Pais e responsáveis por estudantes da Escola Estadual Jeanette de Souza Coelho Manarino, situada em Campo Grande na Zona Oeste do Rio de Janeiro, denunciaram uma grave situação envolvendo as condições sanitárias da unidade escolar. Segundo relatos encaminhados por familiares, alunos estariam frequentando as aulas em meio à presença constante de ratos circulando nas dependências da escola, o que gerou preocupação e revolta entre a comunidade escolar.
De acordo com as denúncias, o problema não seria recente. Responsáveis afirmam que a presença dos animais tem sido percebida diariamente em diferentes áreas da escola, incluindo corredores, salas e áreas comuns frequentadas pelos estudantes. A situação levantou questionamentos sobre a falta de manutenção e os riscos à saúde pública, já que ratos podem transmitir diversas doenças graves, como leptospirose e outras infecções.
Muitos pais afirmam estar indignados e cobram providências urgentes das autoridades responsáveis. Para eles, é inadmissível que crianças e adolescentes sejam obrigados a estudar em um ambiente considerado inadequado e sem as condições mínimas de higiene e segurança.
A denúncia rapidamente começou a repercutir e aumentou a pressão sobre a direção da unidade escolar e também sobre a Secretaria Estadual de Educação, responsáveis pela administração do local.
Até o momento, nenhuma manifestação oficial foi divulgada pelas autoridades citadas. Enquanto isso, familiares seguem exigindo respostas e uma solução imediata para garantir segurança e dignidade aos estudantes.
O caso reacende o debate sobre a precariedade da estrutura de algumas escolas públicas no estado e levanta um alerta sobre o abandono enfrentado por parte da rede de ensino