º aniversário, celebrado no dia 23 de dezembro, mas jovialidade e sensualidade permanecem intactas. Como mostrou em uma foto publicada nesse sábado (29) nas redes sociais, a atriz sente-se mais confiante que nunca com o seu corpo.
De férias em Trancoso, Cláudia Raia exibiu as curvas vestindo um biquíni e mostrou a boa forma física.
“Musa”, “deusa”, dona de um “corpão” e “inspiradora”, foram alguns dos elogios dos fãs nos comentários da publicação.
A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), através da Corregedoria, finalizou a sindicância instaurada em julho, sobre a suposta orgia na Casa do Albergado Crispim Ventino, em Benfica, Zona Norte do Rio. Três inspetores de segurança e administração penitenciária irão responder a processos administrativos porque “valeram-se do cargo público exercido e consentiram o que deveriam proibir”. A conclusão do caso será encaminhada ao Ministério Público Estadual.
Segundo as investigações, três mulheres estiveram na prisão por mais de três horas. De acordo com a sindicância, um dos investigados afirmou que elas seriam a esposa, cunhada e filha de um inspetor, que teria levado a filha para uma consulta médica ao Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis. No entanto, não foi constatado nos registros do hospital o nome da menina.
De acordo com o relatório final, “por considerar inadmissível a tão prolongada presença de mulheres em tal unidade prisional seja associada ao ideal de prover assistência médica à filha de um determinado servidor”, e por entender que a ausência de um servidor se deu “inoportunamente por razões manifestamente escusas, a julgar pela ausência de qualquer registro sobre o atendimento hospitalar que, enfaticamente, o servidor afirmou ter sido prestado àquela dependente, hipoteticamente acometida por problemas de saúde”, foi concluído que os servidores não agiram em cumprimento do dever.
Ainda de acordo com a Corregedoria, será aberta uma nova sindicância pela constatação que funcionava na unidade uma cantina sem permissão formal da Seap, e o local foi administrado por permissionária de lotes envolvidos na Operação Primogênita.
Wesley Safadão compartilhou nesta quinta-feira (27) que emagreceu 10 kg em menos de dois meses. A mudança de peso foi uma necessidade, por conta de um problema de saúde do cantor.
“Há alguns meses atrás, eu estava com 92 kg, acho. Também viciado em refrigerante. Copão cheião de gelo e refrigerante. Foi aí que eu tive o meu problema da hérnia de disco e tive que emagrecer”, explicou o cantor através de seu perfil no Instagram.
Ele afirmou que tem facilidade em engordar e emagrecer, mas que a perda de peso foi mais difícil desta última vez.
“Trouxeram uma coisa aqui para a casa que eu já mandei tirar, que foi uma máquina de fazer pastel. Nessa brincadeira engordei mais de 10 kg”, disse.
“Passei de 92 para 82 kg. Agora estou nessa faixa, de 80 a 82 kg. No Natal, eu nem me pesei. Fui na balança, mas não tive coragem de subir não. Mas estou bem”. Com informações da Folhapress.
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Eu topo
Tudo levava a crer que Malta teria um lugar de destaque na equipe que comandará o país. De uma hora para outra, porém, as coisas mudaram. E ele sofreu as duas maiores derrotas de seus 30 anos de vida pública.
Primeiro, o capixaba não conseguiu se reeleger como senador. Ele diz que abdicou de fazer campanha para si mesmo para se dedicar à de Bolsonaro. Mal pisou no Espírito Santo nos dias que antecederam o pleito.
Segundo, foi escanteado pelo aliado. Antes, o pastor dizia: “vou ser ministro, sim“. As pastas foram acabando e ele sobrou. O general Mourão, vice de Bolsonaro, chegou a se referir a Malta como “o elefante no meio da sala“, pois ninguém sabia o que fazer com ele.
‘Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando.’
Visivelmente abatido, Magno se isolou em seu sítio em Viana, região metropolitana de Vitória, desde a última quinta-feira. Estava na companhia da família e de poucos assessores. O celular, fora de área. “Ele precisava de um tempo”, comentou o pastor Valmir Lima, irmão de criação do senador. Frases parecidas foram repetidas a mim por amigos, funcionários e conhecidos.
Durante três dias, percorri Cachoeiro do Itapemirim, Vitória e Vila Velha atrás de Malta. Só consegui encontrá-lo no voo de volta a Brasília. Sentei ao seu lado. Ele vestia uma camiseta de sua campanha contra a pedofilia (tema de CPI que comandou no Senado), sapatênis branco e uma grossa corrente de ouro. Reparei que ninguém o cumprimentou.
Falando baixo e com postura encurvada, sua figura em nada lembrava a imponência de situações que ele domina com maestria: cultos, shows, tribunas e campanhas. No avião, pediu um café com três saquinhos de adoçante. Sua voz saiu tão fraca que o comissário não escutou.
Na conversa, de cerca de duas horas, ele disse várias vezes que ainda torce por Bolsonaro e o considera “um amigo”. Mas também não escondeu a amargura: “Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando”. Ao ser questionado se sua atual situação se deve a Mourão, desconversa, e diz que é preciso tempo. Mourão seria um ingrato? “Ingrato eu não diria.” Se arrepende de ter deixado de lado a própria campanha para se ver hoje fora do governo? “Não lutei para ter um cargo no governo”, mas “pelo Brasil”.
Seus atos, no entanto, são menos generosos que as palavras. A desilusão foi tão grande que ele decidiu não disputar mais eleições. Quer se dedicar ao projeto de recuperação de viciados em drogas que mantém em Cachoeiro e ver os netos crescerem. “O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida”, comentou, entre uma turbulência e outra.
Malta não conseguiu se reeleger senador. Ele diz que abdicou de fazer campanha para si mesmo para se dedicar à de Bolsonaro.
Foto: Mateus Bonomi/AGIF via AP Photo
Intercept – No ano que vem, o que você vai fazer? Se dedicar ao seu projeto [de recuperação de viciados em drogas, mantido por Malta em Cachoeiro do Itapemerim] ?
Magno Malta – Sim, e também vou seguir minha agenda de músico [ele tem 27 discos de música gospel]. Já cumpri o meu legado para a sociedade brasileira.
Você tá saindo da vida pública?
Ah, eu tô. Foram 30 anos. Eu tenho um netinho de dois anos que fala mais do que a boca, eu quero ver crescer. Tem uma outra que está vindo, eu quero ver nascer e crescer também. Foram seis mandatos, né.
30 anos…
Servir a Deus e respeitar o meu país. Eu ajudei a libertar o meu país desse viés ideológico. Criamos um projeto de nação. Passei os últimos seis anos e meio com Bolsonaro. Realizei meu sonho de libertar o Brasil desse viés ideológico. Quando Bolsonaro foi eleito, nós fomos orar, pedindo força para esse mandato. Pedi que Deus guarde ele dos homens maus, que ele não tem compromisso nenhum com crime. Eu viajei todo esse país, conversei com pessoas, multidões. Mal voltei pra casa. Rodei todo o nordeste. O meu papel foi feito. Tudo passa na vida.
Você não vai concorrer mais então?
Não quero mais disputar eleição.
Mas e se vier algum cargo no governo?
Ele não tem obrigação nenhuma comigo. As pessoas não sabem da nossa amizade.
Você não ficou magoado?
Não. O viés ideológico foi quebrado, nós ajudamos o país a se livrar dos tentáculos. O Brasil voltou a amar o Brasil, as pessoas voltaram a se emocionar com o hino nacional.
Mas se ele oferecer algum cargo…
Ah… A posição dele não é fácil. Tem a cirurgia que ainda vai fazer.
Não acha possível ter algum convite ainda?
Não (enfático). Sem chance.
Ele deve indicar a sua assessora parlamentar, Damares [Alves, cotada para o Ministério dos Direitos Humanos]…
Damares é minha assessora há muitos anos.
Se ele chamar ela, vai ser um agrado pra você?
Não. Se ele chamar ela, vai ser um reconhecimento do trabalho dela.
Vocês são amigos ainda?
Sim. A autoridade é dele, ele é o presidente desse país. A amizade não vai acabar porque durante dois meses da eleição eu achava que ia ser ministro e eu não fui ministro.
O senador diz que já cumpriu o seu ‘legado para a sociedade brasileira’ e promete retomar a carreira como cantor.
Foto: Evelson De Freitas/Folhapress
Faz seis anos que vocês são amigos?
Eu fui deputado federal junto com ele, depois o tempo como senador. A gente se aproximou na época do “kit gay”. De lá pra cá a gente se deu muito bem.
Se você recebesse um ministério como o dos Direitos Humanos, poderia talvez dar continuidade ao trabalho das CPIs que presidiu. Você não acha que ele pode te chamar para algo relacionado a isso?
Não, acho que não. Mas tudo bem. Depois do dia 17, vou viajar para Israel, adoro Israel. Vou passar o Natal em Belém.
Qual a sua formação religiosa? – Magno Malta me perguntou.
Eu era espírita, agora não frequento mais…
Esse país é cristão, evangélicos, católicos, espíritas. A gente fez um trabalho muito forte. Perguntava pra pessoa: você é contra o aborto? É a favor que um rapaz de 17 anos que cometeu um crime seja preso? Então você é Bolsonaro e só não sabia.
Esse tipo de pensamento sempre foi forte, nessas eleições parece que cresceu.
Foi um trabalho de libertação, porque milhões de pessoas eram presas pelo Bolsa Família. Agora vai se mostrar que o Bolsa Família vai continuar, e a pessoa no Sesc, no Senac, fazer um curso profissionalizante e depois deixar o programa. E, se tem filhos, e tá matriculado na escola, vai ganhar 13º e até 14º salário. Eles tinham medo de não votar no PT. Sempre a história do medo, medo, medo.
[Relutante, Malta demora a responder] Pode procurar um vídeo em que eu defendo o Mourão, de um ano e meio atrás, mais ou menos. Põe lá: “Magno Malta defende Mourão”. Ele falou um negócio lá, e o PT pediu pra ele se explicar. Eu defendi ele.
Ele foi meio ingrato?
Eu não uso essa palavra pra ninguém. Não quero brigar.
Em uma entrevista, o vice de Bolsonaro, Hamilton Mourão, definiu Malta como “o elefante branco na sala”.
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
Talvez uma frase infeliz?
É… as pessoas percebem. Vocês na área de vocês, percebem.
Ele chegou a falar que você era um “elefante na sala”…
É…
Você acha que ele é ingrato?
Ingrato eu não diria.
E sua relação com Onyx?
Era boa. Ele era deputado federal e eu senador. Tinha amizade com ele, estávamos na mesma luta.
O que você acha sobre algumas pessoas investigadas estarem na equipe de Bolsonaro, como Onyx, Mandetta?
A gente sempre falou que seria um governo sem essas coisas de Lava Jato, delação, citação.
[Faz uma pausa, pega o café e muda de assunto]
Nesses seis anos e meio, eu sempre soube que ele seria o candidato…
Por quê?
A gente ia dividir [ter duas candidaturas à Presidência]? Não ia dar certo. A gente entendeu que era importante eu estar no Senado, ser uma voz importante para ele lá dentro, com a experiência que eu tenho. Em 2014, ele começou a falar que seria candidato e foi o que Deus quis.
Por que não foi você o candidato?
Porque o Bolsonaro fala o que as pessoas querem ouvir. É incisivo. Ele fala sem pensar, não fala o politicamente correto. “Vamos botar esse povo na cadeia, porra”. Eu também sou assim, não sou politicamente correto. Foi Deus que escolheu, e eu entendi. Se eu fosse assaltado por uma vaidade e concorresse, todo mundo ia perder.
Mas e se fosse você, e não ele?
Eu sempre entendia que era ele.
Isso em oração?
Sim.
Malta orgulha-se te ter apresentado Bolsonaro ao pastor Silas Malafaia (no canto, à esquerda).
Foto: Reprodução/Instagram
Bolsonaro é católico, mas ligado ao mundo evangélico…Eu o apresentei [fala, batendo no peito] ao Silas Malafaia, eu que falei com Silas, com outros pastores. Eu convenci eles. Foi um trabalho muito grande. Foi depois do apoio dos evangélicos que ele cresceu mais, estourou nas pesquisas.
O povo passou a entender que tinha que ser contra o PT, contra a corrupção. As pessoas foram entendendo. Eu percorri esse país de ponta a ponta. Isso aí foi o povo que decidiu. Eu falei com muita gente, eu participei das chegadas em aeroporto, com aquele monte de gente…
Era emocionante?
Sim, sim. Um privilégio, ele é um cara competente, honesto, pedi pra Deus proteger ele. Porque nessas horas aparecem oportunistas, aproveitadores, gente de má fé. Tem que ter coragem para tomar boas decisões.
Você vai continuar apoiando?
Mas é claro, esse é o nosso país e ele é o nosso presidente. Se o Bolsonaro não me convidar pra nada, eu continuo guerreiro pela causa dele.
Se ele te chamar pra conselheiro? Ele parece que te escuta.
Ele tem que ter liberdade. Eu vou continuar.
Você conhece o Congresso como poucos. Como acha que vai ser a relação?
Muita gente vai querer se aproximar, como moscas perto do mel. A maioria é mosca de varejo. Ele vai ter que fazer acordo lá. Tem a história do rei Salomão… Na oração, quando teve a eleição, ele tinha me chamado pra orar na live que ele fez na internet. Eu lembrei do rei Salomão, que pediu sabedoria. Veja o vídeo. Ele falou sobre a união dos cristãos, católicos, evangélicos, espíritas, e falou de pedir sabedoria. Pra Deus nos dar sa-be-do-ria.
Malta fez uma oração com Bolsonaro logo após a divulgação do resultado do segundo turno da eleição.
Você tinha falado sobre isso com ele?
Na última vez que eu vi o Bolsonaro, faz uns 15 dias, eu só lembrei ele desse fato. Peguei nas mãos dele, orei por ele. Falamos poucas coisas. Falei que o país precisava de um presidente que tem Deus no coração. Lembrei a ele sobre a história do rei Salomão. Sabedoria. Orei e depois não falei mais nada. Fui embora.
Ele falou alguma coisa?
Não.
Isso pareceu uma despedida.
Não… Orei e achei que não tinha que falar mais nada. Fui sincero.
Você acha que foi por causa do Mourão?
As coisas de Deus a gente nem sempre entende. Quem sabe daqui a seis meses a gente entende, quem sabe daqui a um ano… Um dia veio uma mulher, pegou na minha mão e falou: “você não vai ser nada no governo”. Eu não lutei para ter um cargo no governo, lutei pelo Brasil.
Você tem um legado, você não fica pensativo sobre se poderia fazer mais?
Posso fazer mais, não precisa estar no governo, chegar em mais lugares, criar mais consciência. Acho que o Brasil vai ter uma nova geração de Moros, no Judiciário. De Dallagnols.
O senador deixa o cargo após seis mandatos. Antes, gravou 27 discos de música gospel.
Foto: Zulmair Rocha/Folhapress
Por que você escolheu esses temas das drogas e da pedofilia para serem suas bandeiras?
Foi um chamado, um sacerdócio. Eu construí todo um legado. Para evitar o sofrimento de crianças no país.
Isso aí é bobagem. Aquilo foi criado. O delegado prendeu. Ele não tá nem no relatório da CPI. Quem prende é o delegado, eu não prendi…
Mas ele fala…
Eu não fiz nada. Tanto que ele não tá nem no relatório. Cadê os laudos? Quem pediu laudo foi delegado. Ele nunca foi chamado em CPI, nunca foi convidado. Isso não vai dar em nada.
Por que você acha que ele fez isso então?
Um cara que defende criança, defende a vida como eu? Eu tava na cela? Eu sou delegado? Eu sou agente penitenciário? Não tem o menor fundamento. Se ele tivesse sido convocado para CPI… eu fui lá, eu fiz tortura psicológica? Não tem nada.
Então você não ficou mesmo chateado com Bolsonaro?
Não. As pessoas acham, o Brasil inteiro, mas não.
Mas e com a situação [de ficar de fora do governo]?
[ele não responde, apenas mexe os ombros.]
Você tem falado ou visto Bolsonaro?
Não.
É difícil de entender…
Eu e ele? Por que ele não me chamou?
Isso, e as escolhas que ele fez para o primeiro escalão. Isso te incomoda?
Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando…
Duas pessoas morreram em um acidente de trânsito entre uma moto e um ônibus na Rua do Livramento, na Gamboa, Zona Portuária, na manhã desta terça-feira. Os agentes do Quartel Central do Corpo de Bombeiros foram chamados por volta das 6h.
Robson de Oliveira, de 26 anos, morreu no local e uma mulher ainda sem identificação não resistiu aos ferimentos à caminho do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. As duas vítimas estavam na moto.
Até o momento não há informações sobre as causas do acidente.
A seleção brasileira não deve mais contar com os serviços do volante Fernandinho, um dos mais longevos atletas do Manchester City e do próprio elenco verde e amarelo. Quem revelou isso foi o técnico Tite, que disse ainda que deixou de convocar o atleta contra a sua vontade.
Fernandinho – Pedro Martins / MoWA Press
No que dependesse do treinador do Brasil, Fernandinho continuaria a ser chamado para defender a seleção mesmo após o desempenho ruim diante da Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia. Em seu segundo Mundial – ele também esteve na derrota por 7 a 1 contra a Alemanha em 2014 -, o atleta passou de pilar do time a um dos bodes expiatórios da ira dos fãs.
Tite pensou em convocá-lo para o novo ciclo da seleção, que atualmente está em preparação para a Copa América de 2019. No entanto, o volante revelou que se tornou alvo de ameaças de torcedores nas redes sociais, inclusive com ataques diretos à sua família. E, assim, decidiu que não aceitaria mais defender o Brasil caso fosse chamado.
O técnico afirmou, em entrevista ao SporTV, que insistiu para contar com o futebol de Fernandinho. “O primeiro atleta que senti vontade de convocar foi o Fernandinho. O número um. Ele é um jogador extraordinário, joga muito. Eu o preservei um pouquinho. Aí entrei em contato com ele, o Edu (Gaspar, diretor de futebol da seleção) entrou. Mas essa crueldade chegou à família dele e ele disse que prometeu à família que não vai voltar”, explicou.
A recusa do volante não foi aceita logo de cara por Tite, que prometeu voltar a convocá-lo caso o jogador mude de ideia no futuro. “Eu disse (a Fernandinho): ‘Conversa de novo’. Fui falar pessoalmente com ele porque a seleção brasileira tem muito orgulho de ter um atleta com essa dignidade e competência profissional. Não sou burro de convocador jogador ruim. Chega de Barbosas”, afirmou, em referência ao ex-goleiro da seleção na Copa de 1950, que sofreu até os últimos dias da vida, crucificado pelo gol sofrido contra o Uruguai na final daquele torneio.
Um caçador do Missouri recebeu ordens de assistir mensalmente ao filme “Bambi” como parte de sua sentença por matar ilegalmente centenas de cervos.
David Berry Jr. recebeu ordens de assistir ao clássico da Disney pelo menos uma vez por mês durante sua sentença de prisão de um ano no que os agentes de conservação chamaram de “um dos maiores casos de caça ilegal de cervos na história do estado”, segundo o jornal “Springfield News-Leader”.
“Ele abatia os cervos ilegalmente como troféus, principalmente à noite, por causa de suas cabeças, e largava os corpos apodrecendo”, disse Don Trotter, promotor público do condado de Lawrence.
Berry, o pai dele, dois irmãos e outro homem que os ajudavam tiveram seus privilégios de caça, pesca e armadilha revogados temporariamente ou permanentemente. Os homens pagaram US$ 51 mil (cerca de R$ 200 mil) em multas e custas judiciais – mas o juiz ordenou uma bônus à sentença de Berry.
Registros do tribunal mostram que ele foi ordenado pelo juiz do Condado de Lawrence, Robert George, a “ver o filme de Walt Disney, Bambi, com a primeira exibição sendo em ou antes de 23 de dezembro de 2018, e pelo menos uma dessas exibições a cada mês” na cadeia do condado.
Berry também foi condenado a 120 dias de prisão no condado de Barton, por causa de uma violação por liberdade condicional por porte de armas de fogo.
O pai dele, David Berry Sr., e seu irmão, Kyle Berry, foram presos em agosto depois de uma investigação de quase nove meses que também envolveu casos no Kansas, Nebraska e Canadá. O Departamento de Conservação do Missouri disse que as informações da investigação levaram 14 residentes do Missouri a enfrentar mais de 230 acusações em 11 países.
Os investigadores dizem que o outro filho de David Berry Sr., Eric Berry, foi mais tarde pego com outra pessoa atraindo a atenção dos cervos.
A investigação sobre os Berrys começou no final de 2015, quando a agência de conservação recebeu uma denúncia anônima sobre caça ilegal no condado de Lawrence.
INCÊNDIO EM MANGUINHOS | Segue fechada a pista lateral da Avenida Brasil, sentido Centro, em Manguinhos. Também permanece fechada a saída 9A da Linha Amarela (para a Av. Brasil, sentido Centro).
A Av. Brasil tem lentidão, sentido Centro, a partir de Ramos. Já a Linha Amarela tem lentidão, sentido Fundão, entre Del Castilho e a Av. Brasil, segundo a Lamsa.
ROTAS ALTERNATIVAS
➡ DE IRAJÁ P/ BENFICA? Opte pela Av. Pastor Martin Luther King Jr. , até a estação de Irajá. Acesse a Av. Monsenhor Félix, R. Marambaia e Av. Vicente de Carvalho para voltar para a Av. Pastor. M. L. K. Jr. Depois siga pela Av. Dom Helder Câmara. Tempo estimado: 36min (waze)
➡ LINHA VERMELHA |Quem segue em direção ao Centro encontra retenção entre o Galeão e São Cristóvão. Boas condições no sentido Baixada.
Atuam na região, neste momento, equipes do Corpo de Bombeiros, CET-Rio e Lamsa. Foram acionados, ainda, equipes da Defesa Civil, Secretaria Municipal de Assistência Social, Secretaria Municipal de Saúde, Cedae e Ceg.