A cidade do Rio de Janeiro alcançou uma marca importante na campanha de vacinação contra a gripe em 2026. Segundo dados divulgados pela Prefeitura nesta segunda-feira, mais de 1 milhão de pessoas já foram imunizadas contra a influenza em todo o município. A campanha segue em andamento e a Secretaria Municipal de Saúde reforça o alerta para que a população procure os postos de vacinação o quanto antes.
De acordo com a Prefeitura, a vacina está liberada para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade. As doses estão disponíveis em clínicas da família, centros municipais de saúde e também nas unidades do Super Centro Carioca de Vacinação, espalhadas por diferentes regiões da capital fluminense.
O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado, destacou que a meta da campanha é imunizar cerca de 2,5 milhões de moradores. Segundo ele, o objetivo principal é reduzir internações, complicações e mortes causadas pela influenza, principalmente durante o período de maior circulação de vírus respiratórios.
A Secretaria de Saúde também fez um alerta especial para os grupos considerados prioritários, como crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades. Esses grupos possuem maior risco de desenvolver complicações graves relacionadas à gripe.
Os números divulgados pela Prefeitura chamam atenção. Somente em 2025, o município registrou 1.036 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pela influenza. Além disso, 144 mortes relacionadas à doença foram confirmadas na cidade.
As autoridades de saúde ressaltam que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra os quadros graves da gripe. A recomendação é que a população não espere o aumento dos casos para procurar atendimento, já que a imunização ajuda a diminuir significativamente os riscos de hospitalização.
Atualmente, o Rio conta com 243 salas de vacinação funcionando em diferentes bairros. A orientação é que os moradores levem documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.
A campanha acontece em um momento de preocupação nacional com o crescimento das doenças respiratórias, especialmente durante a chegada das temperaturas mais baixas em várias regiões do país.