É mole? Menina de 12 anos, CPF de 37: Igreja Descobre Que Caiu no Golpe da Mamadeira. Entenda o caso

 

 

Se alguém dissesse que uma mulher de 37 anos conseguiu convencer uma igreja inteira de que era uma menina de apenas 12 anos, muita gente acharia que se tratava do roteiro de uma nova temporada de alguma série de comédia. Mas o caso aconteceu de verdade em Joinville, Santa Catarina, e deixou moradores do país inteiro entre o espanto e as gargalhadas.

Segundo as investigações, a mulher teria passado mais de um ano vivendo como uma suposta pré-adolescente. Durante esse período, ela foi acolhida por uma família ligada a uma igreja evangélica, que acreditou estar ajudando uma criança em situação de vulnerabilidade.

A encenação foi tão convincente que a família entrou de cabeça no papel de responsável pela “menina”. Houve presentes, cuidados especiais, apoio emocional e até mamadeira. Sim, mamadeira. O que parecia cena de filme acabou virando realidade.

Com o passar dos meses, algumas situações começaram a despertar estranheza. Afinal, a suposta garota de 12 anos apresentava características físicas que não combinavam exatamente com a idade informada. Mesmo assim, a história seguiu adiante.

Em um dos episódios mais curiosos do caso, a família chegou a fornecer uma caneta emagrecedora para a “criança”, preocupada com o peso considerado elevado para alguém daquela idade. O detalhe acabou se tornando um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Quando a verdade veio à tona, o choque foi geral. A suposta menina era, na verdade, uma mulher de 37 anos. A descoberta provocou uma mistura de indignação, surpresa e, para muitos internautas, uma boa dose de humor diante de uma situação tão inacreditável.

Nas redes sociais, as comparações não demoraram a surgir. Muitos lembraram imediatamente do filme “A Órfã”, enquanto outros brincaram dizendo que Santa Catarina conseguiu produzir uma versão brasileira da história.

Apesar do tom cômico adotado por muitos usuários da internet, o caso está sendo tratado pelas autoridades como um episódio sério, envolvendo suspeitas de falsa identidade e possíveis golpes.

Uma coisa, porém, parece consenso nacional: essa história entrou para a lista dos casos mais inacreditáveis já registrados no Brasil.