Cinco jovens apontados como autores de um estupro coletivo no Morro do Cantagalo, em Ipanema, Zona Sul do Rio, já foram identificados pela polícia. Dois deles são menores de idade. O crime foi cometido contra uma adolescente de 14 anos na madrugada do dia 27 de setembro, no interior da comunidade, mas registrado apenas no dia 4 de outubro.
A adolescente, moradora do Cantagalo, saiu de casa na noite do dia 26 e foi encontrada desacordada por vizinhos na manhã seguinte, com sinais de fraqueza e violência sexual. Socorrida, ela foi levada até o Hospital Miguel Couto, no Leblon. Na unidade foi constatado o estupro coletivo, cometido por cinco jovens que também moram na comunidade. Segundo depoimentos, o grupo se aproveitou após a adolescente ingerir bebida alcóolica. Ela foi violentada em uma mesa.
Marta Laurentino, mãe de uma das jovens que resgatou a adolescente, disse que ela tinha fortes sinais de embriaguez e desorientação. “Minha filha saiu sem meu consentimento, passou a noite fora de casa. Quando foi volta das 7h40, eu fiquei sabendo do ocorrido. Minha filha a encontrou numa localidade aqui perto da minha casa, num lugar chamado Pistão. Disse que ela estava bem alterada, alcoolizada. Minha filha pegou ela, junto com outra colega, e levou para a casa da mãe”, contou.
Jovens se conheciam
Marta, que é vizinha da família, disse que todos os envolvidos no episódio se conheciam. “Eu conheço a menina desde pequena. É mais ou menos da idade da minha filha. A educação dela é uma educação cristã, assim como a família toda. Também conheço os meninos, as famílias de todos eles. Todos nos conhecemos, moramos no mesmo lugar”, disse Marta, que nega ter ocorrido um baile na comunidade.
“Não era baile funk, nem festa. Até onde eu sei, eles estavam todos reunidos na ladeira principal com caixinhas de som. Era uma noite de calor”.
O caso foi registrado na 13ª DP (Ipanema) e a jovem violentada foi encaminhada para prestar depoimento na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). A reportagem aguarda posicionamento da Polícia Civil.
A deputada federal Flordelis se apresentou para colocar a tornozeleira eletrônica na tarde desta quinta-feira, 8. A parlamentar se apresentou em um dos locais indicados para a instalação, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, por volta das 15h. O processo durou cerca de dez minutos.
Na noite desta terça-feira, a deputada foi intimada a se apresentar na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) em até 48h. O prazo se encerraria às 17h desta quinta-feira.
Flordelis foi indiciada como mandante do assassinato do pastor Anderson do Carmo em agosto deste ano. O crime aconteceu na garagem da casa da família em Pendotiba, Niterói, em junho de 2019. Por causa da imunidade parlamentar, Flordelis não foi presa.
As medidas cautelares foram solicitadas pelo Ministério Público (MPRJ) e decididas pela juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, titular da 3ª Vara Criminal de Niterói, no último dia 18 de setembro. O monitoramento eletrônico da deputada federal foi escolhido, de acordo com o processo, por causa da dificuldade de localizar Flordelis, tanto para a citação no processo, quanto para sua notificação pela Câmara dos Deputados. A parlamentar também teria intimidado uma das testemunhas do caso ao jogar explosivos no quintal da casa dela.
Os deputados estaduais estão fazendo uma campanha contra a permanência do governado afastado Wilson Witzel na Palácio Laranjeiras. Nesta quinta-feira, alguns parlamentares postaram em suas redes sociais uma imagem com montagem de Witzel e do prédio histórico com a frase “saia do Palácio Laranjeiras”. No início desta tarde, o deputado Luiz Paulo (sem partido) publicou a imagem pedindo a saída de Witzel do Palácio em sua página do Facebook. A publicação foi acompanhada pelo texto:
“Não é justo que o cidadão fluminense, duramente atingido por tantos casos de corrupção e má gestão dos recursos públicos em pleno período de pandemia, siga pagando essa conta. Embora a legislação não obrigue que o governador afastado Wilson Witzel deixe o Palácio Laranjeiras, enquanto o julgamento do seu impeachment não é finalizado, seria justo com a população que o mesmo recolhesse seus pertences pessoais e aguardasse o desfecho do processo em sua residência”, afirmou Luiz Paulo.
O deputado Renan Ferreirinha (PSB) também usou as redes sociais para criticar a postura do governador. Em seu perfil no Twitter, o parlamentar questionou o motivo pelo qual o governador afastado continua a morar no Palácio Laranjeiras uma vez que não está atuando na função. Ele ainda cita que Witzel disse, em campanha, que não moraria na residência oficial.
Witzel está afastado do cargo de governador e desde o dia 28 de agosto não vem trabalhando efetivamente para o estado. Sendo assim, por que ele ainda está no Palácio Laranjeiras? É justo que, enquanto Witzel se esbalda na mordomia, o cidadão fluminense pague a conta? pic.twitter.com/Mj3lYKwgjT
O deputado salientou que pelo fato de Witzel estar afastado do cargo, não deveria seguir morando no local. Ferreirinha disse que a ação, que foi coordenada entre os parlamentares, demonstra que os membros da Casa têm este pensamento em comum:
— Desde o voto que fizemos para afastar o governador através do Legislativo, já ficou claro que havia um consenso de que o governador afastado não deveria continuar no Palácio Laranjeiras. Porque ele não está efetivamente trabalhando para o estado do Rio de Janeiro. então não faz sentido que ele continue se esbaldando na mordomia do palácio e o cidadão fluminense pague essa conta — afirmou.
O deputado Capitão Paulo Teixeira (Republicanos) entrou na campanha publicando somente a imagem, usada em comum por quem aderiu, em sua página oficial no Facebook. O parlamentar faz coro sobre a volta de Witzel para o Grajaú, na Zona Norte do Rio:
— É uma vergonha que um governador, duplamente afastado, continue morando com toda sua família no Palácio Laranjeiras. O povo não pode sofrer mais um deboche desse. Witzel tem que voltar para sua residência no Grajaú — disse Capitão Paulo Teixeira.
Por meio de nota, o governador afastado afirmou sobre o caso:
“Por questões de segurança, o governador afastado e sua família estão autorizados a continuar morando no Palácio das Laranjeiras.”
Projeto para centro cultural
Nesta semana, foi protocolado na Alerj um requerimento para votação em urgência de um projeto de lei que transformaria a residência oficial do governador do estado em um centro cultural. Nele, fica proibida a permanência do Palácio Laranjeiras como residência oficial. Para a mudança, a gestão passaria para a Secretaria estadual de Cultura.
O projeto de lei, de autoria do deputado Anderson Moraes (PSL) — que também aderiu à campanha nesta tarde —, já conta com 25 assinaturas dos parlamentares. A proposta foi apresentada pela primeira vez em junho, quando surgiram as primeiras denúncias de desvios na Saúde durante a pandemia de Covid-19.
— Já consegui as 25 assinaturas dos meus colegas para que o projeto que destina o Palácio Laranjeiras para fins culturais seja votado com urgência. E a campanha nas redes sociais é mais um sinal de que ninguém concorda que um governador afastado continue morando num patrimônio público, ainda por cima mostrando que vive cheio de regalias às custas do contribuinte — afirmou Anderson Moraes.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a Prefeitura do Rio de Janeiro nas Eleições 2020:
Eduardo Paes (DEM): 30%
Crivella (Republicanos): 14%
Martha Rocha (PDT): 10%
Benedita da Silva (PT): 8%
Renata Souza (PSOL): 3%
Bandeira de Mello (Rede): 3%
Cyro Garcia (PSTU): 2%
Clarissa Garotinho (Pros): 1%
Fred Luz (Novo): 1%
Luiz Lima (PSL): 1%
Paulo Messina (MDB): 1%
Nenhum/branco/nulo: 22%
Não sabe/Não respondeu: 3%
Henrique Simonard (PCO), Glória Heloiza (PSC), Suêd Haidar (PMB) tiveram menos de 1%.
Destaques por segmento
De acordo com o Datafolha, Eduardo Paes lidera em todos os segmentos sociodemográficos, com exceção dos evangélicos e dos que estudaram até o ensino fundamental – neste último, divide com Crivella (respectivamente 24% e 21%).
Ainda segundo a pesquisa, Paes tem as maiores vantagens sobre Crivella entre os mais jovens (37% a 10%); entre os mais instruídos (36% a 7%); entre os que têm renda familiar mensal de 5 a 10 salários mínimos (37% a 6%); entre os católicos (37% a 8%); e entre os que reprovam o governo Crivella (35% a 1%).
O Datafolha aponta ainda que Crivella lidera entre os que aprovam o seu governo (65% a 13%) e entre os evangélicos (28% a 19%).
Rejeição
A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:
Crivella: 59%
Eduardo Paes: 30%
Clarissa Garotinho: 29%
Benedita da Silva: 20%
Cyro Garcia: 13%
Paulo Messina: 9%
Bandeira de Mello: 8%
Renata Souza: 8%
Luiz Lima: 8%
Suêd Haidar: 8%
Glória Heloiza: 7%
Fred Luz: 7%
Henrique Simonard: 7%
Delegada Martha Rocha: 6%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 6%
Não sabe/não respondeu: 2%
Poderia votar em todos: 1%
Espontânea
O Datafolha também tratou da intenção de votos espontânea, quando o eleitor diz em quem vai votar sem ter os nomes dos candidatos apresentados. Veja os resultados:
Eduardo Paes: 18%
Crivella: 7%
Delegada Martha Rocha: 3%
Renata Souza: 2%
Benedita da Silva: 2%
Luiz Lima: 1%
Bandeira de Mello: 1%
Fred Luz: 1%
Outros: 4%
Branco/nulo/nenhum: 17%
Não sabe/não respondeu: 45%
Não vota/não vai votar/vai justificar: 1%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 900 eleitores da cidade do Rio de Janeiro
Quando a pesquisa foi feita: 5 e 6 de outubro
Número de identificação na Justiça Eleitoral: RJ-09140/2020
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Os mais de mil animais marinhos, de 30 espécies diferentes, resgatados na “Operação Poseidon”, que ocorreu na última quarta-feira, foram encaminhados e chegaram nesta quinta-feira ao AquaRio, no Centro do Rio. Dentre os animais, se encontram tubarões, arraiais, cavalos marinhos, anêmonas, estrelas do mar, e diversos tipos de corais.
Segundo a Polícia Civil, os animais eram ilegalmente coletados na cidade de Marataízes, no Espírito Santo, e de lá eram transportados para as cidades de Cabo Frio e São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, onde ficam em um depósito para então serem vendidos a lojistas de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, além da capital do Rio de Janeiro.
Todos os animais apreendidos estão sob tutela do AquaRio, onde serão cuidados e ficarão em quarentena, isto é, uma área do aquário em que o animal ficará em tratamento e isolado para que possam ser eliminados possíveis patógenos e doenças.
“Por eles estarem sendo mantidos em um ambiente insalubre e em contato com animais de outras regiões do mundo e importados, como da Indonésia, da Austrália, isso acabou impossibilitando a entrada deles na natureza, pois eles podem contaminar os outros animais”, explicou o biólogo do AquaRio, Rafael Franco.
“É uma característica do tráfico animal, as pessoas coletam uma grande quantidade, para vender poucos. O número de animais coletados foi muito maior, se a gente apreendeu mil, muito mais foi coletado com certeza.”, afirma Franco.
Após a quarentena, estes animais serão levados para os tanques de exposição e servirão como embaixadores para alertar sobre o tráfico de animais.
“Todas as 30 espécies são criticamente ameaçadas de extinção e são essas as que mais deveriam ser protegidas”, complementa o biólogo.
A casa de Cristiano Ronaldo foi invadida enquanto ele jogava pela seleção de Portugal na noite da útlima quarta-feira, segundo informações do “Diário de Notícias” da Ilha da Madeira. A estrela da Juventus, de 35 anos, teve pertences pessoais roubados. Ele enfrentou a Espanha em jogo amistoso que terminou em 0 a 0.
De acordo com a publicação, o bandido teria entrado furtivamente na casa depois que um funcionário de Cristiano Ronaldo abriu a porta da garagem. A polícia já visitou a propriedade e já teria identificado o ladrão, que está sendo procurado.
Uma camisa autografada da Juventus estaria entre os itens roubado. A casa possuis vistas para o mar, além de duas piscinas olímpicas, uma jacuzzi e um campo de futebol.
A mansão de R$ 50 milhões adquirida em 2015 foi o abrigo do craque português nos primeiros meses da pandemia de coronavírus. Ele cumpriu parte do isolamento social na residência localizada na Ilha da Madeira, junto de sua namorada, Georgina Rodriguez, e seus filhos.
O próximo desafio de Ronaldo com a seleção é pela terceira rodada da Liga das Nações, contra a França, no próximo domingo.
A onda de calor que atingiu o Brasil nos últimos dias com recordes em vários estados deve continuar até essa sexta-feira (9), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Nesta quinta (8), uma frente fria rompe o bloqueio atmosférico e diminui as temperaturas no Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste, além de causar temporais em Santa Catarina, risco de chuva forte no norte do Rio Grande do Sul e pancadas no Paraná.
A chegada da frente fria também deve causar instabilidade e chuvas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e no Espírito Santo, principalmente à tarde e à noite.
A umidade da região amazônica causa temporais no Amazonas e parte dessa umidade deve conseguir passar para o sul, provocando pancadas isoladas nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Calor extremo
O alerta para o perigo de morte por hipertermia emitido pelo Inmet na segunda-feira (5) para partes do Centro-Oeste e do Sudeste, além de áreas do estado do Tocantins, continua válido até esta quinta ou sexta-feira (9), dependendo da localidade.
A hipertermia é a condição caracterizada pela elevação da temperatura corporal quando o organismo produz (febre) ou absorve mais calor do que consegue dissipar.
Veja orientações do Inmet para enfrentar período de calor e seca:
Beber bastante líquido
Não praticar atividades físicas
Evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia
Usar hidratante para pele e umidificar o ambiente.
A advogada dos organizadores de um jogo de futebol, ocorrido no domingo, na comunidade da Itaoca, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, em que jogadores aparecem exibindo diversos maços de dinheiro, foi acionada nesta quinta-feira por policiais da 72ª DP (Mutuá). Ela disse que se apresentaria junto aos clientes na tarde desta quinta-feira para esclarecer a origem do prêmio em dinheiro oferecido no evento.
O delegado Allan Duarte, titular da 72ª DP, disse que já identificou atletas que participaram do jogo e que a equipe de inteligência da unidade vai apurar se o montante de R$ 50 mil oferecido ao vencedor da disputa tem origem ilícita.
“Marcamos para ouvir os organizadores do evento e esclarecer o que de fato aconteceu. A gente conseguiu identificar muitos daqueles atletas. Vamos trabalhar com os dados de inteligência para saber se houve ligação direta ou indireta com o tráfico. Se ficar apurado que sabiam que o prêmio tinha origem ilícita, podem responder pelo crime de associação ao tráfico”, explica o delegado.
A polícia apura quem foi o responsável pelo pagamento do prêmio ao time vencedor e a origem do dinheiro.
De acordo com informações da 72ª DP (São Gonçalo), as investigações estão em andamento para apurar os crimes de associação ao tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e disparo de arma de fogo. Os agentes buscam identificar quem são as pessoas que aparecem nas imagens e os criminosos que atiram à beira do campo em um vídeo que também é analisado pela polícia.
Empacou na Câmara do Rio o projeto de emenda à Lei Orgânica para armar a Guarda Municipal, de altíssimo interesse do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos).
O autor da proposta, Jones Moura (PSD), até diz que vai tentar pôr o projeto na pauta na semana que vem. E vai contar com a boa vontade dos colegas para aprovar o regime de urgência:
“Temos vereadores que querem votar esse projeto e precisamos debater essa votação para a sociedade. O projeto sendo aprovado ou não, a sociedade precisa que ele passe pelo teste na Câmara”, diz ele.
Mas, depois das duas votações para a abertura dos processos de impeachment, o governo percebeu que não tem mais o famoso rolo compressor.
De acordo com os cálculos da base, o Palácio da Cidade soma hoje 24 votos; quando muito, 25 — e, se o tema for muito polêmico, nem isso.
A oposição, por outro lado, tem gente suficiente para completar o número mínimo de assinaturas para apresentar emendas — e mandar o projeto de volta às comissões.
Diante disso, a própria prefeitura recuou.
“Uma audiência pública foi cancelada ‘a pedido do governo’. E até agora ninguém falou mais nada”, conta Tarcísio Motta, líder do PSOL.
Segundo até os governistas, dificilmente o projeto vai a votação ainda este ano.
E o prefeito não poderá apresentar a fatura aos bolsonaristas antes da eleição.
Outros empecilhos
O Ministério Público Federal não gostou nem um pouquinho do convênio assinado entre a Prefeitura do Rio e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A força federal cedeu 150 pistolas à Guarda Municipal carioca — que nem pode ainda andar armada.
Por enquanto, o MPF pediu só esclarecimentos.
Alerta
E a Polícia Civil ainda apontou a participação de três guardas municipais na milícia que extorquia dinheiro de comerciantes de Madureira — um deles, inclusive, ex-funcionário do velho Palácio Pedro Ernesto.
Para deixar os nobres com medo de que as armas destinadas à corporação municipal acabem servindo a intenções erradas.
Pernambuco – A repórter Simone Santos, que trabalha na TV Tribuna, emissora afiliada da Band em Pernambuco, protagonizou um momento inusitado em uma reportagem exibida na última terça-feira (29) que está viralizando nas redes sociais. Ela fazia uma entrevista na fila de uma unidade da Caixa Econômica Federal quando foi abordada por um funcionário. A jornalista disse que estava do lado de fora da unidade e acabou rolando uma confusão entre os dois.
A repórter da TV Tribuna Simone Santos foi intimidada e agredida por um homem que aparenta ser funcionário da Caixa em um link ao vivo hoje pic.twitter.com/amuXCggx2g
Na entrevista, Simone falava com uma mulher que reclamava que precisava ficar na fila porque o aplicativo Caixa Tem não funcionava, foi nesse momento que ela foi interrompida por um funcionário da unidade. A repórter parou a entrevista e disse: “Eu estou do lado de fora de um banco estatal, então eu posso fazer a reportagem aqui”.
A profissional tentou continuar a entrevista quando o homem entrou na frente da câmera. “Você não pode fazer isso”, disse Simone tentando tirar o funcionário da Caixa do foco da câmera. “Isso é agressão”, falou o homem. Irritada, a repórter gritou: “Agressão foi você que me empurrou pelas costas”. Após a declaração, as pessoas na fila começaram a gritar e a aplaudir a jornalista em apoio.
Em meio à confusão, Simone tentou explicar que só estava fazendo seu trabalho e o funcionário da Caixa voltou para dentro da unidade.