Faleceu ontem (04) vítima do câncer Luciana Rabello, ela infelizmente não resistiu a doença, e se existe uma coisa que nunca iremos entender é a partida definitiva de alguém, mas, sabemos que a vontade de Deus sempre prevalecerá
Luciana Rabello, tinha 31 anos, e era moradora de Campo Grande, no Rio de Janeiro.
Ela descobriu um câncer de colo do útero em 2018, fez todo tratamento na época, mas descobriu que a doença havia voltado. Como teria que passar por sessões de quimioterapia, Luciana resolveu raspar a cabeça. E uma decisão, que pra muitos é comum, se tornou em uma das cenas mais lindas
Na filmagem Luciana aparece com a mãe, dona Albenia, que a ajuda a raspar o cabelo. Só que a mãe resolveu surpreender e apoiar o momento da filha e não teve dúvidas, começou a passar a máquina nos seus cabelos também.
Luciana se espanta de início, mas logo não consegue segurar as lágrimas. Enquanto dona Albenia raspa o cabelo, a filha questiona: “Por que você fez isso? Não era pra ter cortado, mãe!“. As duas choram, emocionadas: “Estamos juntas, para a eternidade! disse dona Albenia.
O sepultamento será hoje às 13:30hs no cemitério Jardim da Saudade em Paciência. Aos familiares e amigos nossas sinceras condolências
A Prefeitura do Rio e a Secretaria de Ordem Pública lançam, na segunda-feira (05/07), o programa “Rio em Harmonia”, às 11h, no gabinete do prefeito Eduardo Paes, no Centro Administrativo São Sebastião, na Cidade Nova. O objetivo do programa é o de promover o ordenamento em áreas que possuem forte concentração comercial na cidade, com a harmonização dos espaços públicos entre o comércio constituído, os ambulantes e os feirantes.
a uma fantasiosa conexão com a rede 5G que permitirá o rastreio em tempo real de cidadãos. O bilionário e filantropista criador da Microsoft, Bill Gates, estaria por trás da suposta nova tecnologia, acreditam alguns internautas.
Mas é possível que a vacina esteja relacionada a alguma dessas afirmações? A Agência Brasil explica.
Desinformação
Segundo o imunologista Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o que acontece na verdade é uma onda de desinformação que se propaga rapidamente nas redes sociais.
O médico informa que não há qualquer componente magnético na composição das vacinas, e que não é fisicamente possível criar um campo magnético no corpo ao ser imunizado. “Todas as vacinas disponíveis no mundo, e as quatro disponíveis aqui no Brasil, têm em comum a alta segurança. São vacinas extremamente seguras, não relacionadas a efeitos colaterais graves. Todas têm uma excelente eficácia na prevenção das formas graves da covid-19”, afirma Kfouri.
O Ministério da Saúde esclareceu à Agência Brasil que é normal que algumas vacinas multidose – aquelas que vêm em frascos que são utilizados para mais de uma pessoa – usem timerosal – um conservante à base de mercúrio, que tem sido utilizado durante décadas para evitar a contaminação por bactérias e fungos. A quantidade, entretanto, é insignificante e não tem capacidade de gerar os efeitos mostrados nos vídeos.
Assista na Agência Brasil
Mas por que as vacinas geram sintomas?
Na verdade, os sintomas são causados pela resposta imunológica do corpo. Ao reconhecer o antígeno presente na vacina, o corpo automaticamente aciona as defesas naturais para lutar contra o inimigo presumido.
Isso quer dizer que as moléculas presentes na vacina acionam um alarme de perigo. O corpo não consegue diferenciar um vírus ativo das partículas imunizantes contidas na vacina, seja ela baseada na tecnologia de vírus inativado, proteína encapsulada ou de RNA mensageiro – as três principais tecnologias de fabricação de vacinas contra covid-19.
Ao perceber a presença do “invasor”, o corpo dá início a uma cascata complexa de reações. Várias moléculas de defesa são despejadas imediatamente no sistema imunológico. O metabolismo acelera, e o corpo corre para que os monócitos – as células que atuam como soldados para defender o organismo de vírus e bactérias – cheguem ao campo de batalha o mais rápido possível.
“Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos das reações temporárias”, informa o Ministério da Saúde.
A luta geralmente acontece na região onde o imunizante penetrou a corrente sanguínea, ou seja, no braço. A ardência, dor local e a sensação de temperatura aumentada indicam onde a resposta imunológica está sendo aplicada.
É comum que os sintomas pós-vacina sejam idênticos aos da doença, já que o propósito do imunizante é exatamente simular uma invasão bacteriana ou viral (no caso da covid-19) para “treinar” a resposta do corpo contra a doença. A resposta, portanto, condiz com os efeitos que seriam causados pelo vírus vivo, mas sem o risco da replicação descontrolada do agente invasor.
Algumas tecnologias de vacina, no entanto, geram reações mais fortes do que outras devido à quantidade de material viral contido nas doses.
Alimentos contra covid-19?
Segundo informa o Ministério da Saúde, a gravidade da pandemia é proporcional à quantidade de fake news e desinformação. Outro boato recente combatido pelo ministério é o que trata sobre alimentos que teriam efeitos positivos sobre a doença, o que não é fundamentado por nenhuma pesquisa ou estudo até o momento.
“A população deve tomar ainda mais cuidado com as informações que recebe e compartilha no celular e nas redes sociais, principalmente aquelas que garantem uma solução milagrosa, sem evidência científica. Por isso, vale reforçar que qualquer tratamento deve ser indicado por profissional médico”, alerta a pasta.
O Ministério da Saúde também adverte para o fato da vacina contra gripe não ter absolutamente nenhum efeito imunizante sobre a covid-19 – desinformação também propagada em redes sociais.
Pesquisa realizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) busca entender como o organismo de pessoas vacinadas com os imunizantes AstraZeneca e CoronaVac produz defesas, principalmente linfócitos específicos, com maior efetividade para destruir ou inativar o Sars-CoV-2 e suas variantes.
Os voluntários são recrutados entre as pessoas que chegam para receber a primeira dose da vacina, no posto montado no campus da Universidade, no Maracanã. Depois de imunizados, eles passam pela coleta de sangue, que ocorre a poucos passos de distância, dentro da Capela Ecumênica, com todos os protocolos de segurança. Os participantes respondem ainda às perguntas do estudo, conduzido pela médica Isabel Bouzas, do Centro de Apoio à Pesquisa no Complexo de Saúde da Uerj (CAPCS), sob coordenação do professor Luís Cristovão de Moraes Sobrino Pôrto, do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes (IBRAG).
O monitoramento é feito em várias fases, iniciando no momento da vacinação e prosseguindo pelos meses seguintes.
– As amostras coletadas no ato da vacina ficam armazenadas para testagem comparativa com as da segunda dose, que completa o ciclo de imunização. Assim poderemos definir melhor em qual grupo populacional, por sexo e faixa etária, a vacina foi efetiva, A primeira e a segunda doses estimulam o sistema imunológico; pode haver variações individuais, em função das características genéticas ou de infecções prévias de cada pessoa. Nosso consenso é que valores mais altos de defesa podem ser encontrados entre 30 e 60 dias após exposição total aos antígenos. Neste estudo, optamos por comparar após 30, 90, 180 e 360 dias – explica Luís Cristovão.
Até o momento, mais de 1.800 pessoas já colaboraram com o estudo. Muitos voluntários, entendendo a importância e o propósito da pesquisa, estimulam amigos e conhecidos a aderirem.
Um banco de dados inédito
A pesquisa gera um conjunto de ações de grande relevância para a Uerj, principalmente em relação aos dados científicos produzidos.
– É que estarão disponíveis também para o acesso de outros cientistas e, a partir deles, será possível continuar ampliando os resultados com todas as informações das diferentes respostas imunológicas ocorridas com os participantes – afirma Isabel Bouzas.
Sua fala é complementada por Luís Cristóvão, ao enfatizar que:
– O diferencial significativo desta pesquisa é buscar respostas imunológicas das vacinas em grupos populacionais por período superior a seis meses, o que não foi feito em outros estudos – diz o pesquisador.
A pesquisa deixará ainda como legados a construção de bases de dados e de um biorrepositório para futuras investigações.
Por isso, a participação de quem vai tomar a primeira dose da vacina na Uerj é fundamental. Além de se proteger contra a Covid-19, o voluntário contribui para a ciência e a produção de conhecimentos que podem ajudar a salvar muitas vidas.
O posto de vacinação da Uerj funciona em frente à Concha Acústica Marielle Franco, das 9h às 15h, de segunda a sexta-feira, seguindo o calendário da Prefeitura do Rio.
Ao completar dez anos em 2021, o Procon Carioca comemora a data promovendo ações como a capacitação de toda a equipe e a implementação do Proconsumidor, novo sistema de atendimento, lançado nesta segunda-feira (05/07), que reduzirá o tempo de espera por uma resposta. Isso será possível porque ele reúne todas as empresas cadastradas no consumidor.gov para receber a reclamação eletronicamente. Antigamente a notificação era enviada pelos Correios.
O Proconsumidor é um projeto piloto e inovador, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A previsão é que todo o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) migre para essa tecnologia, que será disponibilizada aos demais Procons do país.
Desde a sua criação, o Procon Carioca já registrou 1.289.792 reclamações de consumidores que tiveram problemas com empresas. Para registrar a reclamação, basta acessar um dos canais de atendimento da Central 1746 da prefeitura, o site www.rio.rj.gov.br/proconcarioca ou as mídias sociais do órgão.
Já o Sindec é um sistema que integra o atendimento de 644 Procons, em 958 postos de atendimento no país. O sistema em desenvolvimento é uma evolução do modelo anterior, mais moderno, com o objetivo de trazer maior agilidade na hora de atender as demandas dos cidadãos sobre relações de consumo e já inicia com mais de mil empresas cadastradas.
Essa não é a primeira vez que o Procon Carioca participa da fase piloto de uma ferramenta para auxiliar o dia a dia dos consumidores. Em maio de 2014, os moradores do Rio foram os primeiros a ter acesso à plataforma consumidor.gov.br, contribuindo com a experiência no atendimento eletrônico realizado pela Central 1746.
Segundo o secretário Municipal de Cidadania, Renato Moura, outras ações em benefício dos consumidores estão por vir:
– É fundamental que o órgão acompanhe a evolução tecnológica do mercado e que os dados gerenciais se mantenham transparentes para todo o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. Além de atender melhor e mais rápido, os relatórios gerados auxiliarão no desenvolvimento de políticas públicas municipais de defesa do consumidor.
Morreu, na madrugada deste domingo (04), o DJ e produtor fonográfico Cícero Chaves, filho do humorista Chico Anysio (1931-2012) e da ex-Frenética Regina Chaves. Segundo amigos de Cícero ouvidos pela coluna de Ancelmo Gois, ele teria chegado em casa por volta das 2h da manhã e pedido uma refeição. Após descer para receber o pedido, parou para conversar com o porteiro, teve um mal súbito e caiu morto. O velório estava marcado para as 15h deste domingo, no Cemitério São João Batista, no Rio.
Cícero era produttor musical desde 2000 e atuava, principalmente, na cena alternativa. Ele gostava de misturar ritmos que iam do tech-hpus ao hip-hop e era proprietário da gravadora 11Hz Recordings.
Uma das ex-mulheres de Chico, Alcione Mazzeo (mãe do ator Bruno Mazzeo), lamentou a morte de Cícero nas redes sociais: “A vida é mesmo um sopro, uma hora estamos aqui e de repente, podemos já não estar mais.” A gravadora Me Gusta Records também homegerou Cícero. “Descanse em paz amigo! Fará muita falta!”
Em entrevista ao EXTRA depois da Morte do pai, Cícero disse que, em casa, Chico não era nenhum piadista. “Algumas vezes ele soltava alguma piada e todo mundo caía na gargalhada, mas normalmente ele era mais sério. A lembrança que eu tenho dele é da gente pintando juntos. Era uma coisa que nos unia, um convívio mais no silêncio”, afirmou. ” Ele gostava muito de frases e tem uma que ele me disse que eu levo para a minha vida até hoje: ‘Meu filho, não adianta esperar chegar a inspiração. Se tivesse esperado, eu não teria feito uma piada. Você tem que insistir, suar, aí ela vem’.”
A mãe de Cícero, Regina, tornou-se conhecida dos brasileiros nos anos 1970, quando integrou o grupo As Frenéticas. Após deixar o grupo, em 1982, Regina seguiu carreira solo e chegou a gravar cinco discos. No mesmo ano, casou-se com Chico Anysio e passou a trabalhar com ele. Interpretou a secretaria Sinézia, na “Escolinha do Professor Raimundo”, famosa pelo bordão “Sabe que eu na sei!”. Também deu vida a Mina, companheira de Lingote, um dos personagens do “Chico Anysio Show”.
Fernando Mariotti sequer pensa em sair à rua desde que as redes sociais começaram a espalhar fotos de seu irmão gêmeo, Felipe Mariotti, apontado como responsável por tentativa de feminicídio após ter esfaqueado a ex-namorada, Tainá Romão, no sábado (3), em Jacarepaguá. A Polícia Civil faz buscas para encontrar o autor do crime, enquanto o irmão sente medo de ser confundido. Tainá, que sofreu 12 perfurações, segue internada em uma unidade particular e tem quadro estável. Ela já foi ouvida pelos agentes no hospital.
“Quando começou a rolar a mídia, nem todo mundo esclareceu que a gente era gêmeos. Muita gente na hora da raiva começou a jogar no Facebook a foto do meu irmão, mas não colocaram o nome, não esclareceram”, conta Fernando. “Como somos muito parecidos, fica muito perigoso estar pela rua, sair. Não consigo nem sair de casa, está complicado”.
Fernando afirma não ter sido vítima de nenhum ataque nas redes sociais, mas vai evitar se expor até a resolução do episódio. “Vai ser tudo resolvido”, disse ele.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, e a Polícia Civil afirmou que “diligências estão em andamento” para localizar e prender Felipe Mariotti.
Ex-namorado a perseguia até de madrugada
Tainá Romão foi esfaqueada a caminho do trabalho, em Jacarepaguá. Segundo testemunhas, Felipe estava de carro e fugiu em direção à Cidade de Deus. Tainá, que sofreu 12 perfurações de faca no braço esquerdo e no colo, foi socorrida por pessoas que passavam no local. Ela foi encaminhada à UPA da Taquara, e depois levada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra. De lá, transferida novamente para uma unidade particular. Ela está lúcida e tem quadro estável.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jacarepaguá, onde policiais verificaram que já havia uma medida protetiva para Tainá contra o acusado.
Segundo Raquel Romão, irmã de Tainá, o ex-namorado a perseguia até de madrugada. “Ele é uma pessoa que não aceita o fim do relacionamento há dois anos. Já diversas vezes fomos para a delegacia. Já tinha o cumprimento de distância”, disse Raquel. “Ela estava chegando no trabalho, já tinha avisado aos colegas. Foi coisa de minutos. Ele fez tudo premeditado, sabia que ela passaria por ali”, completou a irmã.
O laudo cadavérico da manicure thaysa campos dos Santos de 23 anos, revela que existe outro mistério além da autoria ainda desconhecida do assassinato da jovem, que estava grávida de oito meses e foi encontrada morta, em setembro de 2020, em um córrego ao lado da linha férrea, em Deodoro, na Zona Norte do Rio. Segundo o documento, ao qual o EXTRA teve acesso com exclusividade, o bebê que ela esperava não foi encontrado no ventre da jovem, no exame feito por legistas no Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio.
A perícia realizada no corpo também não localizou vestígios de placenta, ou cortes na barriga, que pudessem indicar a retirada do feto por ato cirúrgico. Mas o documento deixa claro que a manicure deu à luz. O laudo, no entanto, não indica se isso ocorreu quando Thaysa ainda estava viva ou já depois de ter sido assassinada.
Separada do pai de seu casal de filhos, Thaysa esperava mais uma menina, com previsão de nascimento para outubro de 2020, fruto de um relacionamento com um homem casado. Inicialmente investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), o caso foi transferido para Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
A manicure desapareceu, na noite do dia 3 de setembro. Seu corpo foi encontrado no dia 10, já em estado de putrefação. Parentes e policiais que participaram da ação não encontraram vestígios do feto no local onde Thaysa foi abandonada sem vida.
Para Nelson Massini, professor de medicina legal da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que analisou o laudo cadavérico a pedido do EXTRA, o mais provável é que o bebê tenha sido sequestrado:
— O mais próximo do possível é que o feto foi levado e tenha nascido vivo.
A hipótese considera que o exame do IML não encontrou placenta ou vestígios do feto no ventre da jovem, o que, segundo Messini, aumentaria a probabilidade de ter havido o nascimento. Assim, Thasysa pode ter entrado em trabalho de parto durante o assassinato, ainda com vida.
Túmulo de Thaysa Campos no Cemitério da Penitência, no Caju: ela estava grávida de oito meses e foi assassinada Foto: Gabriel de Paiva
Irmã ligou e pediu para ela não sair de casa
O exame cadavérico não traz a causa da morte da manicure. Por conta do adiantado estado de putrefação do corpo, a informação ainda depende de exames complementares.
Thaysa foi vista com vida pela última vez na noite de 3 de setembro de 2020, quando saiu de casa para buscar uma bolsa de gestante na casa de uma amiga. Uma semana depois, o corpo da jovem foi encontrado no leito da linha férrea. Segundo Jaqueline Campos, menos de uma hora antes do assassinato, por conta de uma espécie de pressentimento, uma irmã de Thaysa telefonou para a manicure e pediu para que ela não saísse de casa naquela noite.
— Falei com a Thaysa por telefone, por volta das 22h30. O crime foi entre o fim da noite e o início da madrugada do dia 4. Conversei sobre uma cômoda que eu tinha dado de presente para ela. Thaysa disse que iria pagar um rapaz para ir buscar o objeto na casa da irmã e ainda falou que daria R$ 20 para ele. Foram as última palavras que ouvi dela. Minha outra filha ainda telefonou naquela noite e pediu para ela não sair mais de casa porque estava com um aperto no coração. Mas, ela acabou indo buscar a bolsa e foi assassinada — disse a mãe da jovem.
A Polícia Civil informou que as investigações sobre o assassinato de Thaysa e o que aconteceu com o bebê que ela esperava esão concentrados em um único inquérito, atualmente tramitando na Delegacia de Homicídios da Capital. Segundo o Departamento-Geral de Polícia Técnico-Científica, não há elementos técnicos que permitam determinar se o feto saiu da cavidade uterina com a vítima viva ou morta. E ainda que, no exame cadavérico não havia nenhum sinal de que o feto tenha sido retirado por via cirúrgica e não havia feridas na região abdominal.
Grávida de oito meses, Thaysa Campos Santos foi encontrada morta Foto: Reprodução
Jaqueline Campos (ao centro), mãe de Thaysa Foto: Rafael Nascimento de Souza
‘Quero a minha neta de volta’
A psicopedagoga Jaqueline Campos, mãe da jovem e moradora em Brasília, acredita que a neta nasceu e está viva. Isabela era o nome escolhido por sua filha para a criança.
— Acredito que minha neta possa estar viva e que a Thaysa teve um parto forçado. Meus familiares estiveram no local do crime e não havia vestígio da criança lá, só mesmo o corpo da Thaysa. Descobri no IML que ela havia parido. Quero fazer um apelo às autoridades: se esta criança estiver viva, quero minha neta de volta. Preciso de minha netinha — disse a psicopedagoga, que criou um canal nas redes sociais para divulgar o caso e pedir ajuda por informações que levem a polícia a descobrir quem matou sua filha.
A gestante foi sepultada no Cemitério da Penitência, no Caju, na região central do Rio
Balconista: Manter o setor abastecido e organizado; Realizar o atendimento ao cliente;
Pesar, precificar e embalar as mercadorias; Abastecer e manter limpos e higienizados as bancas e gôndolas;
Auxiliar na devolução das mercadorias, Verificar validades.
Horário de trabalho: 15:40 às 00h.
Local de Trabalho: Tijuca
Deposista: Horário de trabalho: das 15:40 às 00h.
Receber, descarregar, auxiliar na conferência e arrumar as mercadorias nos racks do depósito; Organizar os pallets no setor e retirar as mercadorias avariadas.
Refeição no local sem
desconto; Vale transporte;
Participação no resultado do balanço trimestral; Cesta básica.
Local de Trabalho: Tijuca
Operador de Caixa: Atender ao clientes, registrando e pesando suas mercadorias no caixa; Manter o local de trabalho sempre limpo e organizado;
Auxiliar na devolução de mercadorias; Proceder com o fechamento do caixa no final do expediente.
Horário de trabalho: 14:40 às 23h.
Local de Trabalho: Bonsucesso
Foi publicado nesta sexta-feira (02 de julho), o edital do concurso para o Corpo de Bombeiros. No total, estão sendo oferecidas 3 mil vagas temporárias em todo o estado, conforme as regras do Serviço Militar Temporário Voluntário.
Conforme o edital 2021, 2.548 oportunidades são para soldados e 452 para oficiais do quadro da Saúde. Os ganhos inicias são de R$1.226,94, para soldado no primeiro ano, e de R$3.452,55 no segundo ano. Para o tenente (oficial), o valor é de R$7.940,78.
O Processo Seletivo, até a etapa compreendida pela realização do Teste de Habilidades Especificas (THE), será de responsabilidade da Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Assistência à Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro (FUNRIO) e ao Hospital Universitário Gaffrée e Guinle da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, e as etapas posteriores estarão sob a responsabilidade do
1.2 – Todas as informações e orientações sobre o Processo Seletivo, tais como Editais, processo de inscrição, local de prova, gabaritos, resultados das provas, resultados dos recursos, cronograma, convocações, resultados das etapas e resultado final, serão publicadas no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro e estarão disponíveis no endereço eletrônico www.funrio.org.br. No atendimento via telefone poderá ser efetuado por intermédio do número (21)2567-6878, das 10h às 17h, exceto sábados, domingos e feriados.
1.4 – O candidato poderá encaminhar suas dúvidas para o e-mail concursos@funrio.org.br.
1.5 – Toda menção a horário neste Edital terá como referência o horário de Brasília – DF.
1.6 – Fazem parte deste Edital:
a) Anexo I – Quadro de vagas;
b) Anexo II – Cidades onde será aplicada a Prova Objetiva;
c) Anexo III – Modelo de declaração para candidatos negros;
d) Anexo IV – Modelo de declaração para candidatos com hipossuficiência econômica;
e) Anexo V – Quadro de provas;
f) Anexo VI – Conteúdo Programático;
g) Anexo VII – Modelo de Atestado Médico para o Teste de Aptidão
Física (TAF);
h) Anexo VIII – Modelo de Atestado Médico para o Teste de Habilidades Específicas (THE); e
i) Anexo IX- Modelo de Recurso para o Exame de Saúde.
VAGAS
2.1 -. Regime de trabalho
2.1.1 – O militar temporário será regido pelo regime de Serviço Militar Temporário Voluntário (SMTV), que consiste no exercício de atividades específicas, desempenhadas no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro – CBMERJ, por prazo determinado, e destina-se a completar os Quadros de Oficiais e as diversas Qualificações de Bombeiros Militares Particulares de praças, conforme disposto na Lei nº 9.027, de 28 de setembro de 2020, publicada no DOERJ, em 29/09/2020.
2.1.2 – O Serviço Militar Temporário Voluntário terá a duração de 12
(doze) meses.
2.1.3 – Os militares temporários que concluírem com aproveitamento o tempo de serviço estipulado no caput (subitem 2.1.2 deste Edital) poderão requerer a prorrogação deste tempo, uma ou mais vezes, desde que não ultrapasse a duração máxima de 08 (oito) anos no serviço ativo, incluído nesse cômputo eventual tempo de serviço militar prestado anteriormente à data de incorporação ao CBMERJ, segundo critério e conveniência da Corporação.
2.1.4 – Os Oficiais Temporários Voluntários (OTV) e as Praças Temporárias Voluntárias (PTV), tanto quanto possível e respeitado o interesse público, serão lotados em Organização de Bombeiro Militar
(OBM) localizada na Região escolhida, para cumprimento do tempo inicial, definido no subitem 2.1.2 deste Edital.
2.1.5 – Nos casos de prorrogação do tempo de serviço militar temporário, a critério da conveniência e oportunidade da Instituição, os incorporados poderão servir em qualquer Organização de Bombeiro Militar, indistintamente do Município de sua residência. 2.2 – Serão ofertadas 3.000 (três mil) vagas, no presente Processo Seletivo, por todo o Estado do Rio de Janeiro, conforme especificado
no “Anexo I- Quadro de vagas” deste Edital.
2.2.1 – Serão destinadas 30% (trinta por cento) da quantidade das vagas ofertadas no presente Processo Seletivo para as mulheres, conforme art. 2º, § 3º, da Lei nº 9.027, de 28 de setembro de 2020.