Novos detalhes sobre a morte do policial militar encontrado na residência da ex-companheira revelam que havia uma medida protetiva de urgência em vigor contra ele, concedida em favor da mulher. A determinação judicial proibia a aproximação e tinha como objetivo garantir a segurança da vítima diante de episódios anteriores de conflito no relacionamento. De acordo com as informações divulgadas durante a investigação, a existência da medida protetiva é considerada um dos principais elementos para compreender o contexto em que o caso ocorreu. Mesmo com a restrição judicial, o policial acabou indo até a casa da ex-companheira, onde permaneceu por algum tempo antes de passar mal após consumir uma taça de vinho. As apurações indicam que o relacionamento entre os dois era marcado por desentendimentos e ciúmes, e os investigadores buscam esclarecer toda a dinâmica dos acontecimentos que antecederam a morte. A análise da medida protetiva e do histórico entre o casal faz parte do conjunto de elementos utilizados para reconstruir a sequência dos fatos. As autoridades também investigam relatos sobre uma possível troca de taças durante o encontro, hipótese que está sendo analisada juntamente com exames periciais e depoimentos de testemunhas. Até o momento, os investigadores trabalham para identificar exatamente o que ocorreu dentro da residência e se houve participação de terceiros ou alguma ação intencional. O caso segue sob investigação, enquanto laudos técnicos e demais provas deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte do policial militar e a definir as responsabilidades envolvidas