Coletivo de mulheres denuncia casos de agressão e estupro na Ilha Grande e reclama de descaso da polícia

Era fim de tarde no domingo passado (24/10) quando Jéssica, dona de um restaurante na Ilha Grande, teve que sair em defesa de uma de suas funcionárias que estava sendo assediada por um homem no local. Depois de pedir para ele se retirar do estabelecimento, Jéssica ligou para a polícia. O homem saiu e voltou com um comparsa, que iniciou uma série de agressões no restaurante segundo testemunhas presentes: além de Jéssica, duas funcionárias, um funcionário e duas clientes teriam sido agredidas pelo rapaz. Depois de cinco ligações, enfim a polícia chegou. A atuação dos policiais, no entanto, não foi suficiente para frear o agressor. Enquanto relatava o caso, Jéssica levou um soco no nariz desferido pelo agressor na frente dos militares. Depois, as vítimas e os dois homens foram levados pela polícia, no mesmo barco, para fazer boletim de ocorrência em Angra dos Reis.

Até o momento, o caso não deu em nada e os agressores continuam soltos na Ilha Grande. O caso é um entre outros que aconteceram recentemente por lá e tem assustado os moradores da região. Cerca de 60 mulheres de diferentes idades, todas moradoras da ilha, formaram um coletivo para protestar contra a violência crescente e para cobrar atitudes efetivas das autoridades.

— Muitos casos de violência contra a mulher estão acontecendo. Violência doméstica, estupros e violência na rua estão sendo cada vez mais recorrentes. A violência contra a mulher aqui é normalizada, e temos muitos agressores vivendo entre nós. Além disso, a polícia e à segurança pública é quase inexistente — diz a argentina Antonela Frascarelli, de 32 anos, moradora da Ilha Grande desde 2013 e uma das integrantes do coletivo. — A inoperância da esfera policial é preocupante. Imagina ter que ir na delegacia depois de ser agredida no local de trabalho, depois de ter ligado varias vezes, depois de ser agredida duas vezes na cara, uma delas com o policial presente, e aí escutar que não tem como fazer um boletim de ocorrência aqui na ilha, que tem que atravessar de lancha pra Angra dos Reis na mesma embarcação que o agressor, pra depois chegar lá e saber que os criminosos vão estar soltos daqui a pouco. É muita coisa né?

Em janeiro, Giuliana Giglio Fontoura, de 36 anos, estava caminhando em direção à Praia Preta quando um homem saiu da escuridão e a agarrou por trás. Após entrar em confronto com o agressor, Giuliana conseguiu fugir. Ao denunciar o caso, no entanto, se surpreendeu com a ausência da polícia diante do caso. Apenas bombeiros teriam procurado por ela, que se limitou a fazer um boletim de ocorrência on-line. O homem até hoje não foi identificado.

No carnaval do ano passado, uma mulher que não deseja se identificar também foi agarrada à noite por um indivíduo que tentou estuprá-la. Enquanto ele arrancava suas roupas, batia em seu rosto com uma pedra. Um turista, ao ouvir os gritos de socorro da vítima, evitou que a violência continuasse. A mulher ficou internada por dias, teve uma mão quebrada, hemorragias internas e passou por uma cirurgia maxilofacial. Desta vez, o agressor foi preso depois de ser capturado por dois moradores da ilha. Entretanto, a vítima reclama de ter sido colocada pela polícia no mesmo barco com o estuprador à caminho da delegacia em Angra dos Reis.

— Esses são só alguns casos. Mas tem incontáveis casos de violência doméstica, agressão e assédio na rua e no trabalho, tentativas de estupros. Muitos dos agressores são moradores da ilha. Temos que conviver com o medo e com o perigo aqui mesmo. Quem cuida da gente? Como é possível tanta inoperância por parte da polícia? Por que a gente não conta com acolhimento e suporte por parte das instituições? Por que aqui não tem um pessoal policial preparado para lidar com essas situações? — questiona Frascarelli.

Com mais de 600 seguidores em um perfil criado recentemente no Instagram, o coletivo de mulheres da Ilha Grande já fez dois protestos na Vila do Abraão para cobrar ação da polícia diante dos casos. O último protesto, neste sábado (30), reuniu cerca de 100 pessoas. Com velas e cartazes, o grupo se reuniu em frente ao 33º Batalhão da Polícia Militar, localizado na Vila do Abraão.

— Nosso paraiso está ficando perigoso, para quem mora aqui e para os turistas. Precisamos que esse nosso lar seja de novo um lugar tranquilo e seguro, precisamos fazer valer aquele “patrimônio da Unesco” e que não fique só numa etiqueta — finaliza Frascarelli.

Procurada pela reportagem, a polícia Militar ainda nao se posicionou sobre o casos.

Em nota, a polícia Civil afirma que em julho inaugurou a ‘Projeção Ilha Grande’, ligado a 166ª (Angra dos Reis) e da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Angra naquele local.

“A unidade possibilita o atendimento na própria ilha, evitando o deslocamento dos moradores e turistas para a delegacia da cidade. Apenas em outubro, foram realizados 12 indiciamentos por estupro e estupro de vulnerável. A DEAM-Angra, inclusive, tem se reunido constantemente com o Ministério Público e com o Judiciário a fim de debater melhorias no combate à violência contra a mulher e a delegacia está de portas abertas para receber vítimas e colaboradores a fim de proporcionar um atendimento de excelência.”, diz trecho da nota.

Pagamento do auxílio emergencial chega ao fim neste domingo

A Caixa Econômica Federal (CEF) vai concluir, neste domingo, 31, o pagamento da sétima e última parcela do auxílio emergencial 2021. Os nascidos em dezembro receberão o benefício, que tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família, nas contas poupança digitais. Neste sábado, 30, o recurso foi depositado para os aniversariantes de outubro e novembro.

Os saques e as transferências serão liberados a partir desta segunda-feira, 1º, para os nascidos em janeiro. O calendário (confira abaixo) seguirá de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários, até o dia 19 de novembro. Por enquanto, os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todos o país.

Calendário de saques:

Nascidos em janeiro – 1º de novembro
Nascidos em fevereiro – 3 de novembro
Nascidos em março – 4 de novembro
Nascidos em abril – 5 de novembro
Nascidos em maio – 9 de novembro
Nascidos em junho – 10 de novembro
Nascidos em julho – 11 de novembro
Nascidos em agosto – 12 de novembro
Nascidos em setembro – 16 de novembro
Nascidos em outubro – 17 de novembro
Nascidos em novembro – 18 de novembro
Nascidos em dezembro – 19 de novembro

Na avaliação do economista e professor do Ibmec Gilberto Braga, o auxílio destinado aos trabalhadores informais, autônomos e desempregados cumpriu a sua função durante o período mais crítico da pandemia. “Na prática, esse encerramento coincide com a projeção que se tinha do momento em que atingiríamos níveis de cobertura vacinal que já autorizariam o retorno das atividades socioeconômicas de uma forma mais ampla. Então, neste aspecto, ele encerra um ciclo que está dentro da previsão e cumpre o seu papel”, opinou Braga.

Bolsa Família

Nesta sexta-feira, 29, a Caixa finalizou o pagamento da sétima e última parcela do auxílio para os integrantes do Bolsa Família. Na data, o recurso foi creditado para os beneficiários com final de NIS número 0. Para quem recebe por meio da Poupança Social Digital, os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Após 18 anos, o governo federal encerrou o pagamento do Bolsa Família nesta sexta-feira. O programa de transferência de renda, que foi criado em 2003 durante o governo Lula, será substituído pelo Auxílio Brasil a partir do próximo mês. Segundo o Ministério da Cidadania, os pagamentos do novo programa social começarão a ser feitos no dia 17 de novembro para cerca de 14,6 milhões de famílias.

Todas as pessoas já cadastradas receberão o benefício automaticamente, seguindo o calendário habitual do programa anterior. Não há necessidade de recadastramento. De acordo com o governo, o valor médio do Auxílio Brasil será corrigido em 17,84% já em novembro – aumento inferior aos 20% anunciados no último dia 20. Hoje, os beneficiários recebem R$ 189 em média. Com o reajuste, o valor médio chegará a R$ 222.

Se o Congresso aprovar a PEC dos Precatórios, o governo federal pagará um complemento que garantirá a cada família, até dezembro de 2022, o recebimento de pelo menos R$ 400 mensais. Quem já está na folha de pagamento de novembro do Auxílio Brasil receberá o novo valor de forma retroativa.

O Executivo pretende ampliar o programa para 17 milhões de famílias em dezembro deste ano, o que representa mais de 50 milhões de brasileiros ou um quarto da população. Com isso, deve ser zerada a fila de espera de pessoas inscritas no Cadastro Único e habilitadas ao programa.

‘Plano B’

Um dia após o novo secretário de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, ser categórico ao afirmar que a equipe econômica não tem um plano B para o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400 que não seja a aprovação da PEC dos Precatórios, o presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado, 30, em Roma, que o governo trabalha sim com alternativas caso o Congresso não aprove o projeto.

“Sou paraquedista, sempre tenho um paraquedas comigo, mas com muita responsabilidade”, afirmou em entrevista em frente à embaixada brasileira em Roma. “Quem raciocina e tem inteligência sempre tem um plano B”, completou, ao lado do ministro da Cidadania, João Roma.

Embora ninguém no governo fale abertamente sobre isso, a prorrogação do auxílio emergencial seria uma das alternativas para garantir um pagamento maior às famílias mais pobres. O Ministério da Cidadania já confirmou que o reajuste no Bolsa Família será apenas para R$ 240 em novembro e o governo conta com a aprovação da PEC dos precatórios para fazer um pagamento maior a partir de dezembro.

“(A não aprovação da PEC até agora) é lógico que preocupa, o ano está acabando. Os precatórios chegaram a R$ 90 bilhões e consomem todos os recursos nossos. Se pagar essas dívidas os ministérios ficarão sem recursos em 2022”, afirmou o presidente.

*Com informações do Estadão Conteúdo

PASSISTA DA BEIJA-FLOR MORRE APÓS SER ATROPELADA NO RIO

 

PASSISTA DA BEIJA-FLOR MORRE APÓS SER ATROPELADA NO RIO

A passista da Beija-Flor Kianne Colins, conhecida como Kin, morreu na madrugada deste sábado após ser atropelada em Cordovil, na Zona Norte do Rio. Segundo relatos de pessoas próximas, o acidente ocorreu por volta das 5h numa área perto de onde ela morava. A jovem morreu no local. A escola de samba de Nilópolis, na Baixada Fluminense, lamentou o acontecimento por meio de suas redes sociais, assim como parentes e amigos de Kianne.

“A família Beija-Flor lamenta o falecimento precoce da nossa querida passista Kiane. Descanse em paz! Força a todos”, afirma uma das postagens de luto.

“Seja qual for o tempo. Nunca será esquecida. Kiane Kiin Colins Presente em nossa história, presente em nossas vidas. Seu olhar, sorriso e jeito de ser marcados em nossas vidas. Que a luz dos mentores espirituais sejam divinas neste seu novo caminhar. Luz e paz”, diz outra mensagem de despedida.

O velório da passista será a partir das 10h deste domingo na capela 1 do cemitério de Olinda, em Nilópolis, com enterro agendado às 13h.

Fonte: Jornal O Dia

BEBÊ MORRE NO ROCHA FARIA E PAIS ACUSAM HOSPITAL DE NEGLIGÊNCIA

 

BEBÊ MORRE NO ROCHA FARIA E PAIS ACUSAM HOSPITAL DE NEGLIGÊNCIA

” O que era um sonho virou o maior pesadelo que já vivi “. No dia 26/10 às 14:00hs fui para o Hospital Municipal Rocha Faria com 8ct de dilatação e já fui logo levada para sala de parto pra dar a luz ao segundo amor da minha vida dali em diante comecei a viver os piores momentos da minha vida, me mandaram ir pra debaixo do chuveiro, sentar na bola, sentar no cavalinho, ficar de 4 na cama, fazer a força do coco, fazer mil coisas pra ajudar a dilatar mais rápido de depois de 4 horas tentando chegar não 10centimetros de dilatação recebi um novo toque de uma “obstetra” que disse que minha dilatação não era 8 e sim 6 fui questionar como era possível a dilatação regredir ela foi extremamente grossa e ignorante comigo dizendo que tem 8 anos de profissão e sabia o que estava fazendo me mandou fazer a famosa força do coco quando senti-se contração fiz exatamente o que ela mandou, quando fiz isso ela enfiou o dedo em mim novamente e rompeu minha bolsa alegando que isso ajudaria a dilatar mais rápido… As minhas contrações ficaram cada vez mais forte e uma trás da outra chegamos novamente com 8centimetros de dilatação porém nunca chegava no 10centimetros eu já não estava aguentando mais de dor .

IMPLOREI POR SORO COM REMÉDIO PRA AJUDAR A DILATAR, IMPLOREI POR CESÁRIA FALANDO VARIAS E VARIAS VEZES QUE NÃO IRIA SER CAPAZ DE TER MEU BEBÊ EM PARTO NORMAL , porém a obstetra apenas falava que eu tinha que fazer a força do coco que meu parto dependia de mim e não dela que ela não poderia fazer nada por mim durante todo meu atendimento ela me tratou com ignorância, destratos e dando vários foras como se eu fosse um nada e meu sofrimento pra ela era besteira… Fiquei de 17:00 da tarde até às 23:00hs da noite tentando sair dos 8centimentos de dilatação fiz de tudo para aumentar a dilatação porém não tava adiantando as enfermeiras me deram total atenção e estavam comigo a todo tempo, tomei banho morno, sentei na bola, sentei no cavalinho e por fim sentei no banco tentei de todas as formas e com toda força trazer meu bebê ao mundo porém não estava tendo passando e a obstetra a todo tempo se negando a me ajudar afirmando que meu parto só dependia de mim a minha dor e meu sofrimento estava tanto que comecei a vomitar amarelo, ficar fraca e começar a perder a visão por diversas vezes eu disse pra minha cunhada que sentia que meu bebê estava sofrendo na minha barriga e que iria morrer que não ia aguentar e que eu não iria conseguir colocar ele pra fora disse isso diversas vezes pra minha cunhada e das todas as enfermeiras, médicas e todos funcionários de plantão até mesmo as outras pacientes que estavam lá viram que eu não estava aguentando mais…

Quando foi 23:54 eu sentada no cavalinho a enfermeira escutou o coração do meu bebê e estava batendo no msm momento a cabeça do meu filho começou a sair porém ficou agarrada no meu canal a ” obstetra” mandou eu sair do cavalinho com meu filho agarrado no meu órgão, andar até a cama e deitar na cama para ela termina o parto já que meu bebê estava agarrado ela te tentou rodas meu bebê que ainda estava com o corpinho dentro de mim , puxando ele com força a força que ela fez foi tão grande que eu senti como se meu bebê estivesse sendo quebrado dentro de mim quando ela finalmente conseguiu arrancar ele na força de dentro de mim jogou ele em cima de mim como se meu bebê fosse um objeto, cortou o cordão e viu que meu bebê já estava todo roxo e sem vida tirou ele rapidamente de cima de mim e começou a tentar trazer meu filho de volta porém já era tarde meu amor já tinha ido embora , quando fui perguntar a causa da morta ela simplesmente disse que não sabia que não tinha explicação !
Eu quero deixar aqui bem claro que o hospital Rocha Faria e toda junta médica tiraram a vida do meu filho por ter me negado ao direito de um parto cesária , forçou tanto o nascimento normal que acabou com a vida do meu filho um filho que foi amado e planejado desde sempre !

EU VENHO HOJE PEDIR A TODOS QUE ME AJUDE A COMPARTILHAR E FAZER JUSTIÇA PELO MEU FILHO, SEI QUE ISSO NÃO IRAR TRAZER ELE DE VOLTA PORÉM EU QUERO JUSTIÇA PELO MEU BEBÊ!!!!

 

Fiocruz é favorável à reabertura presencial, com medidas de cuidados

 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nota técnica nesta sexta-feira (29) se posicionando para a abertura presencial das unidades escolares, desde que sejam adotadas medidas preventivas de saúde. A recomendação foi elaborada pelo grupo de trabalho da fundação, tendo a vacinação como ponto central para flexibilização das medidas sanitárias.

Entre os indicadores sugeridos pelo grupo de trabalho da Fiocruz, estão a porcentagem de testes diagnósticos positivos menor que 5% nos últimos sete dias; taxa de contágio com valor R menor que 1 (ideal 0,5) por um período de, pelo menos, sete dias e a taxa de vacinação acima de 80% da população total.

A publicação alerta para a transmissão do vírus, que muda de acordo com a variante em circulação na comunidade, e com a taxa de cobertura vacinal. Nesse contexto, o retorno às aulas e demais atividades educacionais exige a avaliação e implementação de medidas de biossegurança e vigilância em saúde, diz a publicação.

O grupo sugere soluções de ventilação em ambientes fechados para redução da transmissão do vírus; a instauração de inquéritos internos para estimar a cobertura vacinal entre trabalhadores, estudantes e familiares, e ações de sensibilização e adesão à vacinação.

Como medidas para diminuir o contato entre os alunos, a Fiocruz sugere a ampliação do número de horas de atividades e dias da semana, bem como um novo planejamento para atividades de lazer, recreação e atividade física com taxas de ocupação das salas de aulas condicionadas à transmissão do vírus.

Educação infantil

Na educação infantil, a divisão em pequenos grupos que convivam entre si durante o dia segue indicada, “uma vez que não é possível manter o distanciamento e os estudantes não estão vacinados”.

O uso de máscaras permanece sendo imprescindível em transportes públicos e ambientes fechados, sendo recomendado o modelo com cobertura de nariz e boca, mesmo para pessoas com esquema vacinal completo. A publicação ressalta, ainda, que o número de adolescentes vacinados com a primeira dose da vacina contra a covid-19 ainda é baixo, o que torna a faixa etária de 12-18 anos mais suscetíveis ao vírus.

Com relação à suspensão das atividades escolares, o documento aponta que, nesse momento, ela deve estar vinculada à verificação de uma cadeia de transmissão local e não mais individual.

As rotinas de investigação e acompanhamento de casos suspeitos e confirmados continua sendo relevante, bem como ter os protocolos municipais e estaduais como referência e o contato permanente com a vigilância epidemiológica local. O período de isolamento recomendado passou para dez ou sete dias, em período de baixa transmissão comunitária.

Pastor é assassinado a tiros enquanto trabalhava como motorista de aplicativo no RJ

 A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga a morte de Erivan Jesus dos Santos de 40 anos, que também trabalhava como motorista de aplicativo, a Baixada. O crime aconteceu nesta sexta-feira (30), em São João de Meriti.
De acordo com informações. populares acionaram a Polícia Militar e quando os militares cheiraram no o bairro Agostinho Porto, encontraram o religioso já sem vida e com marcas de tiros dentro do próprio veículo.
A DH suspeita que a vítima teria sofrido uma tentativa de assalto, enquadrado como latrocínio – roubo seguido de morte, mas não descarta nada. O caso segue na especializada. O pastor deixa esposa que está grávida de três meses e mais duas filhas,

Fábrica da Comlurb em Campo Grande produz e recupera material usado na limpeza das ruas do Rio

Responsável pela limpeza urbana do Rio, a Comlurb também promove e incentiva ações de reciclagem. A própria companhia mantém a Fábrica Aleixo Gari, num grande galpão na Zona Oeste, onde são produzidos, reparados e reaproveitados utensílios utilizados em larga escala na rotina da empresa. O carro-chefe é a produção de vassouras: são em média 6.600 unidades todos os meses. Os cestos instalados nas praias também saem de lá, cerca de 100 por mês, o que garante um estoque seguro durante o verão.

 

– Não faz sentido um gari sem a vassoura, ela é a cara da nossa empresa – destaca José Edson Magalhães, de 61anos, 42 deles dedicados à Comlurb. que trabalha na pregação desses utensílios, fazendo o acabamento.

 

A fábrica, que tem hoje 103 funcionários, também produz itens como ferramentas, carrinho de mão, rastelo, caixa metálica, contêineres, ancinho para limpeza da areia e quadro de tela usado como proteção dos garis durante o corte de mato. A Aleixo Gari mantém ainda uma eficiente logística de distribuição desse material pelas ruas da cidade.

No galpão também é feito, entre outros produtos, o Lutocar, conhecido como carrinho de gari 2.0, montado e recuperado na fábrica. Usado na varrição das ruas, ele tem estrutura tubular criada pelos próprios funcionários. A equipe agora desenvolve mecanismos para papeleiras giratórias, com o objetivo de facilitar a retirada dos resíduos do seu interior.

 

Fábrica Aleixo Gari, da Comlurb - William Werneck / Prefeitura do Rio
Vassouras fabricadas na Aleixo Gari – William Werneck / Prefeitura do Rio

 

Um diferencial da Aleixo Gari é a chamada gestão horizontalizada, com decisões tomadas em colegiado, com participação de representantes de toda a equipe, inclusive para a escolha de novos projetos e produtos.

 

– Incentivo o trabalho participativo. Aqui todos os projetos são feitos ouvindo todos. Em tempos de crise a gente tem que se reinventar. A gente faz uma vez, e nada se perde, porque fazemos manutenção e recuperação – explica o gerente geral da fábrica, Jorge Fernandes.

 

No galpão, os 5 Rs da sustentabilidade também são levados a sério: reduzir, reutilizar, reciclar, repensar e recusar têm na essência a necessária diminuição dos resíduos encaminhados aos aterros sanitários. Na fábrica, cubas de papeleira que iam para o lixo, por exemplo, passaram a ser usadas na produção de papão, espécie de pá usada no recolhimento de detritos em ruas, praças e parques. Os brinquedos das  praças, feitos de madeira plástica, material reciclado, também ganham forma na fábrica, assim como a pintura deles. Quando precisa de uma cor que não está disponível, o serviço não para, e a própria fábrica faz a mistura.

Funcionário da companhia, Jaime da Silva Santos, de 61 anos de idade e quase 40 de Comlurb, tem uma história com a reutilização de material. Líder da equipe que trabalha na linha de montagem de Lutocar, ele faz peças de arte, como esculturas e obras de silhueta com produtos encontrados no lixo: arame do arrebite, sobra de solda, de vergalhão, retalho de chapa, prego.

 

 

Funcionário testa cesto na Aleixo Gari – William Werneck / Prefeitura do Rio

 

Equipamentos adequados à cidade

Devido à complexa topografia da cidade do Rio, com seu relevo acidentado, montanhas, praias e comunidades com becos e vielas, a Comlurb adapta e fabrica equipamentos especiais para seu uso. Combater furtos de equipamentos também é uma preocupação da equipe, que está elaborando estruturas metálicas para proteger contêineres. O protótipo, em fase de teste no calçadão das praias, pode ser chumbado no concreto ou parafusado.

 

Manutenção sempre em dia

Com a proximidade do verão, os blocos de madeira com a hashtag #praialimpa estão sendo restaurados na seção de carpintaria para voltarem à orla e alertarem os frequentadores sobre a necessidade de manter a areia livre de resíduos. Além do trabalho externo, a fábrica faz manutenção em equipamentos e estruturas em madeira usados na sede administrativa e nas gerências, como restauração das baias e das estufas para os funcionários esquentarem comida.

A equipe da fábrica trabalha ainda em pequenas obras nos prédios administrativos e nas gerências. Um grande tronco de mangueira dividido em duas partes está em fase final de tratamento para virar uma grande mesa de reuniões. A peça foi cortada na fábrica de troncos, no Catiri, e chegou a Campo Grande infestada de cupins. Os técnicos passaram a se dedicar a salvá-la, iniciando um tratamento com dez produtos diferentes, durante 15 dias. Foram necessárias ainda três mãos de seladora para madeira e outras três de verniz copal autobrilhante, e muita lixa.

Fábio de Oliveira Lima, 46 anos, 21 deles na Comlurb, é gestor de serviços no galpão, e dá o tom da sua responsabilidade:

 

– Esse trabalho é nossa contribuição para a sociedade, para o nosso cliente que é a população da cidade. Aqui a gente só não faz mágica – afirma Fábio Lima.

 

JOVEM DE 16 ANOS QUE DESAPARECEU EM COPACABANA É ENCONTRADA EM REALENGO

 

JOVEM DE 16 ANOS QUE DESAPARECEU EM COPACABANA É ENCONTRADA EM REALENGO

Foi encontrada, no fim da tarde desta quinta-feira (28), a jovem Sabrina Cartaxo, de 16 anos, que estava sumida desde a última terça-feira (26), quando deixou a casa onde mora com os pais em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Sabrina foi localizada na casa de parentes do namorado, em Realengo, na Zona Oeste da cidade. O padrasto de Sabrina, Roberto Salviano, disse que o local onde a menina estava foi indicado pelo Conselho Tutelar, que acionou a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). “Estamos aliviados”, disse.

A delegada Ellen Souto, responsável pela especializada, que confirmou as investigações e disse que mãe e filha foram levadas para a DDPA para prestar depoimento

Dois dias desaparecida

A jovem de 16 anos havia deixado um bilhete com apenas uma frase: “Fui caminhar, já volto”. No mesmo dia, os parentes da jovem procuraram a polícia. Inicialmente registrado na 12ª DP (Copacabana), o caso acabou transferido para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Os pais de Sabrina tiveram acesso ao circuito de vigilância do prédio onde vivem. Nas imagens, é possível ver a jovem deixando o imóvel às 7h50 de terça-feira. Ela carregava uma mochila que, mais tarde, foi encontrada vazia na casa do avô, em Realengo, Zona Oeste da cidade. Segundo Mariana, o avô não estava em casa.

De Copacabana a Realengo

No início da tarde desta quinta-feira (28), a mãe de Sabrina disse ter recebido novas informações sobre o caso. Segundo ela, um motorista de aplicativo entrou em contato dizendo ter levado uma menina muito parecida com Sabrina de Copacabana até Realengo. Segundo ela, o motorista afirmou que a corrida foi pedida por um rapaz chamado Pedro – o mesmo nome do namorado de Sabrina.

Fonte: G1 e Jornal Extra

MORADOR DE CAMPO GRANDE É EXECUTADO EM PACIÊNCIA!!

Por volta das 21: 30 dessa quinta-feira( 28) houve uma execução no bairro de Paciência,  na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Um homem identificado como Diogo Pezão,  foi assassinado com vários,  dentro de um sacolão, na avenida Santa Eugênia em Paciência.

Diogo era morador de Campo Grande e muito querido na localidade.

familiares e amigos então prestando homenagens  a Diogo nas rédes sociais

A divisão de Homicídios está no local!! Mais informações em nosso site

 

Prefeitura do Rio de Janeiro participa de ação sobre urgência da crise climática nesta sexta-feira

A Prefeitura do Rio de Janeiro, representada pela Fundação Parques e Jardins (FPJ), participa nesta sexta-feira (29/10) da primeira ação em solo carioca da programação “24 Horas de Realidade”, promovida pela ONG The Climate Reality Project. Na ocasião, representantes da FPJ e da organização internacional irão realizar o plantio de novas árvores urbanas.

Os plantios serão realizados na região central da cidade, na Rua Mem de Sá, na altura do número 31, na Lapa, às 10h. As 11 mudas de oitis, ipês-roxos e paus-ferros são as primeiras, do montante total de 5.000 mudas, fruto da campanha “Sangue é Vida” que a FPJ desenvolveu com o Hemorio em setembro. A campanha converteu doações de sangue em novas árvores para serem plantadas na cidade.

24 Horas de Realidade

A programação 24 Horas de Realidade, promovida pela ONG do antigo vice-presidente americano Al Gore, a The Climate Reality Project, tem o objetivo de chamar a atenção da população global para a urgência da crise climática. É uma ação que acontece anualmente em diferentes países, com a participação de mais de 20 mil voluntários.

Em 2021, o foco do movimento é a COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que vai reunir lideranças globais, de 31 de Outubro a 15 de Novembro, em Glasgow, na Escócia.