CÂMARA APROVA SPRAY DE PIMENTA PARA MULHERES A PARTIR DOS 16 ANOS E MEDIDA GERA DEBATE NO PAÍS

 

 

 

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que autoriza a venda, o porte e a utilização de spray de pimenta por mulheres para fins de defesa pessoal. A proposta prevê que mulheres maiores de 18 anos possam adquirir o produto livremente, enquanto adolescentes entre 16 e 18 anos poderão comprar o dispositivo desde que apresentem autorização de um responsável legal.

A medida tem como objetivo ampliar as ferramentas de proteção para mulheres diante do aumento de casos de violência no país. Segundo os defensores do projeto, o spray de pimenta é considerado um instrumento de defesa não letal e pode ajudar vítimas a reagirem em situações de risco imediato, dando tempo para que consigam escapar de possíveis agressores.

De acordo com o texto aprovado, o spray deverá seguir regras específicas de comercialização e uso. Os recipientes permitidos para defesa pessoal terão capacidade máxima de até 50 mililitros. Modelos maiores continuarão sendo de uso restrito das forças de segurança pública.

Para comprar o produto, a mulher deverá apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e assinar uma declaração afirmando que não possui condenação por crime violento. No caso das adolescentes de 16 e 17 anos, será necessária a autorização formal de um responsável legal.

O projeto também estabelece punições para quem utilizar o spray de forma indevida. Caso o dispositivo seja usado fora de uma situação de legítima defesa, a pessoa poderá sofrer sanções como advertência, multa que pode variar de um a dez salários mínimos, apreensão do equipamento e até a proibição de adquirir outro spray pelo período de até cinco anos.

Apesar da aprovação na Câmara, a proposta ainda não virou lei. O texto precisa passar pela análise do Senado Federal. Caso seja aprovado também pelos senadores, o projeto seguirá para sanção do presidente da República, que decidirá se a nova regra entrará em vigor em todo o território nacional.

O tema tem gerado debate entre especialistas, autoridades e movimentos sociais. Enquanto alguns defendem a medida como uma alternativa de proteção para mulheres em situações de risco, outros alertam para a necessidade de campanhas educativas e regulamentação rígida para evitar o uso inadequado do equipamento.

Se aprovado definitivamente, o Brasil poderá ter uma nova legislação voltada à defesa pessoal feminina, ampliando o acesso a dispositivos de proteção considerados não letais.

( IMAGENS FORTES) Identificado Chefe de milícia é executado por traficantes do CV na Zona Oeste do Rio

 

Um homem apontado como chefe de milícia e conhecido pelo apelido de “Léo Problema” foi executado na noite desta quarta-feira (11) no Conjunto Merck, localizado na Taquara, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O crime aconteceu por volta das 21 horas e teria sido cometido por criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV), segundo informações que circulam entre moradores da região.

De acordo com relatos preliminares, Léo Problema teria sido surpreendido no momento em que se preparava para sair de casa para participar de uma suposta reunião com outros integrantes da milícia que atuam na região. Testemunhas afirmam que homens armados chegaram ao local e efetuaram diversos disparos contra o miliciano, que morreu ainda no local antes da chegada do socorro.

A execução gerou grande tensão entre moradores do Conjunto Merck e áreas próximas da Taquara. Muitos relataram ter ouvido uma sequência de tiros e, assustados, permaneceram dentro de casa com medo de novos confrontos. Vídeos e relatos começaram a circular nas redes sociais logo após o crime, mostrando o clima de pânico na comunidade.

Informações extraoficiais apontam que a execução pode estar relacionada à disputa territorial entre milicianos e traficantes na região da Zona Oeste. Nos últimos anos, diversas comunidades da área têm sido palco de conflitos entre grupos paramilitares e facções do tráfico de drogas que tentam expandir seu domínio sobre territórios estratégicos.

Moradores afirmam que a presença de homens armados tem se tornado cada vez mais frequente, principalmente durante a noite. Muitos dizem viver com medo constante de confrontos repentinos, que acabam colocando a população no meio do fogo cruzado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a identidade completa da vítima nem detalhes sobre os autores do crime. O caso deverá ser investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que será responsável por reunir informações, ouvir testemunhas e tentar identificar os responsáveis pela execução.

A morte de Léo Problema reforça o cenário de violência e disputa criminosa que marca diversas regiões da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Especialistas em segurança pública apontam que a rivalidade entre milícias e facções do tráfico tem provocado uma série de ataques e execuções, muitas vezes em locais residenciais e próximos de áreas movimentadas.

Enquanto as investigações avançam, moradores da Taquara seguem apreensivos, temendo que a execução possa desencadear novas retaliações entre grupos criminosos que disputam o controle da região.

 

Guerra pelo controle na Zona Oeste: ( Vídeo) Dois milicianos são mortos por traficantes do CV

 

 

A disputa armada pelo controle de territórios na Zona Oeste do Rio de Janeiro fez mais duas vítimas nesta tarde. Dois homens apontados como milicianos foram mortos na comunidade da Malvina, localizada na região da Taquara, em Jacarepaguá, após um ataque atribuído a traficantes ligados ao Comando Vermelho (CV).

Segundo relatos de moradores, os criminosos teriam vindo do morro do Jordão e surpreendido os milicianos no momento em que eles estariam realizando cobranças a comerciantes da região. A ação foi rápida e violenta, provocando pânico entre moradores e trabalhadores que estavam nas proximidades.

De acordo com testemunhas, diversos disparos foram ouvidos na área, levando moradores a se abrigarem dentro de casas e estabelecimentos comerciais. O confronto teria ocorrido em plena luz do dia, aumentando ainda mais a tensão na comunidade.

Informações preliminares indicam que os dois homens mortos atuariam na cobrança de taxas ilegais impostas a comerciantes locais, prática comum em áreas dominadas por milícias. Esse tipo de cobrança costuma incluir valores semanais ou mensais para que comerciantes possam manter seus estabelecimentos funcionando sem sofrer represálias.

A presença do tráfico ligado ao Comando Vermelho na região também tem sido motivo de preocupação entre os moradores. Nos últimos anos, a Zona Oeste do Rio tem sido palco de intensas disputas entre milicianos e facções do tráfico, cada grupo tentando expandir ou manter seu domínio territorial.

Moradores da comunidade da Malvina relatam que o clima na região é de medo constante. Muitos comerciantes afirmam viver sob pressão, sendo obrigados a pagar taxas ilegais impostas por grupos criminosos que disputam o controle da área.

Até o momento, não há confirmação oficial da identidade dos mortos. Equipes policiais foram acionadas para a região e devem investigar as circunstâncias do crime. A ocorrência também deve ser analisada para identificar possíveis envolvidos no ataque.

Especialistas em segurança pública apontam que conflitos entre milícia e tráfico têm se intensificado em diferentes pontos da cidade, especialmente em áreas da Zona Oeste como Jacarepaguá, Campo Grande e Santa Cruz.

A disputa pelo domínio territorial costuma envolver interesses econômicos, como controle de transporte alternativo, venda de gás, TV clandestina e cobrança de taxas de segurança.

Enquanto isso, moradores seguem convivendo com a insegurança e o medo de novos confrontos armados na região.

9

 

MORADOR DE CAMPO GRANDE DESAPARECE APÓS SAIR PARA PAGAR CONTA E FAMÍLIA PEDE AJUDA URGENTE

 

 

Moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro estão mobilizados nas redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro de Anderson Lopes Fernandes, conhecido pelo apelido de Gaspar, que está desaparecido desde a última segunda-feira, 9 de março de 2026. O caso tem gerado grande preocupação entre familiares, amigos e vizinhos.

Segundo relatos da família, Anderson mora no bairro Denise, em Campo Grande, e saiu de casa naquele dia para pagar uma conta, como fazia normalmente. No entanto, após sair da residência, ele não retornou mais e também não fez contato com familiares, o que aumentou a apreensão de todos.

Diante do desaparecimento, parentes começaram uma corrente nas redes sociais, pedindo que a população compartilhe informações e ajude nas buscas. A mobilização inclui pedidos para que moradores publiquem o alerta em status, grupos de WhatsApp e outras redes, na tentativa de ampliar o alcance da informação e encontrar alguma pista sobre o paradeiro dele.

Outro fator que aumenta a preocupação da família é o histórico de saúde de Anderson. De acordo com parentes, ele já sofreu dois AVCs (Acidente Vascular Cerebral) no passado. Apesar disso, ele estava bem recentemente e levava uma vida normal. Mesmo assim, os familiares temem que alguma eventualidade possa ter ocorrido durante o trajeto.

Moradores de Campo Grande e de bairros próximos têm compartilhado o alerta e reforçado o pedido para que qualquer pessoa que tenha visto Anderson ou tenha alguma informação entre em contato com a família ou procure as autoridades.

Casos de desaparecimento costumam mobilizar comunidades inteiras, especialmente quando envolvem pessoas conhecidas na região. Por isso, familiares reforçam que qualquer informação, por menor que pareça, pode ser fundamental para ajudar a encontrá-lo.

A família segue angustiada e pede apoio da população da Zona Oeste do Rio de Janeiro para divulgar o caso e ajudar nas buscas. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Anderson Lopes Fernandes, o “Gaspar”, deve comunicar imediatamente às autoridades ou aos familiares.

Compartilhar essa informação pode ajudar a trazer Anderson de volta para casa. 🚨

 

Salário de até R$ 18,5 mil: Virginia Fonseca abre vaga para babá do filho caçula e exigências chamam atenção

 

Uma vaga de emprego anunciada pela influenciadora digital Virginia Fonseca tem chamado atenção nas redes sociais e gerado grande repercussão na internet. A empresária e criadora de conteúdo estaria em busca de uma babá para cuidar de seu filho caçula, oferecendo um salário que pode chegar a R$ 18,5 mil mensais.

A oportunidade, considerada bastante acima da média salarial da área no Brasil, rapidamente virou assunto entre internautas e fãs da influenciadora. De acordo com as informações divulgadas, a vaga possui uma série de exigências específicas, que refletem a rotina intensa da família.

Entre os principais requisitos para ocupar o cargo estão formação superior em Enfermagem, experiência comprovada no cuidado com crianças, passaporte válido e disponibilidade para viagens internacionais. A profissional escolhida deverá acompanhar a rotina do bebê e da família em diferentes compromissos, inclusive fora do país.

 

Além do filho caçula, o casal também é pai de Maria Alice e Maria Flor, e costuma compartilhar momentos da rotina familiar com o público por meio de vídeos, fotos e transmissões ao vivo. Por conta da agenda cheia de compromissos profissionais, viagens e gravações, o apoio de profissionais especializados no cuidado com as crianças é considerado essencial.

Outro detalhe que chamou atenção foi o nível de qualificação exigido para a vaga. A exigência de formação em Enfermagem, por exemplo, sugere que a família busca uma profissional com conhecimento técnico em cuidados infantis e primeiros socorros, garantindo ainda mais segurança para o bebê.

Nas redes sociais, a notícia gerou uma mistura de surpresa e curiosidade. Enquanto alguns usuários destacaram o alto valor do salário, outros comentaram sobre o grau de responsabilidade exigido para trabalhar com uma família tão exposta e com uma rotina de viagens frequentes.

Mesmo com os requisitos elevados, a vaga despertou o interesse de muitas pessoas, principalmente por oferecer remuneração considerada bastante atrativa no mercado.

A repercussão mostra mais uma vez o enorme alcance de Virginia Fonseca na internet, onde qualquer novidade relacionada à sua vida pessoal ou profissional rapidamente se transforma em assunto entre milhões de seguidores.

 

Goleiro Bruno volta a ser considerado foragido da Justiça e pode ser preso em qualquer lugar do Brasil

 

O ex-jogador Bruno Fernandes de Souza, conhecido nacionalmente como goleiro Bruno, voltou a ser considerado foragido da Justiça brasileira após não cumprir uma determinação judicial que revogou sua liberdade condicional. A decisão foi tomada pela Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que expediu um mandado de prisão contra o ex-atleta.

De acordo com informações divulgadas por autoridades judiciais, Bruno deveria ter se apresentado à Justiça após a revogação do benefício que lhe permitia cumprir pena em liberdade. No entanto, ele não se apresentou dentro do prazo estabelecido, o que levou à emissão do mandado de prisão e à sua inclusão na condição de foragido.

A decisão foi tomada pela Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, responsável por acompanhar o cumprimento das penas no estado. Segundo o entendimento da Justiça, o ex-goleiro teria descumprido regras impostas para manter o livramento condicional, uma das etapas do regime penal após o cumprimento de parte da pena.

Entre as condições impostas estava a proibição de deixar o estado do Rio de Janeiro sem autorização judicial. Informações apontam que Bruno teria viajado recentemente para outro estado para participar de atividades relacionadas ao futebol, sem autorização prévia da Justiça, o que acabou sendo interpretado como violação das regras impostas.

Com o mandado de prisão em aberto, o ex-jogador pode ser preso em qualquer lugar do território nacional caso seja localizado pelas autoridades policiais.

Bruno ganhou notoriedade nacional não apenas por sua carreira no futebol, mas principalmente pelo envolvimento em um dos crimes mais chocantes do país. Ele foi condenado pela Justiça pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, caso que teve enorme repercussão no Brasil e mobilizou a opinião pública.

O crime ocorreu em 2010 e resultou em uma condenação superior a 22 anos de prisão. Após cumprir parte da pena, Bruno obteve progressões de regime e, posteriormente, o benefício do livramento condicional, que agora foi revogado pela Justiça.

A situação atual faz com que o ex-goleiro volte a figurar na lista de procurados pelas autoridades. Enquanto não se apresentar ou for localizado pelas forças de segurança, ele continuará sendo considerado foragido da Justiça brasileira, podendo ser preso a qualquer momento.

O caso voltou a repercutir nas redes sociais e na imprensa, reacendendo debates sobre o cumprimento de penas e a concessão de benefícios judiciais em crimes de grande repercussão.

 

 

Paes vai à Justiça contra deputado do PL após acusações na Alerj e pede indenização de R$ 200 mil

 

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, entrou com uma queixa-crime na Justiça contra o deputado estadual Filippe Poubel (PL) após declarações feitas pelo parlamentar durante uma sessão da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A ação judicial acusa o deputado de ter cometido crimes contra a honra ao fazer acusações consideradas graves contra o chefe do Executivo municipal.

Segundo a defesa de Paes, Poubel teria afirmado em discurso na tribuna da Alerj que o prefeito estaria envolvido em supostos esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos na área da saúde do município. De acordo com os advogados do prefeito, as acusações foram feitas sem apresentação de provas e ultrapassaram os limites do debate político, atingindo diretamente a reputação e a honra do gestor.

Diante disso, a equipe jurídica de Paes decidiu recorrer à Justiça com uma queixa-crime por calúnia, difamação e injúria. Esses três crimes estão previstos no Código Penal brasileiro e dizem respeito a situações em que uma pessoa é acusada falsamente de um crime, tem sua reputação atacada ou é ofendida de forma direta.

Além da responsabilização criminal do parlamentar, o prefeito também pede uma indenização mínima de R$ 200 mil por danos morais. Segundo os advogados, o valor seria uma forma de reparar os prejuízos causados pelas declarações públicas do deputado, que teriam sido amplamente divulgadas nas redes sociais e em meios de comunicação.

A ação ainda deverá ser analisada pela Justiça, que decidirá se aceita a queixa-crime e dará andamento ao processo. Caso o caso avance, o deputado poderá ser chamado para prestar esclarecimentos e apresentar sua defesa sobre as acusações feitas contra o prefeito.

O episódio evidencia mais um capítulo da forte disputa política que envolve Paes e setores da oposição no estado do Rio de Janeiro. Filippe Poubel é conhecido por fazer críticas contundentes à gestão municipal e frequentemente utiliza a tribuna da Alerj para atacar medidas e decisões tomadas pela prefeitura.

Nos bastidores da política fluminense, o caso já repercute e pode aumentar ainda mais a tensão entre aliados do prefeito e parlamentares ligados ao PL. Analistas avaliam que o confronto judicial pode ampliar o embate político entre as duas lideranças, especialmente em um momento de grande polarização no cenário político do estado.

Enquanto isso, a Justiça deverá decidir os próximos passos do processo, que pode transformar o embate político em uma disputa jurídica com possíveis consequências para ambas as partes.

 

Caso Ceperj volta à pauta do TSE nesta terça-feira

 

 

A retomada do julgamento de abuso poder político e econômico do caso Ceperj no Tribunal Superior Eleitoral acontece na noite desta terça-feira (10). A data foi definida pelo TSE, após o ministro Antônio Carlos Ferreira devolver os autos do processo para a assessoria do Plenário do órgão.

Em novembro do ano passado, o ministro tinha renovado o pedido de vista com a justificativa de que o caso é complexo.

A solicitação aconteceu após o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio ser preso pela Polícia Federal. O deputado estadual Rodrigo Bacellar é réu no processo, assim como o governador do Rio, Claudio Castro.

Cláudio Castro e Bacellar são acusados de utilizar a máquina pública para contratar mais de 28 mil pessoas, com movimentação de R$ 500 milhões, para favorecer candidaturas em 2022. Na ocasião, o deputado estadual Bacellar era secretário de Governo de Castro.

No ano passado, a relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, votou pela cassação dos mandatos e pela inelegibilidade de Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar. A magistrada votou ainda para determinar a realização de novas eleições para o governo do estado.

Além do ministro Antonio, os ministros do TSE, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto e Estela Aranha, e os ministros do STF, Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia ainda votam.

Mas, a expectativa do governador Cláudio Castro é de que um novo pedido de vista seja pedido por ministros do Tribunal Superior Eleitoral. O objetivo é postergar o julgamento.

Eduardo Paes e Eduardo Cavaliere apostam em Ozempic pelo SUS no Rio

 

A Prefeitura do Rio de Janeiro, liderada pelo prefeito Eduardo Paes e pelo vice-prefeito Eduardo Cavaliere, prepara o lançamento de um programa de saúde pública que prevê o uso de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, como o Ozempic, no tratamento da obesidade na rede municipal.

A medida começa a avançar com a publicação do protocolo municipal de tratamento da obesidade no Diário Oficial, confirmada pelo secretário de Saúde Daniel Soranz.

O lançamento oficial do programa está marcado para 18 de março, durante a inauguração do Super Centro Carioca de Saúde da Zona Oeste, em Campo Grande.

Segundo a Secretaria de Saúde, as primeiras aplicações do medicamento devem começar em abril e serão destinadas inicialmente a pacientes com obesidade grau 3, especialmente aqueles que também possuem diabetes ou hipertensão.

O tratamento será baseado na semaglutida, substância presente em medicamentos como Ozempic e Wegovy, e fará parte de um programa que inclui acompanhamento médico, nutricional e psicológico dentro da rede pública do Rio.

Laudo Revelador: PM Morta com Tiro na Cabeça Pode Ter Desmaiado Antes do Disparo, Apontam Peritos

 

 

Um novo laudo pericial trouxe revelações que podem mudar completamente os rumos da investigação sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do apartamento onde morava, no bairro do Brás, em São Paulo. De acordo com especialistas do Instituto Médico-Legal (IML), foram identificadas lesões no pescoço e no rosto da vítima, o que levanta a hipótese de que ela pode ter desmaiado antes do disparo fatal.

Segundo os peritos responsáveis pela análise, as marcas encontradas no corpo da policial são compatíveis com pressão feita com os dedos e arranhões de unhas, indicando que pode ter havido algum tipo de contato físico ou luta antes da morte. Essas lesões foram classificadas como contundentes e chamaram a atenção dos investigadores por não serem comuns em casos de suicídio.

Outro ponto que despertou questionamentos foi o fato de que a vítima não apresentou sinais claros de defesa, algo que geralmente aparece quando uma pessoa reage a uma agressão. A ausência dessas marcas reforça a suspeita de que a policial poderia estar inconsciente ou incapaz de reagir no momento em que o tiro foi disparado.

A morte de Gisele inicialmente havia sido registrada como suicídio, versão que gerou indignação entre familiares e amigos da policial. Desde o início, a família contestou a conclusão preliminar e solicitou novas análises periciais para esclarecer as circunstâncias da tragédia.

Diante das dúvidas levantadas, o corpo da PM chegou a ser exumado para a realização de novos exames, incluindo análises mais detalhadas e exames de imagem. Foi a partir dessas novas avaliações que os peritos identificaram as lesões no pescoço e no rosto, elementos que não haviam sido destacados com tanta clareza na primeira análise.

A policial foi encontrada morta no apartamento onde vivia com o marido, um tenente-coronel da Polícia Militar. A presença dele no local e as circunstâncias do ocorrido também passaram a ser analisadas com mais atenção pelas autoridades.

Com as novas informações reveladas pelo laudo, o caso ganhou novos desdobramentos e passou a ser tratado com maior cautela pelas autoridades policiais. A investigação segue em andamento e envolve tanto a Polícia Civil quanto a Corregedoria da Polícia Militar, que buscam esclarecer se a morte foi realmente um suicídio ou se há outros fatores envolvidos.

Enquanto as apurações continuam, familiares da policial afirmam que não vão descansar até que toda a verdade sobre a morte de Gisele Alves Santana venha à tona. O caso tem gerado grande repercussão e levantado debates sobre transparência e rigor nas investigações envolvendo agentes de segurança.