“Infelizmente hoje o mundo da Família Santos está cinza. Lucas, filho da Walkyria, já não se encontra entre nós. O coração da Walkyria e toda sua família está em pedaços. Essa é uma dor que nenhuma mãe quer passar. Neste momento, pedimos que respeitem o luto e que orem e mandem boas energias para Walkyria e toda sua família.
O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.
Salmos 34:18
PASTORA É INDICADA POR RACISMO E HOMOFOBIA EM NOVA FRIBURGO
151DP abriu inquérito após sua pregação viralizar.
Após o vídeo de sua pregação polêmica viralizar, Karla Cordeiro está sendo indiciada através da 151°DP por injúria racial e homofobia segundo o Delegado Dr Henrique Pessoa.
No sábado (31) a pastora Karla Cordeiro fez uma pregação na Arena Jovem da igreja Sara Nossa Terra de Nova Friburgo. Durante a pregação ela diz: “Pare de ficar postando coisas de gente preta, de gay’s.Para!” Em suas redes sociais, ela publicou um pedido de retratação dizendo: “Não possuo nenhum tipo de preconceito contra raças, inclusive meu próprio pastor é negro”.
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O prefeito do Rio, Eduardo Paes, apresentou nesta terça-feira (03/08) a minuta do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável, no Palácio da Cidade, em Botafogo. O Plano Diretor é a lei que norteia o desenvolvimento urbanístico da cidade, visando a garantia de seu pleno funcionamento e o bem-estar de seus habitantes. Revisar esta legislação a cada dez anos é uma obrigação legal. Após um período de discussão, com a participação de técnicos municipais, especialistas, representantes de entidades da sociedade civil organizada e a população, a prefeitura enviará a redação final da minuta à Câmara de Vereadores para que a proposta seja debatida e votada.
– Essa é a legislação mais importante a ser debatida na Câmara de Vereadores nas últimas décadas, pode ser um ponto de virada para a cidade. Ele busca definir zoneamento, o que pode e o que não pode, gabarito, volume e ocupação de um determinado terreno. Estabelece as zonas da cidade que devem ser incentivadas e aquelas que devem ser protegidas – explicou o prefeito, que elogiou o trabalho da Secretaria de Planejamento Urbano, nos últimos seis meses, na elaboração do novo Plano Diretor.
Com o desafio de orientar o desenvolvimento urbano de uma cidade confinada entre o mar e as montanhas, vítima de um adensamento desigual de suas regiões, do crescimento urbano desordenado e de uma legislação extremamente fracionada e desatualizada, a minuta do novo Plano Diretor traz avanços em relação à Lei Complementar 111/2011. Ela propõe a consolidação em poucas leis da legislação urbana do Rio, ao incorporar em seu texto a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) e a Lei de Parcelamento do Solo (LPS).
Washington Fajardo: “O nosso objetivo é ordenar e integrar o território” – Beth Santos/Prefeitura
A revisão traz ainda a regulamentação do Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC), para garantir a função social da propriedade, além de instrumentos urbanísticos previstos no Estatuto das Cidades, como IPTU progressivo e Outorga Onerosa do Direito de Construir. Com um Plano Diretor mais encorpado, o desenvolvimento urbano de toda a cidade seria complementado por mais três leis: o Código de Licenciamento Fiscal (CLF), o Código Ambiental e o Plano de Habitação, todos em elaboração, e que deverão ser ainda apresentados pela Prefeitura.
– O modelo atual da legislação urbana do Rio é baseado numa grande fragmentação de arcabouço legal, que, para funcionar, teria que produzir mais de 40 leis, entre Plano Diretor, Lei de Uso e Ocupação do Solo e Planos de Estruturação Urbana para os bairros. Tudo isso para que o desenvolvimento possa chegar ao solo inteiro da cidade, algo que nunca conseguimos fazer em 20 anos exatamente pela necessidade de se aprovar muitas leis. Desde a década de 70, a cidade não consegue atualizar a sua legislação. Esta é uma colcha de retalhos que não funciona – explica o secretário municipal de Planejamento Urbano, Washington Fajardo.
A consequência desse modelo de legislação é que ela acaba por estimular o desenvolvimento desigual do Rio, com a malha urbana crescendo em áreas com pouca ou nenhuma infraestrutura, distantes das regiões que geram empregos, enquanto áreas já dotadas de serviços e próximas aos postos de trabalho sofrem com o esvaziamento urbano e econômico. Uma equação que gera pressão por mais investimentos públicos para atender a população. Além disso, como a legislação atual tem regras definidas nos últimos 40 anos, o solo dos diversos bairros tem regras urbanísticas pensadas em épocas, lógicas e realidades distintas, e com justaposição de normas a seguir.
Em linhas gerais, o novo Plano Diretor estabelece como principais diretrizes o incentivo ao adensamento do Centro e da Zona Norte (Áreas de Planejamento 1 e 3), abraçando uma região batizada de Super Centro, já dotada de infraestrutura de transportes, saúde, educação, cultura e outros serviços públicos, mas que sofre com o esvaziamento econômico e o esgarçamento de sua malha urbana. Pela proposta, a região de Vargens, que hoje registra um grande crescimento populacional, teria parâmetros urbanísticos mais restritivos, de modo a proteger uma região de grande fragilidade ambiental. O mesmo se daria para a Zona Oeste, onde a cidade se amplia rapidamente em áreas sem infraestrutura, gerando necessidade de novos investimentos públicos. Já a Zona Sul, por sua vez, seria mantida como área consolidada, sem mudanças de parâmetros urbanísticos. De quatro para sete novas macrozonas
Outra mudança proposta se refere à divisão da cidade em macrozonas de desenvolvimento. O Plano Diretor de 2011 previa quatro macrozonas (Assistida, Condicionada, Controlada e Incentivada), que se baseavam em conceitos e diretrizes para vários bairros homogeneamente, sem considerar as realidades territoriais distintas dessas áreas. A nova legislação propõe a criação de sete macrozonas: Estruturação Urbana, Desenvolvimento Estratégico, Redução da Vulnerabilidade, Controle da Ocupação, Requalificação Urbana, Proteção Integral e Uso Sustentável. As novas macrozonas se entrelaçam no mapa da cidade, levando em consideração e correspondendo à realidade territorial das diversas regiões do Rio, criando diretrizes específicas para atender ao desenvolvimento de cada área. Habitação de Interesse Social e Zona Franca Urbanística na Avenida Brasil
O novo Plano Diretor traz ainda compromisso com a habitação de interesse social, de maneira a atender ao grande déficit habitacional da cidade, que produz ocupações irregulares, invasões de terras e imóveis e o crescimento descontrolado do solo urbano ao largo da fiscalização. A proposta é produzir um conjunto legal que viabilize licenciamento rápido, adensamento residencial em áreas com infraestrutura, incentivos à locação social, consórcios urbanos, cooperativas habitacionais, assistência técnica e programas de melhorias habitacionais.
Outra novidade é a criação da chamada Zona Franca Urbanística (ZFU) na Avenida Brasil, que compreende os terrenos numa faixa de 500 metros de cada lado do eixo viário, no trecho que atravessa as Áreas de Planejamento 1 e 3, onde os parâmetros urbanísticos seriam analisados caso a caso. O objetivo é, na medida em que esta região não tem se transformado nos últimos 30 anos, dar liberdade de soluções imobiliárias residenciais e comerciais.
– O nosso objetivo é ordenar e integrar o território, criar mecanismos de financiamento da urbanização e da habitação, sobretudo a de interesse social. Gerar ambiente propício para aproximar as moradias das oportunidades urbanas e dos empregos, evitando que as pessoas percam tempo de vida em longos deslocamentos e que o poder público tenha que investir cada vez mais recursos em áreas que não são dotadas de infraestrutura, numa conta que nunca fecha. Isso só acontece se adensarmos a cidade onde já existiam transporte e infraestrutura urbana constituídos. Precisamos ainda proteger nossos ativos ambientais, combater a informalidade, produzindo moradias formais. Tudo isso com uma legislação que não seja fragmentada e anacrônica – complementa Fajardo.
A minuta do novo Plano Diretor é resultado de um longo processo de revisão da Lei Complementar 111/2011, iniciado em 2018, com a elaboração do Diagnóstico Intersetorial Integrado da Cidade do Rio de Janeiro. Em 2019, a prefeitura convidou 56 instituições para se reunirem mensalmente com os técnicos municipais até o fim de 2020. Já neste ano, a escuta envolveu 111 instituições inscritas em chamamento público, além de entidades convidadas, que contribuíram em diversas reuniões de grupos temáticos de trabalho. Também foram realizadas oito audiências públicas em toda a cidade, que contaram com participação popular de maneira virtual e presencial.
Além das discussões promovidas pela Prefeitura, a Câmara Municipal também tem debatido a atualização do Plano Diretor desde o início de 2021, com a criação de uma comissão especial. O grupo, que realizou 14 reuniões, sendo sete audiências públicas, discutiu as demandas da cidade de forma regionalizada, por Área de Planejamento da cidade.
Presidente da Câmara, o vereador Carlo Caiado (DEM) afirma que este é um dos principais projetos do legislativo municipal, e destaca a importância da discussão já ter sido iniciada.
– Esse é um projeto fundamental para a cidade, que trata de tudo o que afeta a vida da população, sob diversos aspectos. Ter iniciado esse debate cedo foi fundamental para que agora possamos nos debruçar sobre o plano com uma discussão amadurecida, pensando em como vamos criar as bases para o desenvolvimento da cidade na próxima década – afirmou Caiado.
Audiência pública e participação popular
No próximo dia 9, será realizada a nona audiência pública, antes do envio do texto final para a Câmara dos Vereadores. Virtual, a reunião acontecerá das 19h às 22h, e será realizada através do aplicativo Zoom, com transmissão ao vivo pelo canal www.youtube.com/SMPURio. A sala virtual tem capacidade para 500 participantes por ordem de chegada. Para participar, basta acessar o site planodiretor.rio . Na página, a população poderá consultar a minuta e deixar sua contribuição em https://planodiretor-pcrj.hub.arcgis.com/pages/contribua .
Durante toda a fase de participação popular desse ano, foram realizadas duas consultas públicas, que contaram com 13.720 respostas de cariocas que deram suas opiniões sobre os projetos e pontos prioritários a serem abordados no Plano Diretor. Além disso, o site oficial recebeu 405 contribuições por escrito, com propostas que foram debatidas durante as audiências.
CANSADA DE APANHAR, MULHER MATA MARIDO COM VÁRIAS FACADAS
Um caso de violência doméstica tomou grandes proporções até virar um homicídio em Colares, Nordeste Paraense, na noite de segunda-feira, 02. Manoel Nazareno da Silva Gomes, de 42 anos, foi esfaqueado e morto pela esposa, Luana Cristina Pereira de Oliveira, em uma atitude que, segundo ela, foi em legítima defesa.
De acordo com o capitão Pinheiro, comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) com sede em Vigia, o crime foi em uma comunidade interiorana chamada Vila Mãe Rita, por volta de 18h40. Luana foi detida cerca de meia hora depois do crime, no porto do Guajará, tentando ir para o município de Vigia. Levada para a delegacia de Polícia Civil, ela contou sobre o que aconteceu naquela noite.
Segundo a acusada, os casos de violência física contra ela por parte de Nazareno eram comuns, e inclusive, a guarnição da PM que atende o vilarejo já havia ido até a casa do casal para mediar conflitos. Na noite de segunda, Luana diz que mais uma vez houve uma briga, e dessa vez, o homem, que era pescador, teria tentado matar o filho dela, uma criança de 12 anos. Segundo a mulher, não restou alternativa para ela além de atacar seu companheiro com o terçado.
Depois de cometer o crime, a mulher fugiu do local e foi presa pelas polícias Civil e Militar em flagrante, levada para a delegacia do município, onde ainda passa pelos procedimentos referentes ao caso na manhã desta terça-feira, 03. O corpo de Manoel Nazareno foi removido pela Unidade Regional de Castanhal do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.
Lojas C&C vagas de Atendimento ao Cliente, Caixa, Gerente – Rio de Janeiro
Atendimento ao Cliente: Realizar atendimento aos clientes, efetuando trocas ou desistência dos produtos, gerando créditos para novas compra de materiais, garantindo um excelente atendimento.
Prestar solicitação de estorno dos cartões, reembolso ou depósito nos cancelamentos de compra, preenchendo a solicitação de reembolso e o memorando para o Financeiro com todos os dados do cliente e os motivos pelo qual desistiu da compra, para garantir que os procedimentos internos sejam realizados de forma correta.
Acompanhar os pedidos de encomenda dos Vendedores, solicitando via CRM para o setor de Compras, gerando a ordem de compra, para atender ao pedido específico e acompanhar a chegada de mercadoria no Depósito Central, garantindo o atendimento do cliente e evitando transtornos.
Caixa:
Efetuar a abertura do caixa; Repassar o troco para os operadores de caixa no início do expediente; Realizar a supervisão de frente de caixa, operar o caixa, Solicitar o
troco ao departamento Financeiro,
Realizar atendimento de empresa de segurança; Realizar estorno de cartão de crédito e débito,
Realizar o adiantamento de valores para o fundo fixo; Realizar escalas mensais de abertura e fechamento de frente de loja; Realizar o fechamento de caixa.
Gerente: Desenvolver estratégias de negócios para aumentar a quantidade de clientes, expandir o tráfego nas lojas e otimizar a rentabilidade; Atingir os objetivos de venda através da gestão de pessoas;
Propor ideias inovadoras para aumentar a participação de mercado; Fazer avaliações de desempenho dos colaboradores para avaliar necessidades de treinamento e construir planos de carreira;
Um homem com identificação não revelada foi baleado em uma tentativa de assalto nesta manhã de terça-feira (03), na Rua Portiguar, no bairro da Freguesia, Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio
A vítima estava passeando com seu cachorro, quando foi abordado por dois elementos armados em uma moto, que depois de atirarem contra a vítima fugiram. Bombeiros foram acionados e a vítima foi encaminhada para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. A polícia militar e a perícia estão no local e a área isolada
💢 A Polícia Civil prendeu em flagrante, por homicídio, Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues, 26 ano, que confessou ter matado o filho de sete anos em Imbé, no Litoral Norte. Ela procurou a delegacia para registrar o desaparecimento do menino, mas acabou relatando ter dopado a criança e arremessado o corpo no Rio Tramandaí. Os bombeiros fazem buscas nas águas do rio desde quinta-feira .
Conforme o delegado Antônio Carlos Ratcz, a mulher detalhou como teria acontecido o crime. A mãe contou ter dopado a criança com fluoxetina e depois colocado o corpo em uma mala, na madrugada de quinta. Em seguida, teria saído com a companheira da casa onde moravam, na área central de Imbé.
— Era uma mala de rodinhas. Ela saiu puxando e foi até o Rio Tramandaí, onde diz que retirou o corpo do menino e jogou na água. Ela não sabe se ele estava morto quando jogou. Nesse tempo todo de polícia, é uma das coisas mais horrendas que já vi — afirmou o delegado.
Embora tenha ouvido a mãe e a companheira, o policial optou no momento por autuar somente o flagrante da mãe. Isso porque percebeu indícios de que a companheira sofra de problemas mentais — a responsabilidade dela será apurada ao longo da investigação.
No depoimento, Yasmin alegou que o menino era teimoso e que se negava a comer. Segundo o delegado, ela mesma relatou torturas físicas e psicológicas que eram sofridas pela criança.
— Ela diz que ele pedia comida, que era mal educado. O menino ficava em uma peça de um por um metro. E ela já havia comprado dois cadeados com intuito de acorrentar o filho — disse Ratcz.
A mulher também relatou ao delegado que decidiu registrar o caso como desaparecimento porque acreditou que assim o crime não seria descoberto. O garoto seria o único filho dela.
O delegado destaca que a criança sofria tortura física e psicológica por parte da mãe. Durante todo o interrogatório, segundo o delegado, a mulher não demonstrava nenhum sentimento pelo filho. “A preocupação é com a companheira, não com a criança. Ela declarou que o filho atrapalhava ela”, diz.
ADMINISTRADOR DE PAGINA DO TWITTER QUE DENUNCIAVA FACÇÃO É EXECUTADO A TIROS APÓS SUSPEITOS DESCOBRIREM SEU PERFIL
Um homem identificado como Victor Santos Barbosa, de idade não revelada, mais conhecido por administrar os perfis do Twitter “Cpx da Penha” e “Cpx do Alemão”, foi morto nesta segunda-feira (2), com diversos tiros após uma facção descobrir que ele seria um dos administradores que denunciava a criminalidade no estado do Rio de Janeiro.
De acordo com informações, integrantes de uma organização criminosa teria descoberto que o perfil do Twitter pertencia a Victor e que ele denunciava constantemente a criminalidade do local através de seus posts.
Os suspeitos que ficaram furiosos, teriam ido até a vítima a mando de um traficante do local e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra a vítima. Thiago não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local.
Até o momento nenhum suspeito foi preso, mas, a polícia do Rio de Janeiro segue investigando o caso.
O corpo da menina de quatro anos que foi atacada e morta pelo cachorro da família, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foi enterrado neste domingo (1º), no Cemitério de Bongaba, em Piabetá. No sábado (31), Esther Vianna da Silveira estava brincando no quintal de casa com outras crianças quando foi atacada pelo animal, um rottweiler que, segundo a mãe, convivia diariamente com a menina havia dois anos. A menina chegou com vida à Unidade Pré-Hospitalar e Ambulatorial de Xerém, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a Secretaria de Saúde de Duque de Caxias, ela apresentava lesões gravíssimas na cabeça e face, com laceração de couro cabeludo e sinais de fraturas de crânio e perfurações múltiplas de tórax, sinalizando ocorrência de pneumotórax.
“A família toda sempre se deu bem com o cachorro. Foi uma coisa surpresa para todo mundo. Até para a família”, disse Larissa Silva Santos, amiga da família. Outra amiga da família lembrou que Esther era uma menina feliz. “Era uma menina alegre, feliz. A lembrança que eu tenho dela é fazendo o cabelo, pedindo para fazer as mechinhas rosa. Ela se arrumando para ir para a festa junina e pedindo para fazer vídeo”, afirmou Priscila Almeida Silva.