Depois de dois anos, licitação milionária da Cedae acontece esta semana

 

Depois de dois anos, licitação milionária da Cedae acontece esta semana

Uma licitação programada para a próxima sexta-feira, 4 de setembro, pode pôr fim a uma saga iniciada em 2016 e que move uma montanha de dinheiro no reino da Cedae.
São R$ 278 milhões pelo serviço de leitura dos hidrômetros em todo o estado, dividido em quatro lotes: Rio de Janeiro e Baixada; Zona Sul, São Gonçalo e Região Norte; Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes e Costa Verde; Duque de Caxias e Região Sul.
A concorrência deveria ter ido para a rua ainda no governo de Luiz Fernando Pezão.

Mas, o processo caiu nas teias do Tribunal de Contas do Estado (TCE) — que, por razões que a própria razão desconhece, prendeu a licitação por dois anos e meio
Foram sete adiamentos até chegarmos à nova data marcada, finalmente, para esta semana.

Velhos interesses

Contam as péssimas línguas que forças nada ocultas e velhas conhecidas da companhia trabalham pelo oitavo adiamento. Quer dizer, trabalhavam — antes de a Operação Tris in Idem levar algumas delas para a cadeia na última sexta-feira (28).

Mulher é demitida após denunciar racismo e intolerância religiosa no Carrefour na zona oeste do Rio de Janeiro

 

Uma auxiliar de cozinha negra foi demitida após denunciar que foi vítima de racismo e intolerância religiosa em uma unidade do hipermercado Atacadão, na Zona Oeste do Rio. A justificativa para a demissão foi ter “se envolvido em situações de conflito com outros funcionários”.
Como mostrou a GloboNews nesta segunda-feira (31), Nataly Ventura da Silva, de 31 anos, afirmou que logo que começou a trabalhar no local já convivia com a discriminação de um colega.
Identificado como Jeferson Emanuel Nascimento, o funcionário é suspeito de ter ofendido a mulher por conta da cor de pele e da religião dela, que é o candomblé.
O Ministério Público do Trabalho afirmou que a funcionária foi surpreendida com a frase “só para branco usar” em um avental. A mensagem foi assinada e escrita por Jeferson.
O órgão, então, entrou com uma ação contra o estabelecimento, do Grupo Carrefour. A GloboNews teve acesso com exclusividade ao documento.

“Eu me senti menor que uma formiguinha. Eu me senti tão mal que eu fui pra trás chorando, cheguei em casa chorando e fiquei com aquilo na cabeça perguntando o porquê, mas não sou eu que tenho que me perguntar o porquê”, lamentou a funcionária.
Procurado pela GloboNews, o Atacadão disse que abriu sindicância para apurar o ocorrido, “que resultou no desligamento do colaborador em questão” (leia íntegra da nota ao fim da reportagem). A GloboNews também procurou Jeferson, que classificou o episódio como “brincadeira”.

Mulher é vítima de racismo e intolerância religiosa dentro do próprio ambiente de trabalho — Foto: Reprodução/GloboNews

Em depoimento, Jeferson assumiu que ser o autor da frase e afirmou que a Nataly pediu apenas para apagar a mensagem. De acordo com documentos internos do próprio mercado, o funcionário já havia sido acusado de racismo e agressão contra outra colega de trabalho na mesma unidade.

“Isso tem que parar. Até quando a gente vai viver se escondendo? Até quando a gente vai viver acuado por conta do preconceito alheio? Eu não acho certo, não acho justo comigo. Cheguei a ficar envergonhada”, disse a auxiliar de cozinha.

Mesmo após a funcionária levar o caso até a chefia, os gestores não puniram o funcionário de forma imediata, apenas o mandaram apagar as palavras.
Posteriormente, Jeferson foi demitido, mas o Ministério Público do Trabalho apontou que a demissão só ocorreu após o início da investigação do caso por promotores.
“Eu fui desligada da empresa. Voltei no refeitório pra poder buscar meus pertences, celular, bolsa de remédio, carregador, e estava lá o avental. No mesmo momento eu tirei a foto, fotografei, mas fiquei muito chateada.”
Na ação contra o hipermercado, o Ministério Público quer o pagamento de uma indenização de até R$ 50 milhões por dano moral coletivo, além da recontratação da vítima.
À Globonews, a procuradora do Ministério Público, Fernanda Barbosa Diniz, destacou a importância de denunciar casos de racismo dentro do ambiente de trabalho.
“O que nós buscamos é que a empresa crie um ambiente de trabalho seguro para os seus trabalhadores. Hoje, a gente vive hoje numa sociedade só para branco usar. E a nossa resposta quanto sociedade é qual? É a mesma resposta da chefia da Nataly, é apagar, esquecer, esconder. O que nós não podemos é continuar perpetuando essa prática”, declarou a procuradora.
O Sindicato dos Comercia´rios informou que o departamento jurídico presta assistência à vítima.
“É crime uma cena de racismo e intolerância religiosa, como essa. O Sindicato dos Comerciários está cumprindo seu papel de também prestar assistência jurídica necessária para a Nataly. A legislação proíbe qualquer tipo de discriminação no ambiente de trabalho e quem passar por situações assim não deve hesitar em procurar apoio”, diz Márcio Ayer, presidente do Sindicato.

O que dizem os citados

A Globonews pediu uma entrevista para os representantes do Grupo Carrefour, controlador do Hipermercado Atacadão, mas eles enviaram apenas uma nota. Confira a íntegra abaixo:
“O Atacadão atua a partir de políticas sérias de diversidade e repudia veementemente qualquer tipo de discriminação. Assim que tomou conhecimento do caso por meio do Ministério Público do Trabalho, abriu rigorosa sindicância para apurar o ocorrido, que resultou no desligamento do colaborador em questão.
A empresa reforça que, quando a denúncia do episódio mencionado foi realizada, a colaboradora já tinha sido desligada após avaliação de desempenho do período de experiência de 90 dias. O Atacadão conta com um canal exclusivo para denúncias, para que os funcionários possam reportar casos internamente de forma anônima.”
A GloboNews também entrou em contato com o funcionário acusado de racismo, e ele negou que seja racista. Jeferson também disse que tudo se tratava apenas de brincadeiras no ambiente de trabalho.

𝐕𝐞𝐦 𝐏𝐫𝐨𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐃𝐞 𝐈𝐦𝐩𝐞𝐚𝐜𝐡𝐦𝐞𝐧𝐭 𝐏𝐨𝐫 𝐀í…

 

𝐕𝐞𝐦 𝐏𝐫𝐨𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐃𝐞 𝐈𝐦𝐩𝐞𝐚𝐜𝐡𝐦𝐞𝐧𝐭 𝐏𝐨𝐫 𝐀í…

O presidente da Câmara de Vereadores do Rio, Jorge Felippe (DEM), decidiu levar ao plenário na próxima quinta-feira, o pedido para abrir o processo de impeachment contra o prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos). O pedido de impeachment foi protocolado pelo PSOL, com base na denúncia dos “Guardiões do Crivella”. O presidente da Câmara poderia rejeitar o pedido monocraticamente (sem consultar ninguém) ou levá-lo ao plenário. Para a abertura do processo de impeachment, são necessários 26 votos. Segundo Jorge Felippe, o aval para levar o pedido ao plenário foi dado pela Secretaria Geral da Mesa e pela Procuradoria da Câmara.

Será que é o fim da linha pro Prefeito Marcelo Crivella?

PRÉ-CANDIDATA A VEREADORA É ENCONTRADA MORTA NO RJ

 

PRÉ-CANDIDATA É ENCONTRADA MORTA EM MAGÉ

A pré-candidata a vereadora Sandra Silva, popularmente conhecida como ‘Tia Sandra’ foi encontrada morta no Roncador, no primeiro distrito de Magé, nesta terça-feira (01).

Segundo as primeiras informações, Sandra foi encontrada por moradores em um local dentro do Rio Roncador.

As investigações para saber o motivo da morte ficam a cargo da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

 

EX-PM É PRESO SUSPEITO DE ESTRUPAR A PRÓPRIA FILHA DOS 10 AOS 18 ANOS EM ITAGUAÍ

 

EX-PM É PRESO SUSPEITO DE ESTRUPAR A PRÓPRIA FILHA DOS 10 AOS 18 ANOS NO RIO DE JANEIRO
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Um ex-policial militar foi preso na manhã desta terça-feira (1) suspeito de estuprar a própria filha, dos 10 aos 18 anos.

Atualmente, Rogério Fonseca de Oliveira, de 56 anos, trabalhava como motorista de aplicativo. A polícia diz que ele confessou os estupros na delegacia e que ainda filmava as relações sexuais.

Rogério foi encontrado por agentes da Delegacia de Jurujuba, na casa da mãe, em Itaguaí, Região Metropolitana. A defesa dele não foi localizada pelo RJ1.

Testemunhas também confirmaram um “comportamento abusivo” do pai, segundo o relato do delegado Gabriel Ferrando.

“Ele confirma a existência dos fatos e tenta, de certa forma, apresentar uma tese favorável à sua defesa, justificando que os atos foram praticados a partir de uma certa idade, enfim, uma coisa realmente inacreditável”, afirma.

A vítima conta também que a mãe não sabia dos crimes e ficou chocada quando ouviu o relato da filha. Rogério saiu de casa há quase dois anos e vai responder por crime de estupro de vulnerável. Ele pode pegar mais de 15 anos de prisão.

“Ele me perseguia na rua, ele criava redes sociais fakes minhas, pra poder tá falando mal de mim, ele se passava por mim nas conversas. Então, todo comportamento dele comigo, as pessoas percebiam que não era normal”, relata a vítima.
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FLORDELIS DIZ TER FEITO SEXO COM O MARIDO NO CAPÔ DO CARRO NA NOITE DO ASSASSINATO

 

FLORDELIS DIZ TER FEITO SEXO COM O MARIDO NO CAPÔ DO CARRO NA NOITE DO ASSASSINATO

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) disse ao repórter Roberto Cabrini, em sua primeira entrevista após ser denunciada como mandante do assassinato de seu marido, o pastor Anderson do Carmo, que fez sexo com ele no capô do carro em uma estrada deserta, na noite do assassinato.

Na entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT, exibida nesta segunda-feira (31), a deputada negou ser a mandante do assassinato. Ela fez uma espécie de reconstrução, no local do crime, a casa da família em Niterói. Segundo Flordelis, ela e Anderson chegaram em casa já de madrugada, em torno das 3h da manhã.

“Fomos à Copacabana, andamos no calçadão, fizemos as brincadeiras, andamos na praia. Depois fomos para o carro, ele pegou uma pista deserta, não sei dizer o local, só se eu for lá, talvez eu consiga, mas não prestei atenção no caminho. Eu sei que ele chegou em um lugar que tinha muitos carros parados, mas não tinha bar, nada disso. Nós paramos ali, namoramos, que era uma coisa normal nossa, na estrada. Me beijou bastante, eu sentei no capô do carro e tivemos relações. Falei ‘amor, amanhã a gente vai acordar cedo, né?’. Isso foi por volta de 2h e alguma coisa”, contou.

A parlamentar negou por várias vezes ter envolvimento na morte do marido e se disse vítima de uma injustiça.

“Estou vivendo o pior momento da minha vida. Não estou preparada para ser presa, e não vou ser. Porque eu sou inocente, e a minha inocência será provada. Eu não matei, eu não fiz isso que estão me acusando. Eu não fiz. Não é real, não é verdade. É uma injustiça”, garantiu.

Homem morre após churrasqueira explodir em encontro de amigos por algo que muitos fazem rotineiramente

Faleceu nesta terça-feira (1º) um homem identificado como Edelson de Morais, de 36 anos. Ele estava internado há pelo menos 20 dias devido à graves queimaduras sofridas por conta de uma explosão. Informações apuradas pelo portal de notícias G1 dão conta de que o acidente aconteceu quando o rapaz tentou acender uma churrasqueira na cidade de Mongaguá, litoral paulista.

Edelson de Morais era assistente técnico e participava de uma confraternização entre amigos. Para acender a fogueira em que o churrasco seria feito, ele utilizava um galão com etanol. Em determinado momento de descuido, acabou ocorrendo a explosão, conforme relata Andreza Jesus de Morais, irmã da vítima.

 

A familiar recorda que o rapaz estava vivendo um ótimo momento de sua vida. Ele tinha acabado de comprar uma casa de praia, onde o incidente aconteceu, e reuniu seus filhos, esposa e amigos para celebrar o Dia dos Pais. No imóvel, havia uma espécie de tacho no qual era acesa uma fogueira nos dias frios.

Edelson foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mongaguá, e depois foi transferido para a Santa Casa de Santos, onde passou 20 dias internado. A dor proveniente das queimaduras era tão forte que os médicos optaram por induzir o coma. De acordo com a irmã da vítima, ele chegou a apresentar algumas melhoras, mas acabou não resistindo, vindo a óbito.

Acidentes envolvendo churrasqueiras são comuns, por isso, os cuidados devem ser redobrados. O etanol, utilizado como combustível de automóveis, é altamente inflamável, e não deve ser utilizado para acender fogueiras.

 

 

Monica Benicio, viúva de Marielle Franco, será candidata à vereadora do Rio

Ex-mulher de Marielle Franco, assassinada em março de 2018, a arquiteta Monica Benicio, de 34 anos, será candidata à vereadora do Rio de Janeiro nas eleições municipais de novembro. Ela concorrerá ao cargo pelo PSol, mesmo partido pelo qual sua antiga companheira fez parte.

”Acho importante que essa percepção de legado de Marielle seja colocada como algo coletivo. A Marielle se torna símbolo de representatividade, de resistência e de esperança porque mulheres e a sociedade se aliaram às pautas dela”, diz Monica.

Nascida no Complexo da Maré, na Zona Norte carioca, Monica garante não temer possíveis ameaças à sua vida e afirma que sua candidatura visa combater o que intitula como ”fascismo que ronda o cenário político atual”.

Ainda segundo ela, além de também lutar contra a violência contra a mulher, haverá um enfrentamento incisivo na Câmara Municipal do Rio contra o racismo, o discurso de ódio, o bolsonarismo, ”e tudo o que o presidente Jair Bolsonaro representa”.

Polícia no Rio cumpre mandados contra ‘guardiões do Crivella

 

Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou hoje a Operação Freedom, contra os “Guardiões do Crivella” – grupo de assessores da Prefeitura com a missão de censurar cidadãos entrevistados e atrapalhar o trabalho da imprensa.

O MP do Rio também instaurou investigação para apurar se o prefeito Crivella montou um serviço ilegal com a criação do grupo.

Segundo o G1, a juíza Soraya Pina Bastos, do Plantão Judiciário, expediu ao todo oito mandados de busca e apreensão em endereços ligados a funcionários do esquema, exposto ontem pela TV Globo, inclusive no Jornal Nacional. Não houve mandados de prisão.

A Polícia Civil investiga três crimes: associação criminosa, atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública e advocacia administrativa.

Guardiões do Crivella

O RJ2 revelou nesta segunda-feira (31) um esquema montado com funcionários públicos para fazer plantão na porta dos hospitais municipais do Rio, atrapalhar reportagens e impedir que a população fale e denuncie problemas na área da Saúde.

A organização tem escalas diárias, horários rígidos e ameaças de demissão.

Leia a íntegra no G1

Ex-policial é preso no RJ acusado de estuprar a própria filha dos 10 aos 17 anos

 

Um ex-policial militar foi preso, na manhã desta terça-feira, suspeito de estuprar a própria filha, dos 10 aos 17 anos. Rogério Fonseca de Oliveira foi preso por agentes da 79ª DP (Jurujuba) na residência de sua mãe, em Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Após a vítima denunciar seu pai para a Polícia Civil, foi instaurado inquérito policial e um mandado de prisão temporária pelo crime de estupro de vulnerável foi expedido pela 4ª Vara Criminal de Niterói. A filha relatou ter sido vítima das violências sexuais praticadas pelo seu pai dos 10 aos 17 anos de idade.
De acordo com a especializada, ele confessou os estupros na delegacia.
O ex-policial militar será encaminhado à SEAP, onde permanecerá à disposição da Justiça.