CANTORA GOSPEL É AGREDIDA PELO MARIDO EM SHOPPING NO ZONA OESTE

 

CANTORA GOSPEL É AGREDIDA PELO MARIDO EM SHOPPING NO RIO

A cantora gospel Quesia Freitas foi agredida pelo marido, Bruno Feital, em um shopping no Rio de Janeiro esta semana. Um vídeo do momento em que o homem age contra a mulher foi publicado pelo irmão da artista, o também cantor gospel Juninho Black, pelas redes sociais há dois dias.

Em seu perfil no Instagram, ele explicou que estava expondo o caso para pedir ajuda no caso. Nas imagens, é possível ver o marido segurando Quesia com força pelo braço, enquanto a jovem pedia para que ele a soltasse. Alguns homens passam na hora e tiraram o agressor de perto da cantora.

A agressão aconteceu no Américas Shopping Recreio, no Recreio do Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Em sua publicação, Juninho Black contou que a irmã sofria com as constantes agressões do marido há mais de um ano. O cantor afirmou que Quesia tem sofrendo “de tortura psicológica, abuso emocional, agressões físicas e coação”. Ele ainda alertou os seguidores que as cenas eram “fortes e revoltantes”.

 

 

Ministro da Justiça testa positivo para covid-19

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, foi diagnosticado com covid-19, informou nesta terça-feira (24) o órgão, em comunicado distribuído para a imprensa. De acordo com a assessoria, o ministro “está bem e permanecerá em isolamento em casa nas próximas semanas”.

Mendonça é o 13º ministro do governo federal a ter sido infectado pela doença. O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro também tiveram covid-19, em julho. Todos eles estão recuperados da infecção.

Covid-19: Rio anuncia megatestagem da população e não fecha comércio

 

governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, descartou o fechamento do comércio como medida para frear o aumento de contaminação pela covid-19 e anunciou que fará uma testagem maciça na população. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (24), durante entrevista coletiva no Palácio Guanabara, após reunião com prefeitos e autoridades em saúde.

“Em um primeiro momento, não há nenhuma hipótese de retornarmos na questão da flexibilização. Ou seja, não fecharemos nada neste momento. Nossa ação é de conscientização. Fizemos um compromisso público no estado, para aumentar as regras de higiene e toda a questão preventiva. Isso terá duração de 15 dias, quando se fará uma nova avaliação”, afirmou Castro.

Segundo o governador, não está claro se o estado do Rio atravessa um segunda onda de contaminação por coronavírus, ou se o aumento do número de casos da doença é resultado das eleições, que provocaram muita aglomeração nas ruas.

“Não podemos ser irresponsáveis e colocar o Rio de Janeiro em uma segunda onda. Tivemos uma grande flexibilização e tivemos também a questão das eleições municipais, que podem ter sido preponderantes para esse aumento [de contágio] que vivemos aqui. Temos que ter muita calma, muita responsabilidade – o estado está fazendo sua parte”, frisou o governador.

Castro anunciou a abertura de novos leitos hospitalares e a testagem em larga escala da população, em locais que serão anunciados em breve. “Será uma testagem em massa. Faremos um grande programa de testagem, com o auxílio dos municípios e do governo federal.” Ele disse que, em mais 48 horas, anunciará os locais onde será feito o diagnóstico precoce nas pessoas, por exame PCR e imagem. “Atendendo precocemente, diminuiremos a necessidade da internação e utilização de leitos em UPAs [unidades de pronto atendimento] e hospitais”, disse Castro.

Aglomerações

O governador foi questionado sobre eventos culturais que têm provocado grandes aglomerações, com milhares de jovens em festas pela cidade, como ocorreu no último fim de semana. Segundo ele, o Corpo de Bombeiros fiscalizará esses eventos. Castro frisou que o Rio de Janeiro é uma cidade turística e que há preocupação em não se fazer alarme sobre uma possível segunda onda de contaminação.

“Este fim de ano é importantíssimo para o turismo, para a economia, hotéis, bares, restaurantes. Então estamos procurando ter um grau de responsabilidade enorme, porque o Rio de Janeiro é uma cidade com esta vocação de turismo e serviços. E me preocupa fazer um alarme, sem que se tenha certeza de que poderia ser uma segunda onda [de contaminações]. Esperamos que não seja, mas estaremos devidamente preparados, caso seja”, afirmou Castro.

(Agência Brasil)

URGENTE GOVERNADOR DO RIO ANUNCIA TESTAGEM EM MASSA NO RIO E DESCARTA LOCKDOWN

 

#URGENTE GOVERNADOR DO RIO ANUNCIA TESTAGEM EM MASSA NO RIO E DESCARTA LOCKDOWN

O governador do Rio de Janeiro em exercício, Cláudio Castro, anunciou nesta terça-feira (24) que o estado vai criar métodos de testagem em massa para combater o aumento dos números de mortes e casos de Covid-19. Por enquanto, ele também descartou o “lockdown” – fechamento de estabelecimentos – e disse que vai intensificar a fiscalização.

“Não fecharemos nada neste momento. A nossa ação é de conscientização. Fizemos um pacto para que a gente aumente as regras de higiene e tenha uma maior capacidade de atendimento”, afirmou o governador.

Castro afirmou que também vai anunciar, ainda esta semana, quais serão os locais que vão receber postos de diagnóstico precoce da doença, com exames de PCR e imagem. As medidas serão válidas por 15 dias, segundo o governador.

Apesar do anúncio, o chefe do Executivo estadual descartou que o Rio de Janeiro esteja vivendo uma segunda onda e prometeu que as fiscalizações contra quem descumprir as medidas sanitárias serão mais rígidas.
Após reunião com setores do comércio e outros serviços nesta terça-feira (24), Castro garantiu que não haverá, segundo ele, fechamento de atividades.

“Não podemos ser irresponsáveis de taxar o Rio como vítima de uma segunda onda. Tivemos, ainda, as eleições municipais, que podem ter sido preponderantes para o aumento dos números”, ponderou.

Como havia antecipado no G1 o jornalista Edimilson Ávila, Castro anunciou mais 400 leitos para pacientes infectados com o novo coronavírus.

Encontro com prefeitos

Ainda nesta terça, Castro vai encontrar com prefeitos da Região Metropolitana para discutir como melhorar a

 

URGENTE!! CEDAE DIZ QUE FICAREMOS 20 DIAS SEM ÁGUA!!

 

NOTA DA CEDAE SOBRE FALTA D’ÁGUA

É SÉRIO ISSO? MINIMO DE 20 DIAS PRA SOLUCAO DO PROBLEMA?

ENQUANTO ISSO O QUE A POPULACAO FAZ PARA FAZER COMIDA, FAZER A HIGIENE E TODO RESTO?

SERÁ QUE AS CONTAS SERÃO SUSPENSAS?

SERÁ QUE CHEGARÃO CARROS PIPA PRA ABASTECER TODAS AS RESIDENCIAS?

#INADMISSIVEL
#RESOLVAMLOGO

#ElevatóriaLameirão #Atualização
Estamos trabalhando incansavelmente para reduzir os transtornos no abastecimento de água. A Elevatória do Lameirão, que abastece as cidades do Rio de Janeiro e Nilópolis, permanece com 75% da capacidade operacional. Ainda esta semana, o laudo da perícia realizada em um dos motores dará um prazo mais preciso para a conclusão do reparo. Até o momento, a previsão é de que o serviço seja finalizado em, no mínimo, 20 dias. É importante que a água armazenada em sistemas de reserva interna (cisterna e caixa d’água) seja utilizada somente para tarefas essenciais.

Pix: novo meio de pagamentos poderá ser usado para pagar jogos de loteria

A partir desta quinta-feira (dia 19), quem quiser fazer jogos de loteria poderá pagar as taxas por meio do Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos que começou a funcionar na última segunda-feira (dia 16). Para isso, o Banco Central (BC) integrou as lotéricas entre as instituições habilitadas a receber os pagamentos instantâneos.

Com essa permissão, quem for em uma lotérica poderá pagar seus jogos de Mega-Sena, loteria esportiva e qualquer outro tipo de jogo por meio do Pix. A disponibilidade do pagamento vai depender das lotéricas estarem preparadas para receber os pagamentos instantâneos.

O Banco Central vem anunciando novas funcionalidades para o recém inaugurado meio de pagamentos. Entre as novidades que estão na “agenda evolutiva” da autarquia, o saque Pix deve estar disponível no primeiro semestre de 2021. O parcelamento de compras também deve ser disponibilizado em breve.‘Ajustes pontuais’

Também nesta quinta-feira, o Banco Central aprovou um período de seis meses para “ajustes pontuais”. Nesse tempo, as instituições estarão isentas de aplicação de multa caso aconteça alguma operação errada se tomarem medidas para evitar a reincidência do erro.

“Embora o Pix esteja funcionando plenamente, algumas acertos pontuais podem ser necessários a fim de melhorar a experiência do usuário. Como esses ajustes são normais para um sistema da complexidade e magnitude do Pix, determinados apontamentos podem não ser configurados como infrações”, disse em nota.

Entre as infrações previstas no regulamento estão o descumprimento dos níveis de serviço, como um tempo máximo de processamento superior ao estabelecido pelo BC, e também a falta de cumprimento dos procedimento tecnológicos, operacionais e de segurança requeridos pelo Banco Central.

O Pix já passou por um período de testes, quando menos clientes estavam aptos a utilizar o meio de pagamentos, de duas semanas. Nesse período, as instituições financeiras puderam fazer ajustes nos seus processos para funcionar plenamente a partir do dia 3 de novembro.

Tráfico da Vila Kennedy monta ‘drive-thru’ de drogas

Homens armados foram flagrados, na manhã desta terça-feira (24), montando um “drive-thru” de drogas na Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. As imagens são do Bom Dia Rio.

As imagens, feitas por volta das 8h30, mostram diversos pacotes embalados em cima de uma mesa. Há também um sofá utilizado por compradores. Um dos flagrantes chega de moto para comprar entorpecentes.

A comunidade fica à margem da Avenida Brasil.

Grupo que desviava mercadorias dos Correios ia de chão de fábrica a chefias

A organização criminosa de doze pessoas que desviou um montante estipulado em R$ 1 milhão em mercadorias dos Correios no Rio desde 2018 contava com uma distribuição de trabalho que ia desde o chão de fábrica até funcionários com cargos de chefia na estatal. Metade das pessoas identificadas trabalhavam na empresa. O homem apontado como líder do grupo foi preso em 2019. Ele era o responsável por produzir as etiquetas com os endereços adulterados.
“Havia toda uma divisão de trabalho. Gente que trabalhava no chão de fábrica, que colava as etiquetas; gente que trabalhava nas esteiras de objetos postais; e gente graduada, com cargo de chefia, de coordenação, que selecionava os objetos mais interessantes”, explicou o delegado federal Hylton Coelho na sede da Polícia Federal na Praça Mauá, Região Central do Rio, na manhã desta terça-feira.

 

Segundo Hylton Coelho, um grupo de WhatsApp denominado “Empresas e negócios” organizava os desvios. O núcleo era formado por funcionário dos Correios e por gente de fora, que fazia as etiquetas. Pelo aplicativo, os envolvidos decidiam sobre as vendas do material arrecadado.
O esquema funcionava da seguinte forma. O grupo começou a fazer etiquetas falsas com números de rastreio dos Correios já utilizados por meio de compras na internet. E eles colocavam essas etiquetas nas encomendas dentro do Centro de Distribuição dos Correios por meio de funcionários envolvidos com a organização criminosa. Assim, os produtos eram desviados para membros da quadrilha, inclusive membros que trabalhavam na estatal recebiam em suas casas as mercadorias desviadas.
Assim, os produtos com os números verdadeiros desapareciam do Centro de Distribuição, e os profissionais não entendiam como. As mercadorias eram enviadas normalmente por um carteiro que não sabia do esquema, e seguia o que estava escrito na etiqueta.
O delegado explicou que os produtos de interesse do grupo eram facilmente reconhecidos. “Encomendas de maior valor vêm, até por uma determinação administrativa, com notas fiscais do lado de fora. Algumas vêm bem identificadas. É muito fácil ver encomendas que são eletrônicos, celulares. Notebooks, por exemplo, costumam vir nas próprias embalagens”, afirmou.
A PF conseguiu rastrear o material desviado em que os próprios criminosos receberam diretamente nas agências, ou os que foram entregues nos endereços ligados ao grupo. Os produtos almejados eram celulares e notebooks, mas já houve caso de bicicleta de fibra de carbono desviada.
Grupo descoberto após prisões em 2019

A Polícia Federal começou a entender como agia a organização criminosa, depois que duas pessoas foram presas por desvios em 2019. A partir da apreensão dos respectivos celulares, os policiais tiveram acesso ao grupo de WhatsApp Empresas e Negócios, formado em 2018. Nem todos os membros participavam deste grupo, apenas os organizadores.
“Houve uma prisão de dois elementos em 2019, inclusive, um deles não era dos Correios. Ele fazia as etiquetas e entregava para o pessoal da estatal. Na ocasião em que ele foi preso, eles estavam indo buscar uma encomenda no Centro de Encomendas da Penha, endereçado para ele mesmo, e foi preso no local com outro membro do grupo”, explica o delegado Hylton Coelho.
Mandado é cancelado por risco de tiroteio
Um mandado foi cancelado por conta do endereço de um dos alvos e o risco de se provocar um tiroteio no local. O delegado responsável explicou que precisaria fazer uma operação com a Polícia Militar na favela para, em seguida, poder fazer a busca e apreensão por conta dos ataques que poderiam vir do morro.
“A gente tinha um mandado de um dos funcionários do Correio que mora num acesso de uma favela perigosa. O MPF achou melhor suspender o cumprimento desse mandado pelo custo-benefício. Não seria interessante por conta da decisão do STF de não operar em favelas a não ser com extrema necessidade”, contou Hylton Coelho.
Foram cumpridos na manhã desta terça-feira, nove mandados de busca e apreensão. O delegado responsável explicou que não havia indicação de prisão preventiva para o caso, e que notebooks, celulares e documentos foram apreendidos. Os envolvidos respondem pelos crimes de peculato e organização criminosa. As investigações continuam.
Para o delegado, a prisão dos primeiros suspeitos, em 2019, freou os desvios praticados. ” Se eles tivessem dado continuidade durante todo esse tempo de investigação, talvez o valor fosse bem maior do que os R$ 1 milhão”, comentou o delegado federal.
Funcionários dos Correios denunciaram esquema

Foram os próprios funcionários dos Correios, responsáveis por Centros de Distribuição de bairros, que começaram a notar as etiquetas sobrepostas em produtos. A partir daí, a Polícia Federal foi acionada e os dois membros foram presos, em 2019, recebendo encomendas que a PF já sabia que estavam com etiquetas sobrepostas. “O número de pessoas nos Correios do bem é bem maior do que do mal. Mas esse pessoal do mal faz muito estrago”, comentou o delegado Hylton Coelho.
Ele ressaltou que o tamanho da empresa e o aumento do volume de comércio virtual durante a pandemia tornaram a empresa um ambiente propício a furtos e desvios. ” A empresa está em 27 estados da Federação. É gigantesca e vem evoluindo a partir do momento que o comércio virtual aumentou drasticamente. O Centro de Distribuição rodava 200 mil encomendas por dia e passou para 600 mil por dia (na pandemia). Tem muito terceirizado trabalhando também. Então é complicado não haver furto ou extravio”, afirmou.
Em nota, os Correios disseram que colaboram com as autoridades e consideram a conduta dos empregados inaceitáveis. A estatal disse que adota, de imediato, todas as medidas disciplinares que os casos requerem. “Sobre a operação da Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, trata-se de ação conjunta, realizada entre os Correios e a PF, por meio de fornecimento de informações ao órgão de segurança. As ações de busca e apreensão realizadas hoje são resultado do desdobramento das investigações que estão sendo conduzidas pela PF”, diz o texto.
Associação dos Profissionais dos Correios divulga nota
A direção nacional da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP) divulgou nota em que diz que grandes empresas, públicas ou privadas, estão sujeitas a eventuais desvios. Constatada a ocorrência, diz a ADCAP, o que resta às companhias afetadas, sejam elas uma pequena operadora de entregas ou uma gigante multinacional, é revisar processos e investir na melhoria do controle.
Confira nota completa:
Grandes empresas de logística estão constantemente expostas a riscos de eventuais desvios de objetos nos processos operacionais. Assim, vez por outra, temos ocorrências como a que aconteceu hoje no Centro de Tratamento de Encomendas dos Correios, em Benfica, ou há pouco mais de uma semana no Centro Logístico da Amazon, em San Fernando de Henares, nos arredores de Madrid.
O crescimento do volume de objetos tratados nos centros logísticos traz desafios de controle significativos para as empresas que operam essas grandes plantas industriais e, por mais que se avance no uso de tecnologia e na melhoria dos processos, trabalhadores de má índole acabam encontrando ainda maneiras de burlar os controles e cometer delitos. Isso acontece no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos, em empresas públicas e privadas, ou seja, não é privilégio de ninguém.
Constatada a ocorrência, o que resta às companhias afetadas, sejam elas uma pequena operadora de entregas ou uma gigante multinacional, é revisar seus processos e investir na melhoria do controle. A polícia e a justiça se encarregam de cuidar dos criminosos.

Fernando Vannucci morre aos 69 anos em São Paulo

O jornalista, apresentador e comentarista Fernando Vanucci morreu nesta terça-feira, aos 69 anos. A causa da morte não foi divulgada.

Conhecido pelo bordão “Alô, você”, Vanucci teve passagens por importantes redações do país – como a TV Globo -, em especial na área de esportes. Cobriu seis Copas do Mundo.

URGENTE!! CEDAE NÃO TEM PRAZO PARA NORMALIZAR ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO RIO

CEDAE NÃO TEM PRAZO PARA NORMALIZAR ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO RIO

Um defeito na Elevatória do Lameirão afeta, desde o dia 15, o abastecimento de água aos municípios do Rio e de Nilópolis, na Baixada Fluminense. Não há prazo para o conserto, e a Cedae pediu que todos os consumidores economizem água.

Há 10 dias, a Cedae vem adotando um rodízio no sistema. Com isso, moradores de diferentes bairros relatam torneiras secas e, por vezes, água escura e malcheirosa.

A Elevatória do Lameirão fica em Senador Vasconcelos, Zona Oeste, e tem cinco bombas enterradas a 60 metros de profundidade. A função é pressurizar a água que vem da Estação de Tratamento do Guandu, a alguns quilômetros dali, para que chegue a todos os pontos do sistema.

No dia 15, uma dessas cinco bombas parou de funcionar, mas a Cedae não tinha identificado a causa do defeito até esta segunda-feira (23).
A Cedae explicou que a pane reduziu para 75% a capacidade de bombeamento no Lameirão e, por isso, está fazendo “manobras no sistema”.

Essas manobras são um rodízio: parte dos bairros fica sem receber água por algumas horas, deixando os canos secos.

Quando o sistema é religado, a pressão no cano “lava” as paredes internas e carrega partículas. Esse resíduo, segundo o Bom Dia Rio apurou, pode tingir e dar cheiro à água.

O que diz a Cedae
Em nota, a companhia pede para que todos economizem água. “Os clientes com sistema de reserva interna, como cisternas e caixas d’água, utilizem o produto armazenado somente para tarefas essenciais.

Sobre as queixas de água suja, a Cedae disse que “técnicos vão aos endereços informados para verificar se houve desprendimento de partículas internas da rede local”.

“Caso seja identificada alteração na água, técnicos providenciarão descarga na rede e darão andamento no procedimento para a normalização do fornecimento, conforme prevê protocolo de verificação da qualidade”, emendou.

Caso o cliente identifique alguma alteração na água, pode entrar em contato pelo 0800-282-1195