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POLICIAL MILITAR É CONDENADO HÁ 30 ANOS DE PRISÃO POR MATAR A MULHER NO RJ!!

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O ex-cabo da Polícia Militar Leandro Pinto de Carvalho foi condenado a 30 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato da dentista Fabíola da Cunha Peixoto, de 24 anos, em abril de 2014. Fabíola foi morta a tiros em uma madrugada de domingo, na Rua Eleotério Mota, em Olaria, na Zona Norte. O PM era namorado da dentista.

O casal mantinha um relacionamento de meses e o crime aconteceu na residência do ex- PM, no dia do aniversário de Fabíola. A dentista foi morta com cinco tiros, sendo dois pelas costas. A mãe da vítima, que era filha única, passou mal durante o seu depoimento na sessão de julgamento

A pena foi agravada pelas características de feminicídio, segundo a sentença da juíza Tula Corrêa de Mello. A magistrada ressaltou que “o réu agiu com grau elevado de culpabilidade, tendo em vista que restou evidente ter sido o crime praticado em razão do gênero, com submissão da mulher, vítima, ressaltando-se que tal conduta mereceu atenção especial do legislador, sendo, inclusive, objeto de diversas medidas deste E. Tribunal para coibir tal prática nefasta para a sociedade, elevando posteriormente à data dos fatos tal circunstância à condição qualificadora pelo feminicídio”.

Na época do crime, o pai de Fabíola, Marcos Carvalho Peixoto, disse que o namorado da filha era um homem violento e extremamente ciumento. Ele contou que a filha havia terminado o relacionamento há um mês, mas resolveu reatar o namoro para dar uma chance ao rapaz.

— Ele andava armado e eu sentia que o comportamento dele não era normal. Fomos a um chá de bebê na noite anterior. Ela e ele (o namorado) foram com a gente. Depois de nos deixarem em casa (em Irajá), os dois foram para um pagode em Olaria. Ela não dormiu em casa. Pela manhã, buscamos informações e soubemos que ela havia sido morta na casa dele — contou o pai de Fabíola à época do assassinato.

Ao se entregar para a polícia, Leandro se apresentou com o advogado e o pai, que é policial militar reformado. Segundo a polícia, ele alegou que, desde a hora do crime, não se lembrava de mais nada. Seu advogado contou aos policiais que o PM faz uso de remedios controlados.

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