West Shopping promove Feira Pet neste sábado com cães e gatos resgatados em busca de um novo lar

O próximo sábado, dia 22 de agosto, será uma oportunidade especial para quem deseja aumentar a família com a chegada de um novo companheiro de quatro patas. O West Shopping, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, promove a segunda edição de agosto da Feira Pet, iniciativa realizada em parceria com a Associação Casa Diolanda.

O evento será realizado das 14h às 18h, no primeiro piso do shopping, próximo à loja Claro. A entrada é gratuita e o público poderá conhecer cães e gatos resgatados que aguardam uma oportunidade para encontrar um lar definitivo.

Os animais participantes da feira estão disponíveis para adoção responsável, são vacinados e recebem acompanhamento da organização não governamental parceira. Além de possibilitar o encontro entre os pets e possíveis tutores, a ação pretende chamar a atenção para a importância da adoção consciente e dos cuidados necessários durante toda a vida do animal.

A Feira Pet também permite que os visitantes conheçam um pouco mais sobre as histórias dos animais acolhidos pela Associação Casa Diolanda. Muitos deles passaram por situações de abandono e necessitam de uma família que possa oferecer carinho, segurança, alimentação adequada e acompanhamento veterinário.

Quem não puder adotar também poderá contribuir com a causa. Durante o evento, serão recebidas doações de ração, coleiras, brinquedos, potes para alimentação e outros materiais utilizados no atendimento aos animais assistidos pela instituição.

A Associação Casa Diolanda atua na Zona Oeste do Rio de Janeiro e atualmente acolhe cerca de 200 cães e gatos resgatados. O trabalho da entidade inclui oferecer alimentação, abrigo e cuidados veterinários aos animais enquanto eles aguardam por uma família definitiva.

A proposta da feira é justamente aproximar esses animais de pessoas interessadas em adotar e mostrar que a chegada de um pet pode representar uma transformação para os dois lados. Para quem adota, nasce uma nova amizade e uma companhia para a vida. Para o animal, surge a possibilidade de deixar para trás uma história de abandono e começar uma nova etapa.

Quem estiver pensando em adotar poderá aproveitar a visita ao shopping para conhecer os animais e conversar com os responsáveis pela iniciativa sobre o processo de adoção responsável.

SERVIÇO

Feira Pet – West Shopping
📅 Data: 22 de agosto, sábado
⏰ Horário: das 14h às 18h
📍 Local: 1º piso, próximo à loja Claro
🎟️ Evento gratuito

O West Shopping fica na Estrada do Mendanha, 555, em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Informações pelo telefone (21) 3514-1040.

PAI TEM 70% DO CORPO QUEIMADO AO SALVAR A FILHA DE INCÊNDIO NA ZONA OESTE DO RIO

 

Um homem de 30 anos ficou gravemente ferido após enfrentar um incêndio dentro da própria casa para salvar as filhas, na madrugada desta quinta-feira (20), na Rua Cristalina, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Cleiton Carlos da Silva teve cerca de 70% do corpo queimado e permanece internado em estado grave.

O incêndio começou por volta das 3h30, enquanto Cleiton dormia com a filha mais nova, de 8 anos. De acordo com a esposa dele, Érica, as chamas começaram no quarto das meninas. Ao perceberem o fogo e a fumaça, Cleiton conseguiu retirar a criança do imóvel.

Mesmo após conseguir salvar a filha, o homem voltou para dentro da residência para verificar se a outra filha também estava no local. A jovem, de 18 anos, entretanto, estava dormindo na casa da avó. Durante a tentativa de retornar ao imóvel, parte do telhado desabou sobre Cleiton, deixando o homem preso em meio às chamas.

A gente acordou com aquela fumaça. Quando saímos, a casa já estava toda pegando fogo”, relatou Érica.

A mulher e a filha de 8 anos conseguiram escapar sem ferimentos. Cleiton foi retirado do imóvel pelos bombeiros e recebeu os primeiros atendimentos antes de ser encaminhado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer. Posteriormente, segundo familiares, ele foi transferido para o Hospital Municipal Pedro II, onde permanece internado, entubado e em estado grave.

O incêndio destruiu completamente a residência. Com as chamas, a família perdeu praticamente todos os seus bens e, neste momento, está abrigada na casa da mãe de Érica, também em Realengo.

Nas redes sociais, amigos e familiares estão se mobilizando para tentar ajudar a família, que ficou sem os pertences e precisa reconstruir a vida após a tragédia.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada por volta das 4h para atender a uma ocorrência de incêndio seguida pelo desabamento do telhado de um imóvel. As circunstâncias que provocaram o início das chamas ainda são desconhecidas e deverão ser investigadas.

O caso provocou comoção entre moradores da região, principalmente pela atitude de Cleiton, que, mesmo diante do perigo, retornou para dentro da residência preocupado com a possibilidade de outra filha estar presa no imóvel. O homem acabou gravemente ferido durante a tentativa de verificar se havia alguém no local.

Enquanto Cleiton luta pela vida no hospital, familiares enfrentam as consequências do incêndio e buscam apoio para recomeçar após perderem a casa e os bens.

 

Confissão chocante: Mulher é presa após confessar morte de idoso dentro de casa no Rio

 

Um idoso identificado como Edson Alves Pinto, de aproximadamente 74 anos, foi morto dentro da própria residência, na madrugada de terça-feira (18), na Penha Circular, Zona Norte do Rio de Janeiro. O crime aconteceu na Rua Albertino Araújo e mobilizou agentes da Polícia Civil, que iniciaram uma investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.

Durante as diligências, uma mulher identificada como Michele da Costa Soares foi presa em flagrante. Segundo informações da Polícia Civil, ela foi localizada por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) em sua residência, no bairro de Olaria.

Ainda de acordo com as investigações, Michele teria confessado aos policiais que participou do crime. Durante o depoimento, ela também teria apontado a participação do companheiro, Thiago Gomes do Nascimento Franco, nas circunstâncias que resultaram na morte do idoso.

A polícia apreendeu uma faca que teria sido utilizada no homicídio. O objeto foi encaminhado para os procedimentos de investigação e deverá passar por análise pericial, que poderá ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e reunir novas evidências para o inquérito.

A prisão da suspeita ocorreu após o trabalho de investigação realizado pelos agentes da DHC, que buscaram identificar os envolvidos e entender o que aconteceu dentro da residência onde Edson foi encontrado morto.

As circunstâncias exatas que levaram ao homicídio ainda estão sendo apuradas. A Polícia Civil deverá ouvir testemunhas, analisar provas e realizar os exames periciais necessários para reconstruir os momentos que antecederam a morte do idoso.

A eventual participação de Thiago Gomes do Nascimento Franco também é alvo da investigação. As informações apresentadas pela mulher serão confrontadas com outros elementos reunidos pelos investigadores antes da conclusão do inquérito.

O caso permanece sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, que continua realizando diligências para esclarecer todos os detalhes do crime.

A morte de Edson Alves Pinto causou preocupação entre moradores da região, especialmente por ter ocorrido dentro de uma residência durante a madrugada. A polícia agora trabalha para determinar a motivação do homicídio e estabelecer com precisão a responsabilidade de cada pessoa envolvida.

Até o momento, as informações divulgadas oficialmente indicam que Michele foi presa e que a faca apontada como utilizada no crime foi apreendida. As investigações seguem em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço do caso.

324 AGÊNCIAS FECHADAS: BRADESCO REDUZ REDE FÍSICA MESMO COM FORTE ALTA NOS LUCROS

 

O Bradesco está promovendo uma profunda transformação em sua estrutura de atendimento, com o fechamento de centenas de agências e pontos físicos mesmo diante de um cenário de forte desempenho financeiro. Nos 12 meses encerrados em junho de 2026, o banco fechou 324 agências, segundo levantamento divulgado pelo movimento sindical.

O número chama atenção principalmente porque ocorre em um período no qual a instituição financeira apresentou resultados bilionários. Somente no primeiro semestre de 2026, o Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 13,861 bilhões, crescimento de 16,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Apesar do resultado positivo, a estratégia adotada pelo banco aponta para uma redução gradual de sua estrutura física. No início de 2026, o Bradesco havia indicado que pretendia fechar entre 600 e 700 agências e pontos de atendimento ao longo do ano.

A medida faz parte de um processo de adaptação ao crescimento dos serviços bancários digitais. Com cada vez mais clientes utilizando aplicativos, internet banking e outros canais eletrônicos para realizar pagamentos, transferências, investimentos e demais operações, a presença física das agências vem sendo considerada menos necessária pelo setor.

O Bradesco afirma que aproximadamente 98% das operações realizadas por seus clientes já acontecem por canais digitais. A mudança no comportamento dos consumidores ajuda a explicar por que os grandes bancos brasileiros vêm reduzindo suas redes tradicionais enquanto ampliam investimentos em tecnologia.

Entretanto, a redução da estrutura também provoca preocupação entre trabalhadores e entidades sindicais. O fechamento de agências costuma vir acompanhado de mudanças no quadro de funcionários e pode afetar trabalhadores que dependem dessas unidades para suas atividades profissionais.

A situação evidencia uma transformação que já ocorre há alguns anos no sistema bancário brasileiro. De um lado, os bancos apresentam lucros expressivos e ampliam investimentos em tecnologia. De outro, reduzem progressivamente o número de agências, priorizando modelos de atendimento remoto e digital.

Para os clientes, a mudança pode representar maior rapidez e praticidade em operações simples. Por outro lado, pessoas que ainda dependem do atendimento presencial podem encontrar dificuldades com a diminuição das unidades físicas, principalmente em regiões onde uma agência representa um dos principais pontos de acesso aos serviços bancários.

Assim, a informação de que o Bradesco fechou 324 agências é verdadeira, mas é importante destacar que o número corresponde ao período de 12 meses encerrado em junho de 2026, e não necessariamente a um anúncio único feito recentemente.

O cenário mostra que lucro recorde e redução da estrutura física podem caminhar simultaneamente. Enquanto os resultados financeiros crescem, o banco acelera sua transformação digital e redesenha sua presença nas cidades brasileiras.

MAIS DE 200 DETENTOS NÃO VOLTAM DA SAÍDA TEMPORÁRIA E VIRAM FORAGIDOS NO RIO

 

Mais de 200 detentos do regime semiaberto não retornaram aos presídios do Estado do Rio de Janeiro após receberem autorização para a saída temporária do Dia dos Pais. O prazo estabelecido pela Justiça terminou na última quinta-feira (13), mas centenas de internos não voltaram às unidades onde cumpriam pena e passaram a ser considerados foragidos.

Os detentos haviam sido liberados de nove unidades prisionais do estado dentro das regras previstas para a saída temporária. O benefício permite que presos do regime semiaberto, desde que atendam aos requisitos legais, deixem temporariamente o sistema prisional em datas específicas, como ocasiões comemorativas.

Com o encerramento do prazo, as unidades prisionais comunicaram os casos de não retorno às autoridades responsáveis. A partir dessas informações, são adotadas as medidas necessárias para a localização dos detentos e para a expedição dos respectivos mandados de prisão, conforme determinação judicial.

Equipes da Divisão de Busca e Recaptura já iniciaram operações para localizar os presos que não retornaram. As ações podem ocorrer em diferentes pontos do estado e contam com levantamentos de informações, cruzamento de dados e diligências destinadas a identificar os possíveis locais onde os foragidos estejam escondidos.

A situação também pode provocar consequências para os próprios detentos. Quando recapturados, eles podem perder o direito a novas saídas temporárias e ficar sujeitos a medidas mais rigorosas durante o cumprimento da pena. Entre as consequências previstas está a possibilidade de transferência para o regime fechado, dependendo da análise de cada caso e das decisões da Justiça.

O número elevado de presos que não retornaram chama atenção para os desafios enfrentados pelo sistema penitenciário na fiscalização do benefício. A saída temporária é concedida dentro de critérios estabelecidos pela legislação e pela Justiça, mas o descumprimento das condições impostas pode gerar novas medidas judiciais e alterar a situação do condenado.

As autoridades agora concentram esforços na recaptura dos detentos. A expectativa é que novas informações sobre prisões sejam divulgadas à medida que as equipes avancem nas buscas.

A não apresentação no prazo determinado não significa apenas o encerramento do benefício concedido para a data comemorativa. O descumprimento pode representar uma mudança significativa na rotina prisional do condenado, além de provocar a adoção de procedimentos para garantir seu retorno ao sistema penitenciário.

Enquanto as buscas continuam, a população deve permanecer atenta às orientações das autoridades e evitar qualquer tentativa de abordagem ou confronto caso identifique alguém suspeito. Informações relevantes devem ser encaminhadas aos órgãos de segurança, que são responsáveis pela localização e recaptura dos foragidos.

O caso reforça a dimensão das consequências quando as regras impostas pela Justiça não são cumpridas. Para os mais de 200 detentos que não retornaram, a saída temporária terminou de forma diferente do previsto: em vez de voltarem às unidades prisionais, passaram a ser procurados pelas forças de segurança do Rio de Janeiro. As buscas devem continuar nos próximos dias, enquanto as autoridades tentam localizar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias de cada não retorno individualmente.

DECISÃO HISTÓRICA: STF ESTENDE MEDIDAS PROTETIVAS DA MARIA DA PENHA PARA CASOS FORA DE RELAÇÕES FAMILIARES

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ampliar o alcance da Lei Maria da Penha e permitir a aplicação de medidas protetivas de urgência em casos de violência contra a mulher baseados em gênero, mesmo quando não existe vínculo doméstico, familiar ou relação íntima de afeto entre a vítima e o agressor.

A decisão representa uma mudança importante na interpretação da legislação e reforça a possibilidade de proteção imediata para mulheres que estejam em situação de risco. O entendimento foi firmado pelo Supremo em julgamento realizado nesta quarta-feira (19).

O caso analisado pela Corte envolvia uma mulher que teria sido ameaçada por um vizinho. Como não havia entre os dois uma relação familiar, doméstica ou afetiva, a Justiça de Minas Gerais havia entendido que a Lei Maria da Penha não poderia ser aplicada ao episódio.

O STF, porém, adotou entendimento diferente. Para os ministros, a proteção prevista pela legislação não deve ficar restrita exclusivamente a situações ocorridas dentro de relacionamentos ou no ambiente familiar. O fator determinante é a existência de violência contra a mulher motivada por razões relacionadas ao gênero.

Com a decisão, medidas protetivas poderão ser determinadas em situações nas quais a mulher esteja sofrendo ameaças, perseguição, assédio ou outras formas de violência de gênero, ainda que o autor seja uma pessoa sem qualquer vínculo familiar ou afetivo com a vítima.

Na prática, a medida amplia a possibilidade de atuação do Judiciário diante de situações consideradas de risco. Dependendo das circunstâncias do caso, uma medida protetiva pode estabelecer restrições ao agressor para impedir aproximação, contato ou outras condutas que possam colocar a vítima em perigo.

Apesar da amplitude do novo entendimento, a decisão não significa que qualquer discussão ou conflito envolvendo uma mulher passará automaticamente a ser enquadrado na Lei Maria da Penha. É necessário que sejam identificados elementos que indiquem violência baseada no gênero e uma situação que justifique a adoção da proteção judicial.

A decisão do STF também reforça uma interpretação segundo a qual a finalidade principal da Lei Maria da Penha é garantir proteção efetiva às mulheres diante de situações de violência e vulnerabilidade.

O julgamento ganhou repercussão justamente por ampliar a compreensão sobre quem pode estar sujeito às medidas protetivas. Antes, a ausência de vínculo doméstico, familiar ou afetivo poderia impedir a aplicação da legislação em determinadas situações.

Agora, o Supremo estabelece que a inexistência desse vínculo, por si só, não impede a adoção das medidas quando houver violência de gênero.

A decisão passa a ser um importante precedente para casos semelhantes e poderá influenciar julgamentos futuros em todo o país, fortalecendo os mecanismos de proteção destinados às mulheres em situação de violência.

ALERTA NOS BANCOS! AGÊNCIAS PODEM FECHAR NESTA QUINTA-FEIRA EM PARALISAÇÃO NACIONAL

 

Bancários de todo o país aprovaram uma paralisação de 24 horas para esta quinta-feira (20/08), em meio às negociações da Campanha Nacional Unificada da categoria. A mobilização poderá provocar mudanças no atendimento presencial das agências, dependendo da adesão dos trabalhadores em cada região.

A paralisação ocorre durante uma fase importante das negociações entre representantes dos bancários e instituições financeiras. Entre as principais reivindicações apresentadas pela categoria estão o reajuste salarial, a conquista de aumento real, a valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a atualização dos valores pagos nos auxílios alimentação e refeição.

A mobilização tem como objetivo pressionar os bancos nas negociações e reforçar as demandas dos trabalhadores por melhores condições financeiras e benefícios. A adesão, porém, pode variar de uma cidade para outra, o que significa que nem todas as agências necessariamente terão o funcionamento afetado da mesma maneira.

Para os clientes, uma das principais dúvidas é sobre a possibilidade de realizar operações bancárias durante a paralisação. A expectativa é que os canais digitais continuem funcionando normalmente. Aplicativos e sites dos bancos, além do Pix e de outros serviços eletrônicos, devem permanecer disponíveis para os usuários.

Os caixas eletrônicos também poderão ser utilizados para diversas operações, embora a disponibilidade de determinados serviços possa depender do equipamento e da instituição financeira. Dessa forma, clientes que precisarem movimentar dinheiro ou realizar pagamentos podem recorrer aos canais digitais e eletrônicos como alternativa ao atendimento presencial.

O impacto mais direto da paralisação deve ocorrer nas agências físicas. Dependendo da adesão dos funcionários, o atendimento presencial poderá ser reduzido ou até mesmo interrompido durante o período de mobilização.

Quem possui contas, boletos ou outros compromissos financeiros com vencimento nesta quinta-feira deve ficar atento. A recomendação é que os pagamentos sejam realizados normalmente pelos canais disponíveis, como aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e outros meios oferecidos pelas instituições.

A paralisação de 24 horas representa mais um momento de pressão nas negociações da categoria. Para os clientes, a orientação é se antecipar quando possível e priorizar os canais digitais, evitando deixar pagamentos e operações importantes para a última hora.

Mesmo com a mobilização, serviços eletrônicos considerados essenciais para a rotina financeira devem continuar sendo utilizados. O funcionamento presencial, entretanto, dependerá da adesão dos bancários em cada localidade.

 

 

RACHA NA CAMPANHA! Ex-advogado rompe com Garotinho e questiona sua candidatura ao Governo do Rio

 

A candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao Governo do Rio ganhou um novo e inesperado capítulo no cenário eleitoral fluminense. Desta vez, a ofensiva partiu de Victor Travancas, advogado que até recentemente integrava a defesa jurídica do ex-governador e que decidiu romper com o político e renunciar aos mandatos em que o representava.

Após o rompimento, Travancas protocolou no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) uma notícia de inelegibilidade contra Garotinho. No documento, segundo as informações apresentadas, o advogado sustenta que o ex-governador estaria com os direitos políticos suspensos e questiona a possibilidade de sua candidatura ao Palácio Guanabara.

Travancas também teria feito acusações contundentes contra o antigo cliente, alegando que Garotinho estaria agindo de “má-fé” e tentando “burlar o sistema”, numa estratégia que, segundo ele, poderia provocar confusão tanto na Justiça quanto entre os eleitores.

A iniciativa chama atenção justamente pela origem. Não se trata apenas de uma contestação apresentada por um adversário político ou por alguém historicamente contrário a Garotinho. O autor da medida foi, até pouco tempo atrás, integrante da equipe jurídica responsável por defender o ex-governador em suas disputas judiciais.

O episódio ocorre em meio a novas dúvidas sobre a situação jurídica do candidato. Uma certidão atualizada do Cadastro Nacional de Condenações por Improbidade Administrativa e Inelegibilidade, mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), teria confirmado a existência de registro de condenação com sanção ativa em nome de Garotinho.

A própria certidão, contudo, ressalva que a existência de uma condenação ou sanção registrada não significa, por si só, que a inelegibilidade esteja automaticamente configurada. A análise sobre a possibilidade de candidatura cabe à Justiça Eleitoral, que deverá avaliar as circunstâncias jurídicas do caso e aplicar a legislação eleitoral pertinente.

Com isso, o futuro da candidatura passa a depender também da tramitação dos questionamentos apresentados à Justiça. A notícia de inelegibilidade protocolada por Travancas deverá ser analisada pelas autoridades competentes, enquanto a defesa de Garotinho poderá apresentar seus argumentos e contestar os pontos levantados.

O novo capítulo aumenta a pressão sobre uma candidatura que já vinha enfrentando mudanças e turbulências políticas. Depois de sucessivas trocas de vice, rompimentos e agora uma contestação apresentada por seu ex-advogado, Garotinho volta ao centro de uma disputa jurídica que pode ter consequências importantes para sua campanha.

A questão central, neste momento, permanece nas mãos da Justiça Eleitoral: Garotinho poderá manter sua candidatura e chegar às urnas, ou os questionamentos jurídicos poderão alterar o rumo da disputa pelo Governo do Rio?

Candidata do PL aparece em registros do Bolsa Família e Gás do Povo

 

 

Uma candidata do PL que ganhou notoriedade nas redes sociais por criticar programas de assistência do governo federal aparece no Portal da Transparência como beneficiária de programas que ela própria já questionou publicamente. O caso envolvendo Sophia Barclay, candidata a deputada federal por São Paulo, provocou repercussão nas redes sociais nesta quarta-feira (19).

Segundo dados citados pelo UOL, Barclay aparece em registros oficiais como beneficiária de diferentes programas federais desde 2018. Ao todo, os pagamentos vinculados ao seu nome somam R$ 27.024,23, considerando Bolsa Família, Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil e Gás do Povo.

Entre os registros mais recentes estão um pagamento de R$ 600 referente ao Bolsa Família, em junho de 2026, e outro de R$ 100,23 relacionado ao Gás do Povo. Os dados também indicam que a candidata começou a receber Bolsa Família em maio de 2018, quando vivia no Rio de Janeiro.

A situação chamou atenção principalmente por causa das declarações feitas por Sophia nas redes sociais. Em publicações, ela já criticou o Bolsa Família e questionou a política de distribuição de auxílio para compra de gás de cozinha. Em uma manifestação, chegou a comparar o apoio ao programa social com uma situação de dependência financeira. Também afirmou que existem pessoas que, segundo sua avaliação, se aproveitam dos benefícios sem realmente precisar deles.

A candidata, porém, apresentou uma explicação para os registros. Em entrevista ao UOL, afirmou que passou por um período de vulnerabilidade depois de ser expulsa de casa e que, naquele momento, precisou de ajuda financeira. Segundo ela, posteriormente conseguiu se reerguer, abriu uma empresa e passou a trabalhar como influenciadora digital.

Sophia também contestou a interpretação dos registros mais recentes. De acordo com seu relato, ela teria permanecido vinculada ao Cadastro Único de familiares com quem morou depois de deixar a própria casa. Segundo a candidata, essas pessoas continuaram recebendo benefícios e ela permaneceu registrada no mesmo núcleo familiar, fazendo com que seu nome aparecesse no Portal da Transparência como beneficiárias

Ela afirmou ainda que não estaria recebendo diretamente os valores mais recentes e classificou a situação como um possível problema cadastral. A candidata disse que procurou familiares para entender por que ainda aparecia vinculada ao cadastro.

O episódio reacendeu o debate sobre a fiscalização dos programas sociais e também sobre a coerência entre discursos políticos e situações pessoais. Apesar da repercussão, não há, até o momento, confirmação de que Sophia tenha cometido fraude ou recebido os benefícios de maneira ilegal.

Assim, o fato comprovado pelos registros é que o nome da candidata aparece relacionado aos programas. Já a explicação sobre a origem dos pagamentos e a permanência de seu cadastro é contestada pela própria candidata, que afirma não ter recebido diretamente parte dos valores recentes.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome foi questionado sobre o caso e, segundo o UOL, ainda não havia apresentado esclarecimento definitivo até a publicação da reportagem. Caso deverá continuar provocando forte debate político.

 

STF torna réus Bacellar, TH Joias e outros investigados por suposto vazamento de informações da PF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, receber a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, o ex-deputado TH Joias e outros investigados por um suposto esquema de vazamento de informações sigilosas da Polícia Federal.

Com a decisão, os denunciados passam à condição de réus e deverão responder ao processo pelas acusações apresentadas pela PGR. Segundo o Ministério Público Federal, a divulgação de dados confidenciais teria favorecido integrantes do crime organizado e prejudicado ações de investigação e combate ao tráfico de drogas.

Rodrigo Bacellar é acusado de obstruir investigações e de ter participado do vazamento de informações relacionadas a uma operação policial que envolvia o ex-deputado TH Joias e integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV). A denúncia sustenta que informações que deveriam permanecer sob sigilo teriam chegado aos alvos das investigações, comprometendo o trabalho das autoridades.

O caso está sendo analisado pelo plenário virtual do STF. A votação foi aberta após o ministro Alexandre de Moraes negar um pedido apresentado pelas defesas para que o julgamento fosse realizado de forma presencial. O prazo para os demais ministros apresentarem seus votos termina em 21 de agosto.

Moraes foi o primeiro a votar pelo recebimento da denúncia e foi acompanhado pelos ministros Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Como o julgamento ocorre de forma virtual, os ministros não realizam debates em tempo real. Cada integrante do colegiado registra seu voto no sistema eletrônico da Corte.

O julgamento ainda pode sofrer alterações caso algum ministro apresente pedido de vista, instrumento utilizado para obter mais tempo para analisar o processo. Nesse cenário, a análise fica suspensa temporariamente. Também existe a possibilidade de pedido de destaque, que pode levar o caso para julgamento no plenário físico.

A decisão de receber a denúncia não significa, por si só, que os acusados foram considerados culpados. A partir dessa etapa, o processo criminal terá prosseguimento, com produção de provas, manifestação das partes e análise das acusações ao longo da tramitação.

O caso chama atenção pela suspeita de que informações obtidas durante ações de investigação teriam sido repassadas a pessoas que eram alvo das autoridades. Para a PGR, a suposta prática teria causado prejuízos às operações contra organizações criminosas e ao combate ao tráfico de drogas.

Agora, o processo seguirá no Supremo Tribunal Federal, onde as acusações serão analisadas durante a instrução da ação penal. Os réus terão direito à ampla defesa e ao contraditório ao longo de todo o procedimento judicial.