SARGENTO DO EXÉRCITO É MORTA EM ASSALTO APÓS CARRO ENGUIÇAR NO RJ
SARGENTO DO EXÉRCITO É MORTA EM ASSALTO APÓS CARRO ENGUIÇAR, EM DUQUE DE CAXIAS
Uma sargento do Exército foi morta durante um assalto ocorrida na noite deste domingo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O Cruze prata em que Bruna Carla Borralho Cavalcanti de Araújo seguia com parentes enguiçou na Avenida Presidente Kennedy. O marido dela, Angelo Henrique de Araújo, desceu pra fazer o conserto.
Logo depois, ele ouviu gritos de Bruna Carla, dizendo que estava acontecendo um assalto. Em seguida, foram feitos dois disparos na direção da militar. A irmã dela e os sobrinhos foram retirados do carro, que foi levado pelos bandidos.
Bruna – que era lotada na 21ª Brigada de Infantaria Paraquedista – foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Pilar, mas não resistiu aos ferimentos. Equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) foram acionadas. Não há informações de suspeitos presos.
Em nota, a Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Bruna. De acordo com o informe “equipes da unidade realizam diligências para esclarecer o caso”.

Witzel queria comprar rádio Tupi com dinheiro de fraudes na área da Saúde para fins políticos, diz delator
O ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro (RJ), Edmar Santos, declarou à Procuradoria Geral da República (PGR), durante delação premiada, que o governador afastado, Wilson Witzel, planejava comprar a rádio Tupi
não levantar suspeitas, Edmar contou que o grupo criminoso comandado por Witzel planejou tirar os R$ 100 milhões estimados do Financiamento aos Municípios na Área de Saúde (FINANSUS), fundo criado para atender despesas de custeio dos municípios. De acordo com o Ministério Púbico Federal (MPF), a quantia seria repassada para o município de Duque de Caxias, também envolvido na fraude.
Assim conforme relatou o ex-secretário de saúde do Rio em documento transcrito pela Pf, Witzel explicou durante uma reunião que “o valor retornaria para o grupo para a compra da Rádio Tupi, que teria um enorme potencial político para o grupo para as futuras eleições”.
Segundo detalhou Edmar, o esquema de Witzel seria feito da seguinte forma: o Governo do Estado do Rio de Janeiro faria o repasse ao munícipio, uma empresa envolvida no esquema seria contratada para a execução de um determinado serviço e esse montante seria devolvido para o grupo através dessa empresa.
A reunião, que teve como objetivo planejar a futura compra da rádio, aconteceu no Palácio Guanabara, em dezembro de 2019, a portas fechadas entre Witzel, Edmar e o ex-secretário de desenvolvimento econômico, Lucas Tristão, preso na operação deflagrada na última sexta-feira. Antes, de acordo com a delação de Edmar, Witzel pediu para que “todos deixassem seus celulares e relógios longe do local de conversa”.
No decorrer da reunião, Edmar disse que Witzel e Tristão explicaram que a “compra se daria por meio de alguma das empresas de Mario Peixoto e que o município de Caxias foi escolhido em razão da proximidade deste com Washington Reis (prefeito do município)”.
O empresário Mario Peixoto, citado na delação de Edmar, é acusado pelo MPF de ser um dos três eixos no esquema de corrupção liderado por Witzel. O empresário está preso desde maio, na operação Favorito, e foi através dessa investigação e impulsionada com a delação de Edmar que deu “nomes aos bois”, que o MPF conseguiu detalhar como funcionava o esquema montado no Palácio Guanabara.
Segundo os procuradores, as provas do relato apresentado pelo ex-secretário foram obtidas meses antes, com a prisão de Mário Peixoto. Durante as buscas nas empresas envolvidas no esquema de fraudes, os investigadores encontraram documentos e uma troca de e-mail entre Alessandro Duarte – acusado de ser um dos operadores de Mário Peixoto – e um representa da rádio.
Na conversa, Alessandro pede informações, manifesta interesse pela compra da rádio e diz que irá repassar os dados para o “grupo interessado”. Enquanto isso, o plano para a compra da rádio seguia.
Como relatou o ex-secretário aos investigadores, apesar de não haver mais recurso na saúde no final de 2019, “os valores foram repassados no começo de 2020 em algumas parcelas quebradas: R$ 25 milhões, R$ 10 milhões e R$ 15 milhões”.
A delação do ex-secretário de saúde foi homologada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em agosto. O documento de 33 anexos detalha um grande esquema de corrupção montado na Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro e também em outras pastas.
Em nota, a defesa de Mário Peixoto informou que “o Ministério Público Federal postulou a prisão preventiva de Mário Peixoto com base em teoria presuntiva e uma delação premiada pueril, não respaldada por nenhuma prova. Infelizmente, contrariando o princípio da presunção de inocência, a prisão foi ilegalmente decretada. O caso será levado ao Supremo Tribunal Federal, que se encarregará do restabelecimento da legalidade”.
Em nota, a Prefeitura de Duque de Caxias “esclarece que o prefeito Washington Reis não é réu na ação penal que motivou o afastamento do governador Wilson Witzel, bem como ressalta que seu nome é citado apenas três vezes em mais de 120 páginas de petição, citações essas de forma reflexa, sem qualquer conexão ou envolvimento direto ou indireto com os fatos que ensejaram a denúncia ofertada pelo Ministério Público.
O Prefeito refuta qualquer interpretação do texto ministerial que possa sugerir ligação espúria com os denunciados, ressaltando que suas relações com empresários e políticos são pautadas por intensos republicanismo e transparência, controle social e público, e que todas as verbas repassadas pelo Estado ao Município foram empregadas devidamente, não tendo sido apontada qualquer irregularidade por parte dos órgãos estaduais e federais de controle, o que ressalta a lisura das políticas públicas de saúde no âmbito do Município de Duque de Caxias.”
Criança de 3 anos sobrevive após ser levada por pipa (video)
Durante 31 segundos, a menina fica suspensa e é sacudida pelos fortes ventos, até que os participantes do festival conseguem aproveitar um momento em que o vento cede e seguram a criança.
A menina sofreu ferimentos leves no rosto, além do grande susto. As imagens foram assistidas por mais de 1,6 milhão de pessoas nas redes sociais.
Motorista de van agride a namorada e a empurra para fora do carro em santa cruz
Possível formação de novo ciclone deve afetar estados do Brasil esta semana
Há pouco tempo, um ciclone denominado ciclone bomba destruiu muitas casas e causou muitos transtornos para o sul do Brasil. Na ocasião, muitos vídeos que mostravam a destruição se tornaram virais na internet. Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná foram afetados pelo sistema de baixa pressão atmosférica que causou fortes chuvas, rajadas intensas de vento e granizo.
O Sul do Brasil pode enfrentar novo ciclone na próxima quarta-feira
Para o alarme de muitos, segundo Clima Tempo, a previsão aponta a formação de um novo ciclone, dessa vez, o evento irá acontecer no Uruguai, país vizinho ao Brasil. Estima-se que os ventos correrão em pelo menos 30km/h na direção sudeste. O estado do Rio Grande do Sul poderá enfrentar uma nova dificuldade causada pela influência do ciclone em sua região.
A previsão para o início do evento é o fim desta segunda-feira (31 de agosto), no Uruguai. Os três estados do sul do Brasil poderão sofrer interferências em razão do sistema de baixa pressão atmosférica, entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro.
A previsão é que aconteçam fortes ventos e chuvas nos estados do sul
Os ventos correrão em 30 Km/h e há a possibilidade de chuvas fortes a moderadas, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No leste do Paraná haverá aumento de nebulosidade e as temperaturas devem despencar na região.
Governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) recebeu mais de R$ 900 mil por uma atuação relâmpago em dois escritórios de advocacia durante a campanha eleitoral e a transição para seu governo, em 2018.
O valor foi usado para justificar uma doação que Witzel fez à própria campanha de R$ 215 mil. Na declaração de bens entregue à Justiça, o governador afastado não havia informado ter dinheiro em conta bancária antes do início da disputa eleitoral.
Neste sábado (30), após a operação que o afastou do cargo, Witzel ofereceu uma terceira versão para os repasses. Afirmou que tudo foi pago somente após a campanha vitoriosa de 2018. Na semana passada, Witzel foi afastado do cargo por 180 dias sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro por decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, o governador afastado recebeu no ano eleitoral R$ 412.308,37 do escritório do ex-secretário Lucas Tristão, preso na Operação Tris In Idem da última sexta-feira (28). Durante a campanha, Witzel declarou que havia se tornado sócio do ex-braço-direito, mas a parceria nunca foi formalizada na OAB.
Em sua decisão, Gonçalves (STJ) destacou o fato de o escritório de Tristão ter recebido, entre julho e outubro daquele ano, R$ 225 mil da empresa Atrio Rio Service, ligada ao empresário Mário Peixoto, preso sob acusação de pagar propina a Witzel já no Governo do Rio.
O vínculo entre Tristão e Mário Peixoto foi revelado pela Folha durante a campanha. Na ocasião, Witzel afirmou que auxiliou o ex-secretário na análise do caso da Atrio Rio num processo contra o estado. Além da empresa ligada a Mário Peixoto, o governador afastado e o ex-secretário atuaram juntos em ao menos mais um processo, em favor de uma firma contra a Prefeitura de Resende (RJ).
Witzel havia declarado à Receita Federal ter recebido R$ 284,4 mil do escritório de Tristão. Ele, contudo, retificou as informações de seu Imposto de Renda em fevereiro para informar que o valor era maior, de R$ 412,3 mil -quantia informada pelo escritório ao fisco.
Outros R$ 500 mil foram recebidos como participação nos lucros do escritório do advogado Fábio Medina Osório, ex-promotor que ocupou por quatro meses a chefia da Advocacia-Geral da União no governo federal na gestão de Michel Temer (MDB).
Ele permaneceu associado à firma apenas entre setembro e dezembro de 2018, período que compreendeu a reta final da campanha e a transição do governo. De acordo com o escritório, o pagamento ocorreu pouco antes da posse em razão de rescisão contratual.
Os repasses feitos pelos dois escritórios foram usados para Witzel justificar, durante a campanha, a doação de R$ 215 mil que fez à própria campanha. O governador afastado havia declarado à Justiça Eleitoral ser proprietário apenas de uma casa no Grajaú, que não foi vendida. Para explicar como encontrou dinheiro não declarado ao TRE-RJ para repassar a sua campanha, ele afirmou ter recebido os valores dos escritórios dos quais havia se tornado sócio.
Em maio, após a Operação Placebo, em que houve busca no Palácio Laranjeiras, Witzel afirmou que nunca havia sido sócio de Tristão, mas apenas prestado serviços para o seu escritório. Declaração que contradiz entrevista do próprio governador afastado à Folha durante a campanha.
Neste sábado, para explicar as razões dos repasses e eventual vínculo com a campanha, Witzel disse que recebeu os valores apenas após o segundo turno das eleições. Com a nova versão, ele não explicou como conseguiu os R$ 215 mil se, em julho de 2018, havia declarado não ter dinheiro em conta bancária ou em espécie guardado.
Witzel também recebeu no ano eleitoral R$ 180,9 mil do PSC, partido em que formalmente atuava como advogado. O valor, contudo, não é suficiente para justificar o repasse feito a sua campanha. Nesta terceira versão, ele tambem volta a se referir a Tristão como ex-sócio.
O governador afastado disse, em nota, “que prestou consultoria em causas tributárias e criminais pelos escritórios dos quais era sócio em razão da quarentena após ter deixado a magistratura, ele não poderia peticionar nos juízos federais”. O escritório Medina Osório Advogados afirmou, em nota, que o pagamento foi feito “em decorrência de rescisão contratual e que foi pouco antes de sua posse”.
*Folhapress
Prefeitura do Rio encerra quatro eventos na Zona Oeste pela força-tarefa que fiscaliza aglomerações
A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), impediu, na tarde deste domingo, dia 30, uma rave que acontecia desde o início da manhã no sítio Espaço Verde Vila Festas e Eventos, na Ilha de Guaratiba, na Zona Oeste. A ação, conjunta com a Polícia Militar, retirou cerca de 150 pessoas que se encontravam no local. Esta foi o terceiro evento encerrado pelos agentes da Prefeitura, entre a noite de sábado e este domingo. Desde quinta-feira (27), quando foram iniciadas ações noturnas contra aglomerações pela Seop, já foram fiscalizados 26 estabelecimentos, entre bares, boates e espaços para festas, que registram ainda 18 autuações por diversas irregularidades, entre sanitárias, contra normas fazendárias e da pandemia.
Interdições – Na madrugada de sábado, outros dois estabelecimentos – o Espaço Vá Lounge (Estrada da Barra da Tijuca, 3.866) e o Bar São Bão (Estrada de Jacarepaguá, 6.495), no Anil – foram interditados pelos agentes da Seop e da Secretaria Municipal de Fazenda por não haver autorização para funcionamento. Já no início da noite, a festa “O pai tá on” – programada para acontecer em espaço com campo de futebol e piscina no número 488 da Rua Lopes da Cruz – foi encerrada pelas equipes da Prefeitura, seno autuada por técnicos da Vigilância Sanitária.
Órgãos – Com a participação de agentes da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda e Guarda Municipal, a força-tarefa de enfrentamento à pandemia de Covid-19 passou, entre quinta e sábado, pela Ilha do Governador, Vila da Penha, Vila Valqueire, Freguesia, Madureira, Bangu, Barra da Tijuca, Curicica, Anil, Méier e Ilha de Guaratiba. Durante as operações, também foram registradas 20 infrações de trânsito, com um veículo removido por estacionamento irregular no entorno dos estabelecimentos. Mais ações estão previstas para à noite deste domingo.
Planejamento – As ações conjuntas são planejadas com base em denúncias à Central 1746 (canal de Prefeitura de atendimento ao cidadão) e relatórios de inteligência da Subsecretaria de Operações (Subop) da Seop, que identifica eventos divulgados pelas redes sociais. A fiscalização conta com efetivos da Guarda Municipal; Subsecretaria de Vigilância Sanitária (da Secretaria Municipal de Saúde); coordenadorias de Licenciamento e Fiscalização (CLF) e de Controle Urbano (CCU), da Secretaria Municipal de Fazenda; coordenadoria de Reboques da Seop; e Polícia Militar.
Eventos proibidos – A Subsecretaria de Vigilância Sanitária reforça que ainda não estão liberados eventos sociais na cidade do Rio, seguindo a deliberação do Comitê Científico do município. Continuam, portanto, suspensas as emissões da Licença Sanitária para Atividades Transitórias (Lsat) referentes a eventos.
De acordo com a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Fazenda, qualquer tentativa de realização de evento sem autorização pode acarretar a interdição do estabelecimento, multa de R$ 891,59 e início dos procedimentos para cassação do alvará.
VAI CHOVER AMANHÃ? O TEMPO VAI MUDAR DE NOVO!!
FRENTE FRIA INFLUENCIARÁ O TEMPO DO RIO NA SEGUNDA-FEIRA
Nesta segunda-feira, a passagem de uma frente fria pelo oceano influenciará o tempo na cidade do Rio de Janeiro. Assim, já a partir da madrugada haverá aumento da nebulosidade, as temperaturas estarão em declínio em relação ao domingo e há previsão de chuvisco/chuva fraca isolada no período da noite. Os ventos estarão moderados durante a madrugada, perdendo intensidade no restante do dia. Temperatura mínima prevista de 18°C e máxima de 31°C.
Wilson Witzel é diagnosticado com inflamação na próstata
O governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), passou mal na manhã deste sábado (29). Após exames em um hospital da Zona Sul, foi constatada uma inflamação na próstata. Depois de liberado, ele voltou para o Palácio das Laranjeiras, onde mora.
Na sexta-feira (28), o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu pelo afastamento de Witzel em meio a uma investigação sobre irregularidades na área da Saúde.
O órgão também mandou prender o presidente do PSC, Pastor Everaldo que, segundo relato de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde do Rio, teria recebido R$ 15 mil em espécie de Witzel.
Operação Tris in Idem
Os policiais federais cumpriram 16 mandados de prisão – 6 preventivas e 10 temporárias – e 82 mandados de busca e apreensão nessa sexta-feira (28).
O STJ determinou a prisão preventiva do empresário Mário Peixoto, Alessandro de Araújo Duarte, Cassiano Luiz da Silva, Juan Elias de Paula, Gothardo Lopes Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda, e Lucas Tristão do Carmo, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico.
Além do Pastor Everaldo, o STJ expediu mandados de prisão temporária (de cinco dias, que podem ser prorrogados) para Filipe de Almeira Pereira (filho do presidente do PSC), Laércio de Almeida Pereira, Victor Hugo Amaral Cavalcante Barroso, Edson da Silva Torres, Iran Pires Aguiar, José Carlso Melo, Carlos Frederico Loretti da Silveira, Cláudia Alves França e Roberto Bertholdo.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Palácio Laranjeiras (residência oficial do governador do RJ) e contra a primeira-dama do RJ, Helena Witzel, no Palácio Guanabara (sede do governo do RJ), na residência do vice-governador, na Alerj, além de outros endereços nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Sergipe e Minas Gerais e no Distrito Federal.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), também foi alvo de busca e apreensão um endereço no Uruguai, local onde estaria um dos investigados cuja prisão preventiva foi decretada.
A ação da PF de sexta foi realizada por procuradores do MPF, policiais federais e auditores da Receita Federal.