Onda de calor continua no Rio de Janeiro até a próxima semana

 

A onda de calor na capital fluminense deve continuar até a próxima terça-feira (8), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O Alerta Rio, sistema de monitoramento e alerta de chuvas e deslizamentos em encostas na cidade do Rio de Janeiro, confirmou que a temperatura máxima nesta quinta-feira (3) foi de 38,9ºC, em Santa Cruz, na zona oeste.

O meteorologista Mamedes Luiz Melo, do Inmet, informou que a tendência é de temperaturas elevadas até a semana que vem. “No dia 9, já começa a diminuir, porque deve chegar algum sistema frontal por São Paulo, que vai influenciar no Rio de Janeiro”, disse Melo.

Sistema frontal é uma superfície que separa duas massas de ar de características diferentes, principalmente em temperatura e umidade.

Chuva

A chuva deve voltar à capital fluminense a partir do dia 9. O tempo chuvoso deve se estender ainda para o litoral do estado e também para São Paulo.

As precipitações, no entanto, devem manter a característica do período de verão, com alternância entre sol e chuva.

“No curto prazo, esse calor continua, pelo menos até terça-feira. Depois, chega o sistema frontal e vai começar a fazer chuva e ameniza um pouco essa temperatura”, afirma o meteorologista.

Próximos dias

Termômetro de rua na Tijuca registra a onda de calor que atinge a cidade do Rio de Janeiro. – Fernando Frazão/Agência Brasil

Para amanhã (4), a temperatura deve ficar entre 36ºC e 37ºC na capital, caindo para 35ºC a 36ºC no fim de semana. No interior, o calor será mais forte, atingindo entre 37ºC e 38ºC.

A partir da segunda-feira (7), com a proximidade do sistema frontal, a temperatura deve voltar a se elevar na cidade do Rio de Janeiro, atingindo o pico máximo previsto de 39ºC, na terça-feira (8).

O calor deverá se espalhar por praticamente todo o estado do Rio de Janeiro, com exceção da região serrana, observou o meteorologista do Inmet. A partir do dia 9, a temperatura cai em torno de cinco graus, com previsão de chegar a 34ºC.

Brasil pode rebaixar pandemia de covid-19 para endemia, diz presidente

Brasil pode rebaixar pandemia de covid-19 para endemia, diz presidente

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (3) que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda rebaixar para endemia o status da covid-19 no Brasil.
“Em virtude da melhora do cenário epidemiológico e de acordo com o § 2° do Art. 1° da Lei 13.979/2020, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estuda rebaixar para ENDEMIA a atual situação da COVID-19 no Brasil”, disse Bolsonaro por meio de uma postagem no Twitter.
Em nota, o Ministério da Saúde confirmou que já está adotando as medidas necessárias para reclassificar o status da covid-19 no Brasil que, atualmente, é identificado com pandemia. “O Ministério da Saúde avalia a medida, em conjunto com outros ministérios e órgãos competentes, levando em conta o cenário epidemiológico e o comportamento do vírus no país”, declarou o órgão.

Diferenças

Desde março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica o surto sanitário de covid-19 como uma pandemia.
O termo endemia é usado nos casos de doenças recorrentes, típicas, que são frequentes em uma determinada região, mas para as quais já há uma resposta efetiva à população por parte da rede de saúde.
Uma enfermidade pode começar como um surto ou epidemia e se torna uma pandemia quando atinge níveis mundiais, ou seja, quando determinado agente se dissemina em diversos países ou continentes, usualmente afetando um grande número de pessoas.
Efeitos

Se passar a ser tratada como endemia, a covid-19 deixará de ser uma emergência de saúde e, assim, restrições como uso de máscaras, proibição de aglomerações e exigência do passaporte vacinal, além de realização compulsória de exames médicos, por exemplo, podem deixar de ser obrigatórias.

 

Operação Lei Seca flagra mais de mil motoristas alcoolizados no Carnaval

 

A Operação Lei Seca reforçou as ações de fiscalização durante o feriado prolongado de Carnaval, com um esquema especial durante o dia e à noite em todo o estado. Entre 25 de fevereiro e 1º de março, 5.408 motoristas foram abordados; destes, 1.001 tinham sinais de embriaguez, o que representa 18,51% do total de abordagens.

 

Neste período foram realizadas blitzes nas rodovias, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) e o Batalhão de Ações com Cães (BAC).

 

Em comparação com o feriado nos dois últimos anos, este ano os casos de alcoolemia aumentaram significativamente. No Carnaval do ano passado, 207 motoristas foram flagrados dirigindo embriagados; já em 2020 foram 177 casos de alcoolemia.

 

– É muito preocupante esse número tão expressivo de casos de alcoolemia registrados durante esse feriado. E isso reforça a importância da nossa Operação nas ruas, por isso seguiremos reforçando as ações de fiscalização na missão de salvar vidas e tornar o trânsito mais seguro – afirmou o superintendente da Operação Lei Seca, tenente-coronel Fábio Pinho.

 

A Operação Lei Seca, da Secretaria de Estado de Governo, é um programa educativo e de fiscalização, de caráter permanente, que foi lançado em 19 de março de 2009 e atua diariamente na missão de salvar vidas.

 

Secretaria da Mulher abre 80 vagas para o projeto Feira Delas

 

A Secretaria de Políticas e Promoção da Mulher abre, nesta quinta-feira (3/3), o processo seletivo de 80 vagas para empreendedoras. As selecionadas participarão do projeto Feira Delas, que será realizado em diferentes praças da cidade nos fins de semana do mês de março. Podem se inscrever mulheres empreendedoras, pessoas físicas ou jurídicas, até as 12h da próxima segunda-feira (7/3).

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela internet neste link. Esta é a primeira ação da Secretaria em celebração ao mês da mulher. Ao longo de março, outros projetos de empregabilidade e de enfrentamento à violência contra a mulher também serão lançados.

Serão selecionadas até 80 mulheres empreendedoras, sendo uma vaga reservada em cada feira para mulheres migrantes. Todas as selecionadas participarão de uma capacitação de duas horas de duração sobre vendas, que será realizada com o apoio do Procon Carioca e do Sebrae RJ.

SERVIÇO

Datas e bairros das Feiras Delas:

13/3: Praça Seca
19/3: Paciência
20/3: Méier
26/3: Copacabana
27/3: Centro

Clique aqui e faça a inscrição.

Asfalto Liso chega à Zona Oeste

Asfalto Liso chega à Zona Oeste

Ontem à noite (2 de março) foi iniciado o programa Asfalto Liso na nossa Zona Oeste. São ao todo 118, 8 quilômetros de extensão que receberão frenagem e recapeamento. O serviço nas principais vias dos bairros de Bangu, Padre Miguel, Realengo, Campo Grande, Cosmos, Magalhães Bastos, Paciência, Guaratiba , Jardim Sulacap, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Sepetiba, Santa Cruz, Inhoaiba, Vila Kennedy e Senador Camará será realizado das 21h às 6h para minimizar o impacto no trânsito. Confira as ruas contempladas nessa primeira fase do programa:

1- Estrada de Sepetiba
2- Estrada da Pedra;
3- Rua Felipe Cardoso;
4- Avenida Padre Guilherme Decaminada;
5- Estrada da Pedra;
6- Estrada do Magarça;
7- Estrada de Santa Eugênia;
8- Estrada de Paciência;
9- Estrada do Tingui;
10- Caminho de Tutóia;
11- Estrada do Campinho;
12- Estrada de Inhoaiba;
13- Estrada do Tingui;
14- Rua Campo Grande;
15- Rua Barão do Rio Verde;
16- Rua Gramado;
17- Rua Engenheiro Trindade;
18- Rua Catão;
19- Estrada da Cambota;
20- Estrada Iaraquã;
21- Estrada do Pre;
22- Avenida de Santa Cruz;
23- Estrada da Posse;
24- Rua Teixeira Campos;
25- Estrada dos Sete Riachos;
26- Estrada do Quafá;
27- Rua Doutor Augusto Figueiredo;
28- Rua Ceres;
29- Rua Roque Barbosa;
30- Rua Araquém;
31- Estrada da Água Branca;
32- Rua Rio da Prata;
33- Rua Boiobi;
34- Rua Silva Cardoso;
35- Rua Oliveira Ribeiro;
36- Rua Santa Cecília;
37- Rua Ribeiro de Andrade;
38- Rua Francisco Real;
39- Rua Ubatuba;
40- Rua do Imperador;
41- Rua do Governo;
42- Rua Doutor Lessa;
43- Rua Piraquara;
44- Rua Bernardo de Vasconcelos;
45- Avenida Marechal Fontenelle;
46- Estrada do Catonho;
47- Rua Euzébio de Almeida;
48- Rua Pacífico Pereira.

 

POLÍCIA PRENDE HOMEM QUE MATOU A FILHA DE 11 ANOS DA EX-MULHER APÓS INCENDIAR A CASA DELA NA ZONA OESTE

POLÍCIA PRENDE HOMEM QUE MATOU A FILHA DE 11 ANOS DA EX-MULHER APÓS INCENDIAR A CASA DELA EM SENADOR CAMARÁ

Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DH) prenderam nesta quarta-feira (2) Geraldo Pablo Santos Monsão, por ter matado a filha de sua ex-companheira. Segundo as investigações, Pablo seria o responsável por atear fogo na casa da ex-mulher, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada de sábado (26).

A menina Richelly Gonçalves, de 11 anos, estava sozinha em casa no momento do incêndio. Ela chegou a ser socorrida por vizinhos e levada para o Hospital Albert Schweitzer, mas já chegou sem vida à unidade de saúde. Richelly foi enterrada nesta quarta, no Cemitério do Murundu, em Realengo, também na Zona Oeste.

A mãe da menina está em estado de choque. A irmã mais velha da criança contou que a mãe tinha saído para comprar um lanche, quando o ex-companheiro chegou.

“Eu acredito que tenha sido por que ele já foi com intenção de fazer alguma coisa. E no caso, era minha mãe. E minha mãe não tava em casa, ela tinha saído pra comprar um lanche. E ai a única pessoa que ele encontrou foi minha irmã”, contou Jheniffer Cristine Ferreira. De acordo com testemunhas, Pablo foi visto próximo à casa da ex-mulher no dia do incêndio e chegou a perguntar para os vizinhos onde ela estava.

Segundo relatos, ele tinha um histórico violento e chegou a agredir a mãe de Richelly quando eram casados.

Na opinião de Pedro Casaes, delegado adjunto da DH, Pablo sabia que a filha da ex-mulher estava em casa e que ele teria fechado a porta para que ela não tivesse chance de sobreviver.

“Ele admitiu que já deu facadas nela e que não foi feito registro. Então ele tinha esse histórico de ser muito agressivo e muito ciumento. Ele já tinha ameaçado ela e a ameaça era de que ele iria machucar onde mais doía nela, que era a filha. Ele tinha total consciência que a filha estava dormindo. Ele viu, ateou fogo e fechou a porta para que ela não tivesse chance de sobreviver”, disse Pedro Casaes, delegado adjunto da DH.

Os dois ficaram juntos durante um ano, mas estavam separados há alguns meses. Os vizinhos contaram que Pablo não aceitava o fim do relacionamento.

Pablo tem duas anotações na Polícia Civil por violência doméstica, uma em 2019 e outra em 2009, quando era menor de idade.

“O que eu quero mesmo é que aconteça justiça. Que ele não seja mais um desses casos que entram para estatística. Eu não quero isso. Não quero que ele só tenha feito e daqui a pouco esteja solto caminhando pela rua por bom comportamento. O que ele fez foi muito grave e muito sério. Ele tem que pagar por isso”, comentou Jheniffer.

Fonte: G1

Bombeiros buscam banhista desaparecido na praia do Recreio

 

O Grupamento Marítimo (GMar) do Corpo de Bombeiros retomou, nesta quarta-feira (2), as buscas por um homem que desapareceu na noite de terça-feira (1º), na praia do Recreio dos Bandeirantes. O banhista, identificado como William Mattozo, de 32 anos, é uma das três pessoas procuradas pelos Bombeiros após o feriadão de Carnaval. As equipes continuam em busca de Anderson da Silva e Anois de Morais, que desapareceram durante o fim de semana.

Na noite desta terça-feira (1º), por volta das 21h40, William desapareceu após se afogar na altura do Posto 12 da praia do Recreio, na Zona Oeste do Rio. As buscas tiveram início na mesma noite e seguiram por duas horas, mas sem sucesso. O Grupamento da Barra da Tijuca, responsável pela ação, voltou a procurar pelo banhista na manhã desta quarta-feira (2), às 6h30.

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Também nesta quarta-feira (2), o Corpo de Bombeiros deu início ao quarto dia de buscas por Anderson, de 34 anos, que desapareceu na Praia da Macumba, também no Recreio dos Bandeirantes. O homem está sendo procurado desde domingo por equipes da Barra da Tijuca e de Copacabana. Segundo informações, Anderson pescava em cima de uma pedra no sábado (26), quando foi atingido pelas ondas e caiu no mar. O quartel de Guaratiba foi informado sobre o desaparecimento e deu início às buscas. Além de motos aquáticas, viaturas e botes, a corporação também conta com imagens captadas por drones e mergulhadores para tentar localizar o pescador.
Já na tarde de domingo (27), uma embarcação com oito pessoas naufragou entre as ilhas de Paquetá e Brocoió. Sete pessoas conseguiram ser resgatadas por barcos que estavam no local, mas Anois, de 57 anos, não foi encontrado. O GMar de Botafogo iniciou a procura por volta das 14h40 de domingo e estão se mobilizando para dar retomar a ação nesta quarta-feira (2), quarto dia de buscas. Ainda não há informações sobre o que pode ter causado o naufrágio.

Jovem é morto enquanto caminhava em bairro do Rio

Um jovem de 20 anos foi assassinado na noite da última terça-feira (1°), no bairro Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio. Por outro lado, o tio do rapaz foi ferido, mas já teve alta médica.

O jovem e o tio caminhavam juntos na Rua Bagdá, por volta das 19h20, e foi nesse momento que os dois foram surpreendidos e atingidos por tiros, que acabou matando o sobrinho com um disparo no tórax e outro na cabeça.

Segundo a Polícia Militar, ambos estavam caminhando pela rua e forma atingidos por tiros, e o tio do rapaz que sobreviveu, não soube dizer de onde as rajadas vieram. A Polícia Civil está investigando o caso.

 

Perseguição policial acaba em tiroteio e engavetamento na Barra da Tijuca

 

Seis homens foram presos por uma equipe do 31ºBPM (Recreio dos Bandeirantes), após uma perseguição policial que terminou em tiroteio no Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na manhã desta quarta-feira (2).

Segundo relatório da PM, os agentes deram ordem de parada ao carro que trafegava na Avenida Lúcio Costa, mas seu condutor não acatou, rompendo o bloqueio e empreendendo a fuga. Então, um alerta foi emitido e um cerco organizado na via, sentido Recreio dos Bandeirantes, com apoio de unidades do Barra Presente.

Durante a perseguição, houve troca de tiros entre a polícia e os criminosos que provocaram um engavetamento, envolvendo três carros e uma moto, nos arredores do condomínio Riviera, na Barra, antes de colidir na altura da Praça do Pomar, no Jardim Oceânico.

Dois suspeitos tentaram dar continuidade a fuga a pé, mas foram capturados e encaminhados à 16ªDP (Barra da Tijuca) juntos aos demais integrantes do grupo. O veículo em que estavam os elementos teve seu vidro traseiro estilhaçado e sua carroceria perfurada por vários disparos. Contudo, não há informações sobre nenhum ferido durante a ação.

Rio de Janeiro poderá liberar uso de máscara na próxima semana

 

Com a tendência de melhora no cenário epidemiológico da covid-19 no Rio de Janeiro, o Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19, conhecido como Comitê Científico da prefeitura, deve avaliar na próxima reunião a necessidade do uso de máscara de proteção em locais fechados.A informação é do secretário Municipal de Saúde, Daniel Soranz

De acordo com Soranz, a reunião do Comitê Científico estava marcada para o dia 14, mas foi antecipada para o dia 7 a pedido do prefeito, Eduardo Paes.
“Com um panorama epidemiológico mais favorável, nada mais correto do que a gente acompanhar esses dados com alteração das medidas. Claro que se em algum momento a gente ver aumento nos casos, nas internações, a gente pode voltar com alguma medida restritiva. Mas não é o que parece. Com uma alta cobertura vacinal, a gente está vendo outros países também retirando essas medidas restritivas, aqui no Rio de Janeiro não seria diferente”, disse o secretário.
Soranz adiantou também que deve ser definido um parâmetro de cobertura da dose de reforço da vacina contra a covid-19 para que o passaporte vacinal na cidade deixe de ser obrigatório. A cobertura atual na população adulta é de 99,1% com as duas doses e 53% com o reforço.
A gente vai definir na reunião do comitê. Mas a expectativa é que chegando entre 70%, 80% da população adulta com dose de reforço, a gente possa retirar a cobrança do passaporte vacinal na cidade do Rio de Janeiro. A gente viu que mesmo com as aglomerações, mesmo com o intenso fluxo de turistas, a alta cobertura vacinal segurou o aumento do número de casos graves. Mas essa proteção e essa cobertura não duram para sempre”.
Soranz alertou que a falta da dose de reforço pode, inclusive, levar à reintrodução de variantes do novo coronavírus que já não circulam na cidade.
“A gente tem insistido muito com isso, porque pode ser uma falsa sensação de segurança achar que a gente está seguro por um período muito maior e não estamos se a gente não fizer a dose de reforço, a gente pode ter a reintrodução de uma variante que já passou, a gente pode ter um retorno da Delta, o retorno da Ômicron, o retorno de outra variante que já saiu da predominância do quadro de variantes na cidade”, alertou.
Carnaval

Segundo o secretário, mesmo com as festas particulares e aglomerações que ocorreram na cidade durante o carnaval, os números da pandemia continuam controlados e com tendência de queda no Rio de Janeiro.
“A gente viu muitas aglomerações no período de carnaval, muitas pessoas se reunindo. A estratégia de limitar a entrada de turistas na cidade do Rio de Janeiro sem vacina funcionou. Para se hospedar na cidade é obrigado a apresentar o passaporte vacinal, para ir aos principais pontos turísticos é obrigado a apresentar o passaporte vacinal, certamente isso desestimulou a vinda de turistas não vacinados. A gente viu que a nossa cobertura vacinal segurou o cenário epidemiológico”.
Os painéis da covid-19 da Secretaria Municipal de Saúde não indicam aumento no número de casos graves nem de internações por covid-19 nos últimos dias. O índice de positividade dos testes diagnósticos estava menor do que 5% na semana passada e caiu para 3,9% no último final de semana.
“A Organização Mundial de Saúde considera que abaixo de 5% a gente tem um cenário epidemiológico controlado, favorável, isso se deve à alta cobertura vacinal na cidade do Rio de Janeiro”, explicou o secretário. De acordo com ele, a cidade não deve reviver o aumento de casos visto no início de janeiro, pois não há uma tendência de contaminação em outras partes do mundo.
“No Réveillon a gente já estava vendo o aumento da Ômicron acontecendo em dezembro, a tendência agora se mantém de queda do número de casos. A gente já estaria vendo um momento de sintomas respiratórios nas emergências, nas unidades de saúde. A gente tem visto as unidades de urgência e emergência, os ambulatórios, sem muita procura por sistemas respiratórios. Então a gente vê uma tendência de queda sustentada, apesar do aumento do fluxo de turistas e do aumento das aglomerações na cidade”.
O painel Monitor Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra 1.822 casos novos da doença na cidade do Rio de Janeiro na segunda-feira (28), na média móvel de sete dias, com queda sustentada desde o dia 27 de janeiro, quando a média móvel chegou a 15,6 mil novos casos. Nos óbitos, o pico deste ano ocorreu no dia 11 de fevereiro, com 44,14 mortes na média móvel, caindo para 32,29 no dia 28. Os óbitos na cidade chegaram a ficar em zero em meados de dezembro.