Falsa Tenente é Presa Após Aplicar Série de Golpes e Desviar R$ 10 Mil

 

 

🚨 Golpista usava farda, crachá falso, perfil fake e até réplica de arma para enganar vítimas em Minas Gerais

Luíza Cristina de Assis Oliveira, de 23 anos, foi presa em flagrante nesta quinta-feira (24 de julho de 2025), em Belo Horizonte, após ser desmascarada ao se passar por tenente da Polícia Militar de Minas Gerais. A jovem usava uniformes e documentos falsos, além de manter perfis falsos nas redes sociais, onde simulava ser oficial da PM, mãe de filhos e participante de supostas operações policiais.

De acordo com informações divulgadas pelos portais Notícias R7 e Estado de Minas, Luíza aplicou diversos golpes, incluindo o desvio de aproximadamente R$ 10 mil do caixa de uma lanchonete. Ela também tentava se infiltrar como sócia em estabelecimentos comerciais, utilizando sua falsa identidade militar para ganhar confiança e acesso ao dinheiro das vítimas.

🎭 Vida falsa nas redes sociais

Segundo a investigação, Luíza criou uma narrativa completa em torno de sua falsa identidade. Ela publicava vídeos trajando farda da PMMG, exibia crachás falsificados, e até uma réplica de arma era usada para convencer os alvos de sua autoridade. Nas redes sociais, compartilhava imagens e histórias forjadas sobre “ações policiais”, bem como registros de supostos “filhos” e um currículo fictício como oficial da corporação.

🚨 O esquema desmoronou

A farsa começou a ruir quando Luíza tentou negociar sociedade com um restaurante local. Os responsáveis pelo estabelecimento desconfiaram do comportamento da suposta policial e acionaram a polícia. Durante a abordagem, os agentes constataram a falsidade dos documentos, além de encontrarem o uniforme e demais itens ilegais que Luíza usava para dar credibilidade aos seus golpes.

⚠️ Acusações graves

Luíza foi presa em flagrante e vai responder por diversos crimes, incluindo:

  • Estelionato
  • Falsidade ideológica
  • Usurpação de função pública
  • Furto

Ela permanece detida e será encaminhada à audiência de custódia. A Polícia Civil investiga se há outras vítimas do esquema criminoso e apura a possibilidade de envolvimento de cúmplices.

 

As autoridades alertam para que qualquer pessoa que tenha sido vítima de golpes semelhantes entre em contato com a polícia.