Dois últimos corpos achados na Muzema são de mãe e filho, que morreram abraçados

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 As duas últimas vítimas retiradas sem vida dos escombros de dois prédios que desabaram na favela da Muzema, no Itanhangá, eram de mãe e filho. Segundo familiares, a diarista Zenilda Bispo de Amorim, de cerca de 40 anos, e seu filho Ruan Amorim Rodrigues, de 10, estavam abraçados deitados numa mesma cama, quando seus corpos foram localizados pelas equipes de resgate, na noite de sábado.

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“A assistente social perguntou quem eram os parentes do Ruan. Eu disse que era eu. Foi então que ela contou que encontraram os dois. Mãe e filho, abracadinhos, em cima da cama. É muita dor”, emocionou-se Rosana da Silva, tia da criança.

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Uma outra tia de Ruan já acompanhava o trabalho do resgate desde a última sexta-feira, quando as duas construções irregulares desabaram. No sábado, Márcia Rodrigues, de 32 anos, contou a equipe do DIA que as duas vítimas foram surpreendidas pelo desabamento pouco antes de Zenilda sair para trabalhar.

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“Às 6h da manhã ela recebeu uma ligação da patroa e informou que sairia de casa às 7h30, mas não deu tempo”, contou Márcia, enquanto enxugava as lágrimas. Ela recebeu a notícia do desabamento na sexta, pela TV, e correu para o local. Ela conta ainda que o imóvel havia sido comprado pela família há oito meses.

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