O goleiro Hugo Souza, do Flamengo, teria promovido uma festa clandestina, o que provocou o término de seu noivado. De acordo com o jornal Extra, o atual reserva convidou amigos e mulheres para um evento privado, um dia depois de ser campeão da Supercopa do Brasil, em Brasília.
Conforme informações do jornal, Hugo alugou uma casa em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e deu a festa chamada como “Resenha do Neca”, em referência ao apelido dele, Neneca. O evento com aglomeração teria virado a madrugada.
A noiva, a farmacêutica Nathassia Brito, soube da festa clandestina e ainda teira descoberto uma traição do goleiro. Por conta disso, encerrou o noivado pela segunda vez – em 2020 eles também tinham terminado. Agora, Nath deletou todas as fotos com o goleiro e deixou de segui-lo nas redes sociais.
Além de amigos, entre eles o zagueiro Matheus Tuller e o lateral Matheuzinho, teriam participado da festa o jogador do Vasco, Talles Magno, e cantores. O evento, curiosamente, ocorreu três dias antes de Flamengo e Vasco se enfrentarem pelo Campeonato Carioca.
No último sábado, 17, o tatuador Nicolás Jaime, de 22 anos foi acusado de disparar 11 tiros contra outro jovem, Damián Di Bella, de 23, após este ter curtido a foto de sua namorada. O crime ocorreu na cidade de Merlo, na Argentina, segundo informações do jornal La Nación.
Conforme repercutido pelo UOL, Damián dirigia seu carro pelas ruas da cidade quando foi surpreendido pelo atirador por volta das 22h30. Nicolás estava em uma moto e teria disparado seis vezes antes que a vítima fugisse do local e ele começasse a persegui-la.
O agressor atirou mais cinco vezes durante a perseguição, de modo que uma das balas atingiu o pescoço do jovem, que acabou perdendo o controle e batendo o veículo em uma residência.
A acusação
Enquanto recebia atendimento da equipe de ambulância, Damián conseguiu descrever as características do criminoso, explicando que se tratava do namorado de uma vizinha.
Conforme informou a polícia, o jovem baleado teria trocado mensagens com a namorada de Jaime, que pensou que ela iria se encontrar com Di Bella. O atirador fugiu, porém foi apreendido na última quarta-feira, 21.
Durante o fim de semana, Damián teve de passar por uma cirurgia para retirar a bala alojada em seu pescoço. Ele ainda segue internado na unidade de terapia intensiva (UT
Que os aplicativos já fazem parte do mercado dos transportes não é novidade para ninguém. No entanto, um novo App vem chamando a atenção no Rio de Janeiro, sobretudo na Zona Oeste da cidade. O Moto e Táxi, como o nome sugere, leva passageiros e faz entregas com motocicletas.
“Nós somos o aplicativo de mobilidade urbana que chegou para revolucionar o mercado de entrega e transporte por aplicativo em demanda”, informam os criadores do aplicativo.
De acordo com o site do Moto e Táxi, a zona oeste do Rio de janeiro tem o equivalente 3.700 mototáxis e apenas 7% são legalizados. A ideia do App é “tornar esses mototáxis não legalizado em mototáxis particulares por aplicativo”.
A maior atuação do Moto e Táxi é nos bairros de Sepetiba, Pedra de Guaratiba, Guaratiba, Santa Cruz, Paciência e Campo Grande. Entre os atrativos do aplicativo está um que é cobrir as ofertas da Uber e da 99.
“Eu já usei o aplicativo e achei ótimo. Tanto para me transportar quanto para entrega. Eu sempre usei mototáxi, agora, já chamo direto no aplicativo”, diz Vera Costa, moradora de Campo Grande.
Bruno Henrique, atacante do Flamengo faz sucesso dentro e fora dos campos. Para criminosos da Comunidade do Cavalão, em Icaraí, Zona Sul de Niterói, o atacante é a estrela que ilustra as embalagens de cocaína.
O material com o rosto do jogador foi apreendido nesta última quinta-feira, durante uma operação de policiais militares do 12°BPM (Niterói).
Na ação, um adolescente, de 17 anos, foi apreendido, e um jovem, de 18 anos, foi preso. Com eles a polícia encontrou 38 tabletes de maconha e 116 cápsulas de cocaína, além de um rádio transmissor.
Depois de 20 anos morando nas ruas do Rio, sendo os últimos oito dormindo ao relento nos bancos do Hospital Lourenço Jorge, José Ricardo Pereira, de 65 anos, mudou de vida recentemente. Acolhido por profissionais da Secretaria Municipal de Assistência Social, ele aceitou morar num abrigo em boas condições, o Espaço Taquara, que no último fim de semana passou a ter biblioteca e videoteca.
– Estava procurando um lugar onde eu pudesse me sentir em casa, rodeado de amigos – descreveu ele, que se sentiu protegido no novo habitat. – Aqui, os funcionários olham no olho da gente, sempre nos chamam com carinho e cuidado para fazer as refeições. Aqui encontrei uma verdadeira família! Mesmo quando alguém acorda mais ou menos, com algum problema, os funcionários sempre nos tratam com paciência e tudo se resolve da melhor forma possível.
O caso de José é um entre vários exemplos de vidas recuperadas pelas equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social. Nos três primeiros meses de 2021, o número de atendimentos a pessoas em situação vulnerável na cidade chegou a 265.719. A marca representa um recorde da pasta. Desse número, 229.978 atendimentos foram feitos pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS); um crescimento de 34% em relação ao total de serviços realizados no mesmo período do ano passado. Os CRAS trabalham preventivamente na garantia de direitos das famílias em situação de vulnerabilidade social.
Assistência Social acolheu em sua rede 2.936 pessoas em situação de rua – Fernando Maia/Prefeitura
Antes de se deitar em bancos do Hospital Lourenço Jorge, José Ricardo dormiu em calçadas da Avenida Presidente Vargas e em Copacabana, onde foi abordado pela primeira vez por equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social. – Nunca quis ir para abrigo, temia ficar preso – rememorou ele.
Carioca de nascimento, mudou-se para Minas Gerais depois de seu casamento. Lá, teve duas filhas, Jéssica e Joyce. Quando sua esposa faleceu (ele preferiu não falar o nome da esposa, pois “não se deve falar o nome dos mortos em vão”), José Ricardo voltou para o Rio de Janeiro para dar entrada na sua aposentadoria. Quando chegou à cidade, descobriu que o único bem que possuía, uma casa no centro de Nova Iguaçu, tinha sido vendida sem sua autorização. E não restou-lhe outra alternativa: passou a viver nas ruas.
José Ricardo sempre trabalhou com soldas e faz bicos na Barra da Tijuca, principalmente em bares da Olegário Maciel, onde é conhecido como “Seu Madruga”. Também fazia reparos no Hospital Lourenço Jorge, como conserto de bancos e portas. Pela maioria desses trabalhos, ele não é remunerado, mas conseguia doações de roupas, alimentos e também conquistou a confiança dos seguranças e prestadores de serviço do hospital, que sempre o ajudavam. O pouco dinheiro que sobra, manda para as filhas, e antes comprava sabonete e roupas íntimas.
Quando chegou ao Espaço Taquara, em 27 de março, José Ricardo estava passando mal. “Sou cardíaco e precisava de um atendimento médico. Eles me levaram em uma UPA e me atenderam na hora. Saí de lá com consulta marcada com cardiologista. Em todos esses 20 anos na rua, isso nunca tinha acontecido. Me senti especial”, declarou.
O acolhimento de José Ricardo foi realizado pela parceria do Espaço Taquara com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Daniela Perez. A diretora Cirenice de Souza Nascimento contou que José Ricardo fez questão de ir até o CREAS agradecer o trabalho das assistentes sociais que o encaminharam para o Espaço Taquara. E lembrou que ele chegou ao CREAS com um saco de lixo nas mãos, com seus poucos pertencentes, sem banho e com os cabelos e a barba desgrenhados e muito compridos.
Agora, José Ricardo está com roupas novas, já conseguiu tirar a segunda via de sua certidão de nascimento e também marcou data no DETRAN para retirar a segunda via do documento de identidade. Está aguardando, com ansiedade, para tomar a sua dose da vacina contra a covid-19 e, no dia 15 de maio, vai dar entrada na sua aposentadoria. “Eu tenho certeza que já deu tudo certo! Assim que eu me organizar aqui no Rio de Janeiro e a minha aposentadoria sair, vou voltar para Minas Gerais”.
José Ricardo se diz feliz com a nova vida – Fernando Maia/Prefeitura
Os CREAS cuidam das violações de direitos das populações vulneráveis, de idosos, crianças e adolescentes vítimas de violência, e de moradores em situação de rua. Enquanto os CRAS trabalham preventivamente na garantia de direitos das famílias em situação de vulnerabilidade social.
Como José Ricardo, entre 1º de janeiro e 31 de março de 2021, a Assistência Social acolheu em sua rede 2.936 pessoas em situação de rua, atendidas por abordagem social. O acolhimento só pode ser feito com consentimento do morador em situação de rua, de acordo com a legislação de defesa dos direitos humanos. Assim como José Ricardo, muitos moradores em situação de rua são atendidos várias vezes e nem sempre aceitam acolhida num abrigo.
– Nosso trabalho é melhorar as condições dos abrigos, é tornar visível essa população vulnerável da nossa sociedade, oferecendo-lhe melhores condições de vida – afirmou a secretária municipal de Assistência Social, Laura Carneiro.
A secretaria informou que, para melhorar a qualidade do atendimento, dois CRAS foram construídos, um está sendo erguido e dez passaram por reparos e/ou manutenção. Além disso, cinco Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) receberam melhorias.
A partir do dia 1° de junho, o tradicional pão francês (ou pão de sal) deverá ser comercializado apenas pelo peso e não mais por valor unitário.
O preço do quilo do produto deverá ser afixado próximo ao balcão de venda, em local de fácil visualização pelo consumidor, além de ser grafado com dígitos de pelo menos 5 centímetros de altura.
As determinações sobre como o produto deve ser comercializado constam de uma portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicada hoje (23), no Diário Oficial da União.
A portaria acrescenta que a balança a ser utilizada deve ter, como característica, um medidor com divisão igual ou menor a cinco gramas, além da indicação de peso e preço a pagar.
O Ministério da Saúde anunciou hoje (22) que enviará a estados e municípios 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 no mês de maio. Serão distribuídas inicialmente 500 mil doses no início do mês para a primeira dose. Uma semana depois, será encaminhada nova remessa com mais 500 mil doses.
Semana passada, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, divulgou que a Pfizer vai adiantar a entrega de 2 milhões de doses do imunizante para o Brasil no primeiro semestre. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega de 100 milhões de doses até o final de 2021. Segundo Queiroga, estão garantidas 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho.
A orientação do Ministério da Saúde é que as secretarias estaduais de saúde priorizem cidades com câmaras refrigeradas. Isso porque a vacina da Pfizer/BioNTech demanda temperaturas especiais de armazenamento.
Em condições normais, ela deve ser guardada em um ambiente de -90º à -60º. A Anvisa permitiu uma flexibilização desse patamar, autorizando de – 25º à -15º. Contudo, essa condição só pode ocorrer por até 14 dias.
Uma vez retiradas dos refrigeradores e colocadas na rede de frio nacional, cuja conservação é de temperaturas de 2 graus Celsius a 8 graus Celsius, as equipes de saúde têm até cinco dias para fazer a aplicação sem risco de prejudicar a eficácia do imunizante.
A cidade do Rio de Janeiro liberou a permanência nas praias a partir de segunda-feira (26), durante os dias úteis da semana. Também foi liberado, nesses mesmos dias, o comércio nas areias das praias. As medidas fazem parte de um decreto publicado hoje (23) no Diário Oficial do Município. As medidas integram as ações voltadas para o combate à covid-19 e visam evitar aglomerações.
Tanto o comércio quanto a permanência na areia das praias continuam proibidos aos sábados, domingos e feriados.
Outra medida de flexibilização adotada pela prefeitura foi a permissão para que bares, restaurantes e lanchonetes funcionem até as 22h a partir de amanhã (24).
Comércios e serviços não essenciais, incluídos os localizados em shopping centers, também poderão funcionar até as 22h, a partir de amanhã, desde que só atendam a 40% de sua capacidade se localizados em ambiente aberto e 60% se estiverem em locais fechados.
Também passam a funcionar com essas regras os estabelecimentos culturais e de lazer (como museus, bibliotecas e parques de diversões), com exceção de boates, danceterias e casas de espetáculo, que continuam impedidos de funcionar.
A permanência das pessoas nas ruas também continua proibida das 23h às 5h. As medidas valem até 3 de maio.
O PIX vai permitir a movimentação do auxílio emergencial, serviços de cobrança e o agendamento de pagamentos em um sistema semelhante ao dos boletos.
As mudanças na regulamentação foram anunciadas pelo Banco Central e serão incorporadas gradualmente entre o fim de abril e o mês de setembro.
Não será permitida, no entanto, a transferência dos recursos do auxílio emergencial via pix para outra conta de mesma titularidade. Segundo o Banco Central, essa regra foi instituída para proteger os usuários e evitar que os recursos do benefício possam sofrer descontos ou compensações que implicariam na redução do valor do auxílio.
IGREJA DE PAI DE DEPUTADO QUE PROPÔS ANISTIA, DEVE MAIS DE R$ 162 MILHÕES
A Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada pelo missionário Romildo Soares, conhecido por R.R. Soares, possui débitos inscritos na dívida ativa da União no valor de R$ 162 milhões, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. As informações são do UOL.
R.R. Soares é pai do deputado federal David Soares (DEM-SP), autor da emenda que permitiu um perdão bilionário em impostos para entidades religiosas. Segundo o UOL, durante a negociação para perdoar dívidas das igrejas e templos, o parlamentar teve uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que articulou a anistia e depois acabou vetando a medida a contragosto, mas estimulou que o Congresso derrubasse o veto, como foi feito.
Ainda de acordo com o UOL, que teve acesso a informações obtidas pela Lei de Acesso à Informação (LAI), do valor inscrito em dívida ativa no nome da Igreja Internacional da Graça, cerca de R$ 16 milhões se referem à Contribuição Social Sobre Lucro Líquido.
As planilhas do órgão indicam que os débitos estão em situação “regular”, que podem significar a existência de ordem judicial, parcelamento ou acordo de pagamento, de acordo com a assessoria da Procuradoria da Fazenda. Bens como imóveis e veículos foram dados como garantia para q quitação das dívidas, segundo a reportagem.
Entre os débitos da igreja ligados à Previdência Social no valor de R$ 20 milhões, que se referem a uma “multa regulamentar”. O presidente Jair Bolsonaro tem criticado multas da Receita contra Igrejas desde o início de seu governo.