Vilas Olímpicas da Prefeitura do Rio oferecem mais de 18 mil vagas para a prática de esportes

As atividades já retornaram nos equipamentos esportivos da Prefeitura do Rio, e há opções gratuitas para todas as idades. São mais de 18 mil vagas disponíveis. As aulas ocorrem de terça a sexta-feira, com a orientação de profissionais. Entre as modalidades disponíveis estão alongamento, balé, basquete, capoeira, futebol, hidroginástica, judô, muay thai, natação, voleibol e muito mais
Para participar, os interessados devem realizar as inscrições diretamente nas secretarias dos equipamentos, onde é possível verificar todas as modalidades disponíveis e a oferta de vagas em cada uma. A exceção é a Arena Carioca 3, que inscreve online, no site https://legadoolimpico.wixsite.com/parqueolimpico.

Crianças fazem aula de balé – Divulgação
– Buscamos oferecer o maior número de atividades para o maior número possível de pessoas. Com a Prefeitura colocando as contas em dia, o orçamento da Secretaria de Esportes aumentou e os contratos das Vilas Olímpicas também, possibilitando atender ainda mais pessoas nos nossos equipamentos – afirma o secretário Guilherme Schleder.

Os documentos necessários são: cópias da identidade, do CPF, do comprovante de residência e atestado médico para maiores de 18 anos. Já os menores de idade devem apresentar cópias da carteira de identidade ou certidão de nascimento
da identidade do responsável, comprovante de residência e comprovante escolar. Todos acima de 12 anos devem apresentar o comprovante de vacinação contra a Covid-19.
Confira os locais:
– Cidade das Crianças – 1 Rodovia Rio- Santos Km 0 – Santa Cruz
– Parque das Vizinhanças Dias Gomes – Estrada do Camboatá, s/n – Deodoro
– Vila Olímpica Aldo Miccolis – Rua Bento Gonçalves, 457 – Encantado
– Vila Olímpica Artur da Távola – Rua Visconde de Santa Isabel, s/nº – Vila Isabel
– Vila Olímpica Clara Nunes – Rua Pedro Jório, 528 – Acari
– Vila Olímpica da Gamboa – Rua da União, s/n – Gamboa
– Vila Olímpica de Ramos – Av. Guanabara, s/nº – Ramos
– Vila Olímpica do Vidigal – Av Presidente João Goulart, s/nº – Vidigal
– Vila Olímpica Ivanir de Mello – Estrada Marechal Alencastro, 1357 – Ricardo de Albuquerque
– Vila Olímpica Jorginho da SOS (Alemão) – Estrada do Itararé, 460 – Complexo do Alemão
– Vila Olímpica Jornalista Ary de Carvalho (Vila Kennedy) – R. Paulino do Sacramento, s/n – Vila Kennedy
– Vila Olímpica Machado de Assis (Morro do Pinto) – Rua do Pinto, nº 100 – Santo Cristo
– Vila Olímpica Mané Garrincha – R. Carlos Seixas, s/n – Caju
– Vila Olímpica da Mangueira – Rua Santos Melo, 73 – São Francisco Xavier
– Vila Olímpica da Maré – Rua Tancredo Neves, s/n – Bonsucesso
– Vila Olímpica Mestre André – Rua Marechal Falcão da Frota, 1782 – Padre Miguel
– Vila Olímpica Nilton Santos – Estrada do Rio Jequiá, s/n – Ilha do Governador
– Vila Olímpica Polo Jardim Bangu – Rua Roque Barbosa, s/n Bangu
– Vila Olímpica Professor Manoel José Gomes Tubino (Mato Alto) – Rua Candido Benício, n° 2.973 – Jacarepaguá.
– Vila Olímpica Waldir Pereira – Av. Alfredo Balthazar da Silveira, 35 – Recreio

 

𝙋𝙧𝙤𝙟𝙚𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙡𝙚𝙞 𝙥𝙤𝙙𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙘𝙤𝙢 𝙦𝙪𝙚 𝙖 𝙐𝙣𝙞𝙖̃𝙤 𝙥𝙖𝙜𝙪𝙚 𝙥𝙚𝙣𝙨𝙖𝙤 𝙫𝙞𝙩𝙖𝙡𝙞𝙘𝙞𝙖 𝙖 𝙢𝙖𝙚 𝙙𝙚 𝙈𝙤𝙞𝙨𝙚

 

𝙋𝙧𝙤𝙟𝙚𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙡𝙚𝙞 𝙥𝙤𝙙𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙘𝙤𝙢 𝙦𝙪𝙚 𝙖 𝙐𝙣𝙞𝙖̃𝙤 𝙥𝙖𝙜𝙪𝙚 𝙥𝙚𝙣𝙨𝙖̃𝙤 𝙫𝙞𝙩𝙖𝙡𝙞́𝙘𝙞𝙖 𝙖 𝙢𝙖̃𝙚 𝙙𝙚 𝙈𝙤𝙞̈𝙨𝙚

Um projeto de lei apresentado por deputados federais pode fazer com que a União pague uma pensão vitalícia a mãe do congolês Moise Kabagambe, espancado até a morte em quiosque na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

A proposta é para que Lotsove Lolo Lavy Ivone receba um valor equivalente ao limite máximo do salário do benefício do Regime Geral de Previdência Social, que atualmente está fixado em pouco mais de R$ 7 mil.

Como justificativa, os parlamentares alegaram ser fundamental que o Estado Brasileiro se responsabilidade por auxiliar a família, já que houve omissão estatal em protegê-lo. O projeto é assinado pelos deputados Helder Salomão, Maria do Rosário, Talíria Petrone, Vivi Reis, Túlio Gadelha, Paulo Teixeira e Benedita da Silva. Ainda não há previsão para que o texto seja votado.

𝙎𝙞𝙜𝙖 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙖 𝙥𝙖́𝙜𝙞𝙣𝙖 𝙚 𝙛𝙞𝙦𝙪𝙚 𝙥𝙤𝙧 𝙙𝙚𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙙𝙖𝙨 𝙣𝙤𝙩𝙞́𝙘𝙞𝙖𝙨 !!

EX JOGADOR DE FUTEBOL MORRE EM QUEDA DE ARVORE

 

EX JOGADOR DE FUTEBOL MORRE EM QUEDA DE ARVORE NO INTERIOR DE SOLEDADE – Rio Grande do Sul

O ex jogador de futebol Fabio Zambiasi, morreu após ser atingido por um galho de eucalipto, quando fazia derrubada em sua propriedade na localidade de Posse Generoso, interior de Soledade.

Conforme informações de moradores, no início da tarde desta segunda-feira, 07/02, Zambiasi fazia uma derrubada de eucaliptos em sua propriedade, quando foi atingido por um galho na altura da cabeça. Vizinhos ainda tentaram reanima-lo mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Fabio Zambiasi, de aproximadamente 55 anos, atuou por muitos anos no Curitiba e teve passagens pelo futebol alemão, atuando também em outros clubes. Jogou em Soledade no campeonato do Rotary.

A unidade do Corpo de Bombeiros de Soledade, está atendendo a ocorrência, aguarda-se a perícia para o levantamento técnico. Zambiasi, residia em Carazinho antes de adquirir uma propriedade na localidade de Posse Generoso, interior de Soledade.

Fonte :Rádio Soledade
Foto: Bombeiros e Perfil pessoal

Secretaria de Trabalho divulga mais de 2,4 mil vagas em várias regiões do RJ

 

A captação de vagas realizada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) resultou, nesta semana, na oferta de 2.426 vagas para várias regiões do Estado do Rio – Metropolitana, Médio Paraíba, Baixada Litorânea, Centro-Sul e Serrana. As vagas são oferecidas por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine) – veja a lista completa no anexo ao fim deste texto.

 

Na Região Metropolitana, são oferecidas 2.214 oportunidades de trabalho, incluindo 1.652 vagas destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência. São chances para diversos setores, incluindo nutricionista, psicólogo hospitalar, fisioterapeuta e enfermeiro, com salários de até R$ 7,2 mil.

 

No Centro-Sul fluminense, das 21 oportunidades, 20 são destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência, na função de auxiliar de linha de produção.

 

Para quem mora em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea, são oferecidas 10 oportunidades de trabalho, exclusivas para pessoas com deficiência, para a função de assistente administrativo.

 

No Médio Paraíba estão sendo oferecidas 47 oportunidades para funções como vendedor interno, auxiliar administrativo, motorista de caminhão e encarregado de obras, entre outras.

 

Quem mora em Teresópolis, na Região Serrana, pode concorrer a uma das 134 vagas disponibilizadas. Entre elas, 17 para auxiliar administrativo, 8 para auxiliar de linha de produção e 15 para faxineiro, além de chances para carregador de caminhão, professor de inglês, costureira de máquinas industriais.

 

O Sine realiza uma análise comparativa do perfil profissional de cada candidato cadastrado com o da vaga disponibilizada pela empresa contratante. Por isso, é importante que o cidadão mantenha o seu cadastro atualizado.

 

Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sistema Nacional de Emprego levando seus documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/Pasep/NIT/NIS e CPF.

 

Para consultar o endereço das unidades Sine e os detalhes de todas as vagas oferecidas, acesse o Painel Interativo de Vagas da Setrab, disponível no site www.rj.gov.br/secretaria/trabalho.

 

 

 

Programa Asfalto Liso começa pela Avenida Brasil e vai revitalizar mais de 450 quilômetros de vias

O programa Asfalto Liso teve início nesta segunda-feira (07/02) na cidade pela Avenida Brasil, no trecho de Realengo a Santa Cruz. Em todo o município serão 291 vias beneficiadas com nova pavimentação asfáltica, totalizando mais de cinco milhões de metros quadrados e 456,3 quilômetros de extensão em toda a capital.

Estão incluídas nesta etapa inicial a Rua Mario Ribeiro, a Autoestrada Lagoa-Barra, as avenidas Padre Leonel Franca e Borges de Medeiros, o Boulevard Vinte e Oito de Setembro e as ruas Pinheiro Guimarães, Visconde de Silva, Real Grandeza, São Clemente, São Francisco Xavier e Felipe Camarão. O serviço é das 21h às 6h para minimizar o impacto no trânsito, podendo sofrer alterações.

As primeiras regiões da cidade licitadas para o Asfalto Liso foram Zona Sul, Tijuca e adjacências e Centro, totalizando 71 vias e 92,7 km de extensão. Também foram licitados trechos da Zona Norte (106 ruas e 115,2 km de extensão) e da Zona Oeste (48 vias, somando 118,8 km), com o início dos trabalhos previsto para março. O serviço nessas áreas é realizado pela Secretaria Municipal de Conservação.

A obra na Avenida Brasil, a cargo da Secretaria de Infraestrutura, vai se estender por 30 quilômetros e terá duração de dois anos. O trecho também receberá nova sinalização. A via terá interdições ao longo do dia, sempre no fluxo contrário, e à noite. O Centro de Operações vai instalar câmeras extras para monitorar o trânsito.

Para fazer o diagnóstico das vias, a Prefeitura está usando uma máquina que escaneia e capta as irregularidades do pavimento, registrando as informações com uma câmera.

 

Máquina usada no Asfalto Liso – Marcelo Piu / Prefeitura do Rio

 

Prefeitura formaliza a entrega da concessão de quiosques para a família de Moïse Kabagambe

O prefeito Eduardo Paes e o secretário de Fazenda e Planejamento, Pedro Paulo, formalizaram nesta segunda-feira (7/2) a entrega da concessão de dois quiosques da Barra da Tijuca para a família de Moïse Kabagambe, congolês morto no último dia 24 de janeiro. O projeto em parceria com a Orla Rio prevê a transformação do espaço em um memorial e ponto de transmissão da cultura de países africanos.

 – Dar à família a concessão dos quiosques é uma decisão da Orla Rio, por sugestão da Prefeitura. A nossa sociedade repudia o crime brutal que o Moïse foi vítima. Sabemos que a perda de vocês não vai ser reparada com essa atitude, mas queremos que a memória do Moïse fique viva e que esse ato tão brutal seja permanentemente lembrado para que as pessoas não repitam – disse o prefeito Eduardo Paes, que entregou para Ivana Lay, mãe de Moïse, o termo de compromisso da Orla Rio.

De acordo com o termo de compromisso, o contrato de concessão vai até fevereiro de 2030 e a família de Moïse terá todo o suporte jurídico e contábil, além de treinamento para a gestão do espaço.

– Sabemos que essa ação que aconteceu com o meu irmão não veio do coração de todo o povo brasileiro. Recebemos muitas mensagens e o apoio de várias instituições. Queremos agradecer a todos pela solidariedade – declarou Samir Kabamgabe, em nome da família de Moïse.

A Orla Rio também vai ficar responsável pelo projeto de reforma,  instalação de equipamentos e mobiliário dos quiosques. E não será cobrado qualquer aluguel até o final do contrato.

 – Oferecemos a cessão dos quiosques para família do Moïse, pois o que aconteceu foi algo brutal, inaceitável e que não é da natureza do Rio. É um gesto de mínima reparação à sua família, que terá naquele espaço uma memória e um ponto de transmissão da cultura dos países africanos – disse Pedro Paulo, secretário municipal de Fazenda e Planejamento.

A ação conta ainda com parcerias da Fundação João Diamante, do SindRio (Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio), da gestora de alimentos Danni Camillo e do Instituto Akhanda.

Também participaram do evento o secretário de Cidadania, Renato Moura; o vice-presidente da Orla Rio, Guilherme Borges; Djojo e Kevin, outros dois irmãos de Moïse; além do advogado Rodrigo Mondego, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), que representa a família do congolês.

Deputado apresenta projeto de lei que desqualifica o topless como ato obsceno em áreas públicas do Rio

Ninguém sabe ao certo quem foi a primeira mulher a desamarrar o sutiã nas praias do Rio, mas vez ou outra o topless ganha destaque e vira polêmica. Dessa vez, o assunto girou em torno da produtora Ana Beatriz Coelho, que foi detida e levada para uma delegacia por ficar com os seios à mostra no litoral do Espírito Santo. Ela chegou a ter algemas colocadas nos pés. Revoltado com a história, o deputado estadual Carlos Minc (PSB) apresentou um projeto de lei para que o ato de ficar nu na parte de cima em áreas públicas não seja considerado “obsceno”.

— Fiquei muito revoltado. Uma mulher fazendo topless não pode ser algemada. Tentaram enquadrá-la no artigo da Constituição que fala sobre atos obscenos. Mas não há lei que coloque o topless como ato obsceno. Obscenidade está na cabeça dos moralistas — explica o parlamentar, destacando a tradição legislativa de defender a liberdade: — Tenho projetos a favor do naturismo e, há pouco tempo, ajudei a barrar uma lei que proibiria o aleitamento em local público, também classificando essa atitude belíssima como ato obsceno. O projeto abre uma discussão mais ampla.

Ana Beatriz, que é ex-namorada da atriz Camila Pitanga, foi detida, levada para uma delegacia e, após ser liberada, pontuou a diferença de tratamento entre mulheres e homens. “O mais irônico é que ao meu lado na delegacia tinha um homem sem camisa. Nem dentro de uma delegacia um homem precisa estar vestido”, escreveu ela, nas redes.

Hoje em dia, a atitude é tipificada pelas autoridades como ato obsceno, de acordo com o artigo 233 do Código Penal brasileiro. O crime de ato obsceno tem pena estipulada entre três meses e um ano de prisão ou multa.

O texto do projeto do Minc, que ainda será apresentado no Plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), cita que “o ato humano de não cobrir o corpo da cintura para cima, praticado por pessoa de qualquer gênero, em qualquer ambiente público no Estado do Rio de Janeiro, não poderá ser tipificado pelas autoridades como ato obsceno para efeito do que dispõe o artigo 233 do Código Penal”. Segundo Minc, a lei não limita o ato do topless às praias do Rio.

— Uma coisa é a pornografia, algo obsceno. Outra é uma moça numa praia fazer topless. Pelo amor de Deus… A liberação não é apenas para as praias. A ideia é desconsiderar que esse ato seja enquadrado como crime obsceno.

A professora e pesquisadora Maria Carolina Medeiros aponta ser complicado reduzir a questão a isso e achar que os problemas das mulheres serão resolvidos desta maneira em meio a uma “sociedade atual machista e misógena”.

— É preciso problematizar por que o corpo da mulher é facilmente sexualizado e identificar em quais circunstâncias o ele é bem visto nu ou não. O topless incomoda porque está relacionado à liberdade da mulher que decidiu, do jeito dela, que prefere tomar sol daquela maneira. A nudez feminina só é exaltada quando ela tem a finalidade do prazer masculino. Na praia, quando não há essa intenção, a nudez vira um grande problema — argumenta Maria Carolina.

Maria Carolina é doutoranda em Comunicação na PUC-Rio e tem como objeto de pesquisa a socialização feminina a partir da disciplinarização sobre o corpo da mulher. Ela explica que, para o topless ser naturalizado, é preciso que haja uma desconstrução para que o significado do topless passe a ser outro, de empoderamento, e não sexualizado.

— Tudo é fruto de uma construção social que, em relação à mulher, colocou a parte de cima do corpo como algo sexualizado e que precisa estar coberto. Não é simples equiparar homens e mulheres nisso. É histórico. O homem foi criado para confirmar os seus desejos e ações, enquanto a mulher foi criada para contenção do seu corpo. Hoje, não é simples querer que, da noite para o dia, uma mulher fique com os seios à mostra em meio ao machismo atual.

Solidariedade
Camila Pitanga postou em seu Twitter no dia 21, uma manifestação de solidariedade à ex-namorada. Camila classificou o episódio como “absurdo e constrangedor” e disse que Beatriz sofreu “uma violência policial claramente motivada pelo machismo e homofobia”.

“Minha solidariedade à Bia, que ontem sofreu uma violência policial claramente motivada pelo machismo e homofobia.

Bia estava na praia com uma amiga e fazia topless, acabou na delegacia algemada pelos pés como vocês podem ver na imagem.

É absurdo e constrangedor.”, publicou a atriz.

Histórico
Patrícia Casé, irmã de Regina Casé, entrou para a história ao ter tido a foto estampada em jornais e revistas só com a parte de baixo do bíquini, nas areias de Ipanema em outubro de 1979. O modismo foi crescend até que, em fevereiro de 1980, o topless acendeu o debate sobre o pudor e os direitos das mulheres de exibirem seus corpos. Duas garotas que tomavam sol sem sutiã quase foram linchadas por banhistas. A confusão terminou na polícia.

As duas meninas eram a desenhista de moda Veronica Maieski e a advogada trabalhista Maria Helena Autuori. Quando decidiu abolir o sutiã, ela tinha 16 anos e viu sua vida virar de cabeça para baixo. Ouviu palavras obscenas e teve que sair da escola tradicional em que estudava. Já Verônica, no auge da confusão, chegou a ser chamada de Geni, numa alusão à prostituta da canção “Geni e o zepelim”, de Chico Buarque, música lançada um ano antes.

A novidade foi parar na novela “Água viva”, de Gilberto Braga e Manoel Carlos, da TV Globo. As personagens das atrizes Maria Padilha, Tônia Carreiro e Maria Zilda faziam topless quando foram abordadas por uma banhista ofendida. A cena terminava com a personagem de Tônia esbofeteando o guarda chamado para repreendê-las. O público que assistia à gravação aplaudiu. Quatro anos mais tarde, em 1984, foi a vez da atriz norte-americana Demi Moore aparecer sem sutiã na Praia de Ipanema, numa cena do filme de comédia-romântica “Feitiço do Rio”.

No verão de 2000, os seios de fora voltaram ao debate. A representante comercial Rosimeri da Costa foi presa na praia da Reserva Biológica do Recreio, após bater boca com policiais que insistiam para que ela usasse a parte de cima do biquíni. Acusada de “ato obsceno”, foi parar na delegacia. As autoridades discutiram se o topless era ou não liberado nas praias do Rio. Por fim, o então prefeito Luiz Paulo Conde decretou que era “o verão do topless”.

Um par de seios à mostra, mais uma vez, gerou discórdia na orla carioca. O episódio aconteceu na Praia do Arpoador, em 2013. Na ocasião, os atores Cristina Flores e Álamo Facó posavam para a campanha de divulgação da peça “Cosmocartas”, estrelada pelos dois. O sol se punha, havia pouca gente na areia. Bastou que ela tirasse a blusa para uma foto para o tempo fechar. Três policiais foram em direção a ela, que colocou a blusa conforme a ordem.

Em 2017, um ato pela liberdade roubou a cena também em Ipanema. Quatro mulheres realizaram um toplessaço em frente ao Posto 9 como forma de protestar contra a onda conservadora que crescia no país e na cidade, como no episódio do cancelamento das negociações para a exposição “Queermuseu” no Museu de Arte do Rio (MAR).

Chefe do tráfico é preso em motel na Zona Oeste do Rio

 

Chefe do tráfico na Vila Aliança é preso em motel na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da 29ª DP (Madureira) prenderam, na tarde desta segunda-feira (7), Julio Cezar Alves de Oliveira, de 34 anos. Conhecido como Galo, ele é apontado pela polícia como número 2 no tráfico de drogas da Vila Aliança, na Zona Oeste da cidade.

Contra Galo havia três mandados de prisão em aberto — um pelo assassinato de um policial militar em 2021 e outros dois por crimes relacionados ao tráfico de drogas da Vila Aliança.

Ele é irmão de Rafael Alves, conhecido como Peixe, chefe do tráfico da Vila Aliança.

De acordo com policiais, Galo chefia roubos de cargas praticados pela quadrilha da região. Ele já esteve preso entre 2010 e 2012.

Galo estava em uma suíte com piscina em um motel em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, para onde fugiu por causa de uma operação realizada pela Polícia Militar, na manhã desta segunda-feira, na Vila Aliança.

Comissão do Senado irá ao Rio para acompanhar caso Moïse

O Senado vai acompanhar de perto as investigações da morte do congolês Moïse Kabagambe, ocorrida no mês passado no Rio de Janeiro. No último dia 24, Moïse, de 24 anos,  foi espancado até a morte no quiosque Tropicália na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O requerimento para a diligência externa no Rio de Janeiro destinada a acompanhar o caso, foi aprovado hoje (7) pela Comissão de Direito Humanos do Senado..

“Pretendemos acompanhar esse fato. Acabamos de aprovar requerimento para fazer uma diligência da comissão ao estado do Rio para que possamos externar essa posição e promover esse acompanhamento”, afirmou o presidente da comissão, senador Humberto Costa (PT-PE). Para Costa, a diligência é importante para “demonstrar que o Senado não está indiferente a episódios como esse”.

Imagens do quiosque mostram que três homens participaram da sessão de violência contra Moïse, que foi brutalmente agredido a pauladas, após o início de uma aparente discussão, cujas circunstâncias ainda estão sendo apuradas pela polícia. Parentes de Moïse sustentam que ele tinha ido ao local cobrar uma dívida. Já os agressores afirmam que o jovem tinha começado uma briga no estabelecimento. Os três acusados de envolvimento no crime estão presos.

“Não se trata meramente um crime contra o imigrante, mas algo muito mais amplo. Representa uma manifestação de discriminação racial, trata-se de uma temática relativa à xenofobia, que existe apenas para aqueles imigrantes negros e pobres, e é também uma demonstração dessa fobia contra as pessoas pobres”, afirmou o presidente da CDH do Senado.

Audiência Pública

A CDH aprovou também requerimento de audiência pública para debater a violência contra migrantes e refugiados no Brasil. O requerimento foi apresentado pelo próprio presidente da comissão, bem como por Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão Mista Permanente sobre Migrações Internacionais e Refugiados

O documento, aprovado pela CDH em votação simbólica, solicita o comparecimento de representantes do Ministério da Justiça, da Embaixada do Congo, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro e do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), além dos especialistas Henrique Sales Pinto, consultor legislativo do Senado Federal, e Lucas Santos Fernandes, procurador do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS).

*Com informações da Agência Senado

assasino de jovem deficiênte é preso em centro de reabilitação em seropédica

Polícia prende garoto de programa acusado de matar homem em estação de trem no Rio

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam nesta segunda-feira (07) Carlos Alexandre Correa da Silva. Ele é acusado de latrocínio, roubo seguido de morte, de Isaque Luis Firmino, de 21 anos, no dia 9 de janeiro deste ano, na estação de trem Benjamim do Monte, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio.

De acordo com as investigações, Carlos Alexandre trabalhava como garoto de programa e teria conhecido a vítima em um site de relacionamento. No dia do crime, os dois combinaram um encontro na rodoviária de Campo Grande para se conhecerem pessoalmente, e seguiram para a estação Benjamim do Monte, onde Isaque foi morto.

O corpo foi encontrado na linha do trem, com um cinto enrolado no pescoço. Além de matar Isaque, o autor roubou um aparelho de telefone celular, um fone de ouvido e documentos dele, que eram utilizados pelo criminoso para cometer crimes patrimoniais.

O autor foi localizado em um centro de reabilitação para dependentes de drogas no município de Piraí, no Sul Fluminense. Segundo informações repassadas para a polícia, Carlos Alexandre pretendia ainda fugir para o Espírito Santo. Com ele foram encontrados os pertences da vítima, e foi cumprido um mandado de prisão temporária.

Segundo os agentes da DHC, antes da morte de Isaque, o autor já havia sido indiciado por homicídio qualificado. Ele teria matado o estrangeiro Reinhard Anton Adler, em dezembro de 2016, no Centro do Rio.

Na época do crime, familiares usaram as redes sociais para tentar localizar Isaque, que ficou desaparecido por alguns dias. Seu corpo foi encontrado apenas no dia 11 de janeiro.

G1