O LADO OBSCURO DO ROCK IN RIO

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OS BASTIDORES DO ROCK IN RIO

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No último dia de Rock in Rio, neste domingo (6), uma fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, ligado ao Ministério da Economia, encontrou um alojamento improvisado onde trabalhadores da empresa responsável pelo refeitório do Palco Mundo dormiam em contêineres utilizados como vestiários.

Os empregados dormiam lá, segundo apurado pela Superintendência Regional do Trabalho, por falta de pagamento de vale-transporte, além de encerrarem a jornada de trabalho já de madrugada.

Dentro dos contêineres, havia sacos de dormir, papelões pelo chão, malas e roupa de cama.

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“Foi relatado que trabalhadores faziam jornadas extensas, tendo que recomeçar as atividades logo cedo, o que prejudicava o retorno para casa, ainda mais sem pagamento de vale-transporte”, comentou o auditor fiscal do Trabalho Olivar Brandão, coordenador de fiscalização de Grandes Eventos.

A ação contou também com as procuradoras do Trabalho Guadalupe Couto e Juliane Mombelli, da Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região.

Na mesma operação, foram encontradas dezenas de carteiras de trabalho sem registro e controles de jornada inconsistentes.

No sábado (5), uma empresa de produção de eventos foi multada após a constatação, por dois dias seguidos, de funcionários dormindo embaixo do palco Sunset.

Em meio a fios de eletricidade e em condições precárias, funcionários dormiam no local depois de trabalhar desde 17h do dia anterior.

 

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