Tragédia em clube no Rio!! Menina de 3 anos morre afogada durante churrasco em família

 

 

Uma tarde que deveria ser marcada por lazer e confraternização terminou de forma devastadora em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A pequena Emanuelly Vitória, de apenas 3 anos, morreu após se afogar na piscina de um clube localizado no bairro Bom Pastor, enquanto participava de um churrasco com familiares. O caso causou forte comoção na região e levantou questionamentos sobre segurança, vigilância e responsabilidade em ambientes de recreação.

Segundo informações iniciais, a criança estava no clube acompanhada dos pais e outros parentes. O ambiente era de descontração, típico de um encontro familiar, quando o acidente aconteceu. De acordo com relatos de testemunhas e depoimentos preliminares colhidos pelas autoridades, Emanuelly teria caído ou entrado na piscina sem que ninguém percebesse imediatamente.

Em seu primeiro depoimento à Polícia Civil, a mãe da criança afirmou que estava dentro da piscina no momento do ocorrido. Ela relatou ter sentido “algo encostar em seus pés” enquanto nadava, mas não imaginou que se tratava da própria filha submersa. A situação só despertou maior atenção minutos depois, quando outras pessoas perceberam algo errado.

O pai de Emanuelly, que havia se afastado do local por alguns instantes, retornou e encontrou uma movimentação incomum ao redor da piscina. Ao se aproximar, recebeu a filha já desacordada nos braços, em uma cena descrita como desesperadora por pessoas que presenciaram o momento. Imediatamente, familiares tentaram prestar socorro e acionaram ajuda.

A criança foi levada às pressas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bom Pastor, onde a equipe médica realizou manobras de reanimação. Apesar de todos os esforços, Emanuelly não resistiu, e o óbito foi confirmado pouco tempo depois, causando profunda dor à família e amigos.

O caso agora está sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte. Os agentes apuram se houve negligência, falhas na supervisão da criança ou irregularidades relacionadas à segurança do clube, como ausência de salva-vidas, sinalização inadequada ou falta de barreiras de proteção na piscina. Testemunhas estão sendo ouvidas, e imagens de câmeras de segurança, se houver, podem ser analisadas.

A morte de Emanuelly reacende o alerta sobre os riscos de afogamento infantil, especialmente em ambientes com piscinas. Especialistas reforçam que crianças pequenas devem estar sob vigilância constante de um adulto responsável, mesmo em locais considerados seguros ou durante eventos familiares.

Nas redes sociais, a tragédia gerou grande comoção, com mensagens de solidariedade à família e pedidos por justiça. Moradores da região também cobram mais fiscalização e medidas de segurança em clubes e áreas de lazer da Baixada Fluminense, para evitar que novas tragédias como essa voltem a acontecer.