O grafiteiro considerou a cena como a maneira que o cidadão carioca ”leva a vida” e quis fazer uma imagem positiva da situação.
”É o retrato de como a gente encara os problemas cotidianos. No Rio de Janeiro, você tenta descontrair, mas é difícil. A gente está num momento em que o diálogo está polarizado e o meio termo está muito difícil”, disse Airá.