VAI CHOVER AMANHÃ?? VEJA A PREVISÃO DO TEMPO

 

O TEMPO PERMANECERÁ INSTÁVEL NA SEXTA-FEIRA E A TEMPERATURA MÁXIMA PREVISTA É DE 23ºC

O transporte de umidade do oceano para o continente influenciará o tempo nesta sexta-feira (31/07) na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com o Alerta Rio, o predomínio será de céu nublado com chuva fraca isolada entre a madrugada e manhã. Os ventos estarão fracos a moderados e as temperaturas permanecerão estáveis em relação ao dia anterior, com mínima de 15°C e máxima de 23°C.

A foto que ilustra o post é da @biancafurtado_ (Instagram).

 

MORRE POLICIAL BALEADO NA ZONA OESTE!! DESCANSE EM PAZ!!

 

TRISTE NOTÍCIA 😭😭

O Policia Militar Bruno Ferreira, que foi baleado hoje mais cedo ao reagir um assalto em frente ao Supermercado Rede Economia, em Realengo, não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda pouco. O guerreiro foi socorrido para a emergência do Hospital Albert Schweitzer, mas infelizmente não resistiu na cirurgia.

QUE DEUS CONFORTE OS CORAÇÕES DOS AMIGOS E FAMILIARES 😢😭

 

 

BOMBA: VIÚVA DO CAPITÃO ADRIANO DIZ EM DEPOIMENTO QUE MARIDO FOI EXECUTADO A MANDO DE WITZEL

 

Viúva de Adriano Magalhães da Nóbrega, Júlia Mello Lotufo disse a promotores que investigam a morte do ex-capitão do Bope que ele foi executado, e não morto após uma troca de tiros com policiais, conforme a versão divulgada pela Secretaria de Segurança da Bahia. Júlia prestou depoimento na segunda-feira 27 por meio de videoconferência. Em quase duas horas de conversa, contou que Adriano recebeu recados reiterados enquanto estava foragido de que, caso se entregasse às autoridades, seria assassinado. De início, ele não teria levado a sério essa possibilidade. Com o decorrer do tempo, ao apurar a informação com suas fontes em órgãos oficiais do Rio, teria se convencido de que sua execução estava de fato planejada.

Os promotores perguntaram a Júlia quem teria interesse na morte de Adriano, acusado pelo Ministério Público do Rio de chefiar um grupo de extermínio que atuava a serviço de uma milícia. Ela respondeu ter ouvido de Adriano que as ordens para matá-lo vinham de cima, da cúpula do governo fluminense. Os promotores insistiram para que fosse mais específica. Julia, então, falou que as ordens, conforme ouviu de seu marido, partiam do “governador”. Em 2 de fevereiro, uma semana antes da ação policial que resultou na morte de Adriano, Julia fez a VEJA, em entrevista gravada, o seguinte alerta: “Meu marido foi envolvido numa conspiração armada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, que queria matar o Adriano como queima de arquivo”. Em resposta, Witzel rechaçou a acusação e disse que iria processá-la.

ARQUIVO MORTO - Adriano: executado em condições ainda não esclarecidas //Reprodução

No fim daquele mesmo mês de fevereiro, reportagem de VEJA revelou que Adriano confidenciou à esposa ter repassado 2 milhões de reais em dinheiro vivo à campanha de Witzel, que na época tinha como principal cabo eleitoral o senador Flávio Bolsonaro. Quando era deputado estadual, o Zero Um, hoje senador da República, concedeu a mais alta honraria da Assembleia Legislativo do Rio (Alerj) a Adriano, quando este estava preso sob a acusação de homicídio, da qual foi inocentado posteriormente. Além disso, Flávio Bolsonaro empregou em seu gabinete na Alerj a mãe e uma ex-mulher de Adriano, ambas agora investigadas no caso da rachadinha. O ex-capitão do Bope também recebeu a solidariedade do então deputado federal Jair Bolsonaro, que, depois de empossado presidente, reforçou o elogiou e o definiu como “herói” da Polícia Militar.

A declaração de Júlia a VEJA sobre a possibilidade de queima de arquivo foi dada depois de uma ação da polícia tentar prender Adriano num condomínio na Costa do Sauípe, no litoral da Bahia. Ele conseguiu fugir. Durante a operação, policiais chegaram a apontar um fuzil para a filha do casal, hoje com 8 anos de idade, conforme Júlia relatou aos promotores. Após a fuga, Adriano foi resgatado, a cerca de 30 quilômetros de distância, pelo fazendeiro Leandro Abreu Guimarães. Foi Guimarães quem levou o ex-capitão do Bope para o sítio no município de Esplanada (BA), onde ele foi morto. Em depoimento, o fazendeiro declarou que só ajudou Adriano porque foi ameaçado. Aos promotores, Júlia rechaçou essa versão.

Ela disse que Adriano e Guimarães se conheceram no circuito de vaquejadas anos antes e desenvolveram uma relação de amizade. Segundo Júlia, o fazendeiro mentiu em seu depoimento porque foi torturado pelos policiais. Sua casa teria sido metralhada, e os funcionários de sua fazenda, amarrados. Júlia afirmou ter recebido esse relato de familiares do próprio Guimarães. Ela também garantiu que Adriano não levou armas para o sítio, o que inviabilizaria qualquer confronto. Lembrou que ele também estava desarmado na Costa do Sauípe, onde houve a primeira batida policial. Com anos de experiência no Bope, seu marido sabia que não teria qualquer chance de resistir a uma operação de captura da qual participaram cerca de 70 homens.

Júlia disse aos promotores que a arma que teria sido usada por Adriano no suposto confronto foi plantada no local. Contou ter convicção disso porque que esteve pessoalmente com ele um dia antes da morte e viu, com os próprios olhos, que ele continuava desarmado. Os promotores chegaram a perguntar para ela de uma foto do casal em que Adriano aparece com um fuzil. Júlia esclareceu que a fotografia foi tirada anos atrás, em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Numa tentativa de esclarecer as circunstâncias da morte, a Justiça determinou uma nova perícia no corpo de Adriano. A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou a tarefa, mas não dirimiu a principal dúvida sobre o caso, como mostrou uma reportagem publicada no site de VEJA em abril. O laudo pericial registrou que Adriano foi atingido por dois disparos, um de carabina e outro de fuzil. Um deles entrou pelo tórax à esquerda e percorreu trajeto de baixo para cima, provocando uma lesão também no pescoço. O outro foi dado de cima para baixo, entrou pela clavícula direita e saiu pelas costas.

NA TESTA – Imagens exclusivas publicadas por VEJA: ferimentos levantaram suspeitas de tortura ./.

Segundo um perito consultado por VEJA, que pediu para não ser identificado, o trajeto do segundo disparo, de cima para baixo, é um indício de execução. “O segundo disparo foi dado com ele caindo ou já caído. É o tiro de misericórdia.” Já os peritos da Polícia Civil do Rio foram cautelosos e empurraram o problema para frente: “Importante ressaltar que as direções descritas nos trajetos de projetis de arma de fogo no interior de um corpo não constituem informação suficiente para compreender as posições da vítima e do atirador no momento do disparo, devendo sempre, obrigatoriamente, haver a devida correlação com o laudo da perícia criminal no local do fato, buscando assim, elucidar com precisão a dinâmica do evento”.

Por decisão da Justiça, um perito contratado pela família de Adriano fará o tal “laudo da perícia criminal no local do fato”, considerado fundamental para se definir as posições dos policiais e de Adriano na hora em que este foi morto e, claro, se houve confronto ou execução. Aos promotores, Júlia lembrou que o corpo de seu marido tinha sinais claros de agressão. Entre eles, uma coronhada e pelos menos duas escoriações na cabeça. “Meu marido foi torturado e assassinado”, declarou na videoconferência.

Adriano Magalhães da Nóbrega ficou um ano foragido depois de ter sua prisão decretada no âmbito da Operação Intocáveis, que investiga milicianos no Rio. Após ser expulso da Polícia Militar, dedicou-se ao submundo do crime e, ao longo do tempo, colheu informações preciosas sobre as relações de contraventores e criminosos com as autoridades públicas e o esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. A investigação sobre sua morte pode trazer à tona parte de seus segredos.

Responsável pela apuração da morte do ex-capitão do Bope, o promotor Dario José Kist disse que a conclusão do caso ainda depende de uma série de medidas: “O Ministério Público ainda não recebeu o inquérito policial, ainda aguarda o laudo da reprodução simulada, entre outras diligências ainda necessárias”. Perguntado se o fazendeiro Leandro Guimarães e Júlia Lotufo serão chamados a prestar novos depoimentos, diante da divergência de versões entre eles, respondeu que essa informação está sob sigilo. O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que representa a família de Adriano, disse que o caso corre sob sigilo e que, por isso, não se manifestaria.

Créditos: Veja

 

Homem é agredido pela namorada por não postar foto com ela nas redes sociais

 

Um homem de 26 anos foi agredido pela própria companheira com uma pedrada na manhã de domingo, 26, no bairro Velha, Região Oeste de Blumenau.

A Polícia Militar foi acionada pouco antes do meio dia, para atender a ocorrência.

Conforme relatório da PM, o motivo da discussão que gerou a agressão foi o fato de o homem se negar a postar fotos nas redes sociais com a namorada.

Ambos foram detidos e levados para a Central de Polícia.

 

CLÍNICA NO RIO EM QUE CANTORA FEZ LIPOESCULTURA E MORREU É INTERDITADA PELA PREFEITURA

 

CLÍNICA RAINHA DAS PLÁSTICAS EM QUE MC ATREVIDA FEZ LIPOESCULTURA E MORREU É INTERDITADA PELA PREFEITURA

A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, esteve na tarde desta quinta-feira, 30/07, na clínica de estética da Rua Honorato da Costa, 171, em Vila Isabel, onde a MC Atrevida se submeteu a uma hidrolipo e faleceu no último dia 27. Na ação realizada com o apoio de policiais da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), fiscais encontraram o estabelecimento fechado, o que impediu a inspeção. Sem a licença sanitária que é uma das exigências para o funcionamento, a clínica acabou interditada pele Vigilância, pasta vinculada à Secretaria Municipal de Saúde.

Além da falta de licença sanitária, o estabelecimento que usa o nome de Rainha das Plásticas não tem permissão para serviços de internação. Segundo a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda, o alvará de funcionamento ativo é específico para clínica e assistência médica

 

Mc atrevida

 

 

 

FUZIL ENCONTRADO POR PESCADORES NO MAR EM MANGARATIBA PODE SER DO EXÉRCITO PERDIDO EM 2018

 

FUZIL ENCONTRADO POR PESCADORES NO MAR EM MANGARATIBA PODE SER DO EXÉRCITO PERDIDO EM 2018

Pescadores encontraram um fuzil no mar de Mangaratiba, na Região Metropolitana do Rio. A foto com o achado viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (30). De acordo com a Polícia Civil, será investigado se a arma se trata de um fuzil perdido pelo Exército Brasileiro em 2018, durante um treinamento na região. O equipamento pode ter sido utilizado pela Engenharia Paraquedista da força, e caiu no mar durante uma manobra próximo ao Sahy. Na época, o Exército chegou a fazer buscas pela arma, mas ela não foi encontrada.

 

Rio de Janeiro tem 150 mortes em 24 horas por covid-19

 

O Rio de Janeiro registrou 150 novos óbitos nas últimas 24 horas, subindo para 13.348 o total mortes por covid-19 no estado. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, há até esta quinta-feira (30), 163.642 casos confirmados da doença no estado. Há ainda 976 óbitos em investigação, e 321 foram descartados. Entre os casos confirmados, 139.967 pacientes se recuperaram da doença.

Infectados

O município do Rio de Janeiro lidera disparado o número de infectados pelo novo coronavírus com 70.989 doentes. Em seguida vem Niterói, na região metropolitana, com  8.980 infectados. Depois, São Gonçalo (8.257); Duque de Caxias (6.158); Macaé (5.601); Nova Iguaçu (4.120); Angra dos Reis (3.791); Volta Redonda ( 3.361); Itaboraí ( 3.293); Campos dos Goytacazes (2.951); Magé (2.500); Teresópolis (2.398); São João de Meriti (2.261); Belford Roxo ( 2.101); Maricá (2.096); Queimados (2.012); Itaguaí (1.858); Itaperuna (1.668); Cabo Frio (1.419); Nova Friburgo ( 1.236); Rio das Ostras  (1.222); Petrópolis (1.220); Guapimirim (1.124); Três Rios (1.121) e Resende com 1.054 casos estão entre as cidades fluminenses com maior número de infectados.

Óbitos

Do total de 13.348 mortes de covid-19 no estado, a capital fluminense tem um número expressivo de vítimas, com  8.270 óbitos. Em seguida pela ordem: São Gonçalo (579); Duque de Caxias  (566); Nova Iguaçu ( 427); São João de Meriti (315); Niterói  (300); Belford Roxo (209); Campos dos Goytacazes (204); Itaboraí (160); Magé (158); Petrópolis (137); Mesquita (135); Nilópolis (124); Volta Redonda (117);  Angra dos Reis  (115); Macaé (113); Itaguaí (87); Maricá (82); Teresópolis (79); Cabo Frio (77); Barra Mansa ( 68); Nova Friburgo ( 63) e Rio das Ostras com  (55), estão entre as cidades com maior número de mortes no estado.

Para mais informações, clique aqui e acesse o painel de monitoramento de casos no estado do Rio de Janeiro.

 

Casas Pedro vagas p/ auxiliar de serviços gerais, atendente, estoquista – Loja de produtos Naturais – Rio de janeiro

 

 

Conhecida como a melhor casa de produtos árabes do SAARA, a Casas Pedro já fazia parte do tempero da história de muitas famílias cariocas! Mas a vontade de levar todo esse amor, dedicação, produtos de qualidade com preço justo e variedade para mais longe continuava viva! Assim, em 2014 foi iniciado um processo de gestão profissional com apoio de especialistas em diversas áreas. Foram muitas mudanças positivas e uma gestão para valorizar e fazer do crescimento da nossa gente o nosso próprio crescimento. As Casas pedro estão contratando para vagas de: Auxiliar de Enfermagem do Trabalho São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ
Técnico de Segurança do Trabalho São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ

Médico do Trabalho São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ
Auxiliar de Manutenção São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ
Estagiário de RH centro, Rio de Janeiro – RJ
Estagiário de Nutrição Centro, Rio de Janeiro – RJ
Auxiliar de Serviços Gerais Petrópolis – RJ
Estoquista Petrópolis – RJ
Atendente Petrópolis – RJ
Auxiliar de Serviços Gerais

Os interessados em trabalhar nas Casas Pedro devem Candidatar-se Clicando aqui

Policia Civil procura por empresário que contratou pistoleiros para matar dono de academia de crossfit no RJ

 

_*Policia Civil procura por empresário de Saquarema que contratou pistoleiros para matar dono de academia de crossfit*_

_O empresário de Saquarema Marcos de Azevedo está sendo procurado pela polícia. Ele teve a prisão decretada e já é considerado foragido. A foto dele já está sendo divulgada pelo Portal Procurados_

_Marcos é acusado de contratar dois pistoleiros, que já estão presos, por dez mil Reais, para matar o proprietário de uma academia de crossfit que funciona num galpão de propriedade dele, mas pagou apenas 3 mil Reais_

_O dono da academia sobreviveu a onze tiros. De acordo com a polícia a desavença entre os dois ocorreu porque a vítima devia aluguéis e estaria fazendo mudanças estruturais no imóvel sem a autorização do proprietário_

 

Apenas um terço dos profissionais de saúde foi testado para covid-19

 

Apenas um em cada três profissionais de saúde foi testado para covid-19, de acordo com levantamento divulgado hoje (30), pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getulio Vargas (FGV). Embora as categorias da área estejam expostas, diariamente, a um alto risco de contágio da doença, somente metade dos funcionários recebeu equipamentos de proteção individual (EPI) para desenvolver suas atividades, no mês passado.

Os EPI faltaram, sobretudo, entre agentes comunitários de saúde e os agentes de endemia. Em junho, apenas 32% deles receberam esse tipo de item, por iniciativa dos respectivos empregadores. O índice está somente um pouco acima do registrado em abril, de 19,65%.

Os apontamentos foram elaborados com base em uma segunda devolutiva do estudo A Pandemia de Covid-19 e os Profissionais de Saúde Pública no Brasil. O levantamento ouviu 2.138 profissionais da saúde pública, de todos os níveis de atenção e regiões do país, entre os dias 15 de junho e 1º de julho.

A amostragem é composta por 40% de agentes comunitários e agentes de controle de endemia, 20,8% de profissionais de enfermagem, 14,7% de médicos e 23,8% de outros profissionais do segmento.

A primeira fase do estudo, realizada em abril, foi costurada a partir da percepção de 1.456 trabalhadores. Além de ampliar o número de entrevistados, os pesquisadores buscaram investigar aspectos relativos a saúde mental, assédio moral e testagem dos profissionais.

Capacitação e medo

Pelas respostas enviadas através de formulário, constata-se que os trabalhadores que tiveram treinamento para aperfeiçoar o atendimento durante a crise sanitária são minoria, a exemplo do que ocorreu em relação à testagem. A proporção dos profissionais que tiveram acesso a uma capacitação específica sobre atendimento durante a pandemia subiu de 21,91% para 32,2%, entre abril e junho. No cômputo, foram considerados médicos e técnicos de enfermagem.

Tais números podem ser relacionados a outro índice: o que mensura o nível de temor quanto à covid-19. Ao todo, 89% de agentes comunitários de saúde e agentes de combate à endemia reconheceram sentir medo da doença, mesmo sentimento compartilhado por 83% dos profissionais da enfermagem, 79% dos médicos e 86% de demais profissionais da área de saúde.

A preocupação é justificada não só pelo contexto geral, mas porque sentem que a infecção se avizinha, já que 80% dos entrevistados declararam ter ao menos um colega contaminado pelo novo coronavírus nessa segunda fase da pesquisa. Anteriormente, esta parcela era de 55%.

No que concerne à atuação do governo federal, a avaliação piorou. Em abril, 67% diziam não sentir que tal esfera do poder público os apoia, parcela que aumentou para 78% em junho. A insatisfação é superior à observada quanto à falta de suporte do governo municipal, que foi de 58%.

Saúde mental

Outros aspectos abordados foram o assédio moral e o comprometimento da saúde mental, que atingem, respectivamente, 30% e 78,2% dos profissionais consultados pela FGV. Mesmo diante dos problemas, somente um quinto (20%) afirmou ter recebido algum tipo de apoio do estado para enfrentá-los.

A confluência de fatores destacados pelos profissionais, que, majoritariamente (95%) teve sua rotina alterada, ajuda a explicar por que 70% deles não se sentem preparados para lidar com a pandemia. Na primeira fase da pesquisa, o índice era 64,97%.

Conforme explica a coordenadora da pesquisa, Gabriela Lotta, a omissão das autoridades governamentais “cria uma situação muito tensa de trabalho, na qual prevalecem o medo e o sentimento de despreparo”. Como consequência disso, acrescenta a especialista, surge um aumento dos casos de transtorno mental, adoecimento, afastamento do trabalho e até morte.