Gal Costa morre aos 77 anos. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora.
Gal havia dado uma pausa em shows, após passar por uma cirurgia para retirar um nódulo na fossa nasal direita.
Bem recebido pelo público e pela crítica, esse show fez com que a agenda de Gal ficasse agitada após a pandemia. A estreia aconteceu em São Paulo, em outubro do ano passado.
Além de rodar o Brasil, Gal entrou na programação de vários festivais e ainda tinha uma turnê na Europa prevista para novembro, mas que também foi cancelada por conta da cirurgia.
Ela estava em turnê com o show “As várias pontas de uma estrela”, no qual revisitava grandes sucessos dos anos 80 do cancioneiro popular da MPB. “Açaí”, “Nada mais”, “Sorte” e “Lua de mel” são algumas das músicas do repertório.
Bem recebido pelo público e pela crítica, esse show fez com que a agenda de Gal ficasse agitada após a pandemia. A estreia aconteceu em São Paulo, em outubro do ano passado.
GEla estava em turnê com o show “As várias pontas de uma estrela”, no qual revisitava grandes sucessos dos anos 80 do cancioneiro popular da MPB. “Açaí”, “Nada mais”, “Sorte” e “Lua de mel” são algumas das músicas do repertório.uma estrela”, no qual revisitava grandes sucessos dos anos 80 do cancioneiro popular da MPB. “Açaí”, “Nada mais”, “Sorte” e “Lua de mel” são algumas das músicas do repertório.
Bem recebido pelo público e pela crítica, esse show fez com que a agenda de Gal ficasse agitada após a pandemia. A estreia aconteceu em São Paulo, em outubro do ano passado.
Além de rodar o Brasil, Gal entrou na programação de vários festivais e ainda tinha uma turnê na Europa prevista para novembro, mas que também foi cancelada por conta da cirurgia.
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O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que o município entrou em estágio de mobilização, nesta terça-feira (8), às 16h30, devido à previsão de chuva moderada a forte para as próximas horas. No bairro da Freguesia, na Zona Oeste, e em outros pontos da cidade, foi registrada chuva de granizo por meio de vídeos feitos por moradores locais. Há relatos da mesma ocorrência em cidades da Baixada Fluminense.
Ainda segundo o Centro de Operações, houve registro de chuvas muito fortes, das 17h até às 17h15, na Rocinha (17,2 mm) e no Vidigal (13,6 mm). A chuva também segue intensa em toda a região de Jacarepaguá e Cidade de Deus.
A cidade do Rio de Janeiro registrou um aumento de 52% na média móvel de novos casos de covid-19 em relação a 14 dias, segundo dados atualizados hoje (8) no painel de dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ontem (7), a média móvel de novos casos registrados por dia nos últimos 7 dias chegou a 345, contra 226 em 24 de outubro.
Se o dado for comparado com 4 semanas atrás, a média móvel de novos casos já acumula uma alta de 538%, saltando de 54 casos por dia, em 10 de outubro, para 345, em 7 de novembro.
A cidade do Rio de Janeiro confirmou no fim de semana um caso de covid-19 causado pela subvariante Ômicron BQ.1, após sequenciamento genético realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na ocasião, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, avaliou que a subvariante pode estar relacionada ao aumento de casos na cidade e pediu que a população busque os postos de vacinação para completar o esquema de imunização, incluindo as duas doses de reforço.
A média móvel de novos casos de covid-19 no Rio de Janeiro se mantém acima das 300 notificações por dia desde o fim de outubro, patamar que não era observado desde julho, quando a curva de casos descia depois de uma onda de infecções causada por subvariantes da Ômicron.
O aumento da circulação do vírus nas últimas semanas também pode ser observado na positividade dos testes diagnósticos, que saltou de 9% para 26% em 4 semanas. Isso significa que, a cada 100 testes de covid-19 realizados na última semana, 26 confirmaram a presença do coronavírus.
O número de internados na rede pública também está em alta. Os leitos de terapia intensiva do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio de Janeiro tinham 13 pacientes com covid-19 em 24 de outubro, número que aumentou para 22 em 7 de novembro. Nas mesmas datas, as internações em enfermarias cresceram de duas para 22. Nesta terça-feira (8), o número de internados, considerando UTIs e enfermarias, subiu para 51.
O número de mortes por covid-19 na cidade do Rio de Janeiro, porém, não apresenta tendência de alta. Segundo o painel de dados da Fundação Oswaldo Cruz, a média móvel de mortes na cidade foi de 1,71 morte por dia em 7 de novembro, contra 2,43 mortes por dia em 24 de outubro.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou que mantém vigilância em saúde ativa e monitora continuamente a presença das subvariantes na cidade. “No momento, há apenas um caso da subvariante ômicron BQ.1 identificado na cidade, como divulgado no último sábado (5)”, disse.
“Uma das características do coronavírus é a alta capacidade de produzir mutações em suas estruturas genéticas. O surgimento das linhagens virais é um processo natural, resultado do acúmulo de mutações ao longo do tempo em que um vírus circula em uma população. No momento, a subvariante de preocupação é a BQ.1”, explicou a pasta.
O aumento do número de casos levou o Centro de Triagem Diagnóstica (CTD/Needier) da Universidade Federal do Rio de Janeiro a emitir uma nota técnica no dia 3, recomendando a retomada do uso de máscaras em ambientes fechados ou com aglomeração na universidade. Também foi detectado um aumento na positividade dos testes diagnósticos realizados na UFRJ, de 2,6% em setembro para 18,3% em outubro.
O centro de triagem reforçou a importância de completar o esquema vacinal e entendeu que não é o momento de interrupção automática das atividades presenciais. “As situações específicas serão objeto de avaliação detalhada e discussão com as direções das unidades visando adoção de medidas de controle pertinentes ao contexto”.
O infectologista Celso Ramos Filho destaca que a medida mais importante a ser tomada neste momento é a vacinação, inclusive das crianças. Ele também recomenda que pessoas com situações de saúde que aumentem o risco de uma infecção por SARS-CoV-2 usem máscara em ambientes de maior exposição.
“É preciso vacinar. Vacinas são coisas do bem. É preciso que voltemos a liderar o mundo em vacinação. E não só contra a covid-19”, disse, acrescentando que “enquanto a gente tiver vírus circulando, a gente vai ter novas variantes. Isso, em si, não significa muita coisa”.
O deputado federal Julian Lemos (União Brasil-PB), antigo aliado de Jair Bolsonaro (PL), acusou o presidente de agredir a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. As acusações foram feitas durante uma entrevista ao podcast “Arretado”, na última terça-feira, 1º. O parlamentar, no entanto, não apresentou provas sobre a afirmação. O vídeo viralizou nesta segunda-feira, 7.
Perguntado como é a relação do casal Bolsonaro, o deputado respondeu: “Fachada, fachada. Ela não aguenta nem ver ele. Ele [Bolsonaro] deu umas tapas nela nas primeiras férias dele, que ele foi para uma ilha. Ela foi botar um silicone e ele deu uns tapas nela dentro de casa”, afirmou.
“Agora ele deu outros empurrões nela de novo”, continuou Lemos. Em seguida, um dos apresentadores, Edhgley Lopes, lembra que Michelle não esteve presente no primeiro discurso de Bolsonaro após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O deputado disse, então, que a primeira-dama não compareceu porque teria marcas de agressões.
O estado do Rio de Janeiro registrou mais duas mortes por varíola de macacos (monkeypox). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), subiu para cinco o número de pessoas que perderam a vida por causa da doença.
Conforme a secretaria, um dos pacientes é um homem de 46 anos de idade, que morava em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A morte foi notificada no dia 31 de outubro. “O paciente era imunossuprimido e apresentou lesões cutâneas em forma grave”, informou.
A outra notificação ocorreu no mesmo dia. O paciente, de 27 anos de idade, residia em São Pedro da Aldeia, na região dos Lagos, mas o registro foi na capital do estado. A data de início dos sintomas foi em 21 de outubro. “Ele estava internado para tratamento e possuía comorbidade”, informou a secretaria.
De acordo com a SES-RJ, há 1.231 casos confirmados e 138 prováveis registrados no estado até o dia 3. Outros 387 casos suspeitos seguem em investigação, e 2.665 foram descartados.
“Os casos suspeitos são aqueles em que os pacientes, de qualquer idade, apresentam início súbito de lesão em mucosas e/ou erupção cutânea aguda sugestiva para monkeypox única ou múltipla, em qualquer parte do corpo. Também podem apresentar edema nos órgãos genitais, podendo estar associada a outros sinais e sintomas”, explica a secretaria.
Já os casos prováveis são os em que “o paciente apresenta um ou mais dos critérios listados como exposição próxima e prolongada, sem proteção respiratória, ou contato físico direto com parcerias múltiplas e/ou desconhecidas nos 21 dias anteriores ao início dos sinais. Além disso, teve contato com materiais contaminados, como roupas de cama e banho ou utensílios pessoais de um caso provável ou confirmado de monkeypox”.
Também estão incluídos os profissionais da saúde sem uso adequado de equipamentos de proteção individual que tiveram contato com caso provável ou confirmado de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas.
“Embora a doença tenha sido identificada pela primeira vez em macacos, é importante ressaltar que o surto atual não tem relação com esses animais”, alerta a secretaria.
Para dar mais transparência aos dados de monkeypox no estado, a SES-RJ lançou o painel com dados oficiais sobre a doença.
Uma mulher foi morta, na noite desta segunda-feira (7), durante uma tentativa de assalto na Avenida Meriti, na Vila da Penha, Zona Norte do Rio. Nesta terça-feira (8), familiares da vítima foram até o Instituto Médico Legal (IML) para fazer a liberação do corpo da vítima. Segundo eles, ela estava acompanhada de seu chefe quando foi baleada.
Cláudia Lobo Pinheiro, de 54 anos, foi atingida ao tentar fugir depois de ser abordada por criminosos que tentavam roubar o seu carro, na altura da esquina da rua Antônio Storino. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os agentes foram acionados às 20h40 e, ao chegarem no local, a vítima já estava sem vida.
O irmão de Cláudia, a sobrinha e amigos foram até o IML do Centro nesta terça. Segundo uma familiar, a vítima já havia sofrido um assalto há um tempo e, por do trauma vivido, vendeu seu carro. No momento da tentativa de assalto ela estava com seu chefe, com quem costumava pegar carona para casa após o trabalho.
A Polícia Militar informou que agentes do 41ºBPM (Irajá) foram acionados para a ocorrência de tentativa de roubo. Os policiais isolaram a área e acionaram a perícia. O policiamento segue reforçado na região. De acordo com a Polícia Civil, diligências estão sendo realizadas para identificar a autoria do crime.
A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Homicídio da Capital (DHC). Ainda não há informações sobre o velório e enterro de Cláudia.
O segundo dia de julgamento de Flordelis e mais quatro réus pela morte do pastor Anderson do Carmo iniciou com uma hora e meia de atraso, por volta das 10h30, desta terça-feira (8). Isso porque um dos acusados, André Luiz de Oliveiro, filho afetivo da pastora, não havia sido listado e precisou ser buscado na penitenciária para início da sessão. Além deles, também serão julgados a filha biológica Simone dos Santos Rodrigues; a neta, Rayane dos Santos Oliveira; e Marzy Teixeira da Silva, também filha adotiva.
Procurada, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que o custodiado André Luiz já foi apresentado ao Fórum de Niterói, e que o motivo do atraso do seu deslocamento está sendo apurado. André Luiz passou a noite na Cadeia Pública Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Os outros presos vieram do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.
Durante a audiência, Flordelis e os réus estão com as mesmas roupas de ontem, blusa branca e calça jeans. Eles estão, a maior parte do tempo, de cabeça baixa.
A primeira testemunha de acusação é o inspetor da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI), Tiago Vaz de Souza, que atuou nas investigações quando o delegado Allan Duarte assumiu o caso.
Em depoimento, o inspetor afirmou que o pastor sabia dos planos para sua morte e chegou a realizar uma reunião com os membros da família para resolver possíveis insatisfações. Em que, uma das principais queixas eram relativas ao controle financeiro de Anderson.
Na oitiva, Tiago pontuou uma situação em que o cancelamento de planos de saúde de filhos que já teriam como se sustentar provocou a insatisfação dos mais próximos de Flordelis que tinham a assistência médica.
Outra ocasião teria sido relatada por Lucas Cézar dos Santos, já condenado por envolvimento com o crime, durante as investigações, em que Rayane estaria insatisfeita com o salário do marido, nomeado no gabinete de Flordelis, quando ela ainda ocupava cargo de deputada federal. Por conta de uma suposta rachadinha, o promessa de pagamento de R$ 15 mil ficava em cerca de R$ 2,5 mil. A ré acreditaria que com a morte do pastor, a remuneração seria melhor.
Primeiro dia
Já foram ouvidos durante o primeiro dia de julgamento a delegada Bárbara Lomba, que iniciou as investigações quando era titular da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), o delegado Allan Duarte, responsável pela conclusão do inquérito e Regiane Ramos Cupti Rabello, chefe de Lucas dos Santos de Souza, um dos filhos adotivos da pastora, já condenado por participação no crime. Outras 26 testemunhas de acusação e defesa, algumas delas por vídeo conferência, ainda serão ouvidas. A previsão é que o julgamento se estenda por mais de um dia.
A primeira testemunha a ser ouvida foi a delegada Bárbara Lomba, que pontuou que a relação familiar dos réus era conturbada e que havia grupos entre os parentes, sendo os filhos biológicos e os mais próximos à Flordelis privilegiados, inclusive, na qualidade da alimentação, o que provocava insatisfação entre os membros.
Já o delegado Allan Duarte, disse não ter dúvidas de que Flordelis premeditou o assassinato juntamente com os filhos. “Depois de investigar o fato, eu não tenho dúvida que, se a justiça for feita, a situação deles é a de condenação. Foi um crime premeditado, com várias tentativas, das mais diversas formas, incluindo envenenamento e contratação de pistoleiros. Para mim ela é a pessoa mais perigosa dessa organização criminosa familiar”, disse o delegado na área externa do Tribunal do Júri.
A terceira testemunha, Regiane Ramos Cupti Rabello, chefe de Lucas dos Santos de Souza, um dos filhos adotivos da pastora, já condenado por participação no crime, contou que Flordelis a considerava uma “pedra em seu sapato” por criar uma barreira entre Lucas e a ex-deputada.
“Eles [filhos da ex-parlamentar] estavam com muita raiva porque a Flordelis não podia visitar o Lucas. E eu era essa barreira, o calo no sapato deles. Na verdade, é uma família perigosa. Hoje, quando sair daqui, nem sei o que os netos dela vão fazer comigo. É processo, é tudo. Essa bomba é mais uma coisa. Daqui a pouco vão estar me matando como mataram o pastor. Eu até repensei vir depor, porque essa defesa da Flordelis está me coagindo”, desabafou na frente da juíz.
Acusações
Flordelis é acusada de ser a mandante do crime e poderá responder por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima), tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada.
Já a filha biológica, Simone dos Santos Rodrigues, e os filhos adotivos Marzy Teixeira da Silva e André Luiz de Oliveira poderão responder por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e associação criminosa armada. Enquanto, a neta Rayane dos Santos Oliveira, por homicídio triplamente qualificado e associação criminosa armada.
“HOMEM MELHOR JAMAIS TERÁ NA TERRA”, DECLARA ESPOSA DE GUILHERME DE PÁDUA
A maquiadora Juliana Lacerda, esposa de Guilherme de Pádua, utilizou as redes sociais nesta terça-feira (8) para homenagear o companheiro. A viúva compartilhou uma foto ao lado do marido e escreveu um texto carregado de emoção e alegria por ter vivido momentos ao lado do ex-ator.
“Ele foi muito feliz, mais feliz que a maioria das pessoas desse mundo todo, porque eu fui mulher suficiente para fazer ele feliz […] Vai ficar aqui (coração), eu não preciso mostrar para ninguém, e só Deus sabe de todas as coisas”, declarou Juliana em um vídeo nos stories.
Na publicação, em uma foto sorridente com o ex-ator, Juliana revelou que o marido morreu em seus braços. “Você se foi, mas me deixou uma pessoa melhor e mais madura em todos os sentidos e o melhor, ninguém mais podem te julgar porque você não ouvirá mais, pois está ao lado do pai, e agradeço por você ter morrido em meu braços e pude despedir de você muito muito😍”, escreveu.