*Rio de Janeiro já tem mais de 9 mil mortes e quase 106 mil casos confirmados do novo coronavírus*
A Covid-19 continua fazendo vítimas por todo estado, mesmo assim o isolamento social continua sendo relaxado.
Nesta última quinta-feira (25), o estado do Rio de Janeiro passou das 9,4 mil mortes decorrentes do novo coronavírus e já são quase 106 mil casos confirmados, segundo informou a Secretaria de Saúde.
Especialistas acreditam que estes números continuaram crescendo rapidamente nos próximos dias, já que isolamento social vem perdendo força.
A Secretaria de Saúde informou que nem todos os novos casos e óbitos registrados ocorreram nas últimas 24 horas e que essa é a data de registro no sistema.
Segundo a pasta, essa alta no número de casos confirmados é porque teriam muitos ‘resultados de testes represados’, ou seja, exames que foram realizados há várias semanas e só agora estão entrando no banco de dados.
-9.450 mortes – eram 9.295 na quarta (24)
-105.897 casos confirmados – eram 103.493
-155 mortes e 2.404 casos confirmados nas últimas 24 horas
-Taxa de letalidade: 8,92%
Rio de Janeiro é o município com maior número de mortes por Covid-19, já são 6.161. Em segundo lugar vem Duque de Caxias, com 410; seguido por São Gonçalo que já registrou 386 óbitos até o momento. Outros municípios com alto registro de mortes, são: Nova Iguaçu, São João de Meriti, Niterói, Belford Roxo e Magé.
*Rio vê óbitos em casa crescerem 90%*
Maio foi o mês com o maior número de cariocas mortos neste século e o novo coronavírus continua fazendo vítima por todo Rio de Janeiro, sendo que já é registrado colapso na rede de saúde pública em algumas regiões do estado.
Muitas pessoas acabaram morrendo em casa, pois ficaram com medo de procurar os hospitais em meio a esta pandemia, mas teve também aqueles que procuraram, mas não encontraram vagas.
De acordo com o SIM – Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, o Rio de Janeiro teve só em maio, 10.227 óbitos, sendo este um número 93,4% acima da média mensal nas últimas duas décadas. Mais de 1.500 pessoas morreram em suas casas, um número alarmante e que deixa as autoridades em alerta.