O governador Claudio Castro afirmou nesta segunda-feira (29) que irá conversar com prefeitos do Rio sobre a possibilidade de suspensão das festividades de Ano Novo. Castro disse que é preciso definir se a festa terá condições de ser realizada por conta da pandemia de Covid-19 e o surgimento da nova variaante Ômicron.

De acordo com Claudio Castro, “o estado do Rio é a porta para a entrada de estrangeiros no país”. Ele afirmou ainda que está acompanhando junto à secretaria estadual de Saúde como é a nova variante para evitara quee ela chegue ao Rio.

“Ontem a noite eu me reuni com o secretário de Saúde e perguntei a questão da variante. (Ele me disse que) a Saúde está atenta sobre o que está acontecendo no mundo. Por enquanto, o que se sabe da variante é que ela é mais transmissível e menos agressiva. Nesse momento, os índices são muito bons. Estamos em na bandeira verde. Temos conversado com os prefeitos e vamos tomar essa decisão (de cancelar o réveillon ou não) juntos. Para essa semana não há necessidade. Estamos recebemos relatórios diários para entendermos até que ponto teremos necessidade”, disse Castro.

O governador também afirmou que a preocupação principal neste momento é a com a realização dos eventos de fim de ano.

“(Neste momento) Não é hora de falar de carnaval. A hora é olhar para o réveillon. Na fotografia de hoje não há desespero (para evitar a festa). Vou à Brasília, amanhã, para entender o que eles estão pensando. O Rio é a porta de entrada para o país. O meu estado é primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos está está bem preparado com isso”, apontou.

Sem flexibilização no uso de máscaras

Claaudio Castro disse ainda que não  haverá flexibilização para o fim do uso das máscaras em locais fechados até o momento.

‘Um estudo tem sido feito para fazer a retirada das máscaras em locais fechados. Vimos que ela já poderia ser retirada em locais abertos olhando o cenário internacional e número de casos no estado. Nesse momento estamos olhando para a cepa, que preocupa, e por hora não há sinalizações dos técnicos para debater novas flexibilizações. Ou seja, não teremos o fim o uso da máscara”, finalizou.