A Polícia Federal foi oficialmente comunicada para prender o rapper Oruam caso ele tente deixar o Brasil, após decisões recentes da Justiça que passaram a tratá-lo como foragido. A informação ganhou força nas últimas horas e vem sendo confirmada por diferentes veículos da imprensa, aumentando a repercussão do caso envolvendo o artista, que é um dos nomes mais conhecidos do rap nacional atualmente.
De acordo com as informações divulgadas, a determinação ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar um habeas corpus que beneficiava Oruam. Com isso, voltou a valer um mandado de prisão preventiva, expedido no âmbito de um processo criminal que corre na Justiça do Rio de Janeiro. A revogação mudou completamente a situação jurídica do rapper, que agora pode ser preso a qualquer momento.
Ainda segundo as reportagens, o passaporte de Oruam foi recolhido e entregue em cartório, como medida para impedir que ele deixe o país. Mesmo assim, as autoridades decidiram comunicar formalmente a Polícia Federal para que haja monitoramento em aeroportos, fronteiras e pontos de saída internacional, garantindo o cumprimento da ordem judicial caso o artista tente viajar para o exterior.
Fontes ligadas à investigação afirmam que a PF foi alertada para agir de forma imediata, o que significa que Oruam poderá ser detido ainda na área de imigração, se houver qualquer tentativa de saída do Brasil. O procedimento é padrão em casos que envolvem mandados de prisão ativos e risco de fuga.
Até o momento, nem a defesa do rapper nem a Polícia Federal divulgaram nota oficial detalhando o caso, mas a ausência de esclarecimentos não diminuiu o impacto da notícia. Nas redes sociais, o nome de Oruam rapidamente entrou entre os assuntos mais comentados, dividindo opiniões entre fãs, críticos e especialistas em direito.
O caso segue em sigilo parcial e novos desdobramentos podem ocorrer a qualquer momento. Enquanto isso, Oruam permanece no centro de uma crise jurídica que pode resultar em sua prisão, caso não se apresente às autoridades ou descumpra as determinações judiciais em vigor.