Quadro clínico de Bruno Covas é ‘irreversível’, informa equipe médica

 

A equipe médica que trata o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou na noite desta sesta sexta-feira (14) que o quadro clínico dele é considerado irreversível. Ele está recebendo medicamentos analgésicos e sedativos.

Segundo nota divulgada pelo hospital, Covas está num quarto, onde recebeu a vista da família no início da noite.

Covas foi diagnosticado com um câncer na cárdia, válvula entre o estômago e o esôfago, em outubro de 2019 e, deste então, se submete a tratamentos.

se internou no Hospital Sírio-Libanês no último dia 2.

 

Prefeito do Rio anuncia decreto para liberar realização de eventos na cidade

 

Apesar dos 25 mil casos de Covid-19 registrados no Rio de Janeiro, o prefeito da capital, Eduardo Paes, anunciou nesta sexta-feira (14) que será publicado um decreto na próxima semana com protocolos para a realização de eventos na cidade.

“Essa é uma decisão já tomada, falta acertar detalhes. Muito provavelmente na segunda-feira (17) ou na terça (18), nós vamos publicar um decreto em que estabelecemos a possibilidade da volta de realização de eventos com uma série de protocolos”, garantiu Eduardo Paes.

O prefeito destacou que mesmo com a liberação dos eventos, todos os protocolos de segurança devem continuar sendo seguidos para assegurar que o retorno das atividades aconteçam de forma segura. Paes apresentou alguns exemplos de protocolos e afirmou que eles poderão ser ainda mais flexibilizados conforme os índices de vacinação subam. 

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“Será possível realizar eventos desde que as pessoas sejam testadas, nesse teste mais rápido no dia da realização da festividade. E depois, retestadas um período depois. Nesse primeiro momento haverá um conjunto de regras, e a medida que a imunização avance, as regras podem flexibilizar, mas o decreto deve estabelecer parâmetros bem claros para que algumas atividades possam retornar com segurança. Temos discutido muito com a indústria de eventos e podemos publicar essa medida”, disse.

O decreto ainda vai passar por um alinhamento final com a secretaria municipal de saúde para acertar os últimos detalhes, informou o prefeito. Paes também garantiu que se trata de uma discussão técnica.

Fiocruz deve receber mais duas remessas de insumo para vacinas em maio

 

Mais duas remessas de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) estão previstas para chegarem à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ainda no mês de maio. O primeiro lote deve chegar ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) dia 22 e o outro é aguardado para o dia 29. A informação foi divulgada pelo instituto nesta quinta-feira (13).

“A quantidade de IFA já disponível na Fiocruz sustentará a produção até meados da próxima semana, garantindo as entregas até a primeira semana de junho. Com as novas remessas, as entregas das três primeiras semanas de junho também estarão asseguradas”, disse a Fiocruz.

Para esta sexta-feira (14), está prevista a entrega de mais 4,1 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, produzida pela Fiocruz no Brasil, ao Ministério da Saúde, totalizando 34,3 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), o equivalente a mais de 40% dos imunizantes para a covid-19 disponíveis no país.

“Até a chegada do IFA no dia 22, haverá uma interrupção na produção de alguns dias na próxima semana. Caso haja algum impacto nas entregas, ele será avaliado e comunicado mais à frente. O cronograma de entregas permanece semanal, sempre às sextas-feiras, conforme pactuado com o Ministério da Saúde, seguindo a logística de distribuição definida pela pasta”, informou a fundação.

Segundo a Fiocruz, estão sendo processadas, no Centro Tecnológico de Vacinas – CTV de Bio-Manguinhos, um milhão de doses da vacina por dia, e a instituição segue avaliando alternativas para aumentar ainda mais essa capacidade.

Urgente!!Embarcação que transportava óleo lubrificante naufraga próximo à Restinga da Marambaia

 

  • Embarcação que transportava óleo lubrificante naufraga próximo à Restinga

Uma embarcação que realizava transporte de óleo lubrificante naufraga próximo à Restinga da Marambaia, na Costa Verde.

O Instituto Estadual do Ambiente informou que 25 tambores de 200 litros de óleo eram transportados. Apenas dois tambores foram recuperados, o que significa que 4.600 litros de óleo estão à deriva no mar. O órgão realiza buscas e até agora não foi constatado dano ambiental.

Como o naufrágio ocorreu em área da União, o Ibama foi notificado.

Como medida de prevenção, o Inea ativou a rede de comunicação de emergências, que inclui municípios costeiros e a Capitania dos Portos.

Morre Jorge Picciani, ex-presidente da Alerj

Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, morreu na madrugada desta sexta-feira, 14, aos 66 anos. A informação foi confirmada pelo filho dele, Leonardo Picciani, ex-ministro do Esporte.

Ele estava em tratamento de um câncer na bexiga e estava internado no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, desde 8 de abril.

Em 1990, Picciani conquistou o primeiro de seus seis mandatos como deputado estadual. Passou por todos os cargos importantes do Legislativo, até se eleger, por quatro mandatos consecutivos, presidente da Alerj (2003-2010). Em 2015, voltou a ocupar o posto, após ficar quatro anos afastado do Parlamento.

Em 2010, Picciani disputou uma cadeira do Senado e obteve 3.048.034 de votos – por uma pequena diferença do segundo colocado (0,8%), não atingiu seu objetivo.

Entre 2011 e 2014, presidiu o PMDB-RJ.

Candidato nas eleições de 2014 a deputado estadual, Picciani recebeu 76.590. Foi a nona maior votação no Estado do Rio e a terceira do PMDB-RJ.

De volta à Alerj, reassumiu a presidência em 2015, com 65 dos 70 votos dos deputados estaduais. Seu primeiro ato foi propor um pacote de medidas de transparência e austeridade, entre eles a redução do auxílio-educação, que passou a ser estendida a alunos de escolas públicas.

Jorge Picciani, que por mais de uma década foi o poderoso chefão do MDB-RJ ao lado do ex-governador Sérgio Cabral, Jorge Picciani comandou a política do Rio. Os dois eram do antigo PMDB, hoje MDB. O ex-presidente da Alerj chegou a ser preso pela Operação Lava Jato por corrupção. Cabral está detido até hoje.

Picciani era casado com Hortência Oliveira Picciani e tinha quatro filhos: o deputado federal Leonardo Picciani; o deputado estadual Rafael Picciani; o zootecnista Felipe, que presidiu a Associação Nacional de Criadores de Nelore e cuida dos negócios da família; e o caçula Arthur.

Seu corpo está sendo levado para o Rio de Janeiro, onde o velório de Picciani será realizado no Palácio Tiradentes, no Salão Getúlio Vargas.

 

 

Urgente!!Conselho Tutelar de Campo Grande de portas fechadas

 

Conselho Tutelar de Campo Grande de portas fechadas

Criado, como todos os demais espalhados pelo Brasil, para cumprir com eficácia uma importante missão social, de executar atribuições que lhe foram confiadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o Conselho Tutelar de Campo Grande (CTCG) está sem realizar suas atividade em plenitude por falta de pagamento dos prestadores de serviço. Com isso, está sem atender a contento aos pleitos de crianças e adolescentes, dos pais ou responsáveis, das entidades de atendimento, de autoridades judiciárias e do Ministério Público. Num aviso colocado no portão, no entanto, os integrantes do CTCG informam que há um telefone de plantão (989-091-428) e um e-mail (ct09campogrande@gmail.com) para a solicitação de atendimentos agendados.De portas fechadas, o Conselho Tutelar de Campo Grande fica prejudicado em sua função de zelar pelo cumprimento de direitos das crianças e adolescentes, garantindo-lhes prioridade na efetivação da política municipal de atendimento, deixando de atender plenamente a queixas, reclamações, reivindicações e solicitações feitas pelas crianças, adolescentes, famílias, comunidades e cidadãos. Também enfrenta dificuldades para exercer as funções de escutar, orientar, aconselhar, encaminhar e acompanhar os casos, e de aplicar as medidas protetivas pertinentes a cada caso.

FOTO ROBERTO FREITASA

sede do Conselho Tutelar de Campo Grande ao aviso sobre as razões da paralisação

Meteorito com quase duas toneladas é levado para o Planetário do Rio, onde ficará em exposição

 

Um senhor de quase duas toneladas, sobrevivente do incêndio no Museu Nacional, atravessou a cidade do Rio nesta quinta-feira rumo a um novo lar. O meteorito Santa Luzia, o segundo maior do país, que caiu em Goiás há aproximadamente 100 anos, vai ser, literalmente, o principal astro do Planetário do Rio, que reabre ao público no próximo sábado (15/05).

Para transportar um objeto tão único e pesado, foi necessária uma grande operação: o meteorito saiu do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), em São Cristóvão, rumo à Gávea, a bordo de um caminhão munck, o único capaz de fazer esse tipo de transporte, cedido pela RioLuz. Tudo isso acompanhado por astrônomos da Fundação Planetário.

– Estamos ansiosos para receber o público com essa novidade, seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19 nesse momento. O Planetário exalta a ciência sempre, seja ela trazendo um meteorito tão importante na história da astronomia brasileira ou apoiando a vacinação, que salva tantas vidas – comenta o presidente da Fundação Planetário, Gledson Vinícius, instituição agora ligada à Secretaria de Governo e Integridade Pública, que funciona como um dos principais polos da cidade para imunização no momento.

A visitação ao meteorito Santa Luzia é gratuita, de segunda à sexta, das 8h às 17h; sábados, das 10h às 17h; e domingos, de 13h30 às 17h. Para informações sobre a programação do Planetário e suas sessões de cúpula (que são pagas), basta acessar: planeta.rio.

Abrace uma Escola: Prefeitura do Rio lança programa de parceria e consegue doação de R$ 2,4 milhões

 

O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha, lançaram nesta quinta-feira (13/05), no Palácio da Cidade, o projeto Abrace uma Escola. O novo programa da Secretaria Municipal de Educação (SME) permite que a sociedade civil e a iniciativa privada apoiem unidades escolares em três áreas: doação de insumos, melhorias de infraestrutura e conectividade. Parceira de primeira hora do programa, a Ternium Brasil, uma das maiores siderúrgicas da América Latina, está doando R$ 2,4 milhões para a restauração de uma escola municipal da Zona Oeste carioca.

Em seu discurso, Paes disse que essa é uma grande oportunidade para criar uma cultura de a iniciativa privada investir nos equipamentos públicos:

– Temos sempre uma visão dos equipamentos públicos como sendo estatais. A escola é da prefeitura, a praça é da prefeitura, o parque é da prefeitura. Não, não são da prefeitura. São equipamentos públicos, que pertencem a todos nós. É óbvio que a prefeitura tem o dever constitucional, e cobra tributos para manter, dar infraestrutura e dotar de serviços seus equipamentos. Mas essa dimensão nunca pode ser esquecida.

O programa já conta com outros parceiros e apoiadores para potencializar suas ações. Uma grande novidade é a participação de instituições renomadas do terceiro setor, como o Instituto da Criança, que vai captar recursos para apoiar as unidades escolares municipais do Rio.

O Abrace uma Escola é um canal para aproximar unidades educacionais de pessoas físicas e empresas que queiram colaborar com a melhoria da rede. Os interessados poderão ajudar com obras de infraestrutura, ações de conectividade ou de insumos. Atualmente, 1.309 unidades (85% da rede) já retomaram as aulas presenciais.

 

Secretário Renan Ferreirinha firma parceria com representante da Ternium Brasil – Beth Santos/Prefeitura

 

Para o secretário de Educação, a escola aberta cria uma rede de proteção e amparo socioemocional para a criança e os seus familiares. Ele explica que qualquer um pode apoiar o projeto com base no Decreto 30.781/2009.

– Escola aberta é sinônimo de aprendizagem, segurança alimentar e apoio socioemocional para nossos alunos. Permite que os responsáveis possam trabalhar e reduz a imensa desigualdade em que vivemos. O Programa Abrace uma Escola é mais uma iniciativa em prol da melhoria dos mais importantes equipamentos públicos que existem: nossas escolas – explicou Renan Ferreirinha, acrescentando: – Se quisermos uma sociedade melhor, isso passa pelas escolas. Abraçar uma Escola é uma questão social, de responsabilidade e que dará um futuro melhor para o Rio.

Em relação à infraestrutura, os problemas mais comuns encontrados nas unidades apontadas são a necessidade de reparos das redes hidráulicas e elétricas, reforma dos telhados e o conserto de infiltrações.

Os interessados em apoiar o projeto Abrace uma Escola terão duas formas de participar: por meio da execução direta da obra ou da doação de equipamento/insumos diretamente para a escola ou para organizações parceiras, que recebem o material e realizam o serviço.

Entre as organizações parceiras comprometidas com o projeto Abrace uma Escola estão o Instituto da Criança; Parceiros da Educação RJ; EducAção Rio, Junior Achievement Rio de Janeiro e o Instituto Apontar.

Gerente de Desenvolvimento Social da Ternium Brasil, Fernanda Candeias afirmou que a empresa está feliz com o anúncio do investimento na Escola Adalgisa Nery, em Santa Cruz, onde fica sua sede, porque acredita na transformação da sociedade por meio da educação.

– Nesse momento de pandemia, a educação pede socorro. Então, ressalto a importância de se investir em educação e ter esse ambiente melhor para que as crianças retornem ao ensino. Essa ajuda é necessária também porque melhoramos o aprendizado desses alunos, que ficam mais motivados.

A diretora da organização Parceiros da Educação RJ, Paula Vianna, classificou a iniciativa como excelente:

– Apoiamos atualmente 24 escolas municipais no Rio na parte pedagógica e de gestão. A ideia é captar para essas escolas obras de infraestrutura. Quando se abraça uma escola, você quer que ela sempre seja a melhor.

Fonte: prefeitura.rio

 

Senado aprova suspensão no aumento de preço de medicamentos em 2021

 

O Senado aprovou projeto de lei (PL) que suspende o aumento de preço de medicamentos em 2021. O texto também determina a reversão de reajustes já aplicados em medicamentos este ano, havendo, inclusive, a restituição de pagamento já realizado. O projeto, aprovado por 58 votos a favor e 6 contra, segue para a Câmara dos Deputados.

Para o autor do projeto, Lasier Martins (Podemos-RS), o projeto é uma forma de diminuir a pressão sobre o orçamento das famílias que estão enfrentando o coronavírus e, também, daquelas com doentes que demandam uso contínuo de medicamentos. Lasier ressalta ainda que o cenário é de “recrudescimento da pandemia, inclusive com o surgimento de novas cepas virais”.

Os medicamentos disponíveis no Brasil têm seus preços controlados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). Uma vez por ano, a Cmed fixa o teto de preços permitidos para a venda de medicamentos, mas esse controle não alcança todos os remédios. Determinadas classes terapêuticas de medicamentos isentos de prescrição, por exemplo, ficam de fora.

O relator, Eduardo Braga (MDB-AM), explicou que o projeto não “congela” preços, apenas impede o reajuste do teto pela Cmed. “Não se trata de congelamento de preços, trata-se de suspensão de qualquer reajuste no teto estabelecido pela Cmed tanto para preços de fabricantes quanto para preços a varejo, para o consumidor. Portanto, fazendo justiça a milhões de brasileiros que estão necessitando de acesso à compra de medicamentos.”

Apesar de não ter sido aprovado por unanimidade, o projeto teve vários apoios. Um deles foi de Kátia Abreu (PP-TO). A senadora rechaçou uma suposta quebra do preceito de livre mercado com o projeto. “Eu também sou a favor do livre mercado. Acontece que o livre mercado é uma tese importante para baratear produtos. Significa muita gente produzindo tudo, com grande concorrência, e os preços caindo. Agora, falar em livre mercado diante de um belo cartel não é democrático. É um grande cartel, onde os donos dessas fabricantes internacionais sempre foram muito grandes e ricos.”

PL prevê novo auxílio de R$ 500, mas com tributação de dividendos

O deputado federal André Janones (Avante-MG) criou um projeto de Lei 527/21 que visa conceder o auxílio emergencial de R$ 500 mensais até 31 de dezembro deste ano. Entretanto, para tornar possível o pagamento do benefício, o texto prevê a cobrança do imposto de renda sobre os dividendos, entre outras medidas. As informações são da Agência Câmara.

De acordo com a proposta, que segue em análise na Câmara dos Deputados, o recebimento dos repasses seria limitado a dois integrantes do núcleo familiar e a mãe chefe de família terá direito a duas cotas. Pela proposta, poderá receber o auxílio quem se enquadrar nos seguintes critérios:

  • Ser maior de 18 anos de idade;
  • Não ter emprego formal ativo;
  • Não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou seguro-desemprego; e
  • Não ter recebido no ano anterior rendimentos tributáveis abaixo da faixa de isenção.

Além disso, os inscritos em um programa de transferência de renda federal serão transferidos automaticamente para o novo auxílio emergencial, mantendo o benefício de maior valor, se for o caso.

Dividendos

Para financiar a nova rodada de benefícios, o PL indica que os lucros ou dividendos pagos ou creditados por pessoas jurídicas ficarão sujeitos à incidência do Imposto de Renda. Eles também fariam parte da base de cálculo dos rendimentos daqueles que têm residência no Brasil ou no exterior.

Além disso, a proposta tem outras fontes de receita para custear o novo auxílio emergencial, são elas: metade dos lucros do Banco Central (BC) nas operações cambiais, a arrecadação obtida com contribuições sociais PIS e Cofins sobre itens de luxo, como filé-mignon, picanha, bacalhau e caviar, e 10% das atuais renúncias fiscais concedidas pelo governo federal

Segundo Janones, o autor da proposta, o auxílio emergencial beneficiou cerca de 55 milhões de brasileiros e precisa ser recriado. “A tributação sobre dividendos poderá render R$ 59,8 bilhões nos cálculos da Unafisco, a associação dos auditores da Receita Federal. Já o corte de 10% nas renúncias fiscais representará pelo menos R$ 33 bilhões neste ano”, diz.

A agência informou que o projeto tramita na câmara em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.