Uma vistoria realizada pela Polícia Penal apreendeu 26 celulares e uma grande quantidade de drogas no sistema prisional do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (4). A ação fez parte da Operação Illicitus, iniciativa que mira práticas ilegais dentro das unidades prisionais fluminenses e busca impedir a entrada e a circulação de materiais proibidos.
Vídeos registrados durante a operação mostram agentes retirando aparelhos que estavam escondidos em paredes do presídio. As imagens evidenciam a atuação das equipes de fiscalização na busca por locais utilizados para ocultar objetos proibidos dentro da estrutura da unidade.
Além dos celulares, os policiais penais recolheram diferentes tipos de entorpecentes. Ao todo, foram encontrados sete invólucros de pó branco, 230 trouxinhas de pó branco, 88 trouxinhas de massa resinosa, 20 invólucros de massa resinosa e 440 trouxinhas de erva seca picadas.
A apreensão representa mais uma ação de combate à presença de materiais ilícitos no sistema prisional. A localização dos celulares em paredes reforça a necessidade de vistorias e de medidas de segurança voltadas à identificação de esconderijos utilizados para dificultar a fiscalização.
De acordo com as informações divulgadas sobre a operação, desde o início de agosto, as ações da Illicitus já resultaram na apreensão de 623 celulares nos presídios do estado e de mais de 8 kg de drogas. Os números mostram a dimensão do trabalho realizado pelas equipes de segurança penitenciária ao longo das últimas semanas.
A Operação Illicitus tem como objetivo combater práticas ilegais no sistema prisional fluminense, incluindo a circulação de celulares e drogas. A retirada desses materiais é considerada uma medida importante para a segurança das unidades e para o enfrentamento de atividades criminosas que possam ser articuladas a partir do ambiente carcerário.
A descoberta dos aparelhos escondidos em paredes também chama atenção para os desafios enfrentados pelos agentes durante as inspeções. A fiscalização exige atenção aos detalhes e a verificação de diferentes espaços, já que objetos proibidos podem ser ocultados em locais de difícil acesso.
A Polícia Penal segue realizando ações de vistoria no sistema prisional do Rio de Janeiro. As apreensões registradas desde agosto demonstram a continuidade do trabalho de combate à entrada e à permanência de materiais ilícitos nas unidades.
A operação desta sexta-feira reforça, ainda, a importância da fiscalização permanente para identificar esconderijos e retirar de circulação objetos que possam comprometer a segurança dos presídios. A apreensão dos 26 celulares e das centenas de porções de drogas se soma ao balanço já divulgado da Operação Illicitus, que continua mobilizando esforços para enfrentar práticas ilegais no sistema prisional fluminense.




