‘Japonês da Federal’ perde cargo e terá que pagar multa após ser condenado por contrabando

Newton Ishii, o ex-agente da Polícia Federal, conhecido como “Japonês da Federal”, foi condenado por facilitação de contrabando pela fronteira Brasil-Paraguai, em Foz do Iguaçu. Devido a isso, ele perderá o cargo e terá que pagar uma multa de R$ 200 mil.

De acordo com o juiz Sérgio Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, a conduta de Ishii ” foi de “extrema gravidade, com afronta direta a dignidade da função pública por ele exercida”.

A ação aponta que ele se “escondeu por trás do aparato institucional voltado ao combate do crime na fronteira, para facilitar o contrabando/descaminho, o que impede que o agente, após tal fato, prossiga atuando como agente policial”.

A multa de R$ 200 mil foi reais foi calculada a partir do valor de 40 vezes a média da renda autodeclarada por ele. O valor da condenação será atualizado monetariamente pelo INPC e sofrerá a incidência de juros moratórios, no patamar de 1% ao mês.

Além deste imbróglio, em 2009, o “Japonês da Federal” foi condenado por corrupção e descaminho por supostamente facilitar entrada de produtos contrabandeados do Paraguai. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) chegou a referendar a decisão de primeira instância, rejeitando recurso do acusado.

Tim, Vivo e Claro apresentam proposta por ativos móveis da Oi

A italiana TIMI, que opera a  TIM  no Brasil, a Telefônica Brasil, dona da Vivo, e a America Móvil, que opera a  Claro, apresentaram uma proposta conjunta pela unidade móvel da operadora  Oi, segundo documentos apresentados pelas empresas neste sábado (18).

As empresas de telecomunicações disseram que pediram à Oi o direito de cobrir potenciais propostas que a empresa brasileira possa ter recebido pelos ativos.

Segundo duas fontes com conhecimento do assunto, houve uma segunda proposta de um investidor estratégico estrangeiro com pequena presença no Brasil.

Para escolher o vencedor, a Oi não levará em conta apenas o valor da proposta, mas também qual grupo pode garantir aprovação dos órgãos reguladores para o negócio mais rapidamente. A  Oi está em recuperação judicial  desde 2016.

A operadora disse que recebeu mais de uma proposta pela sua unidade móvel, mas não revelou a identidade dos candidatos ou o número de propostas.

A Oi estabeleceu um preço mínimo de R$ 15 bilhões pelos seus ativos móveis. A empresa quer usar os rendimentos da venda para financiar o crescimento da sua banda larga de fibra ótica e pagar dívidas, tentando escapar da proteção de insolvência. Não ficou claro se a proposta cobriu o preço mínimo.

A Tim Brasil e a Telefônica Brasil disseram, em maio, que planejavam uma proposta conjunta pelos negócios da Oi móvel, sem mencionar a Claro – e apesar da pandemia da Covid-19.

“A transação, se completa, deve acrescentar valor para todos os acionistas e clientes, com mais crescimento, geração de eficiências operacionais e melhora na qualidade dos serviços”, afirmaram os três candidatos, em comunicados.

A maior portadora de linha fixa do Brasil tinha aproximadamente R$ 65 bilhões em dívidas quando pediu proteção contra falência.

Em outro comunicado, a Oi afirmou que recebeu proposta de R$ 1,08 bilhão pela unidade de torres da Highline do Brasil II Infraestrutura de Telecomunicações S.A.

Google está trabalhando em ‘tatuagens sensíveis ao toque’

Em mais um projeto de wearable, a Google quer transformar a pele em um touchpad através de tatuagens. SkinMasks, como são chamadas internamente, são tatuagens de henna carregadas de sensores que detectam toques diretos e convertem em comandos.

Até o momento, o projeto é exclusivamente experimental e está longe de ser disponibilizada para o público por inúmeros fatores — inclusive, a usabilidade. As tatuagens removíveis são equipadas com sensores de toque e podem ser colocados em várias áreas do corpo, detectando toques simples ou gestos assim que ativados.

A vantagem? Aproveitar a memória muscular e todos os gestos que já conhecemos. Apertar a mão, tocar no próprio corpo e outras ações mais peculiares poderiam aproximar o corpo de dispositivos e expandir as possibilidades para dispositivos de entrada.

A ideia é tornar a interação com tecnologia mais natural e integrar seu corpo aos sistemas. O toque entre dedos poderia servir para controle de mídia, enquanto outros gestos poderiam acionar a câmera para fotografias, apagar a tela e atender ligações.

“SkinMask é fino e flexível o bastante para se acomodar em superfícies irregulares, como tendões e ossos protuberantes”, foi descrito em um dos documentos do projeto, elaborado por pesquisadores da Saarland University.

Em vídeo, as tatuagens parecem responsivas e capazes de detectar uma grande variedade de gestos — alguns deles até mesmo com uma única mão. Contudo, o projeto está em estágios iniciais e está muito distante do visual de um produto. Além disso, as tatuagens ainda exigem a presença de um módulo arduino para funcionar.

 

Ideias curiosas

Em um artigo (somente em inglês), o CNET reuniu várias das invenções curiosas que são testadas internamente na Google. Além da tatuagem sensível ao toque, a companhia está trabalhando em controles de realidade virtual que simulam pesos de objetos virtuais e óculos que projetam ícones holográficos.

Assim como a SkinMask, todos os projetos estão em estágio inicial e podem nem sair dos laboratórios. Apesar disso, é interessante observar como a Google tenta explorar tecnologias ainda inéditas e conferir seu potencial de venda. Será que teremos alguma invenção curiosa nas lojas em breve?

Possíveis casos de reinfecção pela Covid-19 são investigados no Hospital das Clínicas de SP

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo investiga o caso de pacientes que voltaram a testar positivo depois de terem se recuperado da Covid-19. A reinfecção pelo vírus ainda é apenas uma hipótese.

Além de apresentarem novos testes positivos tempo depois de terem se recuperado do vírus, o HC explicou em nota que dois pacientes também voltaram a ter sintomas, mas não especificou quais foram nem o estado de saúde atual deles.

Assim como a hipótese de terem se infectado mais de uma vez, o HC também estuda a possibilidade dos testes positivos serem, na realidade, de fragmentos inativos do coronavírus que permaneceram no corpo dos pacientes, enquanto que a volta dos sintomas seriam de uma virose causada por vírus diferente.

“Os sintomas e testes positivos em dois períodos diferentes poderiam ser explicados por: outra virose por um vírus diferente, que causaria confusão porque haveria ainda  fragmentos inativos  que permaneceram no corpo do paciente; pela longa permanência do vírus no corpo, com período de inatividade; pela reinfecção, hipótese ainda pouco provável por não ter sido constatada em nenhum outro caso registrado pela literatura médica internacional”, explicou o HC em nota.

Ambos os pacientes estão sendo acompanhados pelo HC e serão testados para outros vírus, a fim de descartar a hipótese de infecção por vírus diferente da Covid-19. O HC não informou perfil dos pacientes.

Reinfecção e Covid-19

Até o momento, os cientistas não conseguiram comprovar a possibilidade de se infectar mais de uma vez pelo coronavírus.

Contudo, no dia 13, pesquisadores de uma universidade britânica anunciaram que a  carga de anticorpos de recuperados do coronavírus pode cair drasticamente ao longo do tempo – depois de 3 ou 4 meses. Uma das sugestões da pesquisa é que a reinfecção é possível.

Se comprovada a hipótese de reinfecção, as discussões sobre da imunidade de rebanho em torno da Covid-19 – quando uma população, ao atingir um número alto de pessoas resistentes a um vírus (por já terem sido infectadas ou vacinadas), cria um ambiente em que o vírus não consegue encontrar pessoas suscetíveis a serem infectadas – não seriam válidas.

Com paralisia cerebral, estudante da UnB vira ícone da autoestima no TikTok

Oinício da quarentena foi um “banho de água fria” para muita gente, em especial para a estudante de letras  Clara Marinho, 21 anos. Ela estava ansiosa pelo retorno das aulas na  Universidade de Brasília (UnB),  após as férias de fim de ano, quando a pandemia interrompeu seus planos. Para fugir do tédio, rendeu-se, assim como tantos jovens, ao TikTok. Foi a partir desse gesto despretensioso que sua vida mudou completamente, “de um dia para o outro”.

Como tem  paralisia cerebral  desde o nascimento, deficiência que limita parte dos seus movimentos, incluindo a fala, Clara começou a usar a rede social para dublar vídeos divertidos. A ideia era se distrair “diante de tantas notícias ruins”, relembra. A forma diferente com que se expressa, por causa da deficiência, chamou atenção dos usuários, a maioria crianças e adolescentes.

“Me perguntavam por que eu andava e mexia a boca de um jeito diferente, algumas até me chamavam de doente. Como eu não queria magoar ninguém e, ao mesmo tempo, queria explicar da maneira mais simples possível sobre a minha deficiência, procurei ser o mais didática que pude”, conta a estudante.

CLARA NOGUEIRA MARINHO, ESTUDANTE DE LETRAS DA UNB, ESCRITORA E PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Apesar de ser uma condição comum — de acordo com a  Organização Mundial da Saúde (OMS),    a paralisia cerebral afeta dois de cada mil bebês; e 15 de cada 100 bebês prematuros —, Clara constatou que havia muito desconhecimento sobre o assunto. “Por isso, não tenho raiva. Tem muita gente que sequer ouviu falar a respeito”, destaca.

Em resposta aos comentários preconceituosos, ela gravou uma série de vídeos, explicando como se dá a malformação cerebral, seus diferentes sintomas e sobre como encara a deficiência. “Sempre vi a PC como uma de minhas melhores características. Nunca a tive como uma patologia ou algo maléfico e que precisasse ser vencido”, salienta.

Em um deles, ela esclarece que, em seu caso, a paralisia afetou apenas o desenvolvimento motor, mas que há pessoas que apresentam deficiência intelectual, problemas comportamentais, dificuldade para ver ou ouvir e transtornos convulsivos. “Não significa que sou melhor que elas, só diferente.”

O conteúdo teve boa repercussão e, no dia seguinte, a brasiliense se deparou com dezenas de mensagens no WhatsApp e milhares de novos seguidores nas redes sociais. Hoje, são mais de 430 mil no TikTok e 60 mil no Instagram. Alguns de seus vídeos têm mais de 1 milhão de visualizações.

“Meus amigos me mandaram mensagem contando que o  Celso Portiolli  tinha compartilhado o vídeo, assim como outros famosos, alguns eu nem conhecia. Foi inesperado. Ainda estou em choque”, recorda.

No começo, a família de Clara ficou receosa com a exposição.

“Meus pais nunca me privaram de nada por eu ser deficiente. Pelo contrário, eles sempre estimularam minhas habilidades e me desafiaram. No entanto, tinham medo que alguém falasse algo que me machucasse. Expliquei a eles que o normal, até pouco tempo, era eu ter que me esforçar para abrir portas, chegar em alguém para pedir informação e essa pessoa virar a cara pra mim. Isso já aconteceu. O que eu tenho recebido é justamente o contrário, muita gente me ouvindo e apoiando”.

 

Escritora em formação e influenciadora

Antes da reviravolta que o TikTok provocou em sua vida, Clara usava as redes sociais para compartilhar algumas poesias, que sonha em transformar em livro. Os planos seguem e alguns conteúdos continuam. Agora, ela segmentou a atuação nas redes.

No app em que virou famosa e ícone da autoaceitação, ela compartilha vídeos mais dinâmicos, voltados para o público jovem. O Instagram, além de um espaço para divulgar seu trabalho, transformou-se em um canal de mensagens positivas, lives e informações a quem está disposto a saber mais sobre a   paralisia cerebral.

@cl_arinhamarParte 2… ##pessoacomdeficiencia ##deficiencia

♬ som original – cl_arinhamar

Ela ainda se considera uma “escritora em formação”, mas pretende se lançar às oportunidades e usar o espaço que conquistou para promover visibilidade e respeito para as  pessoas com deficiência (PCDs).

“Eu sempre precisei de ajudas em minha vida e eu sempre pedi aos céus que algum dia eu pudesse retribuir tais ajudas de alguma forma. E minhas preces foram ouvidas. É um prazer enorme poder compartilhar o pouquinho que vivi e ajudar as pessoas de alguma forma”, afirma.

Ao instalar o   TikTok no celular, em março, Clara buscava apenas uma forma de se distrair em meio ao distanciamento social. Hoje, sequer tem tempo para descansar e vive a mil com as responsabilidades impostas pela exposição. O sacrifício, de acordo com ela, tem valido a pena.

“Todos os dias, recebo dezenas de mensagens de pessoas que se inspiraram em mim, de alguma forma. Sempre tem pelo menos uma de uma pessoa com paralisia cerebral, elogiando a minha coragem, perguntando como consigo ser tão positiva e alto astral”, relata.

“Respondo que é difícil. Não conseguimos fazer tudo, mas precisamos nos aceitar. Se a gente não se ama, como esperar isso dos outros? Como conseguir dar amor para alguém? A deficiência não é algo ruim. Não precisa ser. É preciso entendê-la, aceitá-la e usá-la de uma forma positiva. É isso que faço e tento ‘jogar’ no mundo”, finaliza.

 

‘Tem que perguntar para o secretário de Saúde’, diz Witzel sobre fechamento de hospitais de campanha

Ao ser questionado na manhã deste sábado sobre o fechamento dos hospitais de campanha do Rio, o governador Wilson Witzel (PSC) afirmou que isso deveria ser perguntado ao secretário de Saúde do estado, Alex Bousquet. Witzel deu a declaração durante um evento na Ceasa, em Irajá, na Zona Norte do Rio. Ao chegar na central de abastecimento, o governador foi vaiado por trabalhadores, que também entoaram gritos de “ladrão”, e recebeu poucos aplausos de apoiadores. Os pacientes dos hospitais de campanha começaram a ser transferidos para outras unidades nessa sexta-feira.

— Isso que você tem que perguntar para o secretário de saúde. Tudo que fiz como governador para resolver o problema da pandemia foi pautado na opinião de especialistas. Nossa secretaria de Saúde investiu 12% do orçamento, no ano passado, e o percentual será superado este ano. Se compararmos os investimentos e o que está sendo apurado agora de irregularidade, o número apontado é menor do que a imprensa mostra — disse o governador, ao visitar a Ceasa de Irajá.

Witzel, que está sendo investigado por desvios de verba pública na Saúde e enfrenta um processo de impeachment na Assembleia Legislativa do Rio, afirmou que os hospitais de campanha são problemas da secretaria de Saúde:

— Se eu tiver que tomar medidas para responsabilizar quem tomou decisão errada, vou buscar outros especialistas. Quando fazemos um plano, existe sempre a possibilidade de erro. Fazendo uma avaliação da política de saúde, vislumbro que acertamos muito mais que erramos. E o que foi feito de errado tem que ser corrigido.

O EXTRA procurou a assessoria da secretaria de Saúde, que encaminhou a mesma nota que já havia mandado desde cedo sobre os hospitais de campanha. Nela, a SES esclareceu que “os pacientes foram transferidos, de forma preventiva, para o Hospital Universitário Pedro Ernesto, o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, o Instituto Estadual do Tórax Ary Parreira e o Hospital Municipal Luiz Palmier, tendo em vista que o Iabas notificou sua decisão de interromper o funcionamento dos hospitais a partir deste sábado (18/07). A transferência foi feita de modo seguro e por decisão médica, solicitada através da Central Estadual de Regulação. As unidades para onde os pacientes foram transferidos são bem aparelhadas e dotadas de leitos especialmente preparados para atender pacientes de Covid-19.”

Ainda na nota, a SES frisou que “os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo não fecharam, como afirmou nesta sexta-feira o secretário Alex Bousquet. Neste momento, há um paciente internado no hospital de campanha de São Gonçalo. As duas unidades estão sob administração da Fundação Saúde. Os hospitais seguem ativos e em condições de receber pacientes se necessário, como apoio e contingência aos leitos regulares da rede hospitalar. Os equipamentos utilizados nos hospitais de campanha do Maracanã e São Gonçalo são bens do Governo do Estado e permanecem nas unidades.” (Veja abaixo nota da SES na íntegra).

DISCURSO INFLAMADO NA CEASA

Ao discursar para os comerciantes e apoiadores, o governador se exaltou ao se defender de acusações que vem recebendo:

— Eu não tenho apego a bens materiais. Pelo amor de Deus, entendam isso. Eu não tenho apego a carro, nem carro eu tenho. Não tenho apego a avião, jato. Não tenho apego a dinheiro. O único tesouro que me interessa e eu quero levar para o meu túmulo, deixar para as próximas gerações, ninguém vai tirar de mim. São princípios que meu pai me deu, minha mãe me deu e minha igreja me deu: a honestidade.

Witzel esteve na Ceasa para assinar um termo de compromisso garantindo que a central não será transferida de Irajá para Duque de Caxias. De acordo com o governador, a polêmica sobre a transferência do Ceasa Grande Rio para Caxias se encerra hoje. Ele afirmou que o projeto de uma nova central de abastecimento na Baixada Fluminense fica para o futuro.

— Bem no início do governo recebemos diversos projetos, de toda ordem. O projeto da Ceasa em Caxias é para o futuro. Esta Ceasa daqui não sai, é o povo que pede. Dentro das políticas públicas que planejamos para esse ano, tínhamos a previsão de investimentos na ordem de R$ 100 milhões para turismo e agricultura, que não foram executados por conta do isolamento social. Para 2021, como nosso isolamento foi bem feito e o Rio está entre os estados com declínio de contágio, esses recursos poderão ser aplicados, e teremos uma volta da economia pujante. Nossa previsão é de aumento da produção. Não haverá necessidade de tirar de um lugar para outro. Teremos que ter mais postos de abastecimento. Durante muito tempo a agricultura foi considerada um patinho feio no estado.

Há 46 anos funcionando em Irajá, o principal entreposto fluminense corria risco de trocar de endereço, por sugestão do prefeito de Caxias, Washington Reis, que quer levar o Ceasa para a cidade da Baixada. Com uma circulação de mil caminhões, dez mil carros e cerca de 60 mil mil pessoas por dia, o centro atacadista comercializou R$ 4,5 bilhões em hortifrutigranjeiros e cereais, em 2019.

O argumento de Washington Reis é que Duque Caxias está melhor situada, para receber as mercadorias e escoar a produção. A gestão do novo espaço sairia do governo estadual e passaria para uma concessionária. Mas comerciantes do Ceasa, produtores e moradores de comunidades do entorno são contrários a transferência. Os dirigentes da Associação Comercial dos Produtores e Usuários da Ceasa explicaram isso ao governador. Eles contam com apoio de políticos como os deputados estaduais Val Ceasa (Patriota) e Dionísio Lins (PP). Val tem um boxe no mercado e acompanhou a visita de Witzel, interessado no momento em cada voto favorável na Alerj.

NOTA NA ÍNTEGRA SOBRE FECHAMENTO DOS HOSPITAIS DE CAMPANHA

“A Secretaria de Estado de Saúde (SES) esclarece que os pacientes foram transferidos, de forma preventiva, para o Hospital Universitário Pedro Ernesto, o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, o Instituto Estadual do Tórax Ary Parreira e o Hospital Municipal Luiz Palmier, tendo em vista que o Iabas notificou sua decisão de interromper o funcionamento dos hospitais a partir deste sábado (18/07). A transferência foi feita de modo seguro e por decisão médica, solicitada através da Central Estadual de Regulação. As unidades para onde os pacientes foram transferidos são bem aparelhadas e dotadas de leitos especialmente preparados para atender pacientes de Covid-19.

A SES frisa que os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo não fecharam, como afirmou nesta sexta-feira o secretário Alex Bousquet. Neste momento, há um paciente internado no hospital de campanha de São Gonçalo. As duas unidades estão sob administração da Fundação Saúde. Os hospitais seguem ativos e em condições de receber pacientes se necessário, como apoio e contingência aos leitos regulares da rede hospitalar.

Os equipamentos utilizados nos hospitais de campanha do Maracanã e São Gonçalo são bens do Governo do Estado e permanecem nas unidades.

Somente em unidades de campanha, a SES tem à disposição os hospitais de São Gonçalo, Maracanã, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Nova Friburgo. A SES esclarece que os três últimos foram concluídos, sendo mantidos como leitos de retaguarda. Ou seja, caso ocorra uma segunda onda de Covid-19 no estado, eles serão utilizados para garantir vagas disponíveis para o atendimento à população. Também ficará na retaguarda o hospital modular de Nova Iguaçu. Ao todo, o estado terá 900 leitos de retaguarda nestas unidades para atendimento de pacientes em eventual segunda onda de coronavírus.

Cada um desses três hospitais de campanha ficará com 20 leitos prontos para emprego imediato caso seja necessário, inclusive com os profissionais de saúde preparados. Essa medida visa garantir a agilidade na eventual abertura de novas vagas. Os demais leitos também estarão concluídos e em condição para serem abertos rapidamente, caso haja necessidade no futuro.

Os dados da Covid-19 no estado estão sendo analisados diariamente, para que seja possível estabelecer estratégias de abertura gradual ou de fechamento da economia. Em caso de aumento do uso de leitos de Covid-19, o Governo do Estado voltará a contar imediatamente com essas unidades.”

Selvageria! Tubarão devora outro em praia dos EUA; vídeo

Um vídeo filmado pelo surfista e fotógrafo profissional norte-americano Jack Bates viralizou nas redes sociais por mostrar um tubarão-tigre se alimentando de um tubarão-martelo próximo à costa de uma praia de Palm Beach, na Flórida.

Ambas as espécies de tubarão costumam chegar próximo da praia para encontrar suas presas. Os tubarões-tigre estão entre as maiores espécies de tubarões costeiros, podendo alcançar 5,5 metros de comprimento. Já os tubarões-martelo podem crescer até 6 metros.

Ambos os animais se alimentam de outros bichos do mar, como tartarugas, arráias, entre outros. Veja o vídeo na sequência:

Flávio Bolsonaro será ouvido pelo MPF sobre vazamento da PF na operação Furna da Onça

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) será ouvido na próxima segunda-feira (20), às 14h, em Brasília, pelo Ministério Público Federal (MPF).

O procedimento de investigação criminal  apura as denúncias de vazamento da Operação Furna da Onça, em 2018. A denúncia de vazamento  foi feita pelo empresário Paulo Marinho,  ex-aliado do senador. A informação foi divulgada neste sábado (18) pela GloboNews.

Pela  prerrogativa do cargo, o próprio senador escolheu o dia, horário e local do depoimento, que será no gabinete dele no Senado.

Responsável pela investigação, o procurador Eduardo Benones, do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do MPF, vai à Brasília ouvir o depoimento de Flávio Bolsonaro.

Em nota, a defesa do senador disse que o depoimento está confirmado e que ele vai depor como testemunha.

“Para que a verdade seja restaurada o mais rápido possível, o senador Flávio Bolsonaro marcou a data para depor junto ao Ministério Público Federal. A previsão é de que o depoimento ocorra na próxima segunda-feira (20/07), quando um procurador da República irá ao encontro do parlamentar, em Brasília. Flávio Bolsonaro prestará depoimento na condição de testemunha.

Furna da Onça

A operação Furna da Onça investigou um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Durante as investigações da Furna da Onça surgiu o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf), que apontou uma  movimentação considerada atípica de R$ 1,2 milhão  nas contas de  Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, então deputado na Assembleia Legislativa do Rio.

Momento em que a polícia entra na casa onde estava Fabrício Queiroz em Atibaia — Foto: arquivo pessoal

Momento em que a polícia entra na casa onde estava Fabrício Queiroz em Atibaia

Em junho,  Queiroz foi preso no sítio de Fredrick Wassef,  ex-advogado de Flávio Bolsonaro, em Atibaia, no interior de São Paulo.

O mandado de prisão foi expedido em um desdobramento da investigação do  esquema de “rachadinha”  no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Relato de Paulo Marinho

O vazamento da operação teria sido feito por um delegado, segundo o empresário. À Folha de S. Paulo, Marinho disse que o encontro com o delegado teria ocorrido na porta da Superintendência da PF, na Praça Mauá.

De acordo com a versão do empresário, participaram também o coronel Miguel Braga, chefe de gabinete do parlamentar, o advogado Victor Alves e Val Meliga, ex-presidente do PSL no Rio e irmã de dois milicianos.

O relato do delegado, segundo Marinho, foi de que Queiroz e a filha tinham sido citados num relatório do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

“Vai ser deflagrada a operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz (Nathalia), que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro (que ainda era deputado federal) em Brasília. Nós vamos segurar essa operação para não detoná-la agora, durante o segundo turno, porque isso pode atrapalhar o resultado da eleição (presidencial) ”, teria dito o delegado, segundo Marinho.

A partir do relatório, o Ministério Público do Rio detalhou o suposto esquema de corrupção que afirma ter ocorrido no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Os promotores afirmam que Flávio Bolsonaro é o   chefe de uma organização criminosa e identificaram pelo menos 13 assessores que repassaram parte de seus salários ao ex-assessor dele, Fabrício Queiroz.

Estágio de marketing Digital – Seleção Profissional – Zona Oeste RJ

Estágio de marketing Digital – Seleção Profissional – Zona Oeste RJ

 

Cargo: Estágio Marketing Digital, Estágio Marketing – Comunicação

Estado/País: RJ – Brasil

Cidade: Rio de Janeiro

Descrição: Deve estar cursando:

Marketing ou Publicidade ou Comunicação Social ou designer gráfico

Deve estar entre o 3° e o último período.

Ter entre 18 e 26 anos.

Residente da Zona Oeste

 

Trabalhará com gestão de redes sociais;

Criação de Artes;

Administração de Campanha;

Primeiro contato com prospects;

Edição de Fotos e Vídeos;

Organização e criação de eventos e campanhas;

 

Aptidões:

Fluência em Adobe Photoshop, Ligthroom e CorelDraw.

Área: Comunicação / Design Digital / Design Gráfico / Web / Web Design

Cursos: 2º grau / Design Grafico / Outro

Especialidade:

Estagiário Salário: R$ 1.000,00 Benefícios: VALE TRANSPORTE + PREMIAÇÕES

Horário de Trabalho 09H ÁS 17H

Para se candidatar a esta vaga visite www.selecaoprofissional.com.br.

Controlador de Acesso Intermitente – 2 Vagas – Zona Norte e Oeste RJ

Controlador de Acesso Intermitente – 2 Vagas – Zona Norte e Oeste RJ Atividades: Controlar entrada e saída de pessoas e veículos; identificação; atendimento ao público, zelar pela segurança do estabelecimento.

Requisitos:

Exigências:

Ensino fundamental completo;

ter no mínimo 1 ano de experiência como porteiro ou controlador de acesso;

conhecimento de informática;

disponibilidade total para trabalhar em qualquer horário e escala;

disponibilidade para trabalhar por Contrato INTERMITENTE.

 

Local: Zona Norte, Zona Oeste – Rio de Janeiro

Benefícios: Salário: R$6,24 (por hora trabalhada) + VT +VR

Jornada de Trabalho: Disponibilidade Total

 

Informações adicionais:

Número de vagas: 02;

Vivência em posto de canteiro de obra;

Disponibilidade para possíveis horas extras;

Residir em bairros pertencentes a ZONA NORTE E OESTE – RJ;

Contrato Intermitente: prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses

Formas de candidatura:

Para se candidatar envie seu currículo por e-mail com o assunto: CONTROLADOR DE ACESSO – INTERMITENTE

CANDIDATAR A ESTA VAGA

Para se candidatar a esta vaga envie seus detalhes por e-mail para recrutamento1@cvaseguranca.com.br