A Prefeitura encerra neste sábado (24/04) a vacinação dos idosos contra a Covid-19. Na última atualização do painel do site coronavirus.rio, às 13h15 desta sexta-feira (23/04), até o momento já foram vacinadas com a primeira dose 1.347.807 de pessoas, o que representa 20% da população carioca. Se forem consideradas apenas aquelas com 60 anos ou mais, esse percentual atinge 92,3%.
– É uma grande conquista. Hoje, a gente encerra a vacinação dos idosos com mais de 60 anos. E amanhã tem a repescagem. São os grupos que mais internam e têm mais chances de evoluir a óbito. A principal estratégia de vacinação é reduzir o número de internações, casos graves e óbitos – disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, durante a divulgação do 16º Boletim Epidemiológico da Covid-19, no Centro de Operações Rio (COR).
Embora o número de idosos vacinados até agora seja muito bom, Soranz lembra que essa é apenas a primeira dose. É muito importante que todos voltem aos mesmos postos em que receberam a primeira dose no prazo determinado para tomar a segunda. O secretário de Saúde disse que a meta é não deixar ninguém com 60 anos ou mais sem vacinar.
– A Prefeitura começa agora uma cruzada para identificar idosos que ainda não se vacinaram. Vamos cruzar os bancos de dados. Agentes comunitários, médicos e profissionais de equipes da saúde da família vão intensificar a busca ativa de todos os idosos acamados e qualquer outro idoso na cidade que não se vacinaram – informou Soranz, ressaltando que a partir de agora os idosos que ainda não receberam a primeira dose podem procurar qualquer posto para se vacinar.
Esta sexta-feira é dia da vacinação dos homens com 60 anos, além dos profissionais de saúde com 45 anos. O sábado será reservado para repescagem, com a imunização de todos os idosos com mais de 60 anos que ainda não se vacinaram.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) superou em 500 mil doses o quantitativo de vacinas previsto para ser entregue ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) nesta semana. Foram liberadas hoje (23) 5,2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).
Na quarta-feira (21), a fundação antecipou que a entrega semanal iria superar as 4,7 milhões de doses inicialmente previstas, mas estimou que seriam liberadas hoje 5 milhões de doses.
O volume adicional de 500 mil doses que foi entregue nesta sexta-feira é maior do que a parcela de vacinas destinada ao estado do Rio de Janeiro nesta semana, por exemplo. O governo fluminense recebeu na manhã de hoje 480 mil doses do imunizante.
Como a fábrica de Bio-Manguinhos fica na zona norte do Rio, a Fiocruz entregou as doses diretamente ao governo fluminense, enquanto o restante das vacinas desta semana deixou o campus da Fiocruz às 16h para ser distribuído entre os outros estados e o Distrito Federal pelo Ministério da Saúde.
Com as vacinas liberadas hoje, chega a cerca de 20 milhões o número de doses da vacina Oxford/AstraZeneca recebidas pelo Programa Nacional de Imunizações. Desse total, 16 milhões foram produzidas em Bio-Manguinhos e 4 milhões foram importadas prontas da Índia.
Para a semana que vem, a Fiocruz prevê entregar 6,7 milhões doses, volume semanal que será o maior desde o início das entregas de Bio-Manguinhos, em 17 de março.
Nos próximos meses, a programação é que as entregas cresçam em volume e cheguem a 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho. Desse modo, a fundação cumprirá a meta de produzir 100,4 milhões de doses a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, conforme acordo de encomenda tecnológica firmado com a farmacêutica AstraZeneca. No segundo semestre, a Fiocruz prevê produzir 110 milhões de doses com IFA fabricado no Brasil.
A vacina Oxford/AstraZeneca possui registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem eficácia de 76% contra a covid-19 cerca de 20 dias após a primeira dose. Mesmo assim, é recomendada a administração de uma dose de reforço 12 semanas após a primeira aplicação, o que eleva a eficácia da vacina para 82%, segundo dados reunidos nos estudos clínicos, que envolveram mais de 60 mil voluntários.
TENENTE DO CORPO DE BOMBEIROS DESAPARECE EM MAR DA BARRA DA TIJUCA
Um tenente do corpo de bombeiros, desapareceu neste final da manhã de sexta-feira (23), enquanto fazia um treinamento para o curso de Especialização e de Salvamento Marítimo, próximo ao posto 2, na Barra da Tijuca. Bombeiros estão utilizando guarda-vidas, mergulhadores, embarcações, moto aquáticas, drones e aeronaves e encontram dificuldades para encontrar o militar devido a ressaca do mar que atinge o Rio, com ondas de até 5 metros de altura.
O goleiro Hugo Souza, do Flamengo, teria promovido uma festa clandestina, o que provocou o término de seu noivado. De acordo com o jornal Extra, o atual reserva convidou amigos e mulheres para um evento privado, um dia depois de ser campeão da Supercopa do Brasil, em Brasília.
Conforme informações do jornal, Hugo alugou uma casa em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e deu a festa chamada como “Resenha do Neca”, em referência ao apelido dele, Neneca. O evento com aglomeração teria virado a madrugada.
A noiva, a farmacêutica Nathassia Brito, soube da festa clandestina e ainda teira descoberto uma traição do goleiro. Por conta disso, encerrou o noivado pela segunda vez – em 2020 eles também tinham terminado. Agora, Nath deletou todas as fotos com o goleiro e deixou de segui-lo nas redes sociais.
Além de amigos, entre eles o zagueiro Matheus Tuller e o lateral Matheuzinho, teriam participado da festa o jogador do Vasco, Talles Magno, e cantores. O evento, curiosamente, ocorreu três dias antes de Flamengo e Vasco se enfrentarem pelo Campeonato Carioca.
No último sábado, 17, o tatuador Nicolás Jaime, de 22 anos foi acusado de disparar 11 tiros contra outro jovem, Damián Di Bella, de 23, após este ter curtido a foto de sua namorada. O crime ocorreu na cidade de Merlo, na Argentina, segundo informações do jornal La Nación.
Conforme repercutido pelo UOL, Damián dirigia seu carro pelas ruas da cidade quando foi surpreendido pelo atirador por volta das 22h30. Nicolás estava em uma moto e teria disparado seis vezes antes que a vítima fugisse do local e ele começasse a persegui-la.
O agressor atirou mais cinco vezes durante a perseguição, de modo que uma das balas atingiu o pescoço do jovem, que acabou perdendo o controle e batendo o veículo em uma residência.
A acusação
Enquanto recebia atendimento da equipe de ambulância, Damián conseguiu descrever as características do criminoso, explicando que se tratava do namorado de uma vizinha.
Conforme informou a polícia, o jovem baleado teria trocado mensagens com a namorada de Jaime, que pensou que ela iria se encontrar com Di Bella. O atirador fugiu, porém foi apreendido na última quarta-feira, 21.
Durante o fim de semana, Damián teve de passar por uma cirurgia para retirar a bala alojada em seu pescoço. Ele ainda segue internado na unidade de terapia intensiva (UT
Que os aplicativos já fazem parte do mercado dos transportes não é novidade para ninguém. No entanto, um novo App vem chamando a atenção no Rio de Janeiro, sobretudo na Zona Oeste da cidade. O Moto e Táxi, como o nome sugere, leva passageiros e faz entregas com motocicletas.
“Nós somos o aplicativo de mobilidade urbana que chegou para revolucionar o mercado de entrega e transporte por aplicativo em demanda”, informam os criadores do aplicativo.
De acordo com o site do Moto e Táxi, a zona oeste do Rio de janeiro tem o equivalente 3.700 mototáxis e apenas 7% são legalizados. A ideia do App é “tornar esses mototáxis não legalizado em mototáxis particulares por aplicativo”.
A maior atuação do Moto e Táxi é nos bairros de Sepetiba, Pedra de Guaratiba, Guaratiba, Santa Cruz, Paciência e Campo Grande. Entre os atrativos do aplicativo está um que é cobrir as ofertas da Uber e da 99.
“Eu já usei o aplicativo e achei ótimo. Tanto para me transportar quanto para entrega. Eu sempre usei mototáxi, agora, já chamo direto no aplicativo”, diz Vera Costa, moradora de Campo Grande.
Bruno Henrique, atacante do Flamengo faz sucesso dentro e fora dos campos. Para criminosos da Comunidade do Cavalão, em Icaraí, Zona Sul de Niterói, o atacante é a estrela que ilustra as embalagens de cocaína.
O material com o rosto do jogador foi apreendido nesta última quinta-feira, durante uma operação de policiais militares do 12°BPM (Niterói).
Na ação, um adolescente, de 17 anos, foi apreendido, e um jovem, de 18 anos, foi preso. Com eles a polícia encontrou 38 tabletes de maconha e 116 cápsulas de cocaína, além de um rádio transmissor.
Depois de 20 anos morando nas ruas do Rio, sendo os últimos oito dormindo ao relento nos bancos do Hospital Lourenço Jorge, José Ricardo Pereira, de 65 anos, mudou de vida recentemente. Acolhido por profissionais da Secretaria Municipal de Assistência Social, ele aceitou morar num abrigo em boas condições, o Espaço Taquara, que no último fim de semana passou a ter biblioteca e videoteca.
– Estava procurando um lugar onde eu pudesse me sentir em casa, rodeado de amigos – descreveu ele, que se sentiu protegido no novo habitat. – Aqui, os funcionários olham no olho da gente, sempre nos chamam com carinho e cuidado para fazer as refeições. Aqui encontrei uma verdadeira família! Mesmo quando alguém acorda mais ou menos, com algum problema, os funcionários sempre nos tratam com paciência e tudo se resolve da melhor forma possível.
O caso de José é um entre vários exemplos de vidas recuperadas pelas equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social. Nos três primeiros meses de 2021, o número de atendimentos a pessoas em situação vulnerável na cidade chegou a 265.719. A marca representa um recorde da pasta. Desse número, 229.978 atendimentos foram feitos pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS); um crescimento de 34% em relação ao total de serviços realizados no mesmo período do ano passado. Os CRAS trabalham preventivamente na garantia de direitos das famílias em situação de vulnerabilidade social.
Assistência Social acolheu em sua rede 2.936 pessoas em situação de rua – Fernando Maia/Prefeitura
Antes de se deitar em bancos do Hospital Lourenço Jorge, José Ricardo dormiu em calçadas da Avenida Presidente Vargas e em Copacabana, onde foi abordado pela primeira vez por equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social. – Nunca quis ir para abrigo, temia ficar preso – rememorou ele.
Carioca de nascimento, mudou-se para Minas Gerais depois de seu casamento. Lá, teve duas filhas, Jéssica e Joyce. Quando sua esposa faleceu (ele preferiu não falar o nome da esposa, pois “não se deve falar o nome dos mortos em vão”), José Ricardo voltou para o Rio de Janeiro para dar entrada na sua aposentadoria. Quando chegou à cidade, descobriu que o único bem que possuía, uma casa no centro de Nova Iguaçu, tinha sido vendida sem sua autorização. E não restou-lhe outra alternativa: passou a viver nas ruas.
José Ricardo sempre trabalhou com soldas e faz bicos na Barra da Tijuca, principalmente em bares da Olegário Maciel, onde é conhecido como “Seu Madruga”. Também fazia reparos no Hospital Lourenço Jorge, como conserto de bancos e portas. Pela maioria desses trabalhos, ele não é remunerado, mas conseguia doações de roupas, alimentos e também conquistou a confiança dos seguranças e prestadores de serviço do hospital, que sempre o ajudavam. O pouco dinheiro que sobra, manda para as filhas, e antes comprava sabonete e roupas íntimas.
Quando chegou ao Espaço Taquara, em 27 de março, José Ricardo estava passando mal. “Sou cardíaco e precisava de um atendimento médico. Eles me levaram em uma UPA e me atenderam na hora. Saí de lá com consulta marcada com cardiologista. Em todos esses 20 anos na rua, isso nunca tinha acontecido. Me senti especial”, declarou.
O acolhimento de José Ricardo foi realizado pela parceria do Espaço Taquara com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Daniela Perez. A diretora Cirenice de Souza Nascimento contou que José Ricardo fez questão de ir até o CREAS agradecer o trabalho das assistentes sociais que o encaminharam para o Espaço Taquara. E lembrou que ele chegou ao CREAS com um saco de lixo nas mãos, com seus poucos pertencentes, sem banho e com os cabelos e a barba desgrenhados e muito compridos.
Agora, José Ricardo está com roupas novas, já conseguiu tirar a segunda via de sua certidão de nascimento e também marcou data no DETRAN para retirar a segunda via do documento de identidade. Está aguardando, com ansiedade, para tomar a sua dose da vacina contra a covid-19 e, no dia 15 de maio, vai dar entrada na sua aposentadoria. “Eu tenho certeza que já deu tudo certo! Assim que eu me organizar aqui no Rio de Janeiro e a minha aposentadoria sair, vou voltar para Minas Gerais”.
José Ricardo se diz feliz com a nova vida – Fernando Maia/Prefeitura
Os CREAS cuidam das violações de direitos das populações vulneráveis, de idosos, crianças e adolescentes vítimas de violência, e de moradores em situação de rua. Enquanto os CRAS trabalham preventivamente na garantia de direitos das famílias em situação de vulnerabilidade social.
Como José Ricardo, entre 1º de janeiro e 31 de março de 2021, a Assistência Social acolheu em sua rede 2.936 pessoas em situação de rua, atendidas por abordagem social. O acolhimento só pode ser feito com consentimento do morador em situação de rua, de acordo com a legislação de defesa dos direitos humanos. Assim como José Ricardo, muitos moradores em situação de rua são atendidos várias vezes e nem sempre aceitam acolhida num abrigo.
– Nosso trabalho é melhorar as condições dos abrigos, é tornar visível essa população vulnerável da nossa sociedade, oferecendo-lhe melhores condições de vida – afirmou a secretária municipal de Assistência Social, Laura Carneiro.
A secretaria informou que, para melhorar a qualidade do atendimento, dois CRAS foram construídos, um está sendo erguido e dez passaram por reparos e/ou manutenção. Além disso, cinco Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) receberam melhorias.
A partir do dia 1° de junho, o tradicional pão francês (ou pão de sal) deverá ser comercializado apenas pelo peso e não mais por valor unitário.
O preço do quilo do produto deverá ser afixado próximo ao balcão de venda, em local de fácil visualização pelo consumidor, além de ser grafado com dígitos de pelo menos 5 centímetros de altura.
As determinações sobre como o produto deve ser comercializado constam de uma portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicada hoje (23), no Diário Oficial da União.
A portaria acrescenta que a balança a ser utilizada deve ter, como característica, um medidor com divisão igual ou menor a cinco gramas, além da indicação de peso e preço a pagar.
O Ministério da Saúde anunciou hoje (22) que enviará a estados e municípios 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 no mês de maio. Serão distribuídas inicialmente 500 mil doses no início do mês para a primeira dose. Uma semana depois, será encaminhada nova remessa com mais 500 mil doses.
Semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, divulgou que a Pfizer vai adiantar a entrega de 2 milhões de doses do imunizante para o Brasil no primeiro semestre. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega de 100 milhões de doses até o final de 2021. Segundo Queiroga, estão garantidas 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho.
A orientação do Ministério da Saúde é que as secretarias estaduais de saúde priorizem cidades com câmaras refrigeradas. Isso porque a vacina da Pfizer/BioNTech demanda temperaturas especiais de armazenamento.
Em condições normais, ela deve ser guardada em um ambiente de -90º à -60º. A Anvisa permitiu uma flexibilização desse patamar, autorizando de – 25º à -15º. Contudo, essa condição só pode ocorrer por até 14 dias.
Uma vez retiradas dos refrigeradores e colocadas na rede de frio nacional, cuja conservação é de temperaturas de 2 graus Celsius a 8 graus Celsius, as equipes de saúde têm até cinco dias para fazer a aplicação sem risco de prejudicar a eficácia do imunizante.