Fernando de Noronha proíbe venda e uso de itens de plástico descartável

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Em 2019, nenhum canudo, talher ou copo de plástico descartável será permitido na ilha de Fernando de Noronha.

 

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Um decreto assinado na quarta (12) por Guilherme Rocha, administrador geral do distrito estadual de Fernando de Noronha, proíbe a entrada, a venda e o uso desses itens. Sacolas plásticas e isopor descartável também entraram na lista.

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As exceções são as garrafas plásticas com capacidade maior do que 500 ml, caixas de isopor que podem ser reutilizadas para transporte e o filme plástico que embala alimentos (como frios em supermercados).

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Sacos de lixo também não entraram na lista dos itens proibidos porque, segundo Rocha, não é fácil encontrar o saco de material sustentável do tradicional nem diferenciar um tipo do outro para fins de fiscalização.

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A medida entrará em vigor em abril de 2019, para que haja um período de adaptação. Segundo Rocha, será elaborado um plano de ação para orientar moradores, turistas e empresários.

“Primeiro pensamos em proibir o canudo de plástico. Então por que então não proibir tudo? Começamos a elaborar o decreto neste ano, e desde outubro me aproximei de Bruno Gagliasso [ator que tem uma pousada na ilha], que me indicou a Fernanda Cortez, da plataforma Menos 1 Lixo, que virou parceira desse projeto. Ouvimos também o conselho distrital da ilha e os estabelecimentos comerciais, que deram apoio à iniciativa.”

Segundo Rocha, o lixo ainda é um problema na ilha. Uma reportagem da Folha já noticiou no passado o acúmulo de dejetos em um terreno entre a praia da Cacimba do Padre e o aeroporto. Oficialmente o local funcionava como usina de compostagem, mas na prática era um lixão.

Rocha afirma que hoje o local é uma usina de tratamento de resíduos sólidos como parte de um TAC (termo de ajustamento de conduta) com o Ministério Público, mas a ilha ainda não consegue reciclar mais do que 30% do lixo que produz. O lixo restante é enviado ao Recife.

“Melhorar essa taxa é o próximo passo. Queremos transformar Noronha em modelo de gestão sustentável.” Com informações da Folhapess.

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