A filha do empresário João Batista morto de forma cruel, na noite de sábado (28), em Cabo Frio, no bairro Jardim Caiçara, na região dos Lagos no Rio de Janeiro ,relatou nas redes sociais a sua indignação com a forma cruel que seu pai foi morto.
Renata Coelho disse que, não aceito ter a memória do meu pai sendo exposta em colunas criminais, sendo, mas um caso da loucura psicopata humana que mata por dinheiro.
A memória do meu Pai João Batista será de exposta aqui e aonde puder colocar que ele foi um homem trabalhador, simples e honesto.
Que fez o seu melhor durante a vida e nos deixou o legado da verdade.
“Legado do trabalho. Foi trabalhador desse a adolescência, vendendo pão e farinha na roça … Construiu seu comércio e muitas coisas na cidade de Cabo Frio, e os que conheceram sabe os seus frutos. Meu pai é meu herói que nos ensinava desde pequenos a estudar e falava trabalha, trabalha e trabalha. Nunca ouvi ninguém nessa cidade falar mal da desonestidade dele. Meu pai tem que ser citado como um homem que fez parte do crescimento da cidade de Cabo Frio como empresário e residente no mesmo. Que cumpriu legalmente suas funções com todos e no direto cível. Declaro toda admiração por esse homem, por ser meu pai por esse empresário, por essa pessoa. Que cruelmente foi assassinado, mas me deixa a força de prosseguir e querer ser igual a Ele, disse Renata Coelho de Oliveira, filha de João Batista.”
João Batista foi morto com golpes de pauladas durante a manhã de sábado (28), dentro de uma propriedade onde ele criava galinhas entre outros animais.
Em Levantamentos feitos pelo Portal Rlagos, Júlio fazia um serviço para o Sr João, quando foi morto, após cometer o crime, ele fugiu com o carro da vítima e ficou circulando o veículo pela cidade.
O corpo do Sr João foi localizado por volta das 23h, pelo filho, familiares tentavam contato a todo tempo com ele, mas não conseguiam.
De acordo com a policia civil, por volta das 4h da manhã, Júlio Cesar voltou ao local do crime no intuito de ocultar o corpo, pois o mesmo não imaginava que a polícia já havia descoberto o crime.