Eduardo de Oliveira Ladislau, que trabalha há 15 anos como mototaxista em um ponto no Estácio, Zona Norte da cidade, festejou a futura regulamentação da profissão.
– Esse projeto é uma criança que acabou de nascer. Agora, só queremos que ele cresça e ganhe força para beneficiar nossa classe, que está esquecida e sofrida. São milhares de famílias que são beneficiadas diretamente, fora os moradores que têm o direito de serem deixados na porta de sua casa depois de um dia cansativo no trabalho – disse o mototaxista.