MADRASTA DIZ QUE MATOU ENTEADA DE 12 ANOS NO RIO A MANDO DE ENTIDADE APÓS INCORPORAR

A morte da estudante Myrella Freire Venceslau, de apenas 12 anos, causou forte comoção em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e repercutiu em todo o estado do Rio de Janeiro. A adolescente foi encontrada morta dentro de casa, no Morro do Pau Branco, na última sexta-feira (8), em um caso que gerou revolta entre moradores, familiares e internautas nas redes sociais.

De acordo com informações divulgadas sobre o caso, a madrasta da menina, identificada como Bianca Martins da Silva Oliveira, teria confessado participação no crime. Segundo relatos, ela afirmou que teria cometido o assassinato “por ordem de uma entidade” e que estaria incorporada no momento da violência. A declaração aumentou ainda mais a perplexidade em torno do caso, que segue sendo investigado pelas autoridades.

As informações iniciais apontam que Myrella sofreu ferimentos extremamente violentos. Relatos indicam que a adolescente teve os dentes arrancados, o que reforçou a brutalidade do crime e deixou a população local em estado de choque. A crueldade da situação provocou indignação entre vizinhos e amigos da família, que pedem respostas rápidas e punição rigorosa aos responsáveis.

Familiares afirmam acreditar que o assassinato tenha sido premeditado. Pessoas próximas relataram que existia uma convivência difícil dentro da residência e que discussões envolvendo a madrasta eram frequentes. A mãe da adolescente declarou estar devastada e busca entender o que teria motivado tamanha violência contra a filha.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, onde milhares de pessoas passaram a compartilhar mensagens de tristeza, revolta e pedidos de justiça. Muitos internautas classificaram o episódio como um dos crimes mais chocantes registrados recentemente na Baixada Fluminense. Moradores da região também demonstraram medo e indignação diante da tragédia.

O corpo de Myrella está sendo velado nesta segunda-feira (11), sob forte emoção de familiares e amigos. O enterro foi marcado para as 14h e deve reunir dezenas de pessoas que desejam prestar as últimas homenagens à adolescente, que completaria 13 anos no próximo mês.

A investigação está sendo conduzida pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que trabalha para esclarecer todos os detalhes do caso. Os agentes apuram as circunstâncias do crime, possíveis motivações e a dinâmica dos acontecimentos dentro da residência.

Enquanto a polícia avança nas investigações, a população acompanha o caso com grande expectativa por justiça. A morte precoce e brutal de Myrella deixou marcas profundas na comunidade e reacendeu debates sobre violência doméstica e proteção de crianças e adolescentes.