A empresária e influenciadora digital Juliana Garcia voltou ao centro das atenções nacionais após anunciar oficialmente sua filiação ao Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte. Juliana ficou conhecida em todo o país depois de sofrer uma violenta agressão do ex-companheiro dentro de um elevador em Natal, episódio que ganhou enorme repercussão nas redes sociais e nos veículos de imprensa.
O caso aconteceu em 2025 e chocou o Brasil pela brutalidade das imagens registradas pelas câmeras de segurança. Segundo as investigações, Juliana teria sido atingida com mais de 60 socos durante o ataque. As cenas provocaram grande comoção popular e reacenderam debates sobre violência contra a mulher, feminicídio e a necessidade de punições mais severas para agressores.
Agora, cerca de um ano após o episódio, Juliana decidiu ingressar oficialmente na vida política. O anúncio da filiação foi feito por lideranças do PT no Rio Grande do Norte e rapidamente repercutiu nas redes sociais. Integrantes do partido afirmaram que a entrada dela representa a luta das mulheres vítimas de violência e reforça a defesa de políticas públicas voltadas à proteção feminina.
Após a divulgação da filiação, Juliana também passou a receber novos ataques nas redes sociais. Segundo relatos divulgados pela própria influenciadora, algumas mensagens continham ameaças e comentários ofensivos fazendo referência direta à agressão sofrida no elevador. Ela informou que pretende acionar judicialmente os responsáveis pelos ataques virtuais.
Nos bastidores políticos do Rio Grande do Norte, o nome de Juliana já começa a ser cogitado para disputar um cargo eletivo nas eleições de 2026, embora ela ainda não tenha confirmado qualquer candidatura. Pessoas ligadas ao partido afirmam que a empresária ganhou forte apoio popular após sobreviver ao caso que mobilizou o país.
A entrada de Juliana Garcia na política reacende discussões sobre representatividade, combate à violência contra a mulher e o papel de figuras públicas que transformam experiências traumáticas em bandeiras sociais e políticas.