MASSOTERAPEUTA É PRESO APÓS DENÚNCIAS DE ABUSOS DURANTE SESSÕES EM CAMPO GRANDE

 

Um homem identificado como Everson da Silva Fernandes, conhecido pelo apelido de Boris, foi preso após denúncias de supostos abusos cometidos durante atendimentos de massoterapia e quiropraxia. Ele realizava sessões na Rua Fernão Magalhães, na região da Estrada da Cachamorra, na Zona Oeste do Rio.

Segundo relatos atribuídos a uma das mulheres que procuraram atendimento, durante uma sessão o profissional teria ultrapassado os limites do procedimento e realizado toques em partes íntimas da cliente sem consentimento. Ainda conforme a denúncia, o homem teria tentado introduzir um dedo na região íntima da paciente.

Os relatos levantados apontam que outras mulheres também teriam procurado as autoridades ou compartilhado experiências semelhantes envolvendo o profissional. Algumas das possíveis vítimas seriam mulheres que praticavam atividades físicas e buscavam os serviços de massagem ou quiropraxia para aliviar dores, tensões musculares ou auxiliar na recuperação após exercícios.

A prisão ocorreu depois que denúncias chegaram às autoridades, que passaram a apurar as acusações. As circunstâncias dos atendimentos, a existência de outras possíveis vítimas e a dinâmica dos fatos deverão ser esclarecidas durante a investigação.

É importante destacar que denúncias e relatos de vítimas ainda precisam ser analisados pelas autoridades competentes, e a responsabilização criminal depende da apuração dos fatos e das decisões da Justiça. O homem terá direito à defesa e ao devido processo legal.

Casos envolvendo possíveis abusos durante procedimentos profissionais podem ser especialmente delicados, principalmente quando a vítima está em uma posição de vulnerabilidade durante o atendimento. Por isso, especialistas recomendam que pessoas que tenham passado por situações semelhantes procurem as autoridades e registrem formalmente o ocorrido.

A identificação de outras possíveis vítimas também pode contribuir para a investigação. Mulheres que acreditam ter sido atendidas pelo profissional e que tenham vivenciado situações semelhantes podem buscar orientação junto à Polícia Civil ou aos canais oficiais de denúncia.

Além da investigação criminal, eventuais denúncias podem ajudar as autoridades a verificar se houve repetição de condutas e a reunir elementos para esclarecer o que aconteceu durante os atendimentos.

O caso chama atenção para a importância de estabelecer limites claros durante procedimentos corporais. Qualquer contato físico realizado durante uma sessão profissional deve estar relacionado ao procedimento, ser explicado previamente e respeitar o consentimento do cliente.

Enquanto as investigações prosseguem, possíveis vítimas são orientadas a não permanecer em silêncio por medo ou constrangimento. Relatos formalizados podem ser fundamentais para que os investigadores identifiquem outras pessoas envolvidas e esclareçam todas as circunstâncias do caso.